Bilionário russo tem opções na Europa, se não avançar com Fortaleza

Leia o post original por Perrone

O bilionário russo Ivan Savvids ainda não tem um plano b definido, caso o desejo de comprar o Fortaleza não se transforme em realidade.

O dono do clube grego PAOK tem também como opções equipes na Europa. O México é outro possível destino para dezenas de milhões de euros do investidor.

O estafe do magnata, no entanto, não informou ao blog os nomes das eventuais alternativas.

A chance de agremiação do Ceará ser substituída por outro time brasileiro, se as conversas não evoluírem, também não está descartada. Mas hoje não há outro nome de equipe brasileira definido.

Uma vantagem do tricolor cearense em relação a possíveis concorrentes europeus é o fato de Savvids ter interesse de investir no Brasil, especialmente no ramo do turismo. Ele já tem uma série de negócios na Europa. Recentemente fez um investimento milionário voltado para o turismo em Halkidiki, na Grécia. A região é conhecida por suas praias paradisíacas.

Porém, há pelo menos uma desvantagem para o Fortaleza ou outro clube brasileiro. Estudos preliminares feitos pelos profissionais que trabalham para o russo apontaram dificuldades burocráticas para investir em variadas áreas no Brasil.

Vale lembrar que a ideia de comprar o Fortaleza ainda está em estágio embrionário.

Neste momento a equipe do magnata estuda as opções para viabilizar a eventual operação com o tricolor cearense. Isso inclui questões legais no Brasil.

Como mostrou o blog, uma barreira importante é o fato de o bilionário não abrir mão, pelo menos por enquanto, de adquirir o clube.

Por sua vez, Marcelo Paz, presidente do Fortaleza, entende que o caminho mais rápido e viável seria uma parceria ou um patrocínio. A venda depende de mudança estatutária e aprovação do Conselho Deliberativo, entre outros pontos.

Também como noticiou o blog, representantes de Savvids esperam vir ao Brasil no final deste mês para conversar com o presidente do Fortaleza e tentar se reunir com integrantes do governo brasileiro para debater outros investimentos.