Heróis?, Vilões?

Leia o post original por Flavio Prado

 

 

 

A noite da Libertadores foi mesmo de heróis e vilões. O maior herói foi Everson. Inspirado, lembrou Rogério Ceni ns seus melhores dias, defendo pênaltis e marcando o gol que decidiu a classificação do Atlético Mineiro. Entra nesta lista também Rigoni, um reserva de uma equipe pequena na Espanha, no caso o Elche, que muda a performance do São Paulo, sempre que está em campo.

Crespo não precisa ser chamado de herói, mas teve coragem de escalar Marquinhos desde o começo, num jogo decisivo, mostrando que está cada vez menos esperançoso das recuperações de Vitor Bueno e Pablo. O menino funcionou e ganhou espaço. O time da LDU teve também sua noitada importante.

E os vilões? Eles seguem com apito na boca. Teve gol da LDU contestável, outro lance onde o VAR foi cavar irregularidades pró-Atlético Mineiro e contra o Boca como já ocorrera em Buenos Aires e por fim a cafajestada dos caras da delegação argentina, que partiram para briga e acabaram na delegacia. Tudo muito com jeito de Libertadores. Inclusive o futebol. Passando longe da Champions, é claro.