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Vergonha histórica?

Leia o post original por Craque Neto 10

Parece até que estou de sacanagem, mas vamos ser sinceros? A eliminação precoce no Mundial de Clubes para o Tigres e posteriormente a derrota nos pênaltis para os egípcios do Al Ahly praticamente ‘brochou’ a conquista da Libertadores da América. A impressão que ficou é que a obsessão para levar essa taça era tão grande […]

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Terremoto no Japão? Não, é o Corinthians tremendo de medo do Chelsea na final do Mundial!

Leia o post original por Milton Neves

O Corinthians é mesmo um time de recordes.

A tremedeira alvinegra alcançou 10 pontos na escala Richter, algo nunca marcado na história da medição de terremotos.

E o medo tomou conta dos comandados de Tite.

Enquanto o Timão transpirou sangue para derrotar o limitado Al Ahly, os ingleses do Chelsea passearam diante do Monterrey.

Poucos minutos jogando sério e os europeus mostraram sua superioridade inquestionável.

A goleada dos Blues foi uma prévia do que acontecerá na final?

Ou o Chelsea “gastou os cartuchos” antes da hora?

Opine!

Estreia com vitória suada graças a defesa

Leia o post original por Neto

Guerrero cabeceia pra fazer o gol da vitória contra Al Ahly

Olá pessoal! Depois de muito custo consegui desembarcar em Toyota para o jogo do Corinthians contra o Al Ahly. Mais de 31 mil pessoas estiveram presentes nesse duelo semifinal do Mundial de Clubes da Fifa. Desses pelo menos 30 mil eram corintianos. Certamente. Dentro de campo no início não gostei do Tite ter escalado o Paolo Guerrero como titular. Achava que o Romarinho poderia dar mais agilidade ao ataque ao lado do Emerson. Fora que abre mais espaços e deixa o jogo veloz.

Mas inteligente como é, o treinador acertou e o peruano queimou minha língua. Fez o único gol da partida e trabalhou direitinho como pivô lá na frente. Aliás, lutou muito segurando a bola. Literalmente honrou o sobrenome que Deus lhe deu. Mas pra falar a verdade achei o sistema ofensivo da equipe muito aquém do esperado. Danilo, Douglas e o próprio Sheik produziram pouco. Bem mesmo foi a participação da defesa. Os laterais jogaram muita bola. Os zagueiros, então, nem se fala. O Chicão demonstrou a segurança de sempre. Já o Paulo André pra mim foi o ‘Dono da Bola’. Brilhou como nunca nos desarmes e bolas altas. O Corinthians sofreu um pouco de pressão no segundo tempo e esses caras foram fundamentais para a manutenção do resultado.

Apesar do placar magro, ao menos a torcida saiu do estádio satisfeita. O Timão está na grande final do Mundial e aguarda o vencedor de Chelsea e Monterrey, partida que acontece nesta quinta-feira. Será um baita duelo. E não pensem que vai ser mole para os ingleses. O bicho vai pegar! Aí no domingão será outra história que vou contar nos próximos dias. Valeu garotinhos!

Corinthians não empolga, mas se classifica para final do Mundial

Leia o post original por Milton Neves

Um time do quilate do Corinthians fica inibido diante da fragilidade dos egípcios do Al-Ahly.

É psicológico.

Quando a superioridade é abissal, normalmente o jogo acaba nivelado por baixo.

E além disso, entram para a conta o nervosismo da estreia e a pressão que o feito carrega.

Assim, o Timão jogou feio e só teve no solitário gol de Guerrero sua vaga garantida.

Logo o peruano que foi dúvida a semana toda e viajou contundido.

E mais uma vez Tite mostrou que tem estrela.

Mas a tão confiante torcida corintiana já colocou as barbas de molho.

Se o poderoso Chelsea também confirmar seu favoritismo, o Alvinegro terá que jogar tudo que sabe para conseguir equilibrar forças com os ingleses.

E você, torcedor, segue confiante no título?

Por que o Timão jogou tão mal?

Opine!

Um time pronto*

Leia o post original por Antero Greco

Amigos corintianos perguntam se a equipe deles conquistará o mundial. Questão pertinente, fruto de angústia esportiva tão transcendental quanto o sentido da vida, e sei que a resposta que esperam é um categórico “Sim!”. Pois lhes digo que Tite e rapazes podem voltar do Japão com troféu na bagagem, medalha no peito e grana no bolso. As perspectivas são promissoras. Como há o risco de embarcarem com um bico deste tamanho, com ocorreu com o Santos em 2011. Para trocar em miúdos: não sei o que vai rolar. Quem me dera antecipar resultados!

Há indícios que permitem chegar a conclusão animadora, ressalvada a premissa de que o futebol engana, é caixinha de surpresas, não se ganha de véspera e outras cautelas clássicas. Mesmo assim, por que o fiel alvinegro tem direito de se sentir esperançoso na aventura? Por várias razões, uma delas é a de que o time está pronto, redondo, no ponto.

O Corinthians não encanta como o Barcelona dos melhores momentos. Não tem Xavi, Iniesta ou Messi. Não possui nem sequer um jogador que se aproxime dos regentes espanhóis ou do solista argentino. Calma, a carência não deve provocar aflição. O trio de astros pertence à camada especial nesse terreno e não serve de parâmetro para times comuns.

E o campeão da Libertadores é comum, entendido aqui como normal, embora num tom acima da média. Não foi por acaso que conquistou o Brasileiro de 2011 e o título continental de 2012. As taças não lhe caíram do céu, mas representaram a colheita de um plano bem desenvolvido, dentro e fora de campo.

O Corinthians dos últimos dois anos baseia o sucesso na regularidade e na eficiência como marcas registradas. A constância o fez sobressair. Repare que são raros os registros de apresentações excepcionais, da mesma maneira como fica difícil puxar pela memória jogos com atuação desastrosa. Trata-se de um grupo confiável, com sistema que funciona. Tite não mudaria agora. Nem deve.

Tanto não há o que esconder que a escalação para pegar o Al Ahly, na quarta-feira, já está na boca de todos e é aquela que o torcedor sabe de cor e salteado. O gol estará entregue a Cássio, nem se discute. Alessandro, Paulo André, Chicão e Fábio Santos formam a defesa, em geral sólida, austera e sóbria. As vigas mestras, no meio, estarão representadas por Ralf e Paulinho, nome de dupla caipira, o que faz sentido: ambos se entendem por música. Douglas e Danilo darão o toque de experiência na criação. Na frente, Guerrero e Emerson, que não são goleadores, mas decidem.

Bom time, que sabe abafar adversários, ao marcá-los na saída de bola, ou na intermediária, e que é conciso e prático em contragolpes e respectivas finalizações. Na teoria, não deve tropeçar nos egípcios, obstáculo antes de pegar o Chelsea (ou o Monterey). Evidente que existe a possibilidade de que, ao topar com o Al Ahly, esteja num dia péssimo, como o Inter diante do Mazembe, dois anos atrás.

Mas os africanos que passaram pelo Sanfreece Hiroshima jogam feijão com arroz básico. Um bom goleiro, uma defesa que se confunde diante de trocas de passes e de velocidade; meio-campo e ataque medianos.

Ok, há sempre o imponderável, que fascina no jogo de bola. Nele se fundamenta a esperança de quem torce por fiasco corintiano. Se o script for seguido à risca, o recital de estreia será bem sucedido e o tira-teima ficará para o domingo, diante de adversário igualmente comum. O único senão: o futebol é arte em que, com frequência, atores principais esquecem suas falas. Portanto, cuidado Timão!

 *(Minha crônica no Estado de hoje, segunda-feira, dia 10/12/12.)