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Segurança da Arena Corinthians é feita por empresa de filha de conselheiro

Leia o post original por Perrone

Em busca de reduzir os gastos em sua arena, o Corinthians tem promovido mudanças de prestadores de serviços. Como resultado de uma dessas alterações, a segurança do local está sob os cuidados da empresa da filha de um conselheiro alvinegro.

A Empresa de Segurança Infinity, escolhida para substituir a Power, ligada a Tejofran no trabalho, tem como proprietária Amanda Bruna Cunha Ferraz Gebran. O pai dela é Antoine Gebran, veterano membro do Conselho Deliberativo corintiano.

Ele era o vice-presidente de futebol quando o time foi rebaixado no Campeonato Brasileiro, em 2007. Já estava no cargo no momento em que Andrés Sanchez assumiu para completar o mandado de Alberto Dualib, que renunciou. Até 2005, Gebran foi dono de uma companhia que atuava na área de vigilância.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria corintiana afirmou que a Infinity foi contratada por apresentar o melhor preço entre seis empresas que disputaram uma concorrência. A contratação gerou entre 40% e 50% de redução nas despesas com segurança no estádio, segundo o clube.

A assessoria alega também que a filha de Gebran ainda não era a dona da Infinity quando ela ganhou a disputa e passou a atuar na Arena, em meados de agosto. Declara também que o conselheiro não teve participação no processo de escolha.

A ficha cadastral da empresa na Junta Comercial de São Paulo mostra que Amanda comprou a Infinity em 12 de novembro de 2018, quando, de acordo com a informação do clube, a companhia já tinha assinado contrato com o Corinthians.

Desde a última segunda (3), o blog tenta falar com Amanda. Porém, ela não respondeu aos recados deixados por telefone na Infinity. Seu pai atendeu ao blog, mas não quis conceder entrevista.

Antônio Medeiros, diretor comercial da Infinity, também afirmou que a nova proprietária adquiriu a empresa após a vitória em uma concorrência para trabalhar na arena em Itaquera.

Amanda comprou a companhia de Theodomiro de Toledo Piza Neto, amigo de seu pai. A Infinity foi fundada em 2013. O capital dela é de R$ 1.050.000,00.

O blog conversou com representante de uma importante empresa da área de vigilância que confirmou ter participado da tomada de preços para o serviços na casa corintiana. Pedindo para o nome de seu grupo não ser revelado, ele disse que foi enviada uma proposta técnica e outra comercial. Como não obteve resposta, considerou ter perdido a disputa.

 

Time grande não cai? Já vi esse filme!

Leia o post original por Craque Neto

Ainda falta muito campeonato pela frente: são mais 24 rodadas para o término do Brasileirão. Tanto é que ao contrário do que dizem que o Corinthians já está com a mão na taça, eu particularmente não concordo. Está no caminho certo, mas problemas podem acontecer no meio do percurso. Já o mesmo não se pode dizer do São Paulo. Não vejo o time com esperança de melhoras para fazer com que escape do rebaixamento. Sinceramente! Vem acontecendo uma sequência de coisas erradas que fica difícil pensar que o Tricolor possa melhorar. Primeiro começou a se desfazer dos principais jogadores do […]

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Corinthians e São Paulo invertem papéis de nove anos atrás

Leia o post original por Perrone

Brigas políticas, a tentativa de superar a renúncia de seu presidente, um time que não decola, a incessante busca por um treinador que vingue e remunerações atrasadas.

O cenário caótico descrito acima se encaixa no São Paulo atual e no Corinthians de 2007. Assim, como a descrição abaixo serve para o alvinegro de hoje e o tricolor de 2007:

Campeão brasileiro no ano anterior, técnico identificado com o clube e estável no emprego, um goleiro como ídolo e estrutura elogiada.

Os dois cenários mostram que agora os rivais agora têm papéis invertidos em relação a 2007, ano em que o Corinthians terminou o Brasileiro rebaixado (o que não significa exatamente que o São Paulo esteja caminhando para o mesmo desfecho).

No final de 2007, o Corinthians tentava superar o cenário de terra arrasada após a renúncia de Alberto Dualib, no segundo semestre daquele ano, depois de sua administração ser bombardeada por denúncias. Pipocavam problemas políticos rotineiramente. Jogadores sofriam com constantes atrasos nos pagamentos. E entre a temporada anterior e a de 2007 seis treinadores comandaram o time.

No início de 20016, o São Paulo tenta superar o cenário de terra arrasada após a renúncia de Carlos Miguel Aidar, em outubro de 2015, depois de sua administração ser bombardeada por denúncias. Pipocam problemas políticos rotineiramente. Jogadores sofrem com constantes atrasos nos pagamentos. E entre a temporada anterior e a atual cinco treinadores comandaram o time.

Enquanto o Corinthians sofria em 2007, o São Paulo vinha de uma conquista de título brasileiro no ano anterior, tinha no banco um técnico (Muricy Ramalho) adorado pela torcida, com estabilidade no emprego, conhecedor do clube, vitorioso e considerado por muitos o melhor do país. Seu goleiro titular (Rogério Ceni) era idolatrado pelos torcedores. A estrutura do clube era tida como uma das mais eficientes do Brasil.

Enquanto o São Paulo sofre no início de 2016, o Corinthians vem de uma conquista de título brasileiro no ano anterior, tem no banco um técnico (Tite) adorado pela torcida, com estabilidade no emprego, conhecedor do clube, vitorioso e considerado por muitos o melhor do país. Seu goleiro titular (Cássio) é idolatrado pelos torcedores. A estrutura do clube é tida como uma das mais eficientes do Brasil.

Nove anos atrás, era impossível imaginar uma reviravolta tão grande na vida dos dois rivais.

 

Diretor financeiro do Corinthians compara Andrés a Dualib

Leia o post original por Perrone

Raul Corrêa da Silva, diretor de finanças do Corinthians, usou a sua conta no Facebook para demonstrar insatisfação com o grupo político de Andrés Sanchez, do qual ele mesmo faz parte. Apesar de não citar o nome do ex-presidente, deixou clara sua insatisfação com a política de contratações adotada por Andrés. E é só o começo. O blog apurou que Raul estuda apoiar o opositor Antônio Roque Citadini nas próximas eleições.

“Lutamos contra [Alfredo Ignácio] Trindade, Wadih [Helu], [Vicente] Matheus e [Alberto] Dualib, sempre pelos mesmos valores e ideais. Se for a hora de novamente empunharmos nossas antigas bandeiras e entoar nossos cânticos, sem titubear o faremos. Não voltaremos à marginal s/n [sem número]”, escreveu Raul na rede social.

Os quatro dirigentes citados por ele ficaram longos períodos no poder e foram chamados de donos do clube, apelido hoje usado por alguns diretores para se referir a Andrés.

A citação de Dualib é mais emblemática, pois o grupo de Andrés foi o principal responsável pelo processo que culminou com o afastamento do cartola. A queda de Alberto permitiu a chegada de Sanchez ao poder.

Andrés não tentou se reeleger porque o estatuto corintiano não permite mais reeleições, mas continuou com amplos poderes no clube. É o responsável pela arena alvinegra e tem muita influênca no departamento de futebol. Ele diz que só se envolve quando é chamado.

No final de seu desabafo, Raul diz: “Nos últimos 15 dias conseguimos evitar quatro equívocos”. É uma referência às contratações do goleiro Danilo, do volante Jonas, de Óscar Romero, que é irmão de Ángel, e de Dudu.

As quatro tentativas de negociação são atribuídas no clube a Andrés, Roberto de Andrade, seu candidato à presidência, e Edu Gaspar, gerente de futebol e escudeiro do ex-presidente.

Mário Gobbi travou os negócios porque prioriza o pagamento de salários atrasados. O presidente só quer trazer reforços considerados extremamente necessários por Tite (Dudu é um deles). Mas apenas se for possível postergar o pagamento por alguns meses.

Procurado pelo blog, Raul disse que estava em reunião, mas confirmou a referência às contratações. “É o que eu escrevi ali. Tem que respeitar o orçamento, mas ele não está sendo respeitado”, disse o dirigente. A previsão orçamentária feita por ele determina que o clube gaste R$ 10 milhões com reforços em 2015. Só com Dudu, descartado pelo menos por enquanto, seriam gastos R$ 11,4 milhões por 60% dos direitos econômicos do atleta.

Indagado se vai apoiar Citadini no pleito de fevereiro, o diretor respondeu: “Você quer saber mais da minha vida do que eu. Não sei ainda. Sou pelo Corinthians, pelos nossos ideais, independentemente de nomes”, afirmou.

Citadini já conta com o apoio de outro dirigente que foi aliado histórico de Sanchez, como Raul: Luis Paulo Rosenberg, primeiro vice-presidente do clube. Ilmar Schiavenato, que foi diretor social na gestão de Gobbi, também virou crítico do grupo de Andrés e lançou candidatura de oposição.

Andrés não pôde ser ouvido porque não fala com o blog.

Leia abaixo a postagem de Raul na íntegra.

Reprodução

Juvenal precisa tomar cuidado para não virar o “Dualib” do Morumbi

Leia o post original por Quartarollo

juvenal

juvenalAfastar jogadores reservas é fácil. O difícil é cobrar os titulares de altos salários e sem comprometimento com o time. O São Paulo convocou coletiva para avisar que Ney Franco e sua comissão técnica continuam e que 7 jogadores foram … Continuar lendo

Veja o petardo que matou o garoto boliviano

Leia o post original por Odir Cunha

Atingido no olho direito por um sinalizador apontado para ele pela torcida do Corinthians, morreu ontem o jovem boliviano Kevin Beltrán Espada (foto), de 14 anos, torcedor do San José, que assistia ao jogo do seu time contra o Corinthians. O homicídio gerou uma onda de protestos dos bolivianos contra os brasileiros. Os mais revoltados pedem que os quatro torcedores corintianos presos sejam condenados à morte. Até os jornalistas brasileiros tiveram de ser protegidos pela polícia. Entre as punições previstas ao Corinthians está sua expulsão da Copa Libertadores.

Veja o petardo que matou o garoto boliviano:

E pra você, o que a Justiça deve decidir neste caso?

Neta de ex-presidente do Corinthians sofre nova derrota na Justiça ao cobrar clube

Leia o post original por Perrone

Carla Dualib sofreu outra derrota em sua tentativa de cobrar dívidas do Corinthians que ela alega existir. A Justiça considerou improcedente pedido de sua empresa para que fosse revisada sentença favorável ao clube. A SMA (Sports Marketing Agency) queria ver reformada decisão que a proíbe de cobrar R$ 1,4 milhão do alvinegro.

Os advogados da neta do ex-presidente Alberto Dualib alegam que houve omissão da Justiça em relação à comissão que ela acredita ter direito referente ao antigo contrato de patrocínio com a Samsung.

Em decisão publicada nesta segunda no Diário Oficial de São Paulo, a juíza Jacira Jacinto da Silva afirma que o juiz não é obrigado a responder a todas as alegações feitas na ação. E decreta que a empresa deve recorrer da decisão, não pedir que a sentença seja revisada e alterada.

Assim, permanecem canceladas as notas promissórias emitidas pela empresa para cobrar o Corinthians. O clube não pagou, e os títulos foram protestados. Então, a direção alvinegra acionou a Justiça para cancelar a cobrança e os protestos. Até aqui obteve êxito.

A defesa corintiana alega que a neta do ex-presidente não prestou o serviço alegado, que era cuidar da manutenção dos contratos de licenciamento do clube. A SMA, por sua vez, diz que se o Corinthians recebeu dos patrocinadores seu trabalho foi feito. A briga ainda vai longe.

São Paulo revê rival que “roubou” sua fórmula de sucesso

Leia o post original por Perrone

 Ao entrar em campo hoje no Pacaembu, o São Paulo vai encarar um adversário que seguiu sua fórmula de sucesso e para quem perdeu considerável parte de seu status. A começar pelo título de rei do marketing do futebol nacional.

Seria inimaginável há alguns anos que o Corinthians, antes acorrentado ao marketing caseiro comandado por Carla Dualib, bateria o rival no que era um de seus pontos fortes.

Carla é neta de Alberto, símbolo de um período em que o alvinegro era atrasado politicamente em relação ao São Paulo, outrora considerado forte em campo também por promover constante rodízio de presidentes.

Após Dualib, o Corinthians teve Andrés Sanchez e agora esta sob a batuta de Mário Gobbi. No mesmo período, o São Paulo viu Juvenal Juvêncio criar raiz na presidência.

Os alvinegros parecem também ter clonado a fórmula usada pelo São Paulo ao levantar três Brasileiros seguidos com o mesmo técnico, Muricy Ramalho. Hoje, o Corinthians comemora a estabilidade de Tite, que chegou no final de 2010.

 Desde o ano em que Tite voltou ao Parque São Jorge já passaram pela prancheta tricolor Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Carpegiani, Adilson Batista, Leão e Ney Franco.

Ney fará hoje seu primeiro jogo contra o Corinthians como são-paulino, no primeiro clássico entre ambos após a conquista da Libertadores pelo alvinegro. Noutro sinal da troca de papéis, dessa vez é o São Paulo que luta por uma vaga no torneio continental, enquanto o rival já está garantido.

Até no gol há uma reviravolta. Ídolo inconteste no Morumbi, Rogério tenta apagar um recente gol contra, causador de pedidos por sua aposentadoria. Do outro lado do campo, estará Cássio, surpreendentemente goleiro de seleção.

Fora dos gramados o Corinthians corre para descontar o que talvez seja a última desvantagem histórica em relação ao São Paulo: ter o seu estádio próprio.