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Como tem mala nesse mundo, hein?

Leia o post original por Craque Neto 10

Sempre fui favorável a presença do ex-jogador de futebol para funções técnicas dentro dos clubes de futebol. Nada contra as outras pessoas, mas eu penso que o cara que jogou bola tem uma compreensão ‘extra’ do esporte. Seguindo essa minha teoria não tem como não elogiar a atitude da diretoria do São Paulo em contratar […]

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Alex, Danilo e quando o futebol traz solidariedade

Leia o post original por Antero Greco

O dia a dia nos atola de informações sobre corrupção, falcatruas, violência, indiferença, injustiças. De promessas fúteis e falsas esperanças.

No futebol, polêmicas sobre arbitragens toma mais espaço do que gols, dribles e conquistas. Cartolas aparecem mais do que jogadores. E jogadores se desrespeitam mutuamente.

No meio de tanta grosseria, há gestos de delicadeza. Deveriam ser rotina, mas viraram exceção. Por isso, precisam ter destaque. Por mérito e para incentivar atitudes semelhantes.

Caso da postura de Alex e Danilo, do Internacional, no jogo com o Fortaleza, na noite desta quinta-feira, no Castelão, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Segundos antes do apito final, Alex chocou-se com Pio, de cabeça, em disputa de bola na área colorada. O atacante da casa caiu e ficou zonzo.

Em seguida, após o encerramento desabou no meio do campo e precisou de atendimento médico, com ambulância e paramédicos em ação.

Pois Alex e Danilo não arredaram pé enquanto não viram a situação de Pio sob controle e pronto para fazer exames em hospital das redondezas. Os dois ficaram a pouca distância, a observar as reações do colega. Por solidaridade, companheirismo, cavalheirismo, gentileza e responsabilidade.

Alex esteve ali, porque participou da jogada, lance involuntário, acidente de trabalho. Danilo porque ficou chocado com a cena.

Ambos provavelmente nem se deram conta do valor do gesto. Foi movimento espontâneo, natural, próprio de quem tem sensibilidade e consciência. De quem não vê o futebol apenas como ganha-pão. Muito menos encara o que se passa em campo como “batalha”, confronto entre inimigos.

Alex e Danilo tiveram generosidade, agiram com grandeza e maturidade. O futebol agradece. A vida também.

 

Santos diz não ter dinheiro para pagar luvas a Alex e comissão de agente

Leia o post original por Perrone

Na última sexta-feira, o Santos fez uma contraproposta para Giuliano Bertolucci, empresário do zagueiro Alex e ainda aguarda a resposta. O agente ouviu que o clube não tem dinheiro para pagar sua comissão e nem luvas ao jogador. Assim, a proposta se resume a salários para o atleta.

Na avaliação da direção santista, é até possível que o beque aceite não receber luvas, provavelmente pedindo salário um pouco melhor. Mas praticamente não há esperança de que o agente aceite ficar sem comissão. Normalmente, empresários recebem 10% do valor total do contrato oferecido a seus clientes pelo trabalho de intermediação.

Porém, além do dinheiro contado, a diretoria santista sofre pressão da comissão fiscal do Conselho Deliberativo quando o assunto é despesa com intermediários. Entre os motivos para a reprovação das contas de 2015 da gestão de Modesto Roma Júnior estavam pagamentos de comissão reprovados pelo órgão. Em relação a contratações de jogadores, a comissão fiscal entende que só pode haver pagamento em caso de empresários com situação regularizada na CBF. Bertolucci é um dos mais influentes agentes do país, com atuação também no exterior.

Internamente, a diretoria do Santos adotou o discurso de que se a negociação com Alex não vingar nenhum outro zagueiro será contratado agora.

Palmeiras tem mais direito de reclamar que o Internacional

Leia o post original por Quartarollo

Terminou o jogo ontem à noite, na Arena Palestra Itália, e os dois times reclamaram muito do mau árbitro Wilton Pereira Sampaio, um dos mais prestigiados pela Comissão de Arbitragem da CBF na temporada.

Ele já apitou 15 jogos na Série A e ontem foi a quarta vez que atuou na Copa do Brasil.

Não saiu a escala da arbitragem para todos os jogos do Brasileiro, somente para os jogos de sábado, mas não me surpreenderia se ele apitasse novamente no domingo próximo.

Segundo o Estatuto do Torcedor a escala tem que ser feita através de sorteio, com o que não concordo. Isso é uma besteira de quem colocou tal item na lei.

Tem que ser é indicado pelo diretor de arbitragem até para ter mais responsabilidade e ser cobrado em qualquer situação.

Mas o goiano Wilton Pereira tem sorte. A bolinha gosta dele e ele vive sendo escalado nos sorteios da CBF.

Isso à parte, ontem para mim ele acertou no pênalti marcado de Alex em Lucas.

Está certo que Alex escorrega e Lucas também, mas quando tenta se levantar impede que o lateral do Palmeiras vá de encontro a bola numa situação clara de gol.

Eu daria o pênalti também e isso anula a grande reclamação, o chororô do Internacional.

Aliás, desse jeito o rio Guaíba vai transbordar. O que Inter e Grêmio choram é uma grandeza. São especialistas.

Precisa avisar essa gauchada que tanto choro não é coisa de macho-cho. Fica feio para vocês.

O Palmeiras tem direito de reclamar do lance em que nasceu o primeiro gol do Colorado.

Anderson levante o pé na altura do pescoço de Lucas que não se abaixou em momento nenhum para tentar pegar a bola.

Isso é falta, é jogo perigoso, a jogada teria que ser parada ali e na sequência Anderson deu sorte quando tentou a tabela a bola bateu em Jackson voltou para ele fazer o gol que colocou de novo o Inter no jogo.

Se há algum time que pode reclamar do jogo de ontem, esse time é o Palmeiras, não o Internacional.

Na súmula, Wilton Pereira Sampaio explica que deu cartão amarelo aos 7 minutos para Dudu por reclamação.

O Palmeiras enxergou nisso uma perseguição a Dudu por causa do problema com Guilheme Cereta de Lima na final do Paulista, na Vila Belmiro, e falou até em corporativismo dos árbitros contra o atacante.

A verdade é que Dudu gosta de provocar. Esse é seu jeito de jogar. Ela dá motivo para pegarem no pé dele. Não vi perseguição nesse caso.

O árbitro também cita ofensas ao final da partida do técnico Argel contra Fabrício Vilarinho da Silva.

Argel disse ao bandeira número um, segundo o árbitro: “Você viu o lateral e não marcou porque não quis. Você não tem índole, você agiu de má fé”

Reclamar de lateral é demais senhor Argel. Do que ele está falando, hem?

O árbitro acrescenta que Argel ainda ofendeu moralmente Vilarinho e foi para os vestiários. Vai sobrar para o técnico do Inter.

Ainda há a dúvida do segundo gol do Inter sobre a posição de Rodrigo Dourado que poderia estar em impedimento e participou do lance. E esse lance era do bandeira 2 Cristhian Sorence que não foi xingado por Argel.

Destaque para a luta dos dois times que terminaram o jogo super-extenuados.

Destaque também para Andrei Giroto que entrou no lugar do sofrível Amaral, não vinha bem, mas apareceu na hora certa para fazer o terceiro gol de cabeça e selar a sorte do jogo.

Destaque mais uma vez para a jogada aérea do Palmeiras. De novo o zagueiro Vitor Hugo surpreendeu a zaga adversária pelo alto.

Destaque mais uma vez para a irregularidade do Palmeiras dentro do mesmo jogo. Fez 2 x 0 e deixou empatar.

Apesar do erro do árbitro no primeiro gol do Inter, a equipe gaúcha já estava melhor que o Palmeiras.

Em alguns momentos, o Palmeiras lembrou a péssima atuação de domingo passado contra o São Paulo e de novo se virou para resolver dentro dos 90 minutos.

É uma virtude um time que tem de onde tirar alguns lances decisivos, mas nem sempre será assim.

É bom saber controlar melhor o jogo quando estiver mandando no placar.

Depois de tudo isso o placar final apontou, Palmeiras 3 x 2 Internacional e a classificação alvi-verde para as semifinais da Copa do Brasil.

O adversário será o Fluminense que vem mal no Brasileiro, mas surpreendeu ao vencer o outro chorão gaúcho, o Grêmio em plena Arena, em Porto Alegre.

Foi 1 x 1, na capital gaúcha, e classificou o time carioca já que no jogo de ida, no Maracanã, o placar foi 0 x 0.

Palmeiras abre luta em duas frentes. É o quarto do Brasileiro que também leva para a Libertadores e luta por título na Copa do Brasil que leva para a mesma competição no ano que vem.

Ao contrário de 2012 quando venceu a Copa do Brasil e caiu, o Palmeiras desse ano pode ser campeão e ainda ficar entre os primeiros do Brasileiro. As coisas realmente mudaram para melhor para o Verdão.

Palmeiras perde chance contra o Inter no Sul

Leia o post original por Antero Greco

O prognóstico era de jogo equilibrado entre Internacional e Palmeiras, pelas quartas de final da Copa do Brasil. No placar, pelo menos a previsão prevaleceu, com o empate de 1 a 1 e a definição da vaga para a quarta que vem no Allianz Parque. Na prática, os palestrinos poderiam ter voltado pra casa com vantagem, se Barrios não desperdiçasse pênalti.

Como duelo entre equipes que se equivalem, não sobressaiu ninguém. O primeiro tempo foi morno, com poucas finalizações de lado a lado. O segundo foi bem melhor, com os dois gols e um Palmeiras mais esperto do que o Colorado. Os paulistas estiveram mais perto da vitória do que os gaúchos.

A suposta vitória da turma de Marcelo Oliveira poderia ter começado na etapa inicial, depois que Ernani fez pênalti em Dudu. O paraguaio Barrios, em alta e com vários gols nas últimas partidas, se apresentou para bater. Chutou colocado e Alisson fez excelente defesa.

O Inter sentiu ausência de jogadores como D’Alessandro, Lisandro Lopes, Rafael Moura, Sasha. O técnico Argel Fuchs armou a equipe de maneira mais cautelosa, embora fosse a mandante. O temor era levar gols do melhor ataque do Campeonato Brasileiro. Nesse aspecto, se deu bem, porque o Palmeiras não teve muita liberdade para jogar.

Ainda assim, com o retorno de Dudu a turma de Marcelo Oliveira se mostrou mais serena e coordenada. Desta vez, foram raros os erros defensivos e ainda assim Fernando Prass apareceu ao menos em dois lances para evitar o gol. Só não pegou a bomba de Alex, no segundo tempo, na abertura do placar.

Marcelo Oliveira apostou em Amaral como substituto de Thiago Santos e no trio Dudu, Barrios e Gabriel Jesus à frente. Não funcionou muito bem. A mudança palmeirense veio com a entrada de Cristaldo no lugar de Barrios e principalmente Rafael Marques na vaga de Arouca. Na primeira bola, Rafael empatou, com um bonito gol de cabeça.

A disputa continua aberta, sem favoritismo. Claro que não se deve descartar vantagem teórica do Palmeiras por jogar a segunda em casa e com a necessidade de empate por 0 a 0. Pelas características dos dois times, e com o Inter provavelmente mais forte na semana que vem, em branco é que o placar não ficará.

Noite de emoção para quem ama futebol

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, que noite de sábado linda para quem gosta futebol. Mas futebol de verdade, com quem sabe tratar da bola com carinho, intimidade e respeito. O que se viu na festa de despedida de Alex, no novo estádio palestrino, foi de encher os olhos – e não necessariamente de palmeirenses, mas de amantes do esporte. Um desfile de craques no duelo Palmeiras-99 5 x Amigos de Alex 3. Aliás, dou o placar por vício, porque é o que menos interessa no caso.

O importante foi a homenagem a um atleta que teve passagem marcante pelo Palmeiras, sobretudo pela conquista da Taça Libertadores de 1999. Ainda bem que o clube não demorou para festejar o ídolo que se aposentou no final de 2014 e agora virou comentarista esportivo.

E, tão importante quanto a festa, foi a presença de uma legião de convidados de primeira linha. No banco, Felipão e Zico, que dispensam apresentações. Dentro de campo, Velloso, Sérgio, Marcos, Cléber, Edmundo, Djalminha, Evair, Euller, Gilberto Silva, Sorín, Roque Júnior…

Fora todos esses, o maior, o grande, o eterno ídolo palmeirense: Ademir da Guia. O Divino jogou pouco mais do que 15 minutos, marcou um de pênalti – o último do jogo – em cobrança seca, no meio do gol, “de três dedos”. Só de ver Ademir com a 10 nas costas já valeu a noite.

Alex, o dono da noite, fez dois, assim como Edmundo, Evair e Euller. Para os Amigos de Alex marcaram o turco Sanli, Fabiano e Aristizábal.

Claro que era uma partida sem tática, sem preocupação, uma confraternização entre amigos. Mas dá um aperto ver como o futebol brasileiro produziu craques, e, com exceção de Ademir, os demais não faz tanto tempo assim que pararam… Quem parou foi o futebol brasileiro…

 

Alex, o 10 que não voltou pra marcar

Leia o post original por Rica Perrone

Alex vai parar. Eu não faço parte daquele grupo de torcedores ou jornalistas que acham Alex um injustiçado. Nem acho que ele tenha sido um jogador tão incontestável assim. Mas acho, como a maioria, que foi um craque e que talvez seja o último dos nossos camisas 10. Engraçado, curioso, quase cretino, é ver a […]

Cartões bobos deixam veteranos fora de jogos longe de casa e contra queda

Leia o post original por Perrone

Sheik, Alex e Valdivia. Três jogadores experientes levaram cartões bobos nos jogos da última quarta e vão desfalcar seus times em partidas duras e longe de casa neste fim de semana. O trio ficou fora de viagens como a que o Coritiba fará até recife para enfrentar o Sport no domingo. São cerca de 3h20 min de vôo direto. Por terra, a distância entre as capitais do Paraná e de Pernambuco é de 2.465 km.

Cabeça pensante do Bom Senso FC, Alex vai desfalcar o Coxa porque bobamente tentou marcar um gol de mão na vitória de seu time sobre o São Paulo, por 3 a 1, e levou o terceiro amarelo. Em sua conta no Twitter disse que agiu por instinto. “Mas é um lance muito feio. Sinto vergonha. Mas já está feito. Só posso assumir meu erro”, escreveu o meia. Se perder em Pernambuco, o Coritiba, 15º colocado do Brasileiro, pode cair para a zona de rebaixamento.

Escapar da degola é também a meta do Botafogo (17º), que joga no incomodo horário de sábado à noite (21h) em Criciúma. São mais de 4 horas de viagem de avião com uma parada. Sheik não jogará porque foi expulso por falta violenta após levar o primeiro cartão amarelo de maneira desnecessária, por reclamação. Nas duas vezes, ele disse para as câmeras que a CBF é uma vergonha. Falou uma verdade, mas pela rodagem que tem poderia ter evitado o primeiro cartão.

Viagem mais curta fará o Palmeiras para jogar em Goiânia, contra o Goiás, às 18h30 de domingo. Dá aproximadamente 1h40 de voo. Assim como Sheik e Alex, Valdivia é vital para o Palmeiras, 18º colocado, na luta contra o rebaixamento. Mas ele não atuará domingo porque quase arrancou o calção de Amaral no empate em dois gols com o Flamengo e ainda pisou no adversário. Foi como pedir para ser expulso. “Tive uma reação absurda, idiota e deixei a planta do pé nas costas dele, acho. Saio com sentimento de tristeza por não ganhar o jogo e por ter cometido um erro infantil. Foi um lance infantil, fiz cagada”, disse Valdivia minutos depois do jogo. Se ele, Alex e Sheik tivessem um pouquinho de serenidade nos lances que protagonizaram, as tarefas de seus times na próxima rodada seriam menos árduas.

Triste fim de carreira?

Leia o post original por Neto

Alex pode encerrar a carreira rebaixado com o Coritiba

Alex pode encerrar a carreira rebaixado com o Coritiba

Todo jogador de futebol que atinge o auge em grandes clubes do País e do mundo sonha com uma aposentadoria tranquila. E mais, procura encerrar a carreira por cima. O ‘Rei’ Pelé foi muito inteligente em pendurar as chuteiras em alto nível mesmo sabendo que ainda tinha um pouquinho mais de lenha pra queimar. Mas infelizmente isso não é uma prática comum entre a boleirada. Tem gente que se arrasta no final. Confesso que fiz isso também. A partir dos 30 anos percorri clubes menores tendo a dificuldade psicológica de parar de jogar futebol.

Entretanto existem casos diferentes no meio da bola. O baixinho Romário, hoje deputado federal, prolongou a carreira só para atingir a marca dos mil gols. Se não me engano ele ultrapassou os 40 anos fazendo mais gols que a maioria dos moleques de 20. Rogério Ceni está em um caminho parecido. Aos 41 segue como uma das principais estrelas do São Paulo. Entretanto começaram a aparecer as deficiências técnicas. O reflexo já não é o mesmo e nem o posicionamento. Também não faz os mesmos gols de falta, fundamento que sempre se destacou como especialista.

Outro jogador incrível que está em baixa é o meia Alex. Realizou o sonho de voltar ao Brasil para defender o clube de coração. Mas infelizmente o Coritiba não está dando uma equipe com a qualidade compatível com a de seu ídolo recente. Os paranaenses hoje amargam a lanterna isolada do Brasileirão com uma campanha sofrível. Ainda assim o Alex é o artilheiro da equipe na competição com quatro gols. Pode se questionar se ele fez certo ou não em retornar ao clube, mas se for rebaixado seria o triste fim de um dos maiores meias-esquerdas que vi no esporte.

A verdade é que ao contrário do passado, quando o jogador não era tão bem remunerado, hoje pode se preparar melhor e pontualmente para encerrar a carreira em alta. Uma pena que a paixão pelo esporte e/ou a vaidade as vezes prolongue as coisas.