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Manchester City fez oferta que poderia chegar a R$ 106 milhões por Antony

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A proposta que a diretoria do São Paulo disse ter recusado por Antony foi feita pelo Manchester City numa parceria com o Sporting, de Portugal, que ficaria com o jogador por pelo menos uma temporada para ele ganhar rodagem na Europa, conforme apurou o blog.

Nesta terça (9), o diretor executivo Raí e o gerente executivo Alexandre Pássaro afirmaram que o clube do Morumbi recusou uma oferta superior a 20 milhões de euros  (cerca de R$ 85 milhões) pelo jogador. O valor poderia chegar a 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 106,04 milhões) com a aplicação de bônus por desempenho, de acordo com a apuração do blog.

O contrato do atacante vale até 30 de setembro de 2023 e tem multa rescisória estipulada em 50 milhões de euros (cerca de R$ 170 milhões).

A oferta salarial também era tentadora para a revelação são-paulina. Porém, de acordo com pessoas ligadas a ele e ao departamento de futebol do clube, o jogador não fez pressão para ser negociado. Isso porque entendeu que estrategicamente seria ruim para a diretoria perdê-lo num momento em que a agremiação tenta retomar o caminho dos títulos e após as saídas de outros jovens que geraram protestos de torcedores.

Outro ponto é que Antony compreendeu que a eventual tentativa de sair agora poderia abalar sua identificação com o São Paulo e com os torcedores. Segundo gente próxima ao atacante, ele manifesta o desejo de ainda alcançar metas pela equipe e crê que mais para frente pode conseguir uma negociação ainda melhor.

Cuca é poupado de cobranças por aliados de presidente do São Paulo

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Apesar de pressionar Leco por mudanças no departamento de futebol do São Paulo, a base aliada do presidente poupa o técnico Cuca.

O treinador sofre críticas, mas a maioria do grupo entende que ele não é o problema central. O discurso interno é de que o técnico ainda precisa de mais tempo para desenvolver seu trabalho.

A avaliação também é de que há um defeito estrutural e antigo na condução do futebol tricolor que afeta o desempenho do treinador. Ou seja, trocar mais uma vez de comandante sem arrumar a casa não seria produtivo.

Nesse cenário há  mais cobranças sobre funcionários do departamento de futebol do São Paulo, como Raí, Lugano, Alexandre Pássaro, que toca contratações, analistas de desempenho e responsáveis pelas áreas médica e física do que em relação ao treinador do time.

Existem até queixas de que falta na direção questionamentos a algumas decisões técnicas de Cuca.

Pelo menos parte dos descontentes acredita que Leco possa fazer tais mudanças estruturais durante a parada para a Copa América. Isso, segundo eles, ajudaria o trabalho do técnico.

Como mostrou o blog, os aliados do presidente que querem alterações dizem que não pregam necessariamente demissões, mas uma mudança de filosofia no CT da Barra Funda.

 

 

Aliados de Leco cobram reestruturação no departamento de futebol do SPFC

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A pressão sobre Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, não é obra só da oposição e de parte da torcida. A base aliada do dirigente faz insistente cobrança por uma reestruturação no CT da Barra Funda.

O entendimento é de que se depois de várias trocas de treinadores e outros membros da comissão técnica, jogadores e diretores de futebol o clube não voltou a conquistar títulos é hora de mudar a filosofia de trabalho no departamento de futebol.

O mantra desses conselheiros e dirigentes é de que não pedem uma caça às bruxas, mas revisão dos métodos de trabalho com o objetivo de implantar nova estrutura no CT. Isso apesar de Raí ter introduzido novas práticas e rotinas profissionais no departamento.

De cara, os aliados de Leco pedem uma discussão sobre as funções de Raí, Lugano, Vágner Mancini e Alexandre Pássaro, gerente executivo, responsável, entre outras funções, por conduzir contratações. Querem saber se não há sobreposições de funções, discutir uma reorganização entre eles e a necessidade de o clube contar com os quatro profissionais, considerados caros por esses apoiadores do presidente.

Outro alvo é o setor de análise de desempenho. Sob o argumento de que vários jogadores foram contratados e não deram certo, pedem uma análise e mudanças nos métodos de avaliação de prováveis reforços. Cobram também mais atenção ao histórico disciplinar dos jogadores pretendidos.

O grupo diz que não prega necessariamente demissões. Fala em reciclagem dos profissionais por desconfiar de desatualização por parte desses funcionários.

O blog telefonou para Leco, mas ele não atendeu ao celular. No CT da Barra Funda o lema é de que não é o momento de dar justificativas, mas de trabalhar para o time reagir rapidamente.