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Ex-Corinthians vê ação do Barça como receita para naming rights no Brasil

Leia o post original por Perrone

Usar os naming rights de uma arena até aqui sem nome para fazer ações sociais durante a pandemia de covid-19 é uma alternativa para clubes tentarem “desencalhar” direitos que nunca foram vendidos.

Essa é a opinião de Gustavo Herbetta, executivo da Lmid, empresa especializada em marketing esportivo e ex-superintendente de marketing do Corinthians.

Em entrevista ao blog, Herbetta apontou que a decisão tomada recentemente pelo Barcelona indica uma alternativa para agremiações brasileiras que ainda não negociaram o nome de seus estádios, como é o caso corintiano.

O Barça decidiu, pela primeira vez em sua história, comercializar os naming rights do Camp Nou com contrato válido pela próxima temporada. O dinheiro arrecadado será usado em projetos para combater os efeitos da covid-19.

Durante o período do acordo, o estádio terá o nome do parceiro adicionado à marca Camp Nou. Uma parte da receita será usada em projeto de combate à pandemia escolhido pelo comprador. O restante será direcionado a iniciativas na mesma área apoiadas pelo Barcelona. A Fundação Barça vai administrar a operação.

“O Barcelona foi brilhante. Aproveitou o momento difícil no mundo e falou: ‘vamos fazer o primeiro ano de naming rights Social, com o valor revertido para a causa. Não existe associação de naming rights por um ano, só a longo prazo. Então, ele aproveitou esse momento para pegar uma propriedade, que ele sabe que ele precisa da receita dela pra ficar cada vez mais competitivo, e vai fazer uma associação comercial, com cunho social,  na qual ele vai conseguir aferir (o real potencial comercial). Fica mais fácil para ele ir ao mercado negociar um contrato mais longo depois”, disse Herbetta.

O executivo usa um exemplo que conhece bem para explicar o modelo.

“Seria como se o Corinthians chegasse para a Nike no primeiro ano da arena e falasse: ‘você vai ter por um ano o nome do estádio’. Depois, você chegaria para as empresas e falaria: ‘foi um teste, temos dados, demos tanto de retorno, fizemos essas ativações… Ficaria muito mais fácil do que você fazer uma apresentação para tentar convencer alguém a investir mais de R$ 300 milhões numa coisa que ele não sabe qual é o retorno”, raciocinou Herbetta.

O especialista em marketing diz que, se desde o início ficar claro que o contrato valerá por uma temporada, a iniciativa não espantará eventuais parceiros em associações mais longas sob o argumento de que o nome temporário “pegou”.

“Mas eu acredito que, ao trazer uma causa social por trás dessa parceria, o clube vai convencer a marca a ficar por mais tempo. Seis meses depois, você já tem argumentos: ‘olha o retorno que você está tendo, vai sair por quê?’ O parceiro pode responder: ‘mas  as pessoas não adotaram o nome’. Mais um motivo para você ficar mais tempo”, disse Herbetta.

Para o ex-funcionário do Corinthians, a ação do Barcelona deveria despertar clubes que parecem ter perdido a esperança de vender os nomes de seus estádios.

“O que a gente percebeu aqui no Brasil é que a principal janela para as arenas conseguirem comercializar essa propriedade foi ali na Copa do Mundo de 2014. E não aconteceu com ninguém. Tirando o Allianz Parque, que não estava na Copa e que fez durante a construção, ninguém fez isso. E agora parece que todo mundo desistiu. Então, espera aí: ‘não vai ter mais naming rights no Brasil’. Acho que tem que ter. Mas tem que criar ideias. E essa (ação do Barça) é a inspiração, pra facilitar a entrada. Depois que o parceiro entrou, a chance de ficar é muito maior”, ponderou Herbetta.

Um problema para a retomada de tentativas de venda de naming rights é a crise econômica deflagrada pela pandemia. O “derretimento” do setor aéreo, um dos principais alvos dos donos de arenas brasileiras, é o exemplo mais quente.

No entanto, Herbetta aponta o crescimento de alguns setores durante a crise. Entre outras que poderiam se interessar em naming rights, ele cita empresas varejistas, do ramo alimentício e da área da saúde.

“Quer um exemplo? Eu pego um atacadão e ofereço pra ele (além do nome) um ponto de venda na Arena Corinthians. Eu tenho terreno, eu tenho espaço, sobrando, tenho estacionamento. Dou um setor do estádio para ele fazer um rodízio de nome entre os parceiros dele. É clichê, mas é verdade. Na crise tem muita oportunidade. Esse é o momento de fazer alguma coisa diferente”, argumentou Herbetta.

Ele cita as arenas de Internacional, Grêmio e Athletico, entre outras, como as que poderiam seguir o Barcelona.

Corinthians

Herbetta chegou ao alvinegro depois que a arena corintiana estava construída e trabalhou diretamente na tentativa de negociar o nome do estádio.

Indagado sobre os motivos para a propriedade nunca ter sido negociada, ele respondeu o seguinte:

“Tem um seis fatores para não ter dado certo, apesar de todos os estudos que fizemos quando estive lá. A crise econômica brasileira, a crise de reputação do futebol mundial. Aí a gente tinha uma crise de reputação local, de lava jato, de Odebrecht, de Arena Corinthians quase sempre sendo veiculada com algum tipo de problema. Teve a perda da janela comercial mais apropriada para a venda, que é entre a construção e a inauguração. Passar essas barreiras, é praticamente impossível”.

Sintonia com WTorre gera expectativa no Palmeiras por fim de litígio

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 A guinada na relação entre Palmeiras e WTorre abre caminho para uma tentativa de acordo entre as partes num futuro próximo para encerrar a antiga batalha travada numa câmara de arbitragem.

Construtora e clube já não se agridem. Não se provocam. Pelo contrário, os parceiros trabalham em ritmo de cooperação. O entendimento é de que o clima bélico anterior trazia prejuízos para as duas partes.

 A nova fase do relacionamento gera a expectativa em parte dos dirigentes palmeirenses de que em breve aconteça um acordo para o fim do litígio. Dois cartolas alviverdes disseram ao blog que o trato está perto de acontecer.

No entanto, internamente, o discurso da cúpula palmeirense é de que não existem tratativas neste momento para suspender a disputa na câmara de arbitragem. Isso porque o foco está voltado para o trabalho em conjunto visando colocar novos projetos em prática.

Um exemplo dessa cooperação é a instalação do gramado sintético no Allianz Parque, efetuada com sucesso.

Agora na pauta está a criação do museu do Palmeiras no estádio. O entendimento no comando palmeirense é de que a boa relação nessas empreitadas pode até resultar na costura de um acordo para o fim das disputas, mas esse não é o objetivo agora. Há uma preocupação de não se criar a expectativa de que um trato pode ser selado rapidamente. No entanto esse sentimento já existe entre alguns cartolas.

Dirigentes palmeirenses ficaram satisfeitos com a forma rápida e em sintonia com agremiação com que a empresa tratou do assunto grama sintética. O novo gramado era visto como fundamental pelo departamento de futebol palmeirense para que a equipe fosse menos prejudicada com os shows em sua arena. A grama artificial sofre menos com os eventos.

Os cartolas também elogiam o empenho da construtora no projeto do museu alviverde.

Constantes reuniões com o Banco do Brasil, responsável pelo financiamento para a WTorre levantar dinheiro usado na construção do estádio também aproximaram as partes. Um novo encontro com a instituição financeira está programado para esta sexta (6).

Por conta de divergências contratuais, a disputa entre clube e construtora virou tema para decisão por arbitragem.

Em 2016 a câmara de arbitragem da Fundação Getúlio Vargas deu ganho de causa ao Palmeiras numa das demandas. Ficou decidido que a construtora só tem direito a vender 10 mil cadeiras por jogo no estádio. O Palmeiras pode comercializar outras cerca de 30 mil.

No entanto mais questões continuaram sendo avaliadas pela câmara de arbitragem.  Em dezembro de 2017, como advogado da empresa, Ricardo Tepedino disse ao UOL Esporte que a arbitragem ainda se posicionaria em relação a quem deve pagar todas as despesas da arena em dias de jogos, por exemplo. Ele também afirmou na ocasião que o Palmeiras pediu na arbitragem a apuração de valores supostamente devidos pela construtora. O débito estaria ligado à participação a que o clube tem direito no lucro da construtora com eventos realizados no Allianz, além de multas que devem ser pagas quando o time é obrigado a jogar fora de seu estádio.

De maneira geral, cartolas do Palmeiras definem hoje o relacionamento com a Wtorre como cordial, além de pacífico.

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa para falar sobre a possibilidade de um acordo que encerre a disputa na câmara de arbitragem, a WTorre afirmou que não poderia se pronunciar por questões jurídicas. A diretoria do Palmeiras também não quis se manifestar.

 

Dificuldade para rivais também é atrativo de grama sintética para Palmeiras

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Além de poder jogar mais vezes em seu estádio, o Palmeiras vê como atrativo da possível implantação de gramado sintético no Allianz Parque a dificuldade técnica que poderia trazer para os adversários.

Alexandre Mattos, em companhia de outros representantes do clube, está na Holanda para conhecer o trabalho de uma empresa credenciada pela Fifa para implantar a grama artificial em arenas.

O bom desempenho do Athletico, atual campeão da Copa do Brasil, em seu estádio com gramado sintético faz a direção palmeirense projetar uma vantagem técnica sobre os adversários a partir do momento em que os jogadores do alviverde se adaptarem ao novo piso, se houver a troca. Neste domingo (13), no entanto, a equipe paranaense perdeu em casa para o Flamengo por 2 a 0. O CT do Palmeiras também ganharia grama sintética para facilitar a adaptação dos jogadores. A ideia é viabilizar a instalação do novo piso antes do início da próxima temporada, se a mudança for feita.

A troca passa também pela análise da WTorre. Procurada, por meio de seu departamento de comunicação, a empresa afirmou que todas as possibilidades existentes são analisadas, mas que no momento segue a grama natural.

Por contrato com a WTorre, o clube tem que ceder estádio para a realização de shows e outros eventos. O entendimento da diretoria palmeirense é de que o campo sintético sofreria menos com essas atividades, por isso seria possível atuar mais vezes no Allianz Parque.

A  delegação alviverde deve ficar até a próxima quinta na Holanda. A viagem já estava marcada antes de o blog revelar que Mattos aluga apartamentos para membros da comissão técnica que têm pedidos de aumento de auxílio-moradia solicitados pelo diretor de futebol. A informação aumentou a cobrança de conselheiros contra o dirigente.

 

Membros da diretoria cobram Galiotte por nova área popular no Allianz

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Integrantes da diretoria do Palmeiras protocolaram no clube, na última terça (3), ofício endereçado a Maurício Galiotte cobrando que o presidente alviverde retome estudos para liberar um novo espaço a preços populares no Allianz Parque. Eles fazem parte do grupo denominado Arquibancada, ala que elegeu conselheiros defendendo essa ideia e assegura ter tido a promessa do dirigente de que ela seria colocada em prática.

O grupo acredita que há uma elitização no estádio nas partidas do clube por conta dos preços cobrados e que isso estaria levando à arena torcedores que apoiam menos o time. Por isso, cobra um setor com ingressos mais baratos.

O requerimento pede para que “o assunto de ocupação e utilização do anfiteatro seja retomado com extrema urgência”. Ele se refere a uma área na parte inferior da arquibancada atrás do gol norte, onde fica a Mancha Alviverde. O espaço não tem cadeiras e fica vazio nos dias de jogos. Faz parte do que a WTorre chama de anfiteatro e é usado em dias de shows menores.

Em resposta ao blog, o departamento de comunicação do Palmeiras afirmou que “a utilização da área não está prevista em contrato e, portanto, depende de um acordo entre as partes (clube e WTorre), além de aprovação pelas autoridades competentes.”

Vale lembrar que quem administra os shows no estádio é a WTorre. O Palmeiras define o uso dos espaços em dias de jogos. Procurada a empresa não respondeu sobre o assunto até a publicação deste post.

Representando o grupo Arquibancada, assinam o documento Caio Vinícius Ferreira Mônaco, integrante da diretoria de sindicância, Leandro Nobrega Bafume, diretor adjunto de obras e conservação, Ghiluerme Romero, diretor adjunto administrativo, e o conselheiro situacionista Ricardo de Simone Neto.

No documento, eles afirmam entenderem que “a perda de pressão em nosso estádio deve-se também à mudança de perfil dos frequentadores. Com o alto tíquete médio do Allianz Parque, acabamos por afastar os jovens e os menos favorecidos, e por isso o torcedor que canta e incentiva está desaparecendo das arquibancadas, fazendo com que nosso estádio tenha apenas espectadores”.

Não está escrito no documento, porém, o blog apurou que o grupo defende no novo setor ingressos de no máximo R$ 40. O cálculo deles é de que caibam 1.400 pessoas no espaço.

 

De quem é o estádio do Palmeiras???

Leia o post original por Craque Neto 10

Uma entrevista concedida pelo presidente Maurício Galiotte vem viralizando na internet onde ele diz em alto e bom som que o Palmeiras não é dono do Allianz Parque nos próximo 25 anos (pelo contrato assinado em 2014 eram 30 anos) e que só usa o local como uma espécie de locação. As palavras do maior cartola do Verdão caíram como uma bomba na torcida alviverde, afinal como o time que sempre se orgulhou de ter o tradicional Palestra Itália, e que zoava o arquirrival de ‘sem estádio’, do dia pra noite ficou sem casa? É lógico que o presidente deve […]

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Citação do Allianz Parque ficou fora de negociação com a Globo

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No novo acordo anunciado nesta quinta (23) entre Palmeiras e Globo não há comprometimento por parte da emissora de pronunciar o nome do Allianz Parque durante as transmissões.

A postura tradicional da emissora, que não pronuncia a nomenclatura comercial de estádios, é um dos motivos de bronca de parte da torcida palmeirense com a empresa de comunicação.

Porém, conforme apurou o blog, a citação do nome oficial da arena alviverde  não chegou a entrar na negociação. A possibilidade não foi comentada.  Isso porque os naming rights, por contrato, são propriedades de responsabilidade da WTorre. A construtora vendeu o nome para  a Allianz.

Assim, o entendimento dos dirigentes palmeirenses é de que o clube não pode colocar a propriedade em suas negociações.

Porém, em tese, nada impede que a Globo mude de postura e passe a citar o nome oficial.

Lugar dessa gente é no XILINDRÓ!

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Caros internautas admiradores do blog – e odiadores, diga-se de passagem!, vocês viram a forma absurda como parte da torcida do Palmeiras recebeu a delegação na chegada ao Allianz Parque? Pelo amor de Deus! Jogaram pedras, garrafas de vidro e tudo que pudesse quebrar os vidros do ônibus e assustar a boleirada (E CONSEGUIRAM!). Incrível é imaginar que o elenco do atual campeão brasileiro foi recepcionado de forma tão hostil por parte da própria torcida. Fiquei pensando um monte de coisa em casa, entre elas o óbvio: “Esses caras precisam ser identificados e ir para a cadeia!”. Durante o programa […]

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Opinião: São Paulo coloca em xeque quatro pilares do Palmeiras

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Ao eliminar o Palmeiras no Allianz Parque e se classificar para a final do Campeonato Paulista, o São Paulo colocou em xeque quatro pilares do adversário. São pontos de confiança da torcida alviverde que estão sob discussão.

Leila Pereira e Crefisa

Com o apoio da empresária e suas empresas, o Palmeiras muitas vezes foi colocado como time quase imbatível. O clube alavancou suas receitas e passou a ser um adversário duro em todas as disputas por bons jogadores. Nos últimos cinco anos, o alviverde investiu cerca de R$ 314, 9 milhões em reforços. São aproximadamente R$ 194,6 a mais do que o valor gasto pelo São Paulo. Não chegar na final do Estadual, algo alcançado na temporada passada com um vice-campeonato, deixa dúvidas sobre até onde vai o poder dos milhões despejados por Leila para fazer o Palmeiras ganhar tudo. Tanto que palmeirenses que protestaram depois da eliminação cantaram: “eu não sou otário, vai tomar no ** esse time milionário”.

Fernando Prass

Existem alguns jogadores nos quais a torcida deposita toda a sua confiança em determinadas situações. Esse é o caso de Fernando Prass nos pênaltis. Sempre foi uma segurança para o palmeirense ter Prass na meta nas disputas de pênaltis. Ele não teve culpa na eliminação, chegou a fazer defesa de cobrança, mas não foi o herói capaz de impedir a derrota de seu time. Do outro lado, Volpi brilhou mais.

Felipão

Luiz Felipe Scolari reforçou a fama de ser “o cara” para a torcida do Palmeiras com a conquista do título brasileiro do ano passado. Em seus trabalhos pelo clube, o torcedor aprendeu a confiar em seu estilo de jogo e esperar pelos resultados. Em disputas de mata-mata, então, sua fama de especialista se tornou mítica. Desde o início de 2019, Felipão sofre críticas de parcelas da imprensa e da torcida por não fazer o time jogar em alto nível. As queixas aumentaram imediatamente após a queda na semifinal estadual.

Allianz Parque

A confiança do palmeirense em seu estádio como caldeirão capaz de derreter os adversários sofrera duríssimo golpe com a perda do título paulista de 2018 para o Corinthians. A vaga para a final arrancada pelos tricolores lá dentro abala mais essa fama de alçapão.

Molecada de Cotia aumenta CHORADEIRA do Palmeiras e detona sonho do ‘Paulistinha’

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Quase 40 mil pagantes estiveram no Allianz Parque nesse domingão para acompanhar a semifinal entre Palmeiras e São Paulo. Era mais uma vez o duelo do favorito supertime do Verdão, talvez o elenco mais caro das Américas, contra o ‘azarão’ Tricolor, renovado pelo técnico Vágner Mancini com um montão de moleque das categorias de base. Com a bola rolando o jogo foi bem equilibrado, com lances de perigo para as duas partes. O primeiro tempo foi mais amarrado, mas a etapa final foi agitada. O Tricolor fez um gol com o garoto Liziero, mas acabou anulado corretamente pelo árbitro de […]

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‘Donos’ realiza sonho do menino Rhuan

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O repórter Nivaldo de Cillo e o comentarista e ex-goleiro do Verdão Velloso foram até o Allianz Parque para poder realizar o sonho do garoto Rhuan, que vê no Palmeiras um refugio para vencer uma doença.

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