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Avaí pede áudio do VAR para tentar impugnar jogo com CSA

Leia o post original por Perrone

O Avaí enviou ofício para a Federação Catarinense de Futebol pedir à CBF áudio da comunicação da equipe de arbitragem no momento em que o VAR analisou lance que resultou na marcação de pênalti para o CSA e que foi convertido em jogo do último domingo (6), em Alagoas, num duelo entre times ameaçados pelo rebaixamento no Brasileirão. Antes da cobrança o confronto estava empatado em um gol. Os alagoanos venceram por 3 a 1.

No pedido, o departamento jurídico do Avaí diz que ouvir as conversas será de “extrema importância para o requerimento da impugnação da partida, já que no vídeo da partida entre Palmeiras x Atlético-MG houve um caso bem mais claro de marcação de pênalti, para não dizer absurdo, e nem houve a consulta do VAR”.

O time de Santa Catarina diz que não houve pênalti no lance em que Ricardo Bueno, do CSA cai na área após receber toque nas costas. O árbitro Anderson Daronco marcou a infração depois de consultar o VAR. No jogo citado como exemplo para justificar a medida, o Atlético-MG entende que houve pênalti de Felipe Melo em Igor Rabello. A partida, também realizada neste domingo, em São Paulo, terminou empatada em um gol. O comunicado do Avaí não detalha qual será a argumentação para o pedido de impugnação, que deve ser feito nesta terça (8).

Como briga política pressiona ainda mais árbitro de Corinthians x Palmeiras

Leia o post original por Perrone

A briga entre o grupo político de Marco Polo Del Nero, situacionista na CBF, e Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, aumenta a pressão sobre o árbitro do clássico entre Corinthians e Palmeiras neste domingo.

Anderson Daronco já entraria pressionado pelo imbróglio no final do Campeonato Paulista e pelas críticas do Dérbi que apitou em novembro de 2017. Porém, pelo fato de a revolta do alviverde com a FPF ter reflexos na crise política entre Bastos e a cúpula da CBF, a situação do árbitro fica mais delicada.

Um eventual erro grave do juiz a favor do Corinthians deverá dobrar a ira palmeirense. A entidade paulista deixaria de ser o único foco de revolta do clube comandado por Maurício Galiotte. Como o jogo é pelo Brasileirão, a confederação entraria na mira.

Caso uma falha gritante aconteça a favor do Palmeiras, será a vez de o Corinthians disparar contra a CBF. Vale lembrar que Andrés Sanchez é aliado histórico de Bastos. O presidente corintiano não votou em Rogério Caboclo, eleito para assumir a confederação a partir de abril do ano que vem com indicação de Del Nero. Há um histórico de rusgas entre o deputado federal petista e o cartola banido do futebol pela Fifa (ele vai recorrer).

Mais do que isso, o mandatário da FPF pretendia se candidatar à presidência da confederação, mas não conseguiu devido à manobra que fez Caboclo, ungido por Del Nero, ser candidato único.

Nesta semana, como mostrou o blog do Rodrigo Mattos, o cartola paulista foi retirado de seu cargo na Conmebol pelo atual presidente da CBF, Coronel Nunes. Ele também não vai cuidar mais das Séries B e C do Brasileiro. Os dois postos davam ao dirigente proximidade com cartolas de clubes. O substituto de Bastos na confederação sul-americana será Nunes. É comum presidentes das entidades nacionais ocuparem cargos na Conmebol. O dirigente paulista assumira o posto porque Del Nero não viajava para as reuniões no Paraguai com receio de ser preso por causa de acusações de corrupção que sofre nos Estados Unidos. Ele nega ter cometido crimes.

Nesse cenário bélico, uma atuação impecável de Daronco no clássico é fundamental para a CBF deixar a bomba só nas mãos da FPF. A solução rápida de uma dúvida do juiz consultando seus auxiliares, por exemplo, seria uma “aula” para a entidade chefiada por Bastos. A crise com o Palmeiras começou porque no segundo jogo da final estadual a arbitragem demorou para cancelar um pênalti que havia sido marcado para o alviverde contra o alvinegro. A demora deu início às suspeitas palmeirenses de que houve irregular interferência externa na decisão.

Para esquentar mais o caldeirão do clássico, há um histórico recente de desentendimento entre os jogadores dos times. Os últimos duelos também demonstraram disposição dos atletas em apitar os jogos, pressionando o juiz sempre que possível. Isso aconteceu justamente com Daronco no Dérbi do segundo turno do Brasileirão do ano passado, com muita reclamação palmeirense.

Essa explosiva combinação de fatores fará com que o gramado da Arena Corinthians se transforme num campo minado para a equipe de arbitragem.

 

Autoritarismo no futebol da CBF

Leia o post original por Antero Greco

Quero distância de autoritarismo, a arma dos intolerantes para manter poder e ficar imune a críticas. Muitos de vocês que agora leem este texto são jovens e não sabem o quanto é sufocante viver sob repressão. Provavelmente não têm ideia de como revolta querer argumentar, falar, defender-se e, além de não ser ouvido, receber punição em troca. É de azedar a alma.

Pois bem, no futebol comandado pela CBF está em vigor uma onda conservadora de dar medo. Sob a alegação de que se pretende evitar abusos de jogadores e técnicos, elaborou-se circular de conduta que obriga árbitros a coibirem de forma enérgica qualquer tentativa de intimidação. O negócio é distribuir amarelos e vermelhos para calar a boca dos inoportunos.

Pronto, deixaram a raposa tomar conta do galinheiro, o que combina com os donos da bola na atualidade. De uns tempos para cá, os homens do apito desandaram a mostrar cartão até para um “boa tarde”ou “boa noite” de que não tenham gostado. Jogador dá dois passos na direção dele e lá vem advertência. Técnico levantou a voz e é excluído do jogo. E muitos aplaudem.

Aplaudem porque, no fundo, não sabem com a divergência, a contestação, a contradição. Porque foram ensinados dessa maneira e acham que o certo é baixar a cabeça para quem manda. Esteja certo ou errado.

Por isso, vemos surtos de autoritarismo no Brasileiro e explicações bizarras como as de Anderson Daronco (Fifa/RS), que apitou Palmeiras 4 x São Paulo 0. No intervalo do clássico de domingo, expulsou o colombiano Juan Carlos Osorio, técnico tricolor, sob a seguinte explicação, conforme está no relatório dele, entregue à Comissão de Arbitragem.

“… o mesmo aguardou a passagem da equipe de arbitragem na área mista (saída do campo), vindo em minha direção reclamando com o dedo em riste, dizendo: “A advertência do meu jogador (número 22, bruno), foi injusta, você errou, você está equivocado”. Neste momento, comuniquei o mesmo, que ele estava expulso da partida.”

Gostaram? Isso era motivo para obrigar o treinador a ir embora? O “dedo em riste”, pelo visto, foi o grande crime cometido por Osorio, a afronta à autoridade máxima do jogo.

O autoritarismo é assim: chega sem muito alarde, faz estragos e as pessoas não se dão conta de que, aos poucos, lhes roubam a liberdade de manifestação.

Pensem nisso, em todos os momentos da vida.

Valdívia transformou camisa do Palmeiras em pano de chão. Ele pisa nela todo dia

Leia o post original por Quartarollo

O Palmeiras passará a mão na cabeça de Valdivia novamente. Por mais que ele apronte será blindado. José Carlos Brunoro propôs punir o árbitro que expulsou o jogador irresponsável que deixou seu time na mão quando podia até pensar em … Continuar lendo

São Paulo saiu do inferno e agora torce contra o Vasco da Gama para não voltar para lá

Leia o post original por Quartarollo

São Paulo ganhou um jogo difícil, 3 x 2, do Vitória, da Bahia, ontem à noite, no Morumbi. Teve de tudo. Emoção, reclamação, desatenção, errão e Ney Franco colocando uma pá de cal na sua saída polêmica do tricolor dizendo … Continuar lendo