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Opinião: piada sobre taça que mais machuca corintiano é a de Andrés

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Nos últimos dias, a Fiel teve que aguentar uma avalanche de chacotas por causa do pedido de penhora da taça do Mundial de 2012, resultante de uma ação movida pelo Instituto Santanense de Ensino Superior (o clube conseguiu liminar para suspender a penhora). A pior das piadas, porém, veio de um corintiano, Andrés Sanchez, presidente alvinegro.

Ao falar sobre o tema, o deputado federal disse que pelo menos o Corinthians tem dois mundiais, duas taças para penhorarem. Clara referência ao Palmeiras, alvo de brincadeiras dos rivais por não ter conquistado o mundo.

Na opinião deste blogueiro, a infeliz tentativa de graça por parte do cartola foi a piada mais dolorida que os corintianos ouviram até agora.

Quando a gozação vem de um rival, o torcedor, na maioria das vezes, respira, pensa e devolve com outra.

Agora, se a gracinha parte do principal dirigente do seu time, as reações mais prováveis são três: revolta, incredulidade e desespero.

Revolta por ver o presidente fazendo troça com algo que machuca o torcedor. Incredulidade por observar o cartola tentar passar um pano na situação no lugar de esclarecer com seriedade a sua torcida e mostrar os caminhos para solucionar o problema. O desespero toma conta dos que não enxergam saída para o alvinegro já que nem uma situação extrema faz Andrés deixar a galhofa de lado, admitir os problemas e apresentar soluções para o torcedor.

Não é hora de espetar o Palmeiras. Além de ter muito abacaxi para descascar, a diretoria do Corinthians deveria lembrar que o rival lidera o Brasileirão enquanto seu time ainda luta para se afastar da zona de rebaixamento. Toda referência ao rival neste momento pode terminar com a comparação entre a posição dos dois times na tabela. Atualmente, algo desagradável para os corintianos.

No caso do troféu, não só a tentativa de penhora é ruim para a imagem do clube, mas outras circunstâncias que envolveram o processo. Principalmente a acusação de que o alvinegro teria se articulado com a CBF para receber o prêmio pelo vice-campeonato brasileiro antes do último jogo para evitar a penhora do bônus de R$ 20 milhões. O clube nega ter feito manobra irregular afirmando que recebeu a premiação dentro do prazo normal.

A constrangedora situação em que ficou a centenária instituição nesse episódio traz à mente uma célebre frase de Andrés em 2007, logo depois do rebaixamento para a Série B: “quem riu do Corinthians, riu. Quem não riu, não vai rir mais.

Para candidatos derrotados por Andrés, penhora da taça afasta patrocínios

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Na opinião de candidatos derrotados por Andrés Sanchez na última eleição no Corinthians, a penhora da taça do Mundial de Clubes de 2012 deve afastar possíveis patrocinadores. Vale lembrar que o alvinegro já não conta com anunciante máster fixo.
O blog procurou os quatro conselheiros que tentaram a presidência. Antônio Roque Citadini disse que não se manifestaria. Felipe Ezabella indicou Fernando Alba para dar uma declaração em nome de seu grupo. Paulo Garcia e Romeu Tuma Júnior comentaram a penhora, fruto de uma dívida da agremiação com o Instituto Santanense de Ensino Superior . Leia abaixo as declarações.
Paulo Garcia
“O Corinthians já não está conseguindo patrocínio porque falta credibilidade. Aí acontece mais uma lambança dessas, só piora a situação. A taça do Mundial tem um significado muito grande para o clube. Pode não ter valor alto financeiro, mas carrega o simbolismo da conquista. Acho um absurdo chegar nesse patamar. E não é só o Corinthians. O futebol brasileiro está cada vez pior.
Sei que o Andrés não queria que a taça fosse penhorada, mas ficar correndo dos outros (credores), de oficial de justiça, e só vendo a dívida crescer é muito ruim. Dever não é demérito nenhum. Mas procura o credor, explica que não vai conseguir pagar, faz um acordo. Deveria procurar os conselhos do clube, debater a situação, não fazer as coisas de maneira escondida.
O salvador da pátria, o (diretor de marketing Luís Paulo) Rosenberg, afundou o clube. É preciso fazer alguma coisa para o Corinthians não ficar cada vez mais para trás. Vou procurar o Andrés nos próximos dias no intuito de ajudar.”
Romeu Tuma Júnior
“Coisa maluca essa penhora. A gestão está uma vergonha, é um  acúmulo de absurdos. Agora, isso tudo pra mim não é novidade. A penhora da taça não é surpresa pra mim. Durante a campanha (eleitoral) eu cantei tudo isso que está acontecendo. Cansei de avisar, mas escolheram o cara.
Acho que o advogado da universidade foi oportunista, pediu a penhora da taça pra ganhar marketing. Ela não tem valor de mercado.
O clube está definhando comercialmente e moralmente. Aí o Andrés vai lá e fala: ‘temos duas taças de Mundial’. Até ele faz chacota. Quem vai querer patrocinar clube no qual penhoram até o troféu? O patrocinador quer se associar a marca que vai projetar o nome dele. Agora, vai se associar a quem só tem mídia espontânea ruim?
O clube deveria chamar a universidade antes, fazer um acordo antes, não deixar chegar nesse ponto. Se ajudar, posso trabalhar como advogado de graça no caso”.

Fernando Alba, representando o movimento Corinthians Grande, que teve Felipe Ezabella como candidato
“Toda notícia negativa como essa arranha a imagem do clube e, com certeza, atrapalha a busca por patrocinadores. E as manifestações dos atuais dirigentes, recheadas de soberba, arrogância e ironia, não ajudam a atenuar a situação.”

Penhorar a taça do Mundial? Essa diretoria é uma VERGONHA!!!

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Nesta quinta (8) está repercutindo bastante a história polêmica de uma dívida milionária que o Corinthians tem com uma instituição de ensino. Por não pagar o que devia -cerca de R$ 2.5 milhões – o clube foi acionado pela justiça e a empresa tentou fazer a penhora da Taça do Mundial de 2012. É brincadeira??? Isso só é mais um capítulo dessa história de vergonhas acumuladas pelo presidente Andrés Sanchez e a tal família ‘Renovação & Transparência’. Pra falar bem a verdade acho que aqueles sócios que votaram pela permanência dos mesmo no poder devem estar morrendo de VERGONHA nesse […]

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Má gestão é responsável pela péssima fase do Corinthians

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Não há dúvidas de que a atual posição do Corinthians na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro é muito preocupante. Afinal está a apenas cinco pontos da zona de rebaixamento. Mas posso falar? Eu não acredito em queda pelo simples motivo que os rivais que lutam lá embaixo são tão ruins que dificilmente pontuam. E quando pontuam um mata o outro. Mas não tem como esconder, a responsabilidade pela atual situação crítica do time e do clube é a má gestão da tal chapa ‘Renovação & Transparência’. Pelo amor de Deus! Disse aqui várias vezes que a sequência de títulos […]

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Após Copa do Brasil, Corinthians vê temperatura política subir

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O encerramento da Copa do Brasil foi a senha para opositores de Andrés Sanchez no Corinthians voltarem a fazer barulho no clube. A promessa é de que uma série de cobranças seja feita nos próximos dias.

Havia o entendimento entre oposicionistas de que o debate de temas espinhosos antes da final, vencida pelo Cruzeiro, poderia se ser usado como justificativa da direção para uma eventual derrota, que acabou ocorrendo.

Na mira do oposicionistas estão contratações questionadas por conselheiros e torcedores, como as de Jonathan, Danilo Avelar e Roger. O plano é pedir esclarecimentos sobre os critérios usados para a montagem do time, valores gastos e pagamentos de comissões a empresários.

Outro alvo é o departamento de marketing, criticado por não ter conseguido patrocinador máster fixo, não resolver o impasse com a Odebrecht sobre obras que não teriam sido feitas na Arena Corinthians e nem negociar os “naming rights”. Sanchez destacou Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing alvinegro, para cuidar da relação com a construtora.

O plano de opositores é cobrar do presidente os resultados do trabalho da diretoria de marketing neste ano. A questão é sensível pois Rosenberg é o principal diretor de Andrés.

Em outra frente, há quem queira ressuscitar no clube a discussão sobre a eleição vencida por Sanchez. Segundo o Ministério Público, as urnas eletrônicas utilizadas eram vulneráveis. Até agora, porém, não houve contestação do resultado na Justiça e no Conselho Deliberativo.

Caso o pacote de pressão seja realmente despejado sobre Andrés, o dirigente terá que lidar com a turbulência política ao mesmo tempo em que o time tenta se distanciar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Hoje, o alvinegro tem cinco pontos de vantagem sobre o Ceará, 17º colocado.

Opinião: perto de final, desabafo de Carille nada explica e deixa suspeitas

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Na opinião deste blogueiro, Fábio Carille deu uma bola fora ao falar de maneira misteriosa sobre o motivo para a sua saída do Corinthians.

Errou porque, se resolveu falar, deveria ter sido transparente e relatado sua versão por completo. E também por ressuscitar um tema que pode ter desdobramentos internos às vésperas da participação de seu ex-time na decisão da Copa do Brasil, nesta quarta (17), com o Cruzeiro. Deselegância pura.

“São coisas que eu nunca vou dividir com ninguém, coisas que estavam acontecendo no Corinthians. Não estava dando para mim. Coisa muito pessoal. Já estava para sair a qualquer momento”, afirmou o treinador do Al-Wehda, ao UOL Esporte. 

O nebuloso desabafo joga suspeitas sobre o trabalho da atual administração no momento mais importante para o alvinegro na temporada.

Fica reaberta a discussão sobre se de fato Andrés Sanchez não se bicava com o técnico, como diziam opositores do ex-presidente. O deputado federal, por sua vez, sempre negou essa versão.

As declarações deixam ao menos outra dúvida: Carille avisou para a direção que estava para sair a qualquer momento antes mesmo de a proposta árabe se concretizar? Avisar seria o mais justo com o Corinthians, independentemente de quem está no poder. Em tese, o clube teria como se preparar melhor para a mudança.

Esconder uma parte da história agora também impede o alvinegro de sanar eventuais problemas que estejam ocorrendo internamente. Não seria justo a torcida, conselheiros e diretores saberem o que de tão grave estava acontecendo para buscarem uma mudança, se for o caso?

O resumo da ópera é bem simples. Carille deveria ter falado assim que saiu sobre a situação como uma forma de alerta para a comunidade corintiana. Se mudou de ideia meses depois e resolveu falar, deveria contar tudo o que sabe. Porém, o técnico escolheu o pior caminho e momento. Nada explicou, só confundiu.

Opinião: no Brasileirão, Corinthians paga conta por apostas arriscadas

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O sufoco do Corinthians na reta final do Brasileirão é reflexo de apostas de alto risco feitas pela diretoria. Muitas delas escoradas em amizades.

Essa combinação fez Jair Ventura assumir um time sem padrão tático e com escassas opções na reserva. Quando poupa titulares pensando na Copa do Brasil, como fez na derrota deste sábado (13) para o Santos, por 1 a 0, o treinador é obrigado a usar nomes de fraco desempenho na temporada, como Sheik, Jonathas e Danilo.

O mesmo acontece no momento em que ele precisa virar uma partida. O treinador deve sentir calafrios quando olha para seu banco.

O abismo entre titulares e reservas destruiu a fórmula eficaz usada pelos corintianos em suas últimas conquistas. No lugar de craques, a aposta foi sempre em elencos equilibrados, o que faz a diferença principalmente no longo campeonato Brasileiro.

A situação atual torna natural o questionamento relativo a algumas apostas. A vaga de Emerson Sheik, por exemplo, não poderia ter sido melhor ocupada?

O veterano se esforça, mas não produz os resultados que o time precisa. Era previsível que Sheik não seria um jogador para ocupar a titularidade, ainda que apenas no segundo time.

É sabido que o atacante é grande amigo de Andrés Sanchez, presidente corintiano. Em 13 jogos no Brasileiro, ele não fez gol.

Outro exemplo de pouca utilidade para o clube, Jonathas marcou uma vez em sete participações no Brasileirão. O atacante é ligado a Carlos Leite, amigo de longa data de Andrés Sanchez. O agente também trabalha com Mateus Vital e agiu na contratação de Jair Ventura.

Durante as últimas eleições no Parque São Jorge, o empresário se envolveu numa polêmica por enviar dinheiro para a conta do clube. Segundo documento interno do Corinthians, a quantia foi usada para pagar mensalidades de sócios em atraso na tentativa de viabilizar suas participações no pleito. O agente nega envolvimento com a votação e diz que fez um contrato de empréstimo.

Não se trata aqui de sugerir que a diretoria contratou jogadores com pouco potencial para compensar o empresário. Mas, sim, de mostrar que a confiança depositada pela direção em alguns agentes e jogadores justifica apostas de risco. Leite é sempre lembrado pelo grupo de Andrés por ter indicado Cássio, até então desconhecido no futebol brasileiro.

Roger, com três gols em 17 participações no Nacional é outro símbolo de aposta arriscada da diretoria alvinegra que prejudicou o poderio ofensivo corintiano.

Em sua defesa, a diretoria tem o fato de a equipe estar na final da Copa do Brasil. Mas, na opinião deste blogueiro, isso só reforça a tese de que foi montado um elenco capaz de disputar um torneio de mata-mata. Mas sem peças de qualidade suficientes para encarar o Brasileirão e se dividir em duas frentes.

A saída de Fábio Carille prejudicou o Corinthians, mas até ele teria dificuldades com o grupo que agora vê de um lado a chance de ganhar a Copa do Brasil e, do outro, a zona de rebaixamento do Brasileiro cada vez mais próxima.

 

Análise: eleição marca esfriamento entre Corinthians e PT

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O primeiro turno das eleições neste domingo (7) simboliza a mudança sofrida na relação entre Corinthians e PT, por meio de representantes das duas instituições.

A proximidade de Andrés Sanchez, filiado ao partido, com Lula e o projeto da Arena Corinthians criaram laços entre as duas partes, embora o clube nunca tenha admitido formalmente o relacionamento com o partido.

A atuação de Lula para fazer o projeto da casa corintiana sair do papel é admitida por Andrés e executivos da Odebrecht. Na esteira dela, as afinidades entre os dois lados aumentaram gradualmente.

Como presidente da República, o principal dirigente do PT fez discurso no Parque São Jorge para festejar o centenário alvinegro. Em 2012, como ex-presidente corintiano e diretor da CBF, Sanchez escoltou Fernando Haddad por ruas da Zona Leste pedindo votos para o colega de partido tentar se eleger prefeito. Andrés se elegeu deputado federal pela sigla.

A idolatria ao líder petista podia ser medida numa foto dele na sala da presidência corintiana. Ela foi retirada no final de 2016, durante a gestão de Roberto de Andrade, quando Lula já estava acuado pela Lava Jato. Oficialmente, o quadro saiu temporariamente junto com todos da sala por conta de uma mudança na decoração.

Com Lula fora da presidência e cada vez mais atingido por acusações, o relacionamento começou a ficar menos amistoso. O ex-presidente da República foi alvo de um procedimento no Conselho Deliberativo do clube que poderia culminar com sua exclusão do órgão por excesso de faltas não justificadas às reuniões do órgão. Em agosto de 2016, ele renunciou ao cargo de conselheiro vitalício, concedido ainda na gestão de Alberto Dualib.

Em outra frente, mesmo fora da presidência, Andrés se desgastava com Haddad, então prefeito paulistano, por conta de dificuldades envolvendo os CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) usados para arrecadar recursos visando o pagamento da dívida corintiana pela construção de seu estádio.

Em novembro de 2017, conforme reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, Sanchez chamou o ex-prefeito de mentiroso e incompetente durante depoimento ao Ministério Público. As declarações foram dadas em investigação aberta após o atual candidato à presidência pelo PT dizer ter recebido denúncia de que o promotor Marcelo Milani havia pedido dinheiro para não entrar com ação contestando a legalidade dos CIDs. O cartola corintiano e o promotor negam o episódio.

Nesse cenário de animosidades, diferentemente do que fizera em 2012, Andrés não saiu em campanha ao lado de Haddad para ajudar o candidato de seu partido à presidência.

O corintiano também decidiu não tentar a reeleição como deputado federal, dinamitando, ainda que involuntariamente, mais uma ponte que ligava o alvinegro ao PT. Essa ligação hoje não só é rejeitada por influentes cartolas corintianos como notadamente causa constrangimentos por conta da prisão de Lula e das diversas acusações que assolam o Partido dos Trabalhadores.

Enquanto o vermelho do PT descolore no Parque São Jorge, outros partidos começam a pintar suas cores por lá. O PSD, que apoia Geraldo Alckmin (PSDB) para a presidência, tem o deputado federal Antonio Goulart presidindo o Conselho Deliberativo corintiano. Ele tenta a reeleição na Câmara.

Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do clube, faz campanha para Monica Rosenberg, sua filha, candidata a deputada federal pelo Novo, que tem João Amoêdo como candidato à presidência. Um dos vídeos da propaganda dela divulgados pelo dirigente há menção a petistas como corruptos e a esquemas que “criaram raízes”.

No entanto, ainda existem no Parque São Jorge heranças do auge do namoro entre clube e PT. Uma delas é a atuação de Joana Saragoça, filha de José Dirceu, como funcionária do clube. Ela foi contratada em 2015 após indicação de Andrés, que não estava na presidência. Sempre que questionados sobre Joana, dirigentes corintianos elogiam seu trabalho.

Na diretoria de relações institucionais e internacionais o titular é Vicente Cândido, colega de Andrés como Deputado Federal pelo PT, mas que também não tentará a reeleição.

Tanto Monica como Cândido costumam ficar fora dos holofotes. Também sem visibilidade é como a maioria dos dirigentes corintianos parece querer que fique o recente passado de afinidade com o partido de Lula. A rejeição a esse histórico é deselegante.

A questão que ainda carece de resposta é: como vai ser o relacionamento de Andrés com Haddad e a relação institucional entre o clube e o governo caso o PT volte à presidência?

 

 

 

 

Sofrido como SEMPRE! Até quando?

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Fim de jogo em Itaquera! Depois de muito sofrimento o Corinthians venceu de virada o Sport Recife por 2 a 1. Posso falar? Às vezes me cansa falar mal do time que torço, viu?! Nunca neguei que sou corintiano, mas ainda assim sempre critiquei todo mundo. Sem distinção. O que acho errado no futebol desço a lenha sem dó. Faz parte do meu jeito crítico de ser. Mas agora fica difícil analisar o Timão nesse restinho de 2018. Veja bem, já disse aqui que o principal responsável pela má fase do time na temporada é o Andrés Sanchez. Não tem […]

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Sem Corinthians, Fla avalia oferta alternativa para transmissão no exterior

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Depois de esperar por uma proposta que não veio, o Corinthians se juntou aos 17 clubes que já tinham assinado contrato para a venda dos direitos de transmissão internacional do Brasileirão por quatro anos com a empresa BR Foot.

Agora, Flamengo e Atlético-PR são os únicos times que não aderiram ao acordo. Apesar do isolamento, o presidente do clube da Gávea afirmou ao blog que segue estudando outra oferta.

“Estamos avaliando uma proposta alternativa que parece ser melhor. Vamos aguardar”, declarou Eduardo Bandeira de Mello. O dirigente declarou não poder dar detalhes sobre essa oferta.

Apesar de estudar um acordo alternativo, Mello avalia ser impossível a transmissão de jogos da equipe com adversários que tenham assinado com outra empresa. Ele não explicou como driblar esse problema e nem se pensa em transmitir as partidas na internet. Porém, já há discussões no país sobre a exibição na rede mundial de computadores também precisar de autorização dos dois clubes.

O presidente do Flamengo disse ainda que não foi avisado pelo Corinthians sobre a decisão do rival de aderir ao contrato com os outros 17 times.

Nos últimos dias, ele trocou farpas com o corintiano Andrés Sanchez por conta de temas ligados às semifinais da Copa do Brasil. Mello reclamou do juiz sorteado para o primeiro jogo, do fato de a CBF não ter adiado a partida para dar mais tempo a Lucas Paquetá, então na seleção, e de Fagner ser cortado por lesão do time de Tite e ter atuado no Maracanã.

“Assinamos esta semana, sim. Não veio a proposta que estávamos esperando”, disse Sanchez ao UOL Esporte explicando a decisão de aderir ao bloco de clubes.

Porém, o Corinthians manteve a postura de não assinar o contrato para a exploração de publicidade estática em bloco. Fará sua negociação individualmente.

Já o Flamengo tem um acordo individual para a negociação das placas ajustado com a Sport Promotion. Ele precisa de aprovação do Conselho Deliberativo para ser assinado.

Com Dassler Marques, do UOL em São Paulo, Napoleão de Almeida, do UOL em Curitiba, e Vinicius Castro, do UOL no Rio de Janeiro