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Críticos do “Corinthianismo” têm planos para tentar engavetar campanha

Leia o post original por Perrone

Conselheiros do Corinthians incomodados com a campanha que compara torcer para o clube a uma religião ainda falam em tentar  “cancelar” o projeto publicitário.

Líderes dessa ala afirmam que o clube precisa engavetar o “Corinthianismo” para evitar confronto com instituições religiosas.

A ideia é convencer o presidente Andrés Sanchez a deixar de veicular a campanha, aos poucos, até que ela mergulhe no esquecimento. A eventual venda de produtos ligados ao projeto seria prejudicada.

Como mostrou o blog, a iniciativa já começou a perder espaço nas mídias alvinegras. A principal mudança foi a retirada  do escudo estilizado do clube dos comunicados oficiais da agremiação. Nas fotos de divulgação de vídeos do canal cotintiano no YouTube, no entanto, o símbolo ainda aparece.

De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians a mudança já estava prevista para abrir espaço para a campanha “Respeita as minas” e não tem relação com críticas.

Membro da diretoria, porém, disse ao blog que a direção decidiu deixar de usar o distintivo do “Corinthianismo” para respeitar o estatuto. As regras alvinegras estabelecem que o escudo só pode ser alterado com aprovação do Conselho Deliberativo, que não foi consultado.

O grupo de críticos da campanha se sente fortalecido após Luís Paulo Rosenberg pedir demissão do cargo de diretor de marketing pouco depois de seu afastamento ser cobrado por eles via carta a Andrés. O suposto  desrespeito do “Corinthianismo” a religiões era um dos argumentos contra o diretor.

Eles acreditam ter poder de negociação com Andrés para brecar o trabalho publicitário. Não colidir com a igreja católica será um dos principais argumentos. Como publicou o blog, o uso de símbolos religiosos gerou incômodo na Arquidiocese de São Paulo.

 

 

 

Permanência de homem de confiança de Rosenberg gera incômodo no Corinthians

Leia o post original por Perrone

O pedido de demissão de Luís Paulo Rosenberg da direção de marketing não sossegou os conselheiros do Corinthians que pediram a queda dele ao presidente Andrés Sanchez. O grupo avalia que pouco mudará no departamento se o gerente Caio Campos, braço direito do ex-dirigente continuar no cargo.

O entendimento é de que Campos, responsável também pela operação da arena alvinegra, seguirá os planos traçados por Rosenberg e considerados ineficientes por essa ala. Há ainda o argumento de que ele fracassou junto com o ex-chefe na tentativa de conseguir vender os “naming rights” do estádio corintiano.

Só que os mesmos membros do Conselho Deliberativo acreditam que já conseguiram um grande feito com o pedido de demissão de Rosenberg sendo feito dias depois de eles entregarem ao presidente do clube uma carta cobrando sua saída. Duvidam que se pressionarem Andrés agora ele dará a cabeça de Caio, que mantém bom relacionamento com o presidente.

Por enquanto, a estratégia é se movimentar nos bastidores para tentar que Andrés indique o mais rapidamente possível um novo diretor de marketing. Neste momento, o ex-deputado federal comanda o departamento. Enquanto isso acontecer, os críticos de Rosenberg acreditam que seu DNA estará no clube. A aposta é de que um novo diretor condicione o cargo ao afastamento do homem de confiança do ex-dirigente para ter mais autonomia.

O blog tentou falar com Campos por meio da assessoria de imprensa do clube, porém ouviu que ele não se manifestaria sobre o assunto. O gerente havia trabalhado com Rosenberg na primeira passagem do ex-diretor pelo Corinthians. Ambos retornaram juntos após nova eleição de Andrés para a presidência.

‘Corinthianismo’ incomoda igreja católica. Conselheiro padre vê desrespeito

Leia o post original por Perrone

A campanha para divulgar o “Corinthianismo”, que compara torcer para o clube com uma religião, gerou incômodo na cúpula da igreja católica em São Paulo. Na última sexta, uma reunião envolvendo pelo menos um bispo discutiu o tema. O padre Jeferson Mengalli, da diocese de Bragança Paulista e conselheiro do Corinthians, confirmou ao blog que a peça publicitária gerou desconforto.

Mengalli tenta marcar uma reunião do presidente alvinegro, Andrés Sanchez, e de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing, com o bispo dom Luiz Carlos Dias, ligado à região em que fica o Parque São Jorge, para tratar do assunto. Em depoimento ao blog, Mengalli afirmou considerar o vídeo usado no lançamento da campanha desrespeitoso.

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a Arquidiocese de São Paulo afirmou que não se pronunciaria sobre o assunto porque não constituiu uma comissão para analisar o “Corinthianismo”. Disse também que a arquidiocese não recebeu consulta formal do clube antes de a campanha ser lançada. Por sua vez, o departamento de comunicação do Corinthians declarou que não se pronunciaria sobre o tema. Já a assessoria de imprensa da F/Nazca S&S, agência contratada para desenvolver a campanha, não respondeu ao blog até a publicação deste post.

Conforme apurou o blog, internamente, a primeira avaliação foi de que nas redes os torcedores se dividiram equilibradamente a favor e contra a peça publicitária. Num segundo momento, a análise passou a ser de que a maioria demonstrava aprovação.

Abaixo, leia o depoimento de Mengalli dado ao blog por meio de mensagem por WhatsApp.

“Para mim, como religioso, cristão e conselheiro do Corinthians, essa campanha de marketing está sendo uma grande falta de respeito com o sagrado. Muito está se falando de religião ligada ao time de futebol, ao clube. Mas o primeiro ponto a ser visto é o significado de religião.

A palavra vem do latim Religare, que é o desejo, a ação do homem para estar de volta diante de Deus. Assim, vejo de modo muito objetivo que essa campanha, que visa dinheiro,  pois trata-se de marketing, é uma campanha que leva os menos informados à prática da idolatria, linguagem religiosa.

Outro ponto é o desrespeito aos símbolos sagrados do catolicismo. Você deve ter visto o vídeo. E percebeu que do inicio ao fim é mostrado o sofrimento corintiano associado à Paixão de Cristo. Perrone, eu nasci no Corinthians, também faço parte do Bando de Loucos. Mas, tudo tem limite. Fiquei muito triste e decepcionado com que vi no vídeo. O Corinthians tem outros meios para atingir o torcedor, os sócios do clube. Não precisa disso.

A Arquidiocese de São Paulo não gostou nada da campanha. Tenho conversado todos esses dias com dom Luiz Carlos Dias, que é o Bispo da região Belém, que abrange o clube social (Parque São Jorge). E será proposta uma conversa com o presidente Andrés e com o diretor de marketing Rosenberg. Vamos buscar um diálogo.

De modo geral, atingiu a todos os cristãos, católicos ou não. E até mesmo os que não têm religião, muitos não gostaram. Cancelar não sei se é possível (respondendo ao blog se o objetivo é o cancelamento da campanha). Mas acredito numa questão de conscientização.

Cada coisa no seu lugar, Perrone. Não se brinca com o sagrado. Em outros lugares e outras religiões, se algo parecido com isso acontecesse, o clube seria invadido. Entende?

Mas haverá sim um contato da Igreja com a diretoria do clube. Pois, diferentemente do que alguns estão dizendo, a igreja não autorizou nada. Colocar alguém crucificado na trave do gol é lamentável. Um homem carregando a cruz. Toda a questão do tríduo pascal, como paralelo ao sofrimento do clube. Foi mau gosto. Batismo,  paixão, morte, ressurreição. Foi uma triste comparação.

E mais, nosso clube tem sua religiosidade por natureza. Temos São Jorge,  temos nossa capela dentro do clube, onde temos batizados e missas todos os domingos.

Contra a campanha. Essa é a posição da igreja. O sagrado foi profanado. E falo isso com tristeza, pois o Corinthians para mim é minha segunda casa e me deixou triste e preocupado.”

 

 

Promessa já dura 7 anos: por que Corinthians pena para vender naming rights

Leia o post original por Perrone

Imagem: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

Hoje (6 de fevereiro) seria dia de cantar parabéns no Corinthians, não fosse constrangedora a data completada. Faz sete anos que Andrés Sanchez afirmou que estava perto de serem vendidos os “naming rights” da arena do clube em sabatina promovida pelo UOL e pela Folha de S.Paulo. “Isso já está bem adiantado. Depois que o novo presidente ganhar (a eleição) em 30, 40 dias sai o ‘naming rights’. afirmou o cartola na ocasião.

De lá para cá, ele foi eleito deputado federal, já cumpriu o mandato, viu seus aliados Mário Gobbi e Roberto de Andrade presidirem o alvinegro, voltou à presidência e nada de o nome do estádio ser negociado.

A lista de empresas com as quais o clube tentou negociar a propriedade mais valiosa da arena é grande. Seguradora Zurich, Hyundai, Etihad Airways, Qatar Airways, MetLife, Brasil Kirin, Visa, Caixa Econômica, Jeep e Huawey estão entre elas. Houve até estudo em universidade americana e levantamento dos públicos em shows no Morumbi usados, em vão, como recursos para tentar fechar negócio.

“Virada recessiva da economia brasileira e ascensão do digital sobre o analógico na captura dos recursos de publicidade” são as principais causas para a venda ainda não ter acontecido na opinião de Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do clube e um dos idealizadores do projeto da arena (no final do post veja sete perguntas respondidas por ele sobre o assunto).

A não venda impacta diretamente no pagamento do financiamento de R$ 400 milhões junto ao BNDES feito por meio da Caixa Econômica. Por contrato, o dinheiro eventualmente arrecadado com a negociação deve ser usado para o pagamento da dívida com a Caixa. Ou seja, se os direitos sobre o nome do estádio tivessem sido negociados, o débito poderia ser quitado em menos tempo. Na semana passada, em entrevista para a ESPN Brasil, Rosenberg afirmou que atualmente há um déficit de R$ 12 milhões anuais entre receitas e despesas da arena.

O primeiro preço colocado nos “naming rights” foi de R$ 40 milhões por ano. Nesse modelo, o comprador daria o nome à arena durante o período que ainda faltava para a construção terminar e por 15 anos a partir da inauguração. As parcelas seriam corrigidas anualmente pelo IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) mais acréscimo real de 5%.

Pouco depois, foi preparado um material em inglês para empresas estrangeiras e obtido pelo blog que calculava o valor dos “naming rights” em  11.437.889 de euros anuais (cerca de R$ 43,9 milhões em valores atuais). O cálculo era feito com base no impacto que a propaganda poderia ter em determinado grupo de pessoas, entre outros fatores. Foi usada pesquisa realizada pelo Datafolha em 2011 estimando em 31.191.435 o número de corintianos no Brasil.

Rosenberg (primeiro à esq.) adota cautela em negociação dos naming rights da Arena. Imagem: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Trecho curioso do mesmo material traz levantamento sobre a quantidade de pessoas que assistiram a shows no estádio do rival São Paulo em 2011. O cálculo aponta público de 728 mil pessoas em 11 sessões no Morumbi. Sob o argumento de que eventos com capacidade de atrair essa plateia poderiam acontecer em Itaquera, o documento estipula como valor final dos “naming rights” da casa corintiana em 11.704.899 euros anuais (aproximadamente R$ 49 milhões atualmente). Só que a direção corintiana sempre disse que não pretende organizar apresentações musicais no local.

Essa não foi a única vez em que os corintianos recorreram à língua inglesa na tentativa de tornar seu produto mais atraente. Em abril de 2015, o clube encomendou um estudo sobre o valor da propriedade na “Kellogg School Management” na Northwestern Univerity, nos Estados Unidos.

Em abril de 2015, o acordo para a exploração dos naming rights por um fundo de investimentos esteve perto de ser fechado. A torcida escolheria o nome do estádio e o fundo lucraria com a venda de produtos e serviços como cartões de descontos para os torcedores. No final das tratativas, porém, houve desacerto entre as partes e o negócio fracassou. O preço estipulado era de R$ 320 milhões por 15 anos de contrato.

Calejada depois de tantas dificuldades, a diretoria do Corinthians tem evitado estipular prazos para concretizar o sonho do nome próprio para seu estádio. Essa cautela fica clara nas respostas de Rosenberg ao blog sobre o tema. Confira abaixo.

Blog – A previsão inicial  era de vender os “naming rights” em quanto tempo?
Luís Paulo Rosenberg – No menor prazo possível.

Blog – Quais as principais causas que impediram a venda?
Rosenberg – Virada recessiva da economia brasileira e ascensão do digital sobre o analógico na captura de recursos de publicidade.

Blog – Por contrato, uma eventual receita  com os “naming rights” deve ser repassada para a Caixa ou para amortizar a dívida com a Odebrecht?
Rosenberg – Abater a dívida com a Caixa.

Blog – Qual o impacto da não venda no clube?
Rosenberg – Nenhum. O impacto é no fundo da arena: quanto antes vendermos, mais cedo receberemos as “sobras” de arrecadação de ingressos que decorrerão do aumento de receita.

Blog – Hoje, o clube negocia com quantas empresas?
Rosenberg – Várias.

Blog – Há previsão de quando devem ser vendidos os “raming rights”?
Rosenberg – Vide resposta à pergunta 1 [no menor prazo possível].

Blog –  Quanto o clube paga de juros por mês pelo financiamento?
Rosenberg – Algo menos do que 1% ao mês.

O que está em jogo no dérbi além dos três pontos?

Leia o post original por Perrone

Futuro de Avelar

A sequência de fracas atuações de Danilo Avelar transformam o lateral-esquerdo corintiano em candidato a vilão no clássico. Corintianos e palmeirenses costumam ser cruéis com quem falha no dérbi. Uma atuação infeliz pode inviabilizar de vez a sequência de Avelar no alvinegro.

Paciência com técnicos

Por conta de seus currículos vencedores, Felipão e Fábio Carille começaram a temporada com créditos. Existe pressão no corintiano por conta dos maus resultados no Paulista e, com menor intensidade, em Scolari por não fazer o time apresentar um futebol condizente com o investimento alviverde, apesar das vitórias. Só que o dérbi funciona como um game que consome bônus avassaladoramente. Caso um dos dois seja derrotado no clássico, deverá ter que lidar com uma pressão incompatível com início de temporada.

Marketing

Principalmente por conta de provocações feitas pela diretoria corintiana, há no momento um duelo particular no quesito patrocínio entre os dois clubes. Os corintianos atacam dizendo que as quantias pagas pela Crefisa são irreais e alardeiam que o BMG patrocinador alvinegro, não tem interesses políticos no Parque São Jorge. A referência política é alusão ao fato de Leila Pereira, dona da Crefisa e da FAM, ter virado conselheira do Palmeiras e alimentar o desejo de presidir o clube. Publicamente, o lado alviverde evita responder às provocações. Mas internamente há indignação com o comportamento corintiano, especialmente de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing. Nesse cenário, a vitória no clássico terá sabor especial para os envolvidos com patrocínios nos dois clubes.

Mattos x Andrés

O clássico das 17h no Allianz Parque é um round na competição paralela sobre quem administra melhor seu departamento de futebol. Os modelos são completamente diferentes. No Palmeiras, o presidente Maurício Galiotte dá autonomia para Alexandre Mattos, executivo de futebol. No Corinthians, Andrés Sanchez participa praticamente de tudo relacionado ao departamento. Os dois cartolas têm a agressividade nos negócios como semelhança.

Arbitragem

Até agora, o Campeonato Paulista não sofreu com grandes polêmicas por conta das atuações dos juízes. Porém, eventuais erros no dérbi terão exposição muito maior. Além do tamanho do jogo influenciar, há a interminável queixa palmeirense de supostamente ter havido interferência externa favorável ao rival na final do último Estadual, vencida pelos alvinegros. Certamente, os cartolas da FPF cruzam os dedos para a arbitragem sair ilesa do clássico e evitar mais turbulência nos bastidores.

 

Cota fixa de 12 milhões do BMG deixa direção do Corinthians pressionada

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Imagem: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

A descoberta de que o BMG pagará R$ 12 milhões anuais fixos ao clube, além de parte da receita obtida com serviços oferecidos para seus torcedores, deixou a diretoria do Corinthians  pressionada por conselheiros da oposição, sócios e torcedores. Opositores já fazem uma série de questionamentos e pretendem debater o caso na próxima reunião do Conselho Deliberativo. A principal queixa é de que a direção não teria sido transparente. Isso porque só confirmou a quantia após a revelação de que a ata de uma reunião de acionistas do BMG, divulgada em um site do banco, tornava público o montante.

Umas das primeiras reações foi do grupo oposicionista denominado Frente Liberdade Corinthiana. Essa corrente encaminhou para Andrés Sanchez um requerimento solicitando do presidente alvinegro esclarecimentos sobre qual o valor anual a ser pago pelo banco. Encabeçado pelo conselheiro Maurício Nale Pinto Ferreira, o documento também pede um detalhamento sobre a forma de gerenciamento da parceria e dá prazo de três dias para a resposta. O comunicado ainda cita que os dirigentes têm o dever de divulgar de forma transparente informações sobre a administração do clube sob pena de praticar gestão irregular ou temerária aos olhos da lei.

Outra ala que se manifestou rapidamente foi o Movimento Corinthians Grande, que tem entre seus líderes Felipe Ezabella, um dos candidatos derrotados por Andrés na última eleição. O grupo publicou um texto em sua conta no Facebook no qual diz que “mais uma vez a falta de transparência impera nas negociações” do clube.

Em entrevista coletiva para detalhar o acordo, a direção havia afirmado que o BMG antecipou R$ 30 milhões, confiando no sucesso do formato que prevê um pagamento mínimo pelo patrocínio no peito da camisa, além de 50% dos lucros obtidos com investimentos feitos pelos torcedores por meio de uma plataforma específica. Porém, a diretoria não explicou que a taxa fixa é de R$ 12 milhões.

“Nas próximas reuniões do Cori (Conselho de Orientação) e do Conselho Deliberativo todos vão querer ver o contrato para entender o que eles não quiseram explicar”, disse Ezabella ao UOL Esporte. Para o conselheiro Fran Papaiordanou, os membros do órgão ficaram em situação constrangedora ao saberem pela imprensa que a cota fixa é de R$ 12 milhões. “Ridículo, foi vexatório para nós. Eles falam uma coisa e depois descobrimos que fazem outra”, declarou Fran.

O anúncio do patrocínio aliviava a tensão sobre Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing e que tinha a sua saída pedida pela oposição sob a crítica de não conseguir patrocinador máster e nem negociar os naming rights do estádio. Os acontecimentos desta sexta (25) acabaram com esse alívio.

Nas redes sociais, torcedores mostraram contrariedade com o caso e se disseram confusos mesmo depois de o clube divulgar uma nota oficial afirmando que na entrevista não revelou o valor da cota fixa porque havia sido combinado sigilo com o banco e explicando novamente detalhes da parceria.

Indagada pelo blog sobre os questionamentos feitos por conselheiros, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que as respostas serão dadas aos conselheiros, não via imprensa.

Com Arthur Sandes, do UOL, em São Paulo

 

Esses caras querem enganar o torcedor corintiano até quando???

Leia o post original por Craque Neto

A cada dia que passa surge mais um capítulo dessa novela de coisa errada que tem a turma da chapa ‘Renovação & Transparência’ como personagens principais. A diretoria do Corinthians anunciou para todo mundo há algumas semanas que estava fechando um patrocínio milionário com o banco BMG de mais de R$ 40 milhões. Os caras exaltavam como um dos maiores acordos do País. Ironizavam inclusive o esquema feito pelo arquirrival Palmeiras com a Crefisa. Cansei de ver o vice Rosenberg tentando ridicularizar a parceria deles. Pois bem, nesta sexta (25) é divulgada pelo site do próprio banco BMG a informação […]

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Na mira corintiana, Vágner Love avança para conseguir liberação na Turquia

Leia o post original por Perrone

Imagem: Murad Sezer/REUTERS

Vágner Love avançou no sentido de um acordo para ser liberado amigavelmente pelo Besiktas, da Turquia. Alvo do Corinthians, o atacante já superou o momento mais tenso de sua relação com o clube turco. Ele chegou a notificar a equipe por conta de salários atrasados.

O estafe do brasileiro tem pressa para fechar um trato. A meta é deixá-lo livre do vínculo até dia 31 de janeiro, quando se encerra a atual janela de transferências na Europa. Os responsáveis pela carreira dele, no entanto, evitam falar sobre detalhes da negociação e planos para o futuro. A avaliação é de que, a cada notícia sobre o interesse de times brasileiros em Love, os turcos recuam na negociação.

Assim, no entorno do jogador o discurso é de que só depois da liberação será analisado o caminho a ser seguido. No último domingo, Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol do Corinthians, disse que o clube tentará a contratação se o atacante rescindir seu contrato. Ao mesmo tempo, o alvinegro tenta o retorno de outro atleta  para o ataque: Romarinho, que está no All-Ittihad, da Arábia Saudita.

 

 

Interesse de time estrangeiro faz Corinthians encarar guerra por Arana

Leia o post original por Perrone

O interesse de outros clubes, em especial de um estrangeiro, transformou a tentativa do Corinthians de contratar Guilherme Arana em uma guerra. Há ainda pelo menos mais dois brasileiros na briga pelo lateral-esquerdo.

Os nomes dos pretendentes são mantidos em sigilo pelos espanhóis e pelo estafe do atleta. O alvinegro tem boa vantagem em relação aos times nacionais. Porém, de acordo com um dos envolvidos na negociação, a entrada no circuito de uma equipe de fora do Brasil prejudicou os planos corintianos.

No último domingo (20), Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol do Corinthians afirmou que existia a possibilidade de o lateral ser emprestado, mas que agora o Sevilla quer a venda. Ele classificou a operação como difícil.

Para tentar comprar os direitos relativos a seu ex-jogador, o clube paulistano trabalha com a possibilidade de a equipe espanhola aceitar o pagamento a longo prazo. Um parcelamento em no máximo 12 meses, por exemplo, deixaria o Corinthians em posição mais difícil na disputa.

Para vencer a guerra por Arana, Andrés Sanchez tem se envolvido diretamente nas negociações atuando de maneira agressiva para tentar superar os concorrentes.

Apesar das dificuldades, gente da Elenko, empresa de Fernando Garcia responsável por gerenciar a carreira do atleta, ainda vê com otimismo a chance de ele retornar para Itaquera. Já o jogador tem se mantido longe da disputa.

Vão rifar mesmo o maior artilheiro de Itaquera??? Quanta incompetência!

Leia o post original por Craque Neto

Lembro perfeitamente quando o Corinthians acertou a contratação do paraguaio Angel Romero. Em 2014, o empresário brasileiro Beto Rappa bancou a compra total do jogador do Cerro Porteño por cerca de 3 milhões de dólares (R$ 6,7 milhões, na época). Sem pagar nada no ato, o Timão ficou com 20% dos direitos econômicos de Romero, enquanto Rappa manteve 80%. O clube tinha direito de comprar mais 30% por R$ 2 milhões, valor fixado em contrato ainda em 2014, mas não desembolsou nem um centavo e criou uma polêmica danada. Com o contrato a vencer no meio do ano, a direção quer […]

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