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Oposição corintiana se movimenta para cobrar ação contra Odebrecht

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Conselheiros de grupos oposicionistas do Corinthians recolhem assinaturas para tentar marcar reunião extraordinária do Conselho Deliberativo com o objetivo de emitir uma posição oficial do órgão sobre eventual ação contra a Odebrecht. A discussão se refere a supostas irregularidades que teriam sido cometidas durante a construção da arena alvinegra e também a obras que a construtora teria deixado de fazer ou executado de maneira incorreta, de acordo com resultado de auditoria encomendada pelo clube.

São necessárias 50 assinaturas de membros do conselho para que a sessão seja marcada. Caso ela aconteça e a maioria decida que o clube deve acionar a empresa, o resultado será enviado para a diretoria. O entendimento desses conselheiros é de que só a direção, sob orientação do presidente Andrés Sanchez, pode tomar a decisão de acionar ou não a construtora. Porém, a aprovação deixaria o cartola pressionado politicamente.

Odebrecht e Andrés sempre negaram terem sido cometidas irregularidades no projeto da casa própria corintiana. A construtora também nunca reconheceu  o resultado da auditoria. E afirma que deixou de fazer parte das obras por conta de um estouro no orçamento, mas em acordo com o Corinthians. Alega ainda que respeitou rigorosamente o contrato.

Trecho do requerimento que está sendo assinado diz que ação, se concretizada, visaria a “apuração de eventuais ilícitos cometidos na construção da Arena Corinthians, bem como pendências sobre obras inacabadas e com defeitos”.

O documento não cita quais seriam os supostos ilícitos, porém, recentemente, como mostrou o blog, conselheiros do grupo de oposição Frente Liberdade Corintiana foram à Justiça Federal para tentar tirar o sigilo de um inquérito no qual ao menos um dirigente corintiano estaria sendo investigado por supostamente receber dinheiro da Odebrecht em esquema de caixa 2.

A medida foi tomada depois de o jornal “O Estado de S.Paulo” publicar reportagem apontando o envolvimento de André Luiz de Oliveira, diretor administrativo do Corinthians e homem de confiança do presidente Andrés Sanchez, no caso. A acusação é relacionada à campanha do agora novamente presidente do Corinthians a deputado federal.

O advogado de André, Júlio Clímaco, nega que seu cliente tenha recebido valores da Odebrecht e cometido irregularidades. Andrés não fala com o blog, mas afirma publicamente não ter existido caixa 2 em sua campanha e nem falcatruas envolvendo a construção do estádio.

Outro trecho do requerimento diz que o pedido “fundamenta-se no que foi deliberado em reunião desse conselho no dia 4 de fevereiro de 2019 tendo transcorrido o prazo de três meses acordado com o diretor presidente da diretoria do Sport Club Corinthians Paulista para tentar uma solução amigável junto à construtora. Caso seja aprovada a proposta (de ir à Justiça), esta servirá de posição oficial do Conselho Deliberativo, a fim de ser remetida à diretoria para a devida análise dentro de seu poder discricionário”.

Em fevereiro, Andrés afirmou em encontro do órgão que estava perto de fechar um acordo com Odebrecht e Caixa sobre eventuais pendências. O trato evitaria o risco de uma longa disputa judicial.

A discussão no conselho deliberativo sobre o acionar a construtora na Justiça é antiga, assim como a pressão de conselheiros para que a diretoria tome esse caminho.

Cartolas corintianos ligados a caixa 2? Oposição vai à Justiça para saber

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Conselheiros do grupo oposicionista Frente Liberdade Corintiana apresentaram nesta sexta (10) na Justiça Federal de São Paulo requerimento para levantar (retirar) o sigilo de inquérito no qual pelo menos um dirigente do Corinthians estaria sendo investigado por receber dinheiro de caixa 2 da Odebrecht.

O pedido é uma reação à reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” apontando o envolvimento de André Luiz de Olvieria, diretor administrativo corintiano e braço direito do presidente Andrés Sanchez, no caso.

A matéria diz que gravações de conversas telefônicas que teriam sido entregues por um doleiro à Polícia Federal indicam que André Negão, como é conhecido o cartola, teria combinado o recebimento de dinheiro suspeito. A quantia faria parte de um esquema de caixa 2 para a campanha de Andrés, eleito deputado federal pelo PT. Os dois dirigentes negam terem cometido irregularidades.

“No inquérito que apura o caixa 2 referido, não consta nenhuma gravação dessa ordem. Meu cliente nega qualquer envolvimento nesses fatos de recebimento de valores por parte da Odebrecht. Inclusive já prestou esclarecimentos a respeito no inquérito próprio. Acredito que as gravações estejam totalmente fora de contexto”, disse ao blog Julio Clímaco, advogado criminalista responsável pela defesa de André no caso.

Os conselheiros pedem para, na hipótese de a Justiça entender que não deve levantar o sigilo, terem acesso aos autos com o compromisso de não divulgarem as informações.

Entre outros motivos, o grupo alega que é dever estatutário dos conselheiros zelar pelos interesses do clube e por isso precisam confirmar se informações divulgadas pela imprensa são verídicas.

O Corinthians precisa é POUPAR dinheiro, isso sim!

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O Corinthians empatou com o Vasco por 1 a 1 no último sábado e o que mais eu ouvi foram as críticas ao técnico Fábio Carille por ter usado uma equipe basicamente reserva e desentrosada contra os cariocas. Posso falar? Eu já disse mais de uma vez que esse negócio de poupar é um TREMENDO erro. A justificativa da comissão é de que pretende evitar uma lesão por excesso de esforço físico. Só pode ser piada, não é? Jogador que não pode jogar de quarta e domingo precisa se aposentar. Ir trabalhar em repartição pública, poxa vida! A verdade é […]

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Uma história CHUTADA por causa de dinheiro

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Olá amigos internautas, depois de muito tempo sem ouvir falar do paraguaio Romero, resolvi pedir para a equipe da Band tentar encontrá-lo. Saber do paradeiro do atacante, que desde o final do ano passado anda totalmente esquecido no Corinthians. Para minha surpresa ele ainda anda por lá. Ou seja, para não dar problemas trabalhistas, ele permanece treinando com o time no CT, mas NUNCA mais sequer foi aproveitado para o time principal. Fomos atrás pra saber o porquê disso. Os dirigentes do clube, principalmente o Andrés e o Duílio, defendem a tese de que o clube tentou a renovação de […]

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Sem parceiro máster, renda corintiana de patrocínio caiu R$ 35,5 mi em 2018

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

O balanço financeiro do Corinthians referente a 2018 mostra o impacto causado nos cofres do clube por um ano inteiro sem patrocinador máster. Foram arrecadados com patrocínio e publicidade R$ 35.571.000 a menos em relação a 2017, temporada em que o time teve anunciante principal só até abril.

No ano passado, a receita com patrocínio e publicidade foi de aproximadamente R$ 42,8 milhões. Em 2017, a marca foi de cerca de R$ 78,4 milhões. Nos quatro primeiros meses daquele ano, a Caixa ainda estampava a camisa alvinegra.

Em texto que acompanha as demonstrações financeiras do alvinegro, Andrés Sanchez relacionou o jejum de patrocínio à economia brasileira.

“As dificuldades econômicas do país prejudicaram bastante a busca por patrocínios e tivemos que conviver sem um patrocinador máster para o uniforme durante o exercício de 2018, o que representou uma queda expressiva de nossas receitas nesse item”, escreveu o presidente corintiano.

Um quadro sobre a importância de cada receita para o clube ilustra a queda relatada pelo cartola. Em 2017, a arrecadação com patrocínio representou 17% da receita do alvinegro. No ano passado, essa fatia emagreceu para 9%, perto dos 7% atingidos pelo clube social, famoso por ser um saco sem fundo.

Novamente, a maior parte do dinheiro veio das cotas de TV: 42%. Em segundo lugar aparecem as transferências de jogadores com 25%.

Em seu texto, Andrés  ressalta como um dos aspectos positivos a redução do deficit contábil de R$ 35 milhões em 2017 para cerca de R$ 19 milhões em 2018.

O dirigente também falou em crescimento de cerca de 4% nas receitas operacionais do futebol (apesar da falta de patrocinador máster). Essa arrecadação foi de aproximadamente R$ 438 milhões. A receita total do clube no ano passado ficou em cerca de R$ 469 milhões com crescimento de 3,5%.

As despesas operacionais também aumentaram. No futebol elas foram de R$ 377.659.000 em 2018 contra R$ 341.758.000 no ano anterior.

Em sua mensagem, Andrés aponta que “o nível de endividamento global subiu cerca de R$ 26 milhões especialmente pelo aumento de passivos com fornecedores e com explorações de (direitos de) imagem a pagar”.

O dirigente também diz que “50% dos passivos são obrigações a longo prazo, especialmente aquelas relacionadas ao Profut (programa que refinanciou as dívidas dos clubes), com prazo de vencimento de 20 anos”.

Corinthians tem plano para vender nome da arena por 20 anos e receber em 10

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

Ainda sem conseguir vender os naming rights de seu estádio, o Corinthians pede hoje a eventuais interessados metade dos R$ 40 milhões anuais que pretendia ganhar inicialmente, conforme apurou o blog. Oficialmente, o clube não revela valores.

Porém, uma das estratégias idealizadas manteria os ganhos por ano no mesmo patamar durante uma década. Atualmente, quando senta para apresentar o projeto, uma das prioridades do Corinthians é oferecer 20 anos de patrocínio no estádio por R$ 400 milhões. Mas o desejo é receber o pagamento em dez anos, também de acordo com a apuração do blog. Assim, na primeira década da parceria, seriam recebidos R$ 40 milhões anuais. Nos dez anos finais, o parceiro nada desembolsaria.

No papel, essa engenharia financeira ajudaria o alvinegro a acelerar o pagamento do financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por meio da Caixa. Vale lembrar que toda receita gerada pelo estádio deve ser direcionada para cobrir a dívida pela construção.

Na prática, no entanto, o desenho do negócio assusta possíveis investidores, por conta do alto custo por dez anos.

Em 2016, o Corinthians manteve negociações avançadas com um fundo de investimentos que pagaria R$ 320 milhões por 15 anos de contrato. Cerca de R$ 21,3 milhões anuais.

Neste momento, segundo fonte na diretoria, há conversas com empresas, mas nada perto de ser concretizado. Já faz sete anos que Andrés Sanchez, agora de volta a presidência do clube, disse que estava perto de vender os naming rights.

Oposição corintiana critica contas e fala em gasto de R$ 20,6 mi com Araos

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Na noite deste sábado (13), o Movimento Corinthians Grande (MCG), uma das alas oposicionistas no clube, divulgou em suas redes sociais manifesto se posicionando contra a aprovação das contas referentes a 2018. O balanço será votado na próxima segunda (15). O grupo alega falta de informações sobre os números relativos à arena alvinegra no relatório financeiro para justificar sua posição. Porém, cita preocupação com os gastos na aquisição de jogadores e aponta um investimento de R$ 20,6 milhões em Ángelo Araos, que veio da Universidad de Chile e é pouco aproveitado por Fábio Carille. Os opositores também cravam que o alvinegro desembolsou R$ 52,9 milhões na aquisição de atletas em 2018.

Apesar de pedir a reprovação do balanço, o MCG afirma que a apresentação dos números operacionais foi “detalhista, acompanhada de parecer de uma renomada auditoria sem ressalvas”, além de terem sido aprovados pelos conselhos fiscal e de orientação por unanimidade. Os oposicionistas também escreveram que “não há nada que sugira qualquer deslize de conduta. Entretanto, os números mostram preocupantes problemas de gestão, que nos obrigam a ser cada vez mais vigilantes”.

Matias Antonio Romano de Ávila, diretor financeiro corintiano, não confirmou os números apresentados pelos oposicionistas e disse que não pode se manifestar “antes da aprovação” do balanço. “Será aprovado com louvor, pois está tudo demonstrado com a maior transparência. Esta chapa será sempre oposição à atual administração”, declarou o dirigente. Na última eleição, vencida por Andrés Sanchez, o MCG lançou Felipe Ezabella como candidato à presidência.

O MCG diz que “a despeito de nossa justa posição financeira, foram realizados diversos investimentos em atletas”. Além de Araos, o comunicado descreve gastos de R$ 9,8 milhões com Richard, reserva do time, e de R$ 6,6 milhões com Douglas, emprestado ao Bahia. Também foram relacionadas compras de parcelas dos direitos federativos de Juninho Capixaba (R$ 6 milhões), Mateus Vital (R$ 5,5 milhões), Marllon (R$ 2,3 milhões) e Fessin (R$ 2 milhões). Nenhum valor foi confirmado pelo diretor financeiro.

Arena

Os opositores dizem não existir motivos para a não apresentação de informações sobre os números do estádio alvinegro no balanço. E sustentam que em 2018 o clube gastou quase R$ 8 milhões acima do previsto com a arena. Isso sem contar a receita obtida com bilheteria.

Ávila respondeu assim: “em relação aos custos e compromissos da Arena, eles não passam pelo balanço do clube. São administrados pelo fundo da arena, não pelo Clube.
Em relação a custos da Arena estavam orçados R$ 23 milhões, mas foram gastos menos de R$ 8 milhões. Exemplos de gastos: gramado, sócio-torcedor e outras atividades que não têm nada a ver com jogos”.

Abaixo, lei na íntegra o comunicado do MCG.

“Neste dia 15 de abril, o Conselho Deliberativo do Corinthians se reúne para votar as contas do clube relativas à 2018.
Desde já, o Movimento Corinthians Grande se manifesta CONTJRA a aprovação das contas pela completa falta de informações sobre os números da Arena Corinthians no Balanço Financeiro de 2018.
Não há sequer UMA justificativa para a não prestação das contas da Arena Corinthians aos conselheiros, associados, torcedores e patrocinadores.
Queremos registrar que a apresentação dos números operacionais foi detalhista, acompanhada de parecer sem ressalvas de uma renomada auditoria, além de pareceres do conselho fiscal e do CORI, aprovados por unanimidade.
Não há nada que sugira qualquer deslize de conduta. Entretanto, os números mostram preocupantes problemas de gestão, que nos obrigam a sermos cada vez mais vigilantes.
Listamos aqui:
1. Arena
O MCG, com frequência, envia ofícios de solicitação de informações analíticas da Arena, apresentação prometida até em reuniões do conselho e nunca exibidas.
As notas explicativas apresentam um resumo que não permite projeções sobre a saúde e condições efetivas de honrarmos nossos financiamentos da arena.
Uma das propostas primordiais da Arena Corinthians era a de não necessitar recursos do clube, a não ser o de bilheteria. Como se pode ler nas notas explicativas, não é o que está acontecendo. Em 2018, a arena custou para o clube quase R$ 8 milhões a mais do que o combinado.
2. Despesas
Apesar das frequentes declarações da diretoria executiva sobre a redução e contenção de despesas, a realidade de 2018 mostra-se BEM distinta.
Se compararmos 2018 com 2017, as despesas de “pessoal” no futebol subiram 11%; as de “serviços de terceiros” cresceram 22%. Na linha de “gerais administrativos”, o valor subiu 36%.
No clube social, as despesas de “pessoal” cresceram 11%; as de “serviços de terceiros” subiram 7%. Os gastos com “gerais administrativo” tiveram um aumento de 19%.
É inaceitável.
3. Investimento em atletas
A despeito de nossa justa situação financeira, foram realizados diversos investimentos em atletas.
Os exemplos foram as negociações dos atletas Ángelo Araos (R$ 20,6 milhões); Richard Coelho (R$ 9,8 milhões) e de Douglas (R$ 6,6 milhões), além das aquisições de parcelas dos direitos federativos de Juninho Capixaba (R$ 6 milhões); Mateus Vital (R$ 5,5 milhões), Marllon (R$ 2,3 milhões) e Fessin (R$ 2 milhões). O total destas aquisições foi de R$ 52,9 milhões.
Esses investimentos preocupam ainda mais a partir do momento que o custo atletas/receitas gira em torno de 80%, delicado número para quem optou pela Lei do Profut. O Profut é importante porque refinancia os débitos dos times com o Governo Federal.
4. Resultados
Como consequência da não adequação das despesas, o déficit ajustado do clube, hoje, alcança R$ 40,5 milhões – equivalente a 10% da receita operacional.
5. Endividamento
Como resultado do excesso de despesas e investimentos, nosso endividamento sofreu forte impacto, que inclusive nos levou a considerar obter empréstimos de agentes de jogadores.
Carlos Leite e Giuliano Bertolucci continuam sendo nossas fontes financiadoras! (Nota do blog: o atual diretor financeiro nega que em sua gestão tenham sido feitos empréstimos com empresários.)
Baseados nos fatos descritos no balanço, mesmo reconhecendo a acuidade técnica da apresentação, o Movimento Corinthians Grande se manifesta CONTRÁRIO à aprovação das contas.
O Corinthians não pode conviver com orçamentos não cumpridos.Temos uma arena a pagar. É preciso austeridade e transparência”.

Antes de polêmica sobre VAR, Palmeiras rejeitou palestra da FPF

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Antes da polêmica entre Federação Paulista e Palmeiras por conta do VAR, o alviverde recusou oferta da FPF para fazer uma palestra sobre o árbitro auxiliar de vídeo no clube. Consultada pela entidade, a direção palmeirense agradeceu, mas disse que já tinha participado de evento semelhante via Conmebol e CBF. A assessoria de imprensa da agremiação confirmou a informação ao blog.

Além de apresentações aos jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nas quartas de final do Campeonato Paulista, a federação convidou treinadores para irem até a entidade para operar o equipamento de VAR. O corintiano Fábio Carille e o são-paulino Vagner Mancini foram até a entidade para fazer os testes. O palmeirense Felipão e o santista Sampaoli não apareceram.

A assessoria de imprensa de Felipão não fala com o blog, mas disse ao UOL Esporte que o “Palmeiras  não foi (à sede da federação em reunião sobre as quartas de final). Scolari é funcionário do Palmeiras.”. Por sua vez, o departamento de comunicação palmeirense disse que não chegou ao clube convite específico para o técnico testar o VAR. Também ao UOL Esporte, a assessoria de imprensa do Santos disse que Sampaoli não compareceu porque estava viajando com o time quando recebeu o convite.

Na fase de preparação para o uso do árbitro de vídeo, a FPF teve a intenção de deixar treinadores, jogadores, dirigentes e jornalistas operarem o sistema para sentir suas dificuldades. Este blogueiro operou o simulador do VAR. Além de Mancini, os são-paulinos Hudson, Hernanes e Lugano, superintendente institucional do clube, participaram dos testes, assim como o corintiano Andrés Sanchez.

Nas palestras realizadas nos clubes, a equipe da federação explica quando o árbitro de vídeo pode entrar em ação, os procedimentos a serem adotados pelos juízes em campo e o que espera do comportamento dos atletas. Dos oito participantes das quartas de final apenas o Palmeiras avisou que não gostaria de receber o estafe da FPF para a palestra.

Justamente no primeiro jogo do time nos mata-matas do Estadual, o empate em um gol com o Novorizontino, houve polêmica com o VAR. Os palmeirenses reclamam de um toque de Murilo Henrique com o braço antes do lance do gol do adversário. A federação respondeu em rede social com a imagem que a equipe de arbitragem utilizou para validar o lance, alegando que não houve infração. O clube respondeu afirmando que a federação tenta defender o indefensável.

Palmeiras e FPF se desentendem desde a final do Campeonato Paulista do ano passado, vencida pelo Corinthians no Allianz Parque. O time da casa alega que teve um pênalti a seu favor anulado após interferência externa na arbitragem, o que a federação nega ter acontecido.

Com Arthur Sandes, Diego Salgado e Eder Traskini, do UOL em São Paulo e colaboração para o UOL em Santos

É legal misturar clubismo com processos penais no Brasil?

Leia o post original por Craque Neto

Caros amigos leitores do blog, sei que tem torcedores de todos os times aqui. Muita gente que gosta de mim e também vários outros que não me suportam. Respeito. Aliás, as brincadeiras com o clubismo fazem parte da rotina do País do futebol. Agora vou ser sincero, não quero defender o Corinthians (ACREDITEM!), mas essa história de penhorar a Taça do Mundial de 2012 não me soa legal. Poxa vida! A justiça brasileira já tem tantos problemas, pra que misturar com rivalidade entre times? Quando falo que não estou defendendo o clube, não estou mesmo. Essa diretoria é incompetente e […]

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Críticos do “Corinthianismo” têm planos para tentar engavetar campanha

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Conselheiros do Corinthians incomodados com a campanha que compara torcer para o clube a uma religião ainda falam em tentar  “cancelar” o projeto publicitário.

Líderes dessa ala afirmam que o clube precisa engavetar o “Corinthianismo” para evitar confronto com instituições religiosas.

A ideia é convencer o presidente Andrés Sanchez a deixar de veicular a campanha, aos poucos, até que ela mergulhe no esquecimento. A eventual venda de produtos ligados ao projeto seria prejudicada.

Como mostrou o blog, a iniciativa já começou a perder espaço nas mídias alvinegras. A principal mudança foi a retirada  do escudo estilizado do clube dos comunicados oficiais da agremiação. Nas fotos de divulgação de vídeos do canal cotintiano no YouTube, no entanto, o símbolo ainda aparece.

De acordo com a assessoria de imprensa do Corinthians a mudança já estava prevista para abrir espaço para a campanha “Respeita as minas” e não tem relação com críticas.

Membro da diretoria, porém, disse ao blog que a direção decidiu deixar de usar o distintivo do “Corinthianismo” para respeitar o estatuto. As regras alvinegras estabelecem que o escudo só pode ser alterado com aprovação do Conselho Deliberativo, que não foi consultado.

O grupo de críticos da campanha se sente fortalecido após Luís Paulo Rosenberg pedir demissão do cargo de diretor de marketing pouco depois de seu afastamento ser cobrado por eles via carta a Andrés. O suposto  desrespeito do “Corinthianismo” a religiões era um dos argumentos contra o diretor.

Eles acreditam ter poder de negociação com Andrés para brecar o trabalho publicitário. Não colidir com a igreja católica será um dos principais argumentos. Como publicou o blog, o uso de símbolos religiosos gerou incômodo na Arquidiocese de São Paulo.