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Essa ditadura vai até quando, hein???

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Falta pouco mais de um ano para as novas eleições no Corinthians e só para variar o poderoso presidente Andrés Sanchez está projetando seu novo sucessor. O nome dele é Duílio Monteiro Alves, atual diretor de futebol do clube. Aliás, é uma VERGONHA o que acontece com a diretoria. O cara está lá desde 2007, …

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Direção do Corinthians vê time motivado após saída de Carille

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A diretoria do Corinthians enxergou uma motivação imediata nos jogadores da equipe após a saída de Fábio Carille. A mudança de ânimo é comentada em conversas entre os cartolas. Na atual fase de oito jogos sem vencer do time, dirigentes e torcedores detectaram a apatia dos atletas como um dos principais problemas em campo.

O clube faz hoje, contra o Fortaleza, em Itaquera, seu primeiro jogo desde a queda do treinador. Mas a percepção da direção de que o ânimo mudou já aconteceu nas conversas após a queda do técnico, antes mesmo do primeiro treino com Dyego Coelho, treinador interino.

A análise sobre a nova motivação do time faz a diretoria crer que pelo menos um de seus diagnósticos sobre a relação do grupo com o ex-treinador está correta. A avaliação é de que não havia mais clima para uma convivência salutar entre comandados e comandante, principalmente por conta de críticas que Carille fez ao elenco. Conforme mostrou o UOL Esporte, um dos momentos mais críticos aconteceu quando o ex-treinador afirmou ter vergonha do futebol apresentado pelo time, incomodando jogadores.

Já a irritação com a apatia dos atletas havia sido registrada publicamente pelo presidente Andrés Sanchez. Após a derrota por 2 a 1 para o CSA, em Maceió, o dirigente sugeriu férias antecipadas para os aparentemente desmotivados.

Finanças, política e arena. Como crise ameaça Corinthians fora de campo

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Os maus resultados do Corinthians em campo ameaçam também o clube fora dos gramados. Abaixo veja os reflexos que já são sentidos e que ainda podem acontecer em outras áreas por conta da má fase do time.

Finanças

A crise técnica afeta diretamente as finanças do clube. O principal exemplo é o risco de o Corinthians ficar fora da Libertadores do ano que vem. Seria o segundo ano seguido de ausência na competição, o que significa ficar sem importantes receitas de premiação e bilheteria.

Em 2019, só a disputa da fase de grupos da badalada competição rendeu prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,9 milhões) por partida como mandante. Foram aproximadamente R$ 11,9 milhões para cada time que disputou essa etapa.

Porém, mesmo que a equipe se recupere após a demissão de Fábio Carille, a má fase já fez estragos nos cofres alvinegros. O mais sentido é a perda de receita com a eliminação nas semifinais da Copa Sul-Americana diante do Independiente del Valle. A queda fez com que o Corinthians deixasse de faturar pelo menos US$ 2 milhões (por volta de R$ 7,9 milhões), valor oferecido ao vice-campeão. A conquista do título vale o dobro. Não é perder tempo lembrar que o alvinegro enfrenta série crise financeira.

Arena

Imediatamente, a atual fase deve provocar uma queda nas arrecadações dos jogos da equipe na sequência do Brasileirão. É natural que o público diminua após a derrota por 4 a 1 para o Flamengo, no último domingo (3) e a sequência de oito jogos sem vencer.

A receita líquida obtida com a venda de entradas obrigatoriamente é usada para pagar a dívida com a Caixa pelo financiamento de R$ 400 milhões junto ao BNDES para serem usados na construção da Arena Corinthians. Rendas menores complicam ainda mais a situação.

Neste momento, clube e banco negociam um acordo para colocar fim na execução judicial feita pela Caixa. A instituição financeira alega que o fundo responsável pelo estádio, ligado à agremiação e à construtora Odebrecht, deixou de pagar mensalidades. Assim, no seu entendimento, descumpriu o contrato permitindo a cobrança imediata de R$ 536 milhões.

A eventual falta de jogos pela Libertadores em 2020, caso a vaga não seja conquistada, também afetaria a receita usada para pagar as parcelas do financiamento realizado pela Caixa.

Eleição

O momento desastroso do Corinthians no Brasileirão ameaça a imagem do diretor de futebol Adilson Monteiro Alves. Ele é o mais cotado para ser candidato da situação à sucessão de Andrés Sanchez na eleição presidencial de novembro do ano que vem.

É tradição do grupo do atual presidente dirigentes que comandam o futebol se candidatarem a presidir o clube. Títulos conquistados são essenciais para alavancar as candidaturas. Neste ano, Duílio comemorou o título paulista, mas a queda de rendimento no Brasileirão turbina críticas à sua gestão. Além disso, se o time não reagir e ficar fora da próxima Libertadores, Duílio não poderá tentar contar com o título da competição continental como imã de votos.

Oposição fortalecida

Os oitos jogos sem vitória no Brasileiro alimentam a oposição corintiana com argumentos contra a atual gestão. O dia seguinte ao vexame no Maracanã foi de movimentação de opositores em busca de estratégias para cobrar a diretora.

Um exemplo de como a crise dá argumentos para os opositores é a reação de Antônio Roque Citadini, um dos líderes da oposição, às mudanças prometidas por Andrés após o fracasso no Maracanã.

“‘Mudança drástica’, anuncia o Corinthians. Quem quiser acreditar, acredite. Teremos algumas mudanças: técnico, auxiliar, um ou outro jogador. Mas nada que mexa com a direção que administra o clube a partir dos interesses de 3 e meio empresários. Compram, vendem e renovam contrato”.

 

Quem será o substituto de Carille no Corinthians?

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Ao contrário do que muita gente falou nessa reta final de crise técnica absoluta no Corinthians, eu não acho o técnico Fabio Carille o maior responsável pela má fase do time no Brasileirão. Ele errou sim, sobretudo quando falou bobagens nas coletivas de imprensa. Mas o cara tem um baita valor! Conquistou quatro títulos importantes …

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A palavra de ordem é ATITUDE!

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O Corinthians foi derrotado pelo CSA em Alagoas e acumula agora 7 partidas sem vitórias no Brasileirão. Situação que fez o time cair da terceira para a sétima posição nesse período. E pior do que a sonolência e a falta de empenho de boa parte do elenco, o que mais incomodou o torcedor foi o silêncio do técnico Fábio Carille. Após o resultado ele optou por não dar entrevistas aos jornalistas e coube ao presidente Andrés Sanchez das as explicações necessárias. O cartola desabafou e detonou todo mundo. Inclusive deu uma indireta ao treinador pela falta de satisfação. Mas a […]

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Opinião: sobrou só papo de arquibancada de Andrés para corintiano abraçar

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Um giro pelas redes sociais indica que parcela considerável da torcida corintiana aplaudiu o discurso de Andrés Sanchez em entrevista após a derrota de seu time para o CSA por 2 a 1, nesta quarta (30), em Maceió. Os fãs se identificaram com o tom indignado do cartola. Porém, na opinião deste blogueiro, o presidente do clube alvinegro pouco esclareceu e não indicou os caminhos para fazer a equipe voltar a vencer.

Uma das especialidades de Sanchez é justamente falar o que seu público quer ouvir. Dizer que “jogando essa merda que está jogando” o Corinthians não vai vencer e declarar que há jogadores que parecem estar em férias exprime o sentimento da maioria do torcedor.  Por isso, o dirigente ganhou elogios de boa parte da Fiel.

Mas, quem acompanhou atentamente a entrevista, continua praticamente com todas as dúvidas que tinha antes dela. Na análise da diretoria qual o problema palpável do time e como solucioná-lo? São as principais perguntas que Andrés deixou sem resposta.

É compreensível que o dirigente não vomite todas as verdades sobre o que derruba o rendimento do time diante dos jornalistas. Não se pode exigir que o presidente de um clube detone publicamente seus funcionários. Contudo, Sanchez tem a obrigação de tomar atitudes que mostrem a atuação da diretoria para reverter a situação.

A apatia que o dirigente vê nos jogadores enxergo na direção alvinegra. Nada além de uma entrevista com Andrés jogando para torcida foi visto de prático desde que a má fase começou. Tanto que está tudo na mesma. Minha impressão é de que a diretoria, assim como Carille, está perdida. Não sabe direito como recolocar o trem nos trilhos.

Não é surpresa que isso aconteça. Afinal, boa parte da situação se deve há erros cometidos pela direção. Entre eles estão contratações que não funcionaram, a escolha de dois iniciantes na carreira de dirigente (Sheik e Vilson), a atuação no futebol de um presidente que tem problemas do tamanho da arena do clube para resolver e a falta de cobrança diária sobre jogadores e membros da comissão técnica.

Nesse cenário, os problemas foram se acumulando. Agora que eles estão prestes a enterrar de vez a campanha alvinegra no Brasileirão, a diretoria espera resolver quase tudo de uma só vez. E antes do jogo com o Flamengo, líder do Campeonato Brasileiro e sensação atual do futebol nacional. Praticamente só sobrou mesmo o papo de arquibancada disparado por Sanchez para o corintiano se apegar.

 

Para direção existem atletas que precisam entender o que é Corinthians

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O diagnóstico de pelo menos parte da diretoria corintiana para a crise enfrentada pelo clube é um tanto subjetivo. A análise é de que há jogadores que precisam entender mais o que é o Corinthians e de que falta confiança ao time.

Compreender melhor o que é o Corinthians passa por lutar mais pelas vitórias, jogar com raça e enxergar a dimensão de resultados negativos em série para os torcedores. Os cartolas evitam externar nomes. Com a derrota para o CSA por 2 a 1, nesta quarta (30), a equipe completou sete jogos sem vitória.

A apatia da maioria dos jogadores incomoda a direção, que avalia ser um comportamento incompatível com que historicamente a torcida cobra do time. O presidente Andrés Sanchez deixou clara a insatisfação com a acomodação de parte do elenco durante a entrevista coletiva concedida em Maceió depois da derrota pelo Brasileirão.

Em relação à falta de confiança o entendimento é de que ela existe por causa do jejum de vitórias. Por conta da insegurança provocada pela sequência de resultados negativos, jogadores estariam com receio de finalizar e tentar jogadas ousadas.

As cobranças mais focadas nos atletas do que na comissão técnica não significam que há satisfação com o trabalho de Fábio Carille. Pelo contrário. Ele é bastante criticado internamente por não dar padrão de jogo ao time e pela dificuldade em alcançar a reação. Porém, a estratégia escolhida pelos cartolas neste momento é pressionar mais os jogadores. Como mostrou a coluna “De Primeira”, do UOL, o fatos de uma eventual demissão, em tese, aliviar a responsabilidade dos atletas pelos fracassos e de existir multa rescisória no contrato do técnico pesam para ele continuar no cargo.

Notícia sobre técnico Leonardo Jardim irrita Andrés. Carille nega irritação

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Conforme apurou o blog, recente publicação do jornal português “A Bola” irritou Andrés Sanchez por tratar de uma suposta sondagem de Fernando Garcia, empresário influente no Parque São Jorge, ao técnico Leonardo Jardim, do Monaco, com interesse de levá-lo para o Corinthians. Andrés se incomodou porque ficou com receio de Fábio Carille se voltar contra a diretoria por conta da notícia de que outro profissional já estaria sendo procurado para ocupar a sua vaga.

O presidente corintiano não pôde ser ouvido sobre o assunto porque não fala com o blog. Porém, a direção alvinegra nega publicamente que tenha se movimentado para contratar o técnico nascido na Venezuela, mas também com nacionalidade portuguesa, ou que esteja de olho em um novo treinador.

Diante do conteúdo contagioso da reportagem para o ambiente no vestiário corintiano, Garcia se apressou em desmentir a informação em rede social. Ao blog o empresário disse que vai processar os responsáveis pela divulgação.

Garcia tem pelo menos cinco jogadores no time principal corintiano. Coincidentemente, no primeiro jogo após a informação de sua participação na suposta sondagem a Jardim, o alvinegro foi a campo sem nenhum dos atletas ligados à empresa Elenko, de sua propriedade. De seus agenciados, o único titular absoluto é Danilo Avelar, que foi substituído em Goiânia por Carlos Augusto. Renê Júnior e Matheus Jesus, também vinculados a Elenko, não tiveram chance, apesar da série de alterações feitas pelo técnico. Gabriel, que recentemente teve uma transferência frustrada negociada pela empresa, perdeu a posição para Ralf.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Carille negou que tenha ficado irritado com a notícia envolvendo Jardim, Corinthians e Garcia. Também descartou que tenha deixado de fora do time atletas vinculados ao empresário como retaliação. Explicou ainda que Avelar ficou fora por causa de um “probleminha” no joelho, mas volta neste sábado contra o Cruzeiro. Gabriel saiu porque Ralf só havia deixado o time por se envolver em um acidente de trânsito.

Por sua vez, Garcia disse considerar normal nenhum dos jogadores agenciados por ele enfrentar o Goiás. “Parte técnica não me envolvo. Ele quer ganhar (por isso mexeu na escalação). Impossível qualquer treinador não colocar no time quem ele acha os melhores”, afirmou o agente. O empresário ainda declarou que nunca indicou treinadores para clubes. “Na minha carteira de clientes não tem (técnico) e nem quero ter”, declarou.

Nos bastidores parte da direção corintiana vê lado bom em ação da Caixa

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Pelo menos parte dos dirigentes do Corinthians e outros envolvidos no projeto da arena do clube enxergam pontos positivos no fato de a Caixa Econômica ter entrado com ação contra o a Arena Itaquera S/A, ligada ao clube e a Odebrecht. Esse discurso, porém, é mantido nos bastidores.

Um dos argumentos usados longe dos microfones é o de que ao cobrar na Justiça o pagamento de R$ 536 milhões antecipadamente, o banco permitiu que a empresa e o fundo de investimentos que a representa sob a batuta de Corinthians e Odebrecht adiantem discussões sensíveis que estavam engavetadas. A principal delas é a insatisfação em relação ao valor dos juros cobrados pela instituição financeira.

Na última sexta, o diretor jurídico alvinegro, Fábio Trubilhano, afirmou que o clube demonstrou na Justiça a “existência de capitalização de juros excessiva e cobrança de encargos indevidos”. Isso no pedido feito para suspender a execução. O cartola, no entanto, lembrou que as partes iniciaram tratativas por um acordo e que considera esse o melhor caminho.

Pelo contrato em vigor, a Arena Itaquera deve pagar juros anuais de 9% pelo financiamento de R$ 400 milhões feito pela Caixa junto ao BNDES para ajudar a bancar parte da construção do estádio alvinegro.

Ao menos um diretor do Corinthians repete nos bastidores que a ação proposta pela Caixa foi um presente para o clube. Isso porque, a partir da execução, o pagamento foi suspenso (o banco alega que já não vinha sendo feito) até a resolução do imbróglio. Assim, o clube ganha tempo para propor uma acordo e tentar mudar o que lhe desagrada.

Outro ponto que o alvinegro quer incluir é uma redução nas parcelas de novembro a fevereiro, meses de menor movimento em seu estádio. Andrés Sanchez diz que seguia esse modelo após tratativas com o banco, mas admite que um acordo nesse formato não chegou a ser assinado. Neste momento, a direção alvinegra trabalha na proposta que vai apresentar ao banco.

Só que a Caixa tem mantido a postura de que os corintianos não estão em condições de exigir o que não está no contrato. O banco alega que a agremiação não pagou parcelas de março a agosto, quando a Justiça foi acionada.

A visão parcialmente otimista não muda o entendimento no Parque São Jorge de que obviamente há desgaste para as imagens da Arena Corinthians e do clube com a ação. Existe também um desgaste político para o presidente corintiano, pressionado pela oposição por causa do imbróglio.

Corinthians fere estatuto ao não divulgar demonstrações financeiras

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Desde que publicou as demonstrações financeiras relativas a dezembro de 2018, o Corinthians não divulgou mais relatórios financeiros em seu site oficial. A situação fere o artigo 122 do estatuto da agremiação. Em seu segundo parágrafo, ele diz que “o clube divulgará mensalmente em sua sede social e em seu sítio oficial suas demonstrações financeiras”.

Porém, o mesmo artigo não menciona uma punição específica para o descumprimento da regra. Opositores de diferentes grupos têm cobrado a diretoria para voltar a fazer as publicações. Um dos pedidos mais recentes foi feito pelo “Movimento Corinthians Grande”.

Mathias Antônio Romano de Ávila, diretor financeiro do Corinthians, diz que um conflito de agendas entre Cori (Conselho de Orientação) e Conselho Fiscal têm provocado demora nos trâmites necessários para que as publicações sejam feitas. No entanto, ele nega que o estatuto esteja sendo desrespeitado. “Todos os números estão à disposição dos conselheiros no clube. Sempre mostramos para quem pede, então o estatuto está sendo cumprindo”, afirmou o dirigente. Ele disse ainda que em breve serão publicadas no site demonstrações financeiras referentes ao primeiro semestre do ano.

Integrante do Cori, que pediu para não ser identificado, negou que um conflito de agendas atrapalhe o cronograma da diretoria para a divulgação dos relatórios. Segundo ele, a questão é apenas administrativa. Conforme apuração do blog, pelo menos uma ala da diretoria entende que os balancetes não devem se tornar públicos para evitar interpretações equivocadas, mas que a exibição dos dados para os conselheiros que pedirem resolve o problema. Vale lembrar que o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, é um dos fundadores do grupo político “Renovação e Transparência”.