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Laboratório da CBF ARREBENTA com clubes brasileiros!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca algo é tão ruim que não possa piorar. Nesta quarta (15) o técnico André Jardine (ex-São Paulo) divulgou a lista de convocados para o Torneio de Toulon, que será disputado entre os dias 1º e 15 de junho, na França, e servirá como uma espécie de preparação para a Seleção Olímpica. No grupo ele incluiu nomes de alguns jogadores que atuam no futebol brasileiro – o que me surpreendeu, diga-se de passagem!-, como por exemplo os meias corintianos Pedrinho e Mateus Vital, além dos atacantes Pedro, do Fluminense; e Antony do São Paulo. Em primeiro lugar me causa estranheza a […]

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Jovens do São Paulo “ralam” por massa muscular. Antony ganhou mais de 2kg

Leia o post original por Perrone

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Em cerca de três meses no time profissional do São Paulo, Antony, 19 anos, já ganhou entre dois e três quilos de massa muscular. O fortalecimento é resultado de um trabalho especial feito por ele, Luan, 19 anos, Igor Gomes, 20 anos, e Liziero, 21 anos, destaques na guinada dada pelo time para chegar à final do Campeonato Paulista diante do Corinthians a partir de domingo (14).

Os detalhes da preparação das revelações tricolores foram contados ao blog em entrevista exclusiva concedida pelo preparador físico do clube, Carlinhos Neves, na última sexta (12). Os zagueiros Walce e Rodrigo, ambos de 20 anos, e os atacantes Toró e Helinho, de 19 anos cada, completam o grupo que passa por um processo que no passado fortaleceu Kaká e Lucas Moura. A marca de Antony é comparada com a de Moura, que ganhou seis quilos de massa muscular em seis meses no início como profissional são-paulino.

“O time todo faz de dois a três treinos de força por semana, treino como equipe. Esses (o grupo de  oito jovens), além dos três treinos com o time, fazem todos os dias atividades complementares. São treinamentos de força, de busca de ganho de massa muscular”, contou Neves.

Os exercícios variam conforme as características de cada garoto e de acordo com as exigências de suas posições. “Nosso maior cuidado é não impedir o desenvolvimento natural deles, daqui um ano vão ser jogadores diferentes em termos de desenvolvimento. Também é importante potencializar o que cada um tem de qualidade”, afirmou o preparador físico.

A comissão técnica do São Paulo não colocou metas de ganho de massa muscular a serem atingidas por cada atleta. Mas acelerar o processo de aumento de peso de jogadores rápidos, como Antony e Helinho, não pode tirar a velocidade deles?

“Caiu esse conceito faz tempo. Potência é igual a força x velocidade. Os músculos ajudam o jogador a ser  capaz de “sprintar”, (ou seja) de sair do zero e arrancar. Além de torná-los mais velozes (esse trabalho) a manter a velocidade na maior parte da partida. Não adianta o Antony dar quatro arranques no jogo e morrer”, explicou Neves.

Jovens como Igor Gomes tem sofrido com intensidade dos jogos. Foto: Alan Morici/AGIF

Outro mito derrubado pelo preparador físico é o de que jovem pode jogar o tempo inteiro que aguenta. Pelo contrário. Ele fala do sofrimento que é para a molecada conseguir terminar uma partida sem perder intensidade.

“Igor Gomes, Luan e Liziero terminam o jogo sofrendo muito. Primeiro, o número de partidas inteiras desses jogadores (os quatro que costumam atuar) é muito pequeno. Na base eles já jogam menos. Neste ano, nenhum deve ter feito dez jogos completos. Outra coisa, eles são moleques e treinam e competem com moleques. Aqui (treinam e competem) com homens formados, como Hudson, Jucilei e Arboleda.  Eles não aguentam as exigências de uma partida o tempo inteiro (no mesmo nível), isso é independente do preparo físico, tem a ver com a maturação deles. Eles vão evoluindo, ainda nesta temporada vão aguentar”, afirmou o integrante da comissão técnica são-paulina.

Outra questão é que parte deles não fez a pré-temporada em janeiro por estar disputando a Copa São Paulo ou o Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira. Os jovens promissores ganharam uma semana de folga ao final desses compromissos. O tempo de descanso foi considerado pequeno pela comissão técnica.

Por isso, eles recebem ainda mais atenção do que a maioria dos companheiros em questões fisiológicas e nutricionais. Algumas vezes, são retirados faltando cerca de 20% para o fim de uma atividade para evitar o desgaste excessivo. Lizero ainda é cercado de mais cuidados por causa uma questão anatômica que o acompanha desde pequeno.

Como explica o preparador físico, Luan, Igor Gomes, Liziero, e Antony, além de seus jovens colegas, estão em fase de maturação hormonal e biológica, porém já são vistos no clube como peças importantes para o São Paulo brigar em igualdade de condições pelo título estadual com o Corinthians.

Jovens do São Paulo passaram no teste do clássico? Estatística diz que sim

Leia o post original por Perrone

Uma das principais dúvidas em relação ao São Paulo na abertura das semifinais do Campeonato Paulista diante do Palmeiras era se os jovens jogadores do time aguentariam a pressão do clássico válido por uma vaga na final. Antony, 19, Luan, 20, Igor Gomes, 20, Lizieiro, 21, não deixaram dúvidas de que passaram no teste. Nenhum deles perdeu a cabeça, foi expulso ou cometeu erro que gerasse gol do adversário. As estatísticas do time no empate sem gols neste sábado (30) no Morumbi, confirmam que eles foram bem (o blog usa números do site “Footstats”).

Lizieiro foi o jogador que mais acertou passes na partida. Foram 35 trocas de bola com precisão. Ele foi o segundo são-paulino com maior posse de bola. Ficou com ela 6,43% do tempo em que a posse foi de seu time. Perdeu apenas para outro jovem, Antony (8,69%). Ninguém no jogo ficou mais com a redonda do que o atacante tricolor. Com a bola nos pés por tanto tempo, Antony foi o jogador da equipe de Vagner Mancini que mais sofreu faltas. Foram seis infrações recebidas. Só o palmeirense Dudu, com oito, apanhou mais do que ele.

No São Paulo, apenas os moleques acertaram cruzamentos. Lizieiro, Antony e Igor Gomes cruzaram uma bola com precisão cada. Liziero e Luam terminaram o jogo como os tricolores que mais deram passes para finalizações: dois para cada. A marca é igual à anotada por Bruno Henrique, o melhor nesse quesito no lado alviverde.

O saldo tricolor mostra que os meninos não decepcionaram em seu primeiro clássico em fase de mata-matas como profissionais. Agora, eles terão que provar tudo de novo, contra o mesmo adversário, no próximo domingo (7), só que na casa palmeirense. Ou seja, pelo menos em tese, a pressão será ainda maior.

Será que o São Paulo irá ressurgir?

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo fez uma boa atuação diante do Ituano e venceu no Morumbi. Alguns garotos mostrando grande potencial. O que mais gostei de ver foi a vontade de vencer. Um time aplicado do primeiro até o último minuto. Igor Gomes mostra ter muito talento e o tempo vai nos mostrar onde poderá chegar. Antony é um jogador de grande futuro se entender que não pode ter uma bola só para ele. Luan e Cia também…

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Opinião: discurso de Mancini mostra como SPFC se atrasa por Cuca

Leia o post original por Perrone

Ao explicar a ida de Diego Souza para o Botafogo, Vagner Mancini disse que “dentro do planejamento, daquilo que vai ser feito no São Paulo, optou-se por isso”. A declaração dada depois do empate deste sábado com a Ferroviária em um gol, no Pacaembu, mostra, na opinião deste blogueiro, o quanto o clube do Morumbi se atrasa ao esperar por Cuca.

A afirmação poderia ser completada com “depois que o novo treinador chegar”. O sinal de compasso de espera é claro. A explicação também dá a entender que a saída de Diego Souza foi um pedido de Cuca e que ele se livrou do desgaste de trombar com o veterano, pois chegará com a “casa arrumada” para iniciar seu trabalho. O plano parece ser o mesmo em relação a Nenê.

Ou seja, o São Paulo está se preparando para receber seu treinador quando deveria aproveitar o tempo de sobra sem a Libertadores para chegar no Brasileirão na ponta dos cascos. A equipe evolui devagar com Mancini. E corre alto risco de passar por mais mudanças com Cuca, retardando mais ainda sua evolução. A chance de chegar no Nacional mais afinado do que os rivais desgastados pela Libertadores vai diminuindo.

Prova desse atraso é a dependência que a equipe mostrou contra a Ferroviária em relação a Hernanes, autor do gol de empate. Apagado no primeiro tempo, ele foi o jogador tricolor mais importante na etapa final, atuando como segundo volante. Uma sequência executando a mesma função já poderia ter feito seu futebol crescer, mas o problema não é esse. Depender de veteranos é algo dramaticamente arriscado no Brasileiro.

O próprio São Paulo sentiu isso na pele no Nacional de 2018. Diego Souza e Nenê foram muito bem no primeiro turno e fizeram o torcedor sonhar com o título. No segundo, porém, caíram de rendimento e deu no que deu. É muito difícil para todo jogador se manter em alto nível durante o Brasileirão inteiro. Ainda mais para veteranos por causa de questões físicas. Com Hernanes não vai ser diferente. Nesse estágio do ano já era para a equipe do Morumbi ter mais gente dividindo a responsabilidade de decidir com ele.

Antony desponta como o futuro do São Paulo. Sua habilidade é acima da média do futebol brasileiro. A maturidade do destaque da última Copa São Paulo também. Mas ele precisa de um time com projeto e estilo de jogo definido para evoluir. Esse ritmo de “vamos tocando enquanto o professor não chega” é péssimo pra ele. Cuca tem muito a contribuir para a carreira da joia são-paulina.

Taticamente, o São Paulo evolui lentamente com Mancini. A questão não é se estaria melhor com Cuca. O ponto é que a partir da chegada do novo técnico, em tese, o São Paulo tem um rumo definido, não fica sujeito a subir dois degraus e descer um. A diretoria, mais uma vez, pode perceber o tamanho do risco de sua aposta quando for tarde demais.