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FPF assina acordo com entidade de combate à corrupção no esporte

Leia o post original por Perrone

Na última segunda (17), a Federação Paulista de Futebol assinou acordo de cooperação com a SIGA (sigla em inglês para Aliança Global de Integridade Esportiva). A nova parceira da FPF é uma entidade internacional que desenvolve ações voltadas, principalmente, para boas práticas de gestão, fair-play  financeiro e combate à corrupção.

 Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da federação, assinou o acordo pela entidade em Roma, na Itália.

A SIGA vai ajudar a FPF a estudar mudanças em seu estatuto e regulamentos visando o combate à corrupção no futebol dentro de sua jurisdição.

Haverá ações para promover governança e compliance, como reuniões, intercâmbio de informações e eventos. As atividades vão envolver os clubes paulistas.

No dia 22 de agosto deste ano deve acontecer um seminário da SIGA em São Paulo.

Por conta da concretização do acordo, o presidente da FPF se ausentou da entidade no auge das críticas do São Paulo contra a arbitragem no Estadual. A viagem já estava programada antes de a crise ocorrer.

São Paulo precisa ser mais inteligente para combater erros de arbitragem

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O São Paulo já foi muito prejudicado pela arbitragem neste Campeonato Paulista. Na opinião deste blogueiro, isso aconteceu de novo em pênalti de Camacho em Igor Gomes não marcado no empate com o Corinthians no último sábado (15). Porém, a diretoria tricolor não reage ao problema da melhor forma.

Sobram barulho em intimidação, faltam inteligência e ações efetivas.

Entupir a entrada do vestiário de gente raivosa rosnando para equipe de arbitragem é uma das práticas mais mofadas e ineficientes do futebol.

Protestar e mostrar indignação diante de erros do juiz é necessário. Mas há limites. Fazer as contestações ainda no gramado é suficiente. 

Um ídolo do clube como Lugano cercar o árbitro no túnel de acesso ao vestiário, como se fosse um dirigente amador, é desgastante para a imagem dele e pouco eficaz. Parece mais medida para agradar a torcida do que para resolver o problema.

Esse tipo de comportamento deixa os juízes que vão apitar as próximas partidas da equipe extremamente pressionados. Em tese, um cara nervoso tende a errar mais. A história nos mostra, como acontece hoje com o próprio São Paulo, que nem sempre o erro vai ser a favor de quem pressiona.

O melhor para equipe do Morumbi é ter em seus jogos árbitros que, além de excelentes tecnicamente, tenham tranquilidade para trabalhar.

Nesse cenário é mais produtivo que a direção do São Paulo sente com os cartolas da federação cobre soluções e apresente sugestões para diminuir esses erros.

Pode ser cobrando determinados critérios para árbitros poderem ser escalados em jogos da primeira divisão do Estadual, sugerindo a contratação de juízes melhores que estejam atuando em outras praças ou pregando a implantação imediata do VAR, antes dos mata-matas.

Em sua entrevista depois do empate sem gols com o Corinthians, Raí cobrou corretamente que a FPF apresente soluções. Como isso já deveria ter acontecido faz tempo, é hora de o São Paulo agir. Porém, mais com a cabeça, menos com a garganta. A situação é como abrir um vidro de palmito. É preciso mais jeito do que força.

FPF tem obrigação de usar VAR em todos os jogos após prejuízo do SPFC

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Ao afastar a equipe de arbitragem que teve atuação desastrosa na partida entre São Paulo e Novorizontino, na última segunda (3), a Federação Paulista age como se não tivesse culpa no episódio.

A única reação aceitável por parte da entidade seria já no dia seguinte propor o uso do VAR em todos os próximos jogos da competição. Como o campeonato começou sem esse recurso, e já houve time prejudicado, principalmente o São Paulo, o mais justo seria implantar o sistema desde que todos os participantes concordaassem.

Se não houvesse consenso, o ideal seria deixar o uso do árbitro de vídeo em todas as fases do campeonato para o ano que vem. Mas seria importante anunciar já a medida.

Flávio Roberto Mineiro Ribeiro e seus assistentes, que prejudicaram o São Paulo com anulação errada de dois gols e a não marcação de dois pênaltis, não são apenas vilões. Ao mesmo tempo são vítimas, já que se o VAR estivesse disponível, provavelmente, evitariam os erros.

Ao optar por usar o árbitro de vídeo apenas nos mata-matas, a federação desvaloriza o seu próprio campeonato. Trata-se de uma economia burra. O desgaste na imagem da FPF e de seu produto não compensa o dinheiro economizado.

Erros absurdos, como os que vitimaram a equipe tricolor, apenas dão força aos que querem o fim dos estaduais. De fato, não faz sentido continuar com um torneio que não tenta evitar tais bizarrices usando a tecnologia já disponível para isso.

Às vésperas do início do Brasileiro, novas regras geram apreensão em times

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Campeonato Brasileiro começa no próximo sábado (27) já com as mais recentes mudanças nas regras do futebol valendo. Porém, ainda há dúvidas e inseguranças sobre o assunto em parte dos clubes da Série A.

Caso mais complexo é o do Corinthians que até ontem (23) à noite trabalhava com a informação de que as alterações só passariam a valer em junho, segundo informou a assessoria de imprensa do clube. “A CBF já mandou um comunicado sobre as mudanças, mas não para o momento”, disse a assessoria corintiana.

No entanto, o departamento de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol confirmou ao blog que obteve autorização da International Board, que cuida das regras do jogo, e da Fifa para colocar as mudanças em prática desde a primeira rodada do Nacional. Mundialmente, a entrada em vigor das modificações está prevista para a metade do ano. Leonardo Gaciba, novo chefe da comissão de arbitragem da CBF, deu entrevista ao Fox Sports na semana passada afirmando que a antecipação foi solicitada para que as normas fossem as mesmas durante o Brasileirão inteiro.

Às 20h34 desta terça, o blog voltou a indagar a assessoria de imprensa do Corinthians que respondeu o seguinte: “por enquanto, a informação é que (a mudança) será no meio do ano”. Por sua vez, Internacional e São Paulo disseram estar cientes de que as alterações já valerão na primeira rodada.

Inter, São Paulo e Grêmio afirmaram que receberam apenas um comunicado com as novas regras. Alegam que a confederação não informou sobre a realização de palestras explicativas sobre as novidades. Por isso, os gremistas vão providenciar um especialista para orientar jogadores e comissão técnica.

Outro integrante da Série A, que pediu para não ser identificado, também disse que recebeu o comunicado sobre as mudanças, mas afirmou que ficou com dúvidas. Então, procurou a confederação, recebeu explicações e agora se diz satisfeito e seguro sobre o assunto.

Ao blog, Gaciba disse: “já foram  repassadas para os clubes e federações as regras e alguns já solicitaram palestra in loco”.

Uma das principais alterações é referente os lances de mão na bola. Qualquer jogada de gol em que a bola for tocada pela mão do jogador será invalidada, independentemente da intenção do atleta. Não haverá interpretação como hoje.

Os técnicos levarão cartões amarelos e vermelhos em casos de indisciplina. Atualmente, os treinadores são advertidos apenas verbalmente antes de serem expulsos.

Outra mudança importante é sobre o posicionamento do goleiro nas cobranças de pênaltis. Hoje, eles precisam manter os dois pés sobre a risca do gol até o adversário bater na bola. Com a modificação, só precisarão ficar com um pé na linha.

Mais uma novidade: se a bola bater no juiz será marcada bola ao chão. Antes, o jogo continuava. Haverá também alteração em relação ao tiro de meta. O goleiro poderá tocar para um companheiro posicionado dentro da área.

Com Arthur Sandes, Jeremias Wernek e Marinho Saldanha, do UOL em São Paulo e Porto Alegre

Opinião: após ‘caso do replay’, Globo deve explicar seu papel no Nacional

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, em parte, a diretoria do Internacional tem razão ao reclamar da Globo no episódio do gol de sua equipe anulado contra o Santos na última segunda (22).

Os colorados afirmam que se a emissora decidiu não mostrar o replay do lance até o juiz se posicionar, deveria ter feito isso nos outros jogos da rodada, em especial na partida entre Palmeiras e Ceará. Faz sentido. O modelo deveria começar a valer para todos na mesma rodada. De preferência com um comunicado oficial antes das partidas para o torcedor saber o que se passa.

Ao tomar a decisão de segurar a repetição do lance para não influenciar a arbitragem, o Sportv (canal do grupo Globo), ultrapassou a fronteira do jornalismo e invadiu a área técnica e de gestão da competição.

Arbitragem é assunto para quem organiza o campeonato, no caso a CBF, e não para quem o transmite.

Caso saibam da existência da prática das equipes de arbitragem de esperarem o replay para se posicionar, o Sportv e a Globo deveriam ter investido numa reportagem sobre o tema. Seria um golaço, um serviço para o futebol brasileiro. Armar uma pegadinha foi a pior escolha.

Outra questão é a situação do assinante que pagou para assistir ao jogo contando com uma série de confortos e ficou sem esse (o replay quase imediato). No lugar da informação instantânea, o assinante ficou com a dúvida até o juiz Ricardo Marques Ribeiro tomar uma decisão e a emissora liberar a imagem. O produto não foi entregue como vendido.

Em nota oficial, a Globo disse que “a transmissão da TV optou por não exibir o replay antes da decisão como é o protocolo da Fifa quando tem a produção de imagens com árbitro de vídeo”. O Brasileirão não tem o uso do VAR.

O comunicado diz ainda que o procedimento de segurar o replay foi adotado na final da Copa do Brasil (com VAR), entre Corinthians e Cruzeiro. E que valerá a partir de agora para todas as partidas transmitidas pelo Grupo Globo, mesmo sem árbitro de vídeo. Leia a nota completa clicando aqui.

Diante do posicionamento da rede de televisão, para este blogueiro é necessário que a Globo explique melhor para o público o papel que espera exercer nos campeonatos que transmite. Elá se considera parceira da CBF e de outras entidades na gestão das competições? O esclarecimento é necessário para sabermos com que olhos devemos assistir aos jogos pela TV. E o que o consumidor pode esperar e cobrar da emissora.

 

 

O VAR é bom. Os árbitros é que são fracos .

Leia o post original por Nilson Cesar

O nível de arbitragem do futebol no mundo que é fraco. O VAR é algo moderno e poderia ajudar muito a arbitragem . Os caras conseguem errar mesmo com a imagem. Isso evidencia a qualidade de nossa arbitragem . Erram até na interpretação da imagem . Sou favorável a tudo que existe de moderno para melhorar o futebol. O problema aí é a qualidade humana . Mais humildade para os árbitros não faria nada mal … Entrnder que precisam estudar mais .