Arquivo da categoria: Arena Corinthians

Quadros de Lula e homenagem a Emílio Odebrecht viram alvos no Corinthians

Leia o post original por Perrone

Quadro no Parque São Jorge com caricatura de Lula e outros corintianos famosos Foto: Arquivo pessoal de Ricardo Buonomo

Reflexos da Operação Lava Jato chacoalharam reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians na última terça (11). Três requerimentos foram apresentados por conselheiros pedindo medidas em relação a personagens envolvidos na investigação.

Os pedidos são para a retirada de dois quadros do clube com caricaturas do ex-presidente Lula, cancelamento de título de sócio benemérito dado a Emilio Odebrecht, patriarca da construtora protagonista do escândalo de corrupção, e afastamento do deputado federal Vicente Cândido (PT-SP) da diretoria corintiana.

A iniciativa contra os desenhos em homenagem a Lula foi do conselheiro Ricardo Buonomo. As peças estão no ginásio principal do alvinegro e numa lanchonete da sede corintiana.

“Haja visto que os mesmos (quadros) denigrem a imagem do clube, pois é fato que diversos torcedores rivais comparecem em nosso clube para assistirem a jogos no ginásio, além de outros eventos nas dependências do clube, sendo que muitos já tiraram fotos e fizeram vídeos dos aludidos quadros, postaram nas redes sociais e divulgaram em grupos de WhatsApp com os seguintes dizeres: ‘o ídolo deles é um presidiário’, ‘ganharam a arena do Lula, tem que colocar no quadro mesmo’. Esses são alguns exemplos das mais diversas piadas que acabam circulando, denegrindo a imagem do Corinthians”, escreveu Buonomo no documento.

Em outro trecho ele diz ser salutar para o alvinegro demonstrar não ter vínculos com o ex-presdidente preso em Curitiba. O conselheiro também afirmou que foi procurado por sócios pedindo o sumiço das caricaturas.

“Desta maneira, acredito no bom senso do presidente Andrés Navarro Sanchez para que providencie a imediata retirada dos quadros em questão”, diz a parte final do requerimento.

Ao blog, Buonomo afirmou que, se os quadros não forem retirados, ele vai pedir para que a medida seja votada pelos conselheiros durante nova reunião do órgão. O pedido foi endereçado a Sanchez e ao presidente do conselho alvinegro, o deputado Antônio Goulart dos Reis, colega do presidente corintiano como deputado federal.

Homenagem contestada

O disparo na direção de Emílio Odebrecht partiu do conselheiro Romeu Tuma Júnior, ex-candidato à presidência do Corinthians. Ele alega que o empresário não preenchia requisitos previstos no artigo 29 do regimento interno do Conselho Deliberativo para poder ganhar o título de associado benemérito em 2013. O empenho dele na construção do estádio corintiano por meio da empresa de sua família foi um dos motivadores da honraria.

Ser sócio por 20 anos seguidos e conselheiro por dois mandados são as exigências que Tuma alega não terem sido cumpridas. Além da questão técnica, o pedido se refere a fatos ligados a Lava Jato e envolvendo Emílio.

“Não é admissível manter um preso, réu confesso e delator do maior esquema de corrupção da história do Brasil como sócio intitulado benemérito”, afirma o conselheiro em parte do documento.

Tuma pediu para que seu pedido fosse votado já na reunião da última terça, mas Goulart respondeu que o caso só será debatido na próxima sessão do órgão, em fevereiro.

Afastamento

Um dia antes da reunião do conselho, o blog revelou movimentação de membros do órgão para pedir o afastamento temporário de Vicente Cândido, ex-dirigente da CBF e atualmente diretor de relações institucionais e internacionais do clube.

Na sessão, o conselheiro Carlos Eduardo Garcia de Miguel apresentou requerimento pedindo que o dirigente fique afastado de seu cargo até ser concluída investigação iniciada após delações que o envolveram na Lava Jato.

Delatores ligados a Odebrecht afirmam que ele recebeu, por meio de caixa 2, R$ 50 mil da construtora para sua campanha a deputado em 2010. A empresa teria interesse na ajuda dele em questões envolvendo financiamento relativo a fundos para a construção da Arena Corinthians.

Cândido nega ter cometido irregularidades. Por meio de sua assessoria de imprensa, antes de o pedido ser protocolado no conselho, o deputado e dirigente afirmou conhecer o assunto, mas considerar o tema irrelevante.

“Ainda que ele não seja culpado, essa situação denigre a imagem do clube. É um diretor que precisa se relacionar com outras instituições. Ele mesmo poderia pedir para se afastar enquanto as investigações são feitas. Falei no conselho: ‘as empresas que têm departamento de compliance não vão querer negociar camarote, naming rights e patrocínio com quem tem um diretor nessa situação”, declarou Miguel ao blog.

O tema também não foi colocado em pauta e deve ser discutido no encontro de fevereiro. Procurado, Goulart não atendeu aos telefonemas e nem respondeu às mensagens de texto.

 

Segurança da Arena Corinthians é feita por empresa de filha de conselheiro

Leia o post original por Perrone

Em busca de reduzir os gastos em sua arena, o Corinthians tem promovido mudanças de prestadores de serviços. Como resultado de uma dessas alterações, a segurança do local está sob os cuidados da empresa da filha de um conselheiro alvinegro.

A Empresa de Segurança Infinity, escolhida para substituir a Power, ligada a Tejofran no trabalho, tem como proprietária Amanda Bruna Cunha Ferraz Gebran. O pai dela é Antoine Gebran, veterano membro do Conselho Deliberativo corintiano.

Ele era o vice-presidente de futebol quando o time foi rebaixado no Campeonato Brasileiro, em 2007. Já estava no cargo no momento em que Andrés Sanchez assumiu para completar o mandado de Alberto Dualib, que renunciou. Até 2005, Gebran foi dono de uma companhia que atuava na área de vigilância.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria corintiana afirmou que a Infinity foi contratada por apresentar o melhor preço entre seis empresas que disputaram uma concorrência. A contratação gerou entre 40% e 50% de redução nas despesas com segurança no estádio, segundo o clube.

A assessoria alega também que a filha de Gebran ainda não era a dona da Infinity quando ela ganhou a disputa e passou a atuar na Arena, em meados de agosto. Declara também que o conselheiro não teve participação no processo de escolha.

A ficha cadastral da empresa na Junta Comercial de São Paulo mostra que Amanda comprou a Infinity em 12 de novembro de 2018, quando, de acordo com a informação do clube, a companhia já tinha assinado contrato com o Corinthians.

Desde a última segunda (3), o blog tenta falar com Amanda. Porém, ela não respondeu aos recados deixados por telefone na Infinity. Seu pai atendeu ao blog, mas não quis conceder entrevista.

Antônio Medeiros, diretor comercial da Infinity, também afirmou que a nova proprietária adquiriu a empresa após a vitória em uma concorrência para trabalhar na arena em Itaquera.

Amanda comprou a companhia de Theodomiro de Toledo Piza Neto, amigo de seu pai. A Infinity foi fundada em 2013. O capital dela é de R$ 1.050.000,00.

O blog conversou com representante de uma importante empresa da área de vigilância que confirmou ter participado da tomada de preços para o serviços na casa corintiana. Pedindo para o nome de seu grupo não ser revelado, ele disse que foi enviada uma proposta técnica e outra comercial. Como não obteve resposta, considerou ter perdido a disputa.

 

Arena Corinthians vende R$ 50 mi no ano em CIDs; S.Paulo libera mais R$ 5mi

Leia o post original por Perrone

A Arena Corinthians vai fechar 2018 com R$ 50 milhões em CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) negociados. A quantia representa o total de títulos disponibilizados pela prefeitura de São Paulo neste ano.

O município havia autorizado a venda de R$ 45 milhões em certificados durante 2018, mas o clube e o fundo ligado ao estádio pediam emissão equivalente a pelo menos R$ 100 milhões. Todos os papéis disponibilizados foram comercializados.

No dia 12 de novembro, o prefeito Bruno Covas assinou um decreto autorizando crédito adicional suplementar que incluía mais R$ 5 milhões em CIDs. Conforme o blog apurou, a nova carga também já foi negociada.

Em termos comparativos, em 2017 foram vendidos R$ 31 milhões em certificados, quantia total liberada pela prefeitura na ocasião.

Desde o início (2015) foram repassados para empresas interessadas cerca de R$ 120 milhões em certificados. O total aprovado pelo município inicialmente foi de R$ 420 milhões, porém o valor sofre atualizações por conta da valorização dos títulos.

A emissão dos CIDS foi idealizada para ajudar o alvinegro a pagar pela construção de seu estádio. Os papéis são negociados com empresas que pagam valores inferiores ao de face. Elas usam os títulos para quitar parte de seus impostos municipais.

Em fevereiro, Andrés Sanchez disse durante entrevista ao SporTV que os títulos estavam valendo entre R$ 470 milhões e R$ 480 milhões. Na mesma conversa o presidente corintiano afirmou que a dívida pela construção do estádio naquele momento era de R$ 1,18 bilhão.

 

Por economia de 47%, Arena Corinthians troca empresa de manutenção

Leia o post original por Perrone

Por sugestão do Corinthians, o Arena Fundo de Investimento Imobiliário, responsável por parte das decisões na casa corintiana, tirou da manutenção predial do estádio a Tejofran, uma das mais antigas parceiras do palco dos jogos da equipe. Sob a alegação de gerar uma economia de 47% nas despesas para manter o local, a empresa Manserv assumiu o trabalho.

O gasto mensal com a Tejofran já incomodava a diretoria anterior que o considerava alto, tanto que foi alvo de cortes com redução do serviço prestado.

A mudança está registrada em ata de assembleia geral extraordinária do fundo realizada no dia 25 de outubro.

“Em assembleia, o quotista Sport Club Corinthians Paulista apresentou os valores devidos ao novo prestador de serviços (Manserv) com redução de 47% do atual contrato, os quais foram aprovados pelos demais quotistas”, diz trecho da ata que autoriza a troca de empresas.

Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que a troca é resultado de uma busca do clube por custos mais baixos.

O valor da economia em reais não foi anotado no documento. Porém, o informe do fundo relativo ao terceiro trimestre deste ano disponível na CVM (Comissão de Valores Imobiliários) registra despesa de R$ 1.165.768,33 com manutenção e conservação no período.

Conforme mostrou o blog em setembro do ano passado, relatório feito na ocasião por conselheiros encarregados de analisar a situação da Arena Corinthians apontou que a despesa com a Tejofran era de R$ 271.102,81 mensais. Isso após uma redução de 42,19% no valor anterior que era de R$ 469.603,45.

A saúde financeira da arena é uma das principais preocupações da diretoria e do Conselho Deliberativo do clube.

Além do contrato com o Fundo, a Tejofran fez acordo com o Corinthians para cuidar da vigilância e da limpeza da arena. Esses serviços também foram dispensados, segundo fonte ligada à diretoria alvinegra.

Na mesma assembleia foi aprovada a troca da administradora do fundo. A empresa Planner foi indicada para substituir a BRL Trust, que estava no negócio desde o início. A mudança, no entanto, depende de aprovação do departamento de compliance da Odebrecht, que ainda analisa o caso.

Outra decisão foi aumentar o escopo da auditoria feita pela RSM Auditores Independentes. O trabalho até então envolvia apenas as receitas as geradas pelos jogos no estádio. De acordo com a ata, agora também será feita a “verificação e fiscalização do fluxo de todas as potenciais receitas a partir da operação e agenciamento”.

A ampliação do alcance da auditoria atente a exigências contratuais estabelecidas entre Odebrecht, Caixa e Corinthians.

‘ASSALTARAM’ o Timão em Itaquera!

Leia o post original por Craque Neto

Acabou a partida em Itaquera! O placar de 1 a 1 foi como previa. Mas o que jamais imaginava é que o árbitro Rodolfo Toski Marques e sua equipe de arbitragem iria prejudicar tanto o Corinthians. Pelo amor de Deus! Entendo que errar é humano e tudo mais. Só que o que aconteceu no clássico deste sábado foi um verdadeiro absurdo. Passivo de intervenção da CBF! Até me irrita lembrar que os anti-corintianos falam que o apito só ajuda o Timão. Estão de sacanagem, né? Em primeiro lugar, com todas as limitações técnicas – e são MUITAS – o time […]

O post 'ASSALTARAM' o Timão em Itaquera! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Voltamos

Leia o post original por Rica Perrone

O Corinthians limitado e guerreiro, o SPFC optando pela covardia e andando no campo. Um resultado que não é ruim para ninguém considerando a posição na tabela, o fator clássico, mas que ao mesmo tempo irrita ambos. O Timão porque foi prejudicado pela arbitragem num gol claríssimo onde o bandeira e o auxiliar de linha…

A esperança é a FIEL!!!

Leia o post original por Craque Neto

É verdade que o Corinthians perdeu mais uma vez. Se não me engano já são três jogos sem vencer e sem sequer marcar um golzinho. É verdade também que a campanha do técnico Jair Ventura com o Timão consegue ser ainda pior que seu antecessor Osmar Loss, que foi uma verdadeira lástima. Mas é ainda mais verdade que a equipe dele está na final da Copa do Brasil e está indo para a última partida com chances reais de título. Isso mesmo! Por mais que tenha perdido o primeiro confronto em Minas por 1 a 0, acho perfeitamente possível a […]

O post A esperança é a FIEL!!! apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Lixo eleitoral do lado de fora da arena ofusca ação corintiana por limpeza

Leia o post original por Perrone

Sujeira eleitoral em volta da arena Foto: Ricardo Perrone/UOL

Com a ajuda de uma empresa parceira, o Corinthians planejou ação de limpeza e demonstração de educação em sua arena na última sexta (5), durante derrota para o Flamengo por 3 a 0. A louvável iniciativa, porém, foi ofuscada pelo lixo eleitoral que empesteou o entorno do estádio.

Do lado de dentro, a ideia era de que o torcedor, após receber saquinhos de lixo, recolhesse sua própria sujeira ao final da partida, como costumam fazer torcedores japoneses. Pelo menos no setor sul, muitos corintianos não aderiram a campanha. Não só largaram seus copos e caixas de pizza pelo caminho como os próprios saquinhos. Compreensível, já que uma mudança significativa de comportamento costuma levar tempo.

O que chamou mesmo a atenção foi o caos promovido pela campanha política do lado de fora. Candidatos, cabos eleitorais e torcedores demonstraram desrespeito com a cidade emporcalhando o entorno da Arena Corinthians.

Enquanto um divulgador pedia voto para uma candidata “corintiana e com ficha limpa”, outro promovia uma chuva de santinhos. Em movimentos ritmados, apoiadores de candidatos entregavam os papéis para os torcedores que, na maioria das vezes, jogavam a propaganda no chão.

Santinhos de um mesmo político amontoados no chão indicavam que alguns cabos eleitorais tentaram se livrar do serviço mais cedo simplesmente fazendo sujeira com as próprias mãos.

Claro que o Corinthians não tem culpa nessa bagunça. A via pública em volta de seu estádio é que foi vítima da falta de educação que começa com os candidatos, passa por sua militância ou seus prestadores de serviço e termina no eleitor. Foi a repetição de um péssimo velho hábito numa noite que deveria servir de inspiração para sua extinção.  Uma melancólica prévia do que deveremos ver hoje pelas ruas do país. E tomara que não chova para esse desrespeito não se materializar em forma de enchente.

As dúvidas da polícia no assalto à Arena Corinthians

Leia o post original por Perrone

O caso do assalto à Arena Corinthians no último domingo (2), depois do empate entre o time da casa e o Atlético-MG por 1 a 1, ainda tem algumas dúvidas sem que os investigadores consigam achar respostas. Ladrões levaram o dinheiro do movimento das lanchonetes e pertences de sócios e funcionários da AR Fast Food do Brasil, empresa que explora as lojas de alimentação.  Abaixo, veja o que a polícia ainda tenta esclarecer sobre o caso, quatro dias depois do ocorrido. A investigação é feita pelo 59º DP (Artur Alvim).

Quem são os suspeitos?

A polícia sabe que foram três os assaltantes que entraram na arena e renderam funcionários e sócios da AR Foods do Brasil. Mesmo com as imagens das câmeras da arena ainda não foi possível identificar o trio.

Os investigadores usam como uma das pistas o fato de um deles, branco, mancar devido a um problema na perna direita. Ela é curvada na altura da canela.

Além disso, ele tem uma cicatriz no rosto. Essas características são consideradas valiosas pelos policiais para descobrir o nome do suspeito e chegar aos demais.

Como os criminosos tinham tantas informações sobre a arena e a operação de fechamento das lanchonetes?

Chamou a atenção dos investigadores o fato de os ladrões demonstrarem profundo conhecimento sobre onde deveriam ir para imobilizar funcionários e encontrar o dinheiro.

Um dos fatos relavantes é eles terem ido diretamente para uma área conhecida como “pulmão”, centro nervoso no encerramento das atividades das lanchonetes.

Esse conhecimento faz a polícia suspeitar de que os assaltantes tiveram a ajuda de um funcionário da empresa ou de um ex-empregado.

No entanto, nenhum dos criminosos foi reconhecido pelas vítimas como alguém que atua ou atuou no local. Os ladrões nem se preocuparam em esconder o rosto.

Qual foi o veículo usado na fuga?

Depois de tentarem fugir em um carro que seria de uma das vítimas ou da empresa, mas que parou por conta do alarme, o trio entrou em outro automóvel que passava pelo estádio.

A polícia não sabe se esse veículo foi roubado ou era de um comparsa que chegou para buscar os ladrões.

Os investigadores ainda aguardam imagens de câmeras da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e da Polícia Militar para identificar modelo e placa do carro usado na fuga, além de outras informações.

A seguir, leia sobre detalhes do assalto.

Prejuízo

Os ladrões levaram pelo menos o equivalente a cerca de R$ 170 mil. Nessa conta estão a receita com a comercialização de produtos em dinheiro durante o jogo, salários dos funcionários (já pagos, segundo o boletim de ocorrência) e o valor de objetos levados.

Só o relógio de um dos sócios da AR foi avaliado pelo dono em R$ 3,5 mil.

Todos no chão

Por volta das 2h, três homens renderam um funcionário das lanchonetes no setor leste do estádio. Em seguida, se aproximaram da área identificada como “pulmão”. Lá renderam 20 pessoas.

Todos foram obrigados a deitar no chão e tiveram objetos como celulares, relógios e dinheiro (incluindo salário recebido) roubados.

Um dos assaltantes ficou vigiando o grupo. Os outros dois levaram um dos sócios da empresa até a tesouraria, situada no setor Oeste. Chegando lá, renderam um vigia que estava dormindo, de acordo com o boletim de ocorrência.

Em seguida, outro sócio da AR e mais oito pessoas foram rendidas. Além de deitarem no chão e terem seus pertences roubados, eles tiveram seus braços amarrados.

Os assaltantes pegaram o dinheiro do movimento das lanchonetes e deixaram o local.

Um dos grupos de vítimas ficou cerca de 20 minutos trancado numa sala e conseguiu sair após arrombar uma porta. O trio já tinha deixado a arena.

 

Por arena, Corinthians ‘flerta’ com empresa especializada em show e evento

Leia o post original por Perrone

A diretoria de marketing do Corinthians está em negociação com a Opus Promoções, que realiza espetáculos culturais e administra espaços para eventos em diferentes cidades do país.

A assessoria de imprensa da companhia disse ao blog que negocia apenas a realização de um evento de grande porte no final do ano na arena corintiana. O gramado seria preservado. Detalhes da atração não foram revelados

Porém, a direção corintiana pensa em contratar a Opus para gerenciar shows e outros eventos na arena, também sem usar o campo.

Com sede em Porto Alegre, a Opus administra nove espaços culturais no Brasil. Entre eles, está o Teatro Bradesco, em São Paulo, de acordo com o site da empresa.

A atual direção corintiana tem procurado incrementar as receitas da arena com eventos em áreas externas, como um dos estacionamentos, e em espaços na parte de dentro do estádio.

Aumentar a exploração comercial do estádio, gerando maior receita, é uma das principais missões de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing, desde que ele retornou ao clube neste ano.

A diretoria também negocia a troca da Omni pela IBM na administração do programa de sócio torcedor do alvinegro. Recentemente, o clube negociou a saída da Omni do estacionamento da arena e firmou parceria com a Indigo.

A antiga parceira alvinegra chegou ao clube na primeira gestão de Andrés Sanchez, com Rosenberg. Porém, seus contratos com a agremiação são alvos de constantes críticas de conselheiros.