Arquivo da categoria: Atlético Nacional

Boa sorte, Osorio! E só.

Leia o post original por Rica Perrone

Aí você fica entre duas situações complicadas.  O São Paulo anuncia um treinador que atuou basicamente na Colômbia e nos EUA até hoje. Logo, por motivos óbvios, os jornalistas daqui tirando algum nerd que não come ninguém, não sabe muito sobre o sujeito. Pois se um jornalista de SP não sabe escalar o Vasco e […]

River quebra jejum e conquista a Copa Sul-Americana

Leia o post original por Fernando Sampaio

comemoracao-riverplate-apForam 17 anos sem títulos internacionais.

Finalmente, jejum quebrado.

O River Plate bateu o Atlético Nacional e levou a Copa Sul Americana.

Resultado justo.

O primeiro tempo movimentado, equilibrado, com boas oportunidades, defesas importantes de Armani e Barovero.

No segundo tempo o River matou o jogo com dois gols de bola parada em 15 minutos.

Aos 9′ Pisculichi bateu Mercado marcou de cabeça.

Aos 14′ Pisculichi bateu Pezella marcou de cabeça.

Fim de papo.

Argentina vice-campeã do mundo.

San Lorenzo campeão da Libertadores.

River Plate campeão da Sul-Americana.

O futebol argentino dominou a temporada entre os sul-americanos.

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Frígidos!

Leia o post original por Rica Perrone

O conceito adotado pelo SPFC de Muricy para ser o grande time dos pontos corridos passa também pela dificuldade que o time encontra em torneios mata-mata. Quando planeja um time campeão e regular, Muricy busca um equilibrio de uma equipe fria que entra e sai de todas as partidas igual. Para eles todos os jogos […]

Agora é tarde

Leia o post original por RicaPerrone

Quando a bola rolou eu pensei que o Galo fosse vencer. Não por alguma mudança radical, mas por ser mais time apenas.

Quando vi todos eles dando carrinho, até o Ronaldinho, brigando por cada bola como se fosse a última, comecei a contestar o quanto acho aquilo legal.

Sim, pois quando um time passa a correr o dobro do que vinha fazendo imediatamente após a troca do treinador, não é novo sistema tático, nem palestra motivacional. É quase um atestado de má vontade.

E não. Eu não suporto a idéia de que por discordar de um chefe seu você prejudique a instituição que lhe emprega.

Aquele Galo correndo uma barbaridade explicava muito da derrota na Colômbia.  O “correr atrás do prejuízo” era claro, mas sem notar que, talvez, o “prejuízo” tenha sido desnecessário.

Quando o Galo fez 1×0 eu tive quase certeza que daria.  Só que dali pra frente o time foi pensando na maldita regra do gol fora e ousando cada vez menos. É claro! A regra sugere isso.

Se você tem 1×0, tem os penaltis. Pra fazer o segundo, precisa agredir. Pra agredir pode sofrer um gol. E este gol não te deixa em desvantagem. Este gol te elimina! Já que 3×1 é sonho numa situação dessas.

Regra estúpida. Mas assinada de véspera. Logo, parte do show.

Ronaldinho morreu em campo e ficou assistindo ao jogo de camarote enquanto tentava acertar uma bola longa. O técnico novo não entendeu, tirou dois atacantes e o time criou menos ainda.

Quando Tardelli saiu irritadinho, achei graça. Eles pedem “bom senso” mas só se doam o máximo diante do chefe que eles aprovam? Jogador é foda.

Mas entendo que o Levir errou mesmo.

Errou. Porque não conhecia o time que tinha. Mas estava lá, porque o que conheceu não conseguia fazer o time se doar em campo como ontem se doou.

E então, já no fim, com a cota de milagres esgotada em 2013, o Galo sofre o gol da eliminação.

Impedido, diga-se.

A impressão que passou é que o time do Atlético achou que quando quisesse, resolveria jogar bola e teria o mesmo resultado de 2013.  Demoraram demais.

Agora é tarde.

abs,
RicaPerrone

Galo morreu no Horto e está fora da Libertadores

Leia o post original por Quartarollo

Lembram-se da frase “Caiu no Horto está morto”? Essa frase não vale mais, vale para o Atlético Mineiro que se acostumou a jogar no acanhado estádio Independência, no bairro do Horto, em Belo Horizonte, desprezando o gigante Mineirão. Hoje o … Continuar lendo

Brasileiros têm missão difícil nas oitavas da Libertadores

Leia o post original por Quartarollo

Os paulistas não podem falar nada sobre a eliminação dos cariocas Flamengo e Botafogo na primeira fase da Libertadores pois nem até lá conseguiram chegar nesta temporada. Foi a pior classificação dos paulistas em muitos anos no Brasileiro do ano … Continuar lendo

Vivos!

Leia o post original por RicaPerrone

Sortearam.

E como sempre, em questão de 15 segundos a mídia elegeu o “grupo da morte”.

Para delírio de colorados, azedos e outros tantos, o Imortal tricolor estava nele.  Com Nacional, Atlético Nacional e Newells.

“Fodeu”, pensaram.

Os colombianos, argentinos e uruguaios, é claro.

E lá se vão duas rodadas de frente pra morte.  Lá, aqui, sem nem mesmo um time cheio de glamour para se candidatar a título por antecipação.

São 6 pontos. O grupo da morte começa a matar.

E adivinha quem está vivo? Pra variar…

Abs,
RicaPerrone

São Paulo renasce e segue na Sul-Americana

Leia o post original por Antero Greco

O São Paulo definitivamente renasceu. Até um tempo atrás lutava contra o fantasma do rebaixamento no Campeonato Brasileiro e derrubava treinadores. Agora, ocupa posição boa no torneio nacional e segue para a semifinal da Copa Sul-Americana. Uma guinada impressionante, obtida desde a chegada de Muricy Ramalho, depois de perambular por quatro anos por alguns clubes e ganhar títulos.

A comprovação do renascimento veio na noite desta quarta-feira, com o empate por 0 a 0 com o Atlético Nacional, em Medellin. Com esse placar, o tricolor se manteve no caminho do bi da competição, já que havia vencido por 3 a 2 no confronto de ida, na semana passada.

Os são-paulinos passaram sufoco, é verdade. Mas não se esperava nada muito diferente, porque os colombianos tinham a obrigação de vencer, por 1 a 0 que fosse. E trataram de seguir o roteiro imaginado, com pressão desde o início. Não faltou vontade ao time da casa, assim como ocorreram muitas finalizações. Mas esteve ausente o principal: qualidade ao Atlético Nacional.

A postura do São Paulo foi claramente defensiva. Muricy armou a equipe para aguentar o tranco e aproveitar-se de contragolpes, com Aluísio e Luis Fabiano. Poucas, porém, fora as oportunidades que ambos tiveram de incomodar o goleiro Armani. Na verdade, o time brasileiro se ressentiu do desfalque de Ganso, já que Jadson não cumpriu o papel de regente do meio-campo.

O Atlético Nacional forçou o ritmo na etapa final, exigiu boa presença de Rogério Ceni. A rigor, não criou situação evidente de gol. Não foi desempenho de deixar o torcedor empolgado. O São Paulo apostou no tempo, tocou a bola como foi possível e deixou o adversário enervar-se. Deu-se bem com a estratégia.

O São Paulo volta confiante pela reação na Série A e pela classificação na Sul-Americana. Mas com uma dúvida: o que será de Luis Fabiano. O centroavante esteve sem ritmo, apático e saiu com pouco mais de 10 minutos no segundo tempo. Ademilson entrou e, mesmo sem jogar bem, fez mais do que o titular.