Arquivo da categoria: Atlético PR

Aguirre é mais do mesmo

Leia o post original por Rica Perrone

Nunca gostei, reconheci o bom começo mas também nunca me iludi com o futebol jogado. Resultados as vezes não são o que estamos assistindo. Aguirre é um treinador comum, covarde, motivador, sem nenhuma característica surpreendente ou extremamente negativa. É apenas “mais um Silva”. Hoje no Morumbi tirou o melhor do time, enfiou um 442 convencional…

Opinião: São Paulo empata sem pegada de campeão

Leia o post original por Perrone

No empate sem gols com o Atlético-PR, neste sábado, o São Paulo não foi nem rascunho da equipe que passou boa parte do Brasileirão na liderança. Jogando em casa, o time comandado por Diego Aguirre não teve a pegada de campeão dos bons tempos.

Faltou intensidade na marcação e no ataque, além de criatividade na armação de jogadas. A apatia tricolor foi tanta que no primeiro tempo o time paulista teve apenas 35,9% de posse de bola, segundo o site Footstats. A marca é inferior a já baixa média são-paulina no campeonato: 49% por jogo.

Só que na época de liderança, o São Paulo pressionava mais o adversário quando estava sem a bola e ao recuperá-la era objetivo, quase sempre letal.

Contra o Furacão, porém, o clube do Morumbi teve dificuldades para aproveitar os contra-ataques. A deficiência na articulação das jogadas fez os tricolores abusarem dos cruzamentos de Reinaldo. Aos 19 min do segundo tempo ele já tinha cruzado 7 bolas superando sua média por jogo no Brasileirão: 4,2.

Com liberdade incomum para quem joga fora de casa contra um postulante ao título, o Atlético-PR parecia o mandante. Trocou passes com consciência e criou boas chances para vencer.

Pelo que apresentaram os dois times, o São Paulo nem pode reclamar do empate. Tirando um momento ou outro, especialmente após a entrada de Nenê, o São Paulo jogou como se já tivesse jogado a toalha em relação à conquista do Brasileirão. Dá pra imaginar algo parecido de sua torcida, que já não lota o Morumbi. Foram cerca de 13 mil torcedores no estádio neste sábado.

Sem Corinthians, Fla avalia oferta alternativa para transmissão no exterior

Leia o post original por Perrone

Depois de esperar por uma proposta que não veio, o Corinthians se juntou aos 17 clubes que já tinham assinado contrato para a venda dos direitos de transmissão internacional do Brasileirão por quatro anos com a empresa BR Foot.

Agora, Flamengo e Atlético-PR são os únicos times que não aderiram ao acordo. Apesar do isolamento, o presidente do clube da Gávea afirmou ao blog que segue estudando outra oferta.

“Estamos avaliando uma proposta alternativa que parece ser melhor. Vamos aguardar”, declarou Eduardo Bandeira de Mello. O dirigente declarou não poder dar detalhes sobre essa oferta.

Apesar de estudar um acordo alternativo, Mello avalia ser impossível a transmissão de jogos da equipe com adversários que tenham assinado com outra empresa. Ele não explicou como driblar esse problema e nem se pensa em transmitir as partidas na internet. Porém, já há discussões no país sobre a exibição na rede mundial de computadores também precisar de autorização dos dois clubes.

O presidente do Flamengo disse ainda que não foi avisado pelo Corinthians sobre a decisão do rival de aderir ao contrato com os outros 17 times.

Nos últimos dias, ele trocou farpas com o corintiano Andrés Sanchez por conta de temas ligados às semifinais da Copa do Brasil. Mello reclamou do juiz sorteado para o primeiro jogo, do fato de a CBF não ter adiado a partida para dar mais tempo a Lucas Paquetá, então na seleção, e de Fagner ser cortado por lesão do time de Tite e ter atuado no Maracanã.

“Assinamos esta semana, sim. Não veio a proposta que estávamos esperando”, disse Sanchez ao UOL Esporte explicando a decisão de aderir ao bloco de clubes.

Porém, o Corinthians manteve a postura de não assinar o contrato para a exploração de publicidade estática em bloco. Fará sua negociação individualmente.

Já o Flamengo tem um acordo individual para a negociação das placas ajustado com a Sport Promotion. Ele precisa de aprovação do Conselho Deliberativo para ser assinado.

Com Dassler Marques, do UOL em São Paulo, Napoleão de Almeida, do UOL em Curitiba, e Vinicius Castro, do UOL no Rio de Janeiro

Pelo visto, só resta ao SP lutar contra o rebaixamento!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Cleber Yamaguchi/AGIF (Via UOL)

Atlético-PR 2 x 1 São Paulo

Temos poucas certezas nesta vida.

Mas, sem dúvidas, uma delas é a de que, jogando na Arena da Baixada diante do Atlético-PR, o São Paulo será derrotado.

E, para falar a verdade, o time de Aguirre até merecia melhor sorte na partida, válida pela quarta fase da Copa do Brasil.

Jogou melhor nos minutos finais e só não empatou o duelo porque não caprichou nas chances que teve.

E agora é difícil imaginar que o Tricolor consiga reverter a vantagem rubro-negra no Morumbi.

Pelo visto, o Furacão avançará e restará ao São Paulo em 2018 apenas a luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

E será uma tarefa complicadíssima, não é mesmo?

Cruzeiro 0 x 0 Vasco

E parece que Cruzeiro e Vasco vão morrer abraçados na Libertadores, hein?

Os times, que perderam na estreia da fase de grupos, empataram no Mineirão e dividem agora a lanterna do Grupo 5.

E pensar que a Raposa investiu tanto para essa temporada, hein?

Opine!

Cartola do Santos ataca validade de trato com Atlético-PR, Bahia e Coritiba

Leia o post original por Perrone

O Santos pode sofrer sanções financeiras por ter descumprido acordo com Atlético-PR, Bahia e Coritiba por negociar com a Globo sozinho, rompendo o acordo de negociação conjunta assinado pela diretoria anterior? Para José Carlos Peres, presidente alvinegro, não. Ele questiona a validade do trato feito por seu antecessor, Modesto Roma Júnior e diz ter parecer de seu departamento jurídico sobre não haver motivo para temer uma punição.

“Esse acordo não foi submetido ao Conselho Deliberativo do Santos. Assim, não tem valor. Além disso, todo clube tem o direito de fazer o que acha melhor para ele e esse direito não pode ser vendido. O acordo para a negociação em conjunto fere a independência dos clubes. Não houve traição. Respeitamos Atlético-PR, Coritiba e Bahia, mas cada clube tem a sua soberania, tem o direito de agir conforme suas necessidades”, disse Peres ao blog.

Por sua vez, a antiga diretoria entende que não há exigência estatutária de o trato passar pelo conselho. E alega que havia cláusula punitiva para o caso de descumprimento. Os detalhes não são revelados sob a alegação de compromisso de sigilo.

Irritado com a atitude santista, Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, disse ao Blog do Rodrigo Mattos que há previsão de multa no documento assinado entre as quatro equipes. Porém, ele também afirmou não poder detalhar cláusulas.

“Não posso falar detalhes do acordo por causa da cláusula de confidencialidade. Mas posso dizer que o nosso departamento jurídico estudou o caso, não fizemos nada ilegal”, declarou Peres.

O presidente sustenta que o Santos tinha mais pressa para assinar com a Globo do que os outros três clubes. A urgência diz respeito à necessidade de receber o dinheiro de luvas pelo novo contrato a fim de pagar contas. O blog apurou que o montante referente ao novo acordo deve ser recebido na próxima segunda feira. O contrato com a emissora é para a transmissão dos jogos do Brasileirão em TV aberta e pay-per-view entre 2019 e 2024.

“Peço desculpas ao Petraglia, ao Coritiba e ao Bahia, mas minhas necessidades são fora do tempo deles. Tenho contas pra pagar todos as segundas. Estou pagando dívidas da gestão passada”, afirmou o presidente santista.

Além da necessidade de receber já o dinheiro das luvas do novo contrato, a atual diretoria do Santos tinha como meta reconstruir a relação com a Globo, dinamitada quando Modesto entrou em acordo com o Esporte Interativo para a transmissão dos jogos do time no Brasileirão em TV fechada.

 

Opinião: novo contrato obriga Santos a brigar com Globo por mais espaço

Leia o post original por Perrone

Ao assinar contrato para transmissão de seus jogos em TV aberta e por pay-per-view no Brasileirão entre 2019 e 2024 com a Globo, a diretoria do Santos agiu na contramão do que espera a maior parte de sua torcida, favorável a um jogo duro com a emissora. A atitude do presidente anterior, Modesto Roma Júnior, que acertou com o Esporte Interativo para as partidas em canal fechado e tinha acordo para negociar com a Globo em bloco, ao lado de Atlétcio-PR, Bahia e Coritiba, agradava mais a esses torcedores.

O grupo de santistas que costuma entoar cânticos contra a principal rede de televisão do país se queixa, entre outras coisas, de que os jogos de seu time têm pouquíssimo espaço na grade do canal.

Ao mesmo tempo, era um projeto de campanha do novo presidente, José Carlos Peres, reconstruir a relação com a antiga parceira, dinamitada desde a assinatura com o Esporte Interativo.

O dirigente fica numa posição desconfortável ao abandonar o rumo que satisfazia a maioria da torcida. Para diminuir o risco de não ter sido em vão, ele precisa trabalhar nos bastidores para convencer a Globo a passar mais jogos do time em canal aberto. A missão é árdua, já que a emissora define sua grade de acordo com a audiência. Não há como negar que nesse quesito o Santos está atrás de Corinthians, Palmeiras e São Paulo.

Assim, é difícil que só com diplomacia Peres consiga reverter o quadro. Ele precisa ser insistente. E não é só para evitar impopularidade entre os torcedores que ele precisa de mais espaço pro time no canal. O aumento de jogos transmitidos ao vivo é fundamental para o clube tentar cotas melhores no futuro, inclusive quando o atual presidente não estiver mais no cargo. A visibilidade também aumenta o valor do uniforme para patrocinadores.

Nesse cenário, na opinião deste blogueiro, ao optar por romper trato com outros clubes que pressionava a Globo, a diretoria santista pensou a curto prazo. Parece ter agido mais de olho numa injeção de dinheiro com bonificações pelo novo contrato para pagar compromissos urgentes do que preocupada em se fortalecer a longo prazo na relação com o grupo da família Marinho.

Em noite de recaída, Corinthians vence com ajuda inesperada de G. Augusto

Leia o post original por Perrone

Depois da boa atuação na vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras no último domingo, o torcedor corintiano esperava que o time deslanchasse na reta final do Brasileiro. Porém, no triunfo por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, em Curitiba, o time de Fábio Carille repetiu antigos erros. Especialmente no meio-campo.

Houve excesso de passes errados e de ligações diretas da defesa para o ataque. As defeituosas trocas de bola expuseram a equipe seguidamente a contra-ataques.

Clayton não foi o mesmo do clássico. Rodriguinho foi o mesmo de antes do jogo com o Palmeiras. Com os dois em baixa o meio-campo pouco produziu.

Para piorar, Maycon voltou a ter fraca atuação, errando passes e marcando mal.

Pelo menos, acabou a sequência de gols sofridos pelo alvinegro a partir de cruzamentos.

Quando o empate se desenhava como bom negócio para um visitante com desempenho tão fraco, a solução veio de quem a Fiel pouco esperava. Em seu primeiro lance depois de sair da reserva, Giovanni Augusto marcou o gol da vitória aos 32 minutos do segundo tempo. Ele é um dos jogadores mais criticados pela torcida no elenco, tem sido pouco aproveitado e pela primeira vez balançou as redes neste Brasileirão.

Com o resultado, o Corinthians ficou mais perto do título brasileiro. Mas, pelo que se viu no Paraná, os últimos jogos do time na competição podem fazer a torcida sofrer mais do que esperava ao final do primeiro turno.

É muito amor! São Paulo perde outra vez e vive paixão inédita com a “zona da degola”!

Leia o post original por Milton Neves

Ehhh são-paulino, você ainda vai sofrer muito este ano…

E eu, que afirmo que o São Paulo é “incaível”, começo a ter as minhas dúvidas.

Contra o Bahia, mais uma vez, nada funcionou para o time paulista.

Erros primários e absurdos, da defesa ao ataque, foram exaustivamente repetidos.

Os baianos também erraram demais, mas ainda sim, foram superiores.

Um jogo para ser esquecido, pois teve qualidade técnica digna de várzea.

Daí torcedor, não adianta reclamar, os gols do Bahia foram legais!

Arbitragem perfeita, a não ser pelo pênalti marcado em Pratto, lance normal.

Futebol é esporte de contato, “sô”!

E quando a fase é ruim, não adianta chorar e mendigar pênaltis, faltas e cartões…

O negócio é jogar simples e não esquecer a objetividade, coisas que o Tricolor do Morumbi não faz. Além de gol, não é mesmo?

Após a nova derrota, o que você espera torcedor, o São Paulo vai cair?

OPINE!!!