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Não é por 10 reais

Leia o post original por RicaPerrone

Não vou dizer que tenho dificuldade em entender a cabeça dos dirigentes do futebol brasileiro porque na verdade em muitos casos até chego a duvidar que exista uma cabeça por trás de certas situações.

Pois quando se baixa o preço para pedir socorro a uma torcida, é um passo atrás necessário, estabelecendo uma relação entre time/torcida de confiança, cumplicidade, quase que um pacto de amor que finge negar os interesses capitalistas da coisa toda.

Tanto faz. Desde que o torcedor sinta-se prestigiado e valorizado, o clube tem alvará pra fazer o que quiser com a real intenção que achar necessário.

Entra dirigente, sai dirigente e ninguém nesta porra de esporte consegue tratar torcedor de futebol como um caso diferente de um consumidor de geladeira nas casas Bahia. Talvez por serem dirigentes competentes de Casas Bahia, ou talvez por não haver faculdade pra administrar paixão. Mas santo Deus! Por 10  reais?

Começa que o preço é 50.  O papo de 25 estudante é CONDIÇÃO e não preço.  O ST, idem.

Custa 5 vezes mais o valor do ingresso do vice líder com Kaká, Pato, Ganso.  Custa 25% mais do que custou enquanto o time pediu socorro e teve de sua torcida, recebendo um apoio que não merecia, virando jogos que não poderia.

O recado com um aumento desses não é se vale 40 ou 50, isso na real pouco importa. O que de fato me preocupa é como se sente o cara que ajudou sabendo que se piorar, cai de novo pra que ele vá ao estádio.

Vocês sabem, eles também.  Ninguém reduziu por considerar o evento desvalorizado. Foi pra te pedir socorro.

E agora vivo, sem respirar por aparelhos, você não é mais parceiro e sim consumidor.

Não adianta entender de futebol sem entender o futebol.

abs,
RicaPerrone

Palmeiras paga comissão a irmão de Barcos em operação para dar aumento a argentino, contra vontade de diretor financeiro

Leia o post original por Perrone

Barcos renovou contrato para ter aumento

Para renovar o contrato e dar aumento a Barcos, o Palmeiras se comprometeu a pagar comissão ao irmão e agente do argentino, David, contra a vontade do departamento financeiro. O caso gera revolta entre conselheiros e até diretores de Arnaldo Tirone.

A indignação acontece principalmente porque o grupo que elegeu o atual presidente criticava o que chamava de excesso de comissões pagas pela gestão anterior. Porém, a prática não diminuiu com o presidente que deixa o cargo na segunda.

No caso específico de Barcos, o pagamento é considerado desnecessário não só por se tratar de um atleta que já estava no clube. Mas principalmente porque o contrato não estava no fim e a renovação foi feita apenas para aumentar o salário do jogador. Ele recebia cerca R$ 200 mil e passou a ganhar pelo menos R$ 400 mil. Tirone chegou a dizer numa reunião com conselheiros que o valor inicial era baixo e que estudava um reajuste.

Antônio Henrique Silva, que cuida das finanças palmeirenses, afirmou que quando começou a tratar da renovação deixou claro que não pagaria comissão para o irmão de Barcos. Mas não sabe como terminou a operação, concluída por Tirone, segundo ele. Por sua vez, o presidente não atendeu aos telefonemas do blog.

Enquanto estava na oposição, o grupo de Tirone, que está em fim de mandato, bombardeou Salvador Hugo Palaia, ex-presidente interino. Isso porque ele pagou comissão a um agente para renovar contrato com Deola, que já estava no Palestra Itália. O entendimento é de que nesses casos  o clube deve deixar o pagamento ao agente para o jogador.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Barcos afirmou que é normal empresários ganharem comissão. E que o fato de ser seu irmão, não desqualifica David como agente.

A comissão será paga em parcelas, mas o blog não teve acesso ao valor.

Corinthians enfrenta protesto de sócio-torcedor por reajustar preços após acordo com Ambev

Leia o post original por Perrone

Reprodução de logo de movimento contra reajuste no Fiel Torcedor

Sócios-torcedores do Corinthians fazem nas redes sociais um protesto contra o que consideram aumento abusivo na anuidade do programa de fidelidade mais barato do clube. O preço subiu de R$ 100 para R$ 180 reais. Ao mesmo tempo, o programa mais caro caiu de R$ 1.200 para R$ 900.

O movimento, chamado Veta Gobbi, alega que o reajuste é uma parte do processo de elitização do Corinthians que estaria sendo colocado em prática pelos dirigentes.

A assessoria de imprensa do clube declara que não houve aumento. Fala em retomada de preço. Afirma que havia um plano promocional que foi extinto. Assim, as anuidades voltaram a um valor que já foi cobrado anteriormente.

Porém, admite também que o fato de o Fiel Torcedor agora dar direito a uma série de descontos em supermercados e outras casas também justifica a nova medida, pois o associado passa a ter mais benefícios. A parceria, liderada pela Ambev, foi anunciada nesta segunda.

Já o plano mais caro, teve seu valor reduzido em R$ 300 anuais. Pesquisas realizadas pelo departamento de marketing indicaram ao clube que o preço era pra lá de salgado. A assessoria também argumenta que sócios-torcedores foram ouvidos antes da mudança e que uma parte deles considerava o plano mais simples barato, com margem para aumento.

Em reunião, presidente do Palmeiras diz que salário de Barcos é baixo e abre brecha para aumento

Leia o post original por Perrone

Na última reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), Arnaldo Tirone disse que Barcos fez um contrato ruim com o Palmeiras dentro dos padrões do futebol Brasileiro. Afirmou ainda que está conversando com o jogador sobre o assunto. Deu a entender que estuda um reajuste.

O presidente respondia aos conselheiros sobre a situação do argentino que está insatisfeito com seu salário, segundo cartolas do clube. O jogador nega a insatisfação.

Tirone também negou que já tenha dado aumento para Barcos, como desconfiavam os conselheiros. O contrato ruim a que se refere o dirigente rende cerca de R$ 200 mil mensais ao atacante. Não é pouco, mas é menos da metade dos R$ 500 mil mensais pagos a Valdivia.

Palmeiras descarta aumento para segurar Valdivia

Leia o post original por Perrone

A diretoria do Palmeiras teme que Valdivia cobre um aumento salarial após anunciar que tem propostas para deixar o clube. Precavidos, diretores alviverdes já falam em pressionar o presidente Arnaldo Tirone para que ele nem aceite conversar sobre reajuste com o jogador.

Até o início da manhã desta terça, nenhuma proposta oficial havia chegado ao Palestra Itália. Houve uma sondagem na qual se falou em 4 milhões de euros.

 O receio é de que o interesse fique apenas na base de ofertas verbais consideradas pequenas pelos dirigentes. Mas que mesmo sem um documento por escrito o chileno queira uma compensação para ficar.

 

Os cartolas, porém, declaram que é impossível pagar mais para Valdivia.  Ele recebe pelo menos R$ 500 mil mensais. Argumentam também que quando tentou se transferir para o Chile, após sofrer um sequestro-relâmpago, o Mago descobriu que ganharia bem menos por lá.

No fundo, os palmeirenses duvidam que algum clube vá mesmo colocar no papel uma oferta para dar mais do que R$ 500 mil mensais ao chileno. Por isso acreditam no risco de o episódio terminar com Valdivia de cara amarrada e querendo ganhar mais. Até agora, porém, o chileno não falou em aumento.

Eu torço junto! Mesmo ?

Leia o post original por Douglas Nascimento

Nós torcedores da Portuguesa sempre cobramos do clube a necessidade de se desenvolver um programa de sócio-torcedor. Finalmente, depois de anos de atraso e por último entre os grandes clubes do futebol paulista, a Lusa lançou seu programa de sócio-torcedor com o criativo nome de “Eu torço junto”.

Iniciativa essa que apoiei desde o início e que tão logo chegou o email por aqui, tratei de me cadastrar e efetuar o pagamento. Agora basta aguardar a chegada do kit de “boas vinda” (escrevi errado, igual a mala direta acima) e curtir os jogos no Canindé. Se você reclamava dos preços dos ingressos, não tem mais motivo para reclamar.

O único porém será caso a Portuguesa chegue às finais do Campeonato Paulista. Como os mandos de campo dos clássicos são da FPF e não dos clubes, é bem possível que não venhamos a desfrutar do “Eu Torço Junto” nos jogos mais decisivos do clube, pois poderão não ocorrer no Canindé, uma pena.

Se você ainda não aderiu ao “Eu torço junto” corra! Vale a pena…

O Outro lado do “Eu torço Junto”:

Pouca gente notou, e apenas alguns poucos estão comentando, mas junto com o programa de sócio-torcedor apareceu uma novidade nada agradável que pode, a médio prazo, prejudicar a saúde democrática da Associação Portuguesa de Desportos. A cobrança de sócio do clube agora passou a ser mensal.

Mas não só isso. O associado que já pagava R$50,00 o bimestre para pouco desfrutar do clube, agora pagará este valor todo os meses, um aumento de só 100%. Curiosamente, a mudança ocorre no mesmo momento em que o programa sócio-torcedor é lançado. O maior problema disso, é que boa parte dos associados do clube serão canibalizados pelo novo programa, o que poderá diminuir sensivelmente o número de associados em dia com o clube nos próximos anos.

Em tese, para muitos que só querem mesmo assistir aos jogos isso pouco significa, mas no futuro com o número de associados diminuindo gradativamente ao longo dos anos, poderá deixar a atual administração do clube sem rivais e sem quem os conteste, caso venham um dia a tomar atitudes que prejudiquem a instituição.

Hora não vamos ser bobos, ao lado de um promoção veio um aumento de 100% no valor da mensalidade do clube. Pergunto a vocês: seria esta movimentação quase casada de lançar o programa de sócio-torcedor ao mesmo tempo que aumenta mensalidade uma forma de afastar associados do clube ?

Se não for intencional, é algo no mínimo mal planejado. Na reunião do conselho em que este aumento foi discutido e autorizado, um conselheiro questionou ao clube se foi feito algum estudo de impacto no processo de aumento. A resposta ? Um não. Sequer houve um estudo por parte do clube sobre o eventual percentual de sócios da Portuguesa que abandonariam o clube com aumento de 100% nos valores associativos.

A chegada do “Eu torço junto” juntamente com o aumento, vai com certeza diminuir o número de associados do clube. Ao mesmo tempo, as adesões ao novo programa vão manter as receitas com arrecadação de associações no mesmo patamar ou, até, superiores. Ou seja, para os cofres do clube não haverá prejuízo, mas teremos cada vez menos associados ajudando a decidir o futuro do clube.

Hipoteticamente falando, se não há oposição e o clube decide vender o estádio, por exemplo, eles conseguirão mesmo que tenhamos 1 milhão de sócios-torcedores. Afinal, sócio-torcedor não vota, não se elege conselheiro e também não elege ninguém. Ah, e pelo que eu sei o sócio-torcedor não pagará meia-entrada no estacionamento…

Nós torcedores não podemos ser ingênuos, o futuro da Associação Portuguesa de Desportos depende não só do torcedor mas principalmente do quadro associativo. Por isso, é importante que você, sócio, que aderiu ao programa sócio-torcedor continue com sua associação em dia. Não abandone o clube!

Enquanto isso, um sem número de conselheiros vitalícios continuam sem pagar nada ao clube. Alguém me diz o que isso traz de positivo ao clube ?

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