Todos os posts de K.O.N.G

ESTAMOS DE CASA NOVA.

Leia o post original por K.O.N.G

Chega aí, vocês são de casa.

Fala, cambada!

O blog já foi totalmente migrado para a nova plataforma do globoesporte. Será legal ter vocês, que sempre deram aquela moral aqui, compartilhando o atleticanismo nosso de cada dia por lá. Ficou legal, os posts agora já aparecem direto na home do Galo no portal e o sistema de comentários está funcionando tranquilamente. A moderação foi implementada com sucesso, então fiquem tranquilos: o compromisso que fiz com vocês de que esse seria um espaço exclusivo dos atleticanos está mantido. Por lá, só comentários de quem é Galo Doido e para comentar basta fazer um cadastro simples na globo.com, totalmente gratuito, que alguns já até fizeram.

Para acessar, o endereço é esse: www.globoesporte.com/torcedordoatleticomg ou simplesmente o bom e velho www.terreirao.com.br

É isso. Em alguns dias esse endereço aqui (antigo) não funcionará mais. A casa nova está no jeito para receber todos vocês.

Tamo junto e #GaloSempre.

WALLPAPER DE OUTUBRO

Leia o post original por K.O.N.G

Fala, cambada!

Tem jogo hoje contra os Gambás e vamos para SP com o objetivo de brocar os paulistas. Condições para isso temos de sobra, ainda mais com a fase tenebrosa que nosso adversário anda enfrentando. O Galo, mesmo cheio de desfalques, é favorito. Acontece que futebol não se ganha de véspera e é por isso que precisamos estar espertos, principalmente com o apito amigo, o maior reforço corinthiano nas últimas temporadas. Enquanto o jogo não começa, se liga aí no wallpaper de outubro. Nosso amigo José Augusto mandou bem mais uma vez e sapecou uma arte feroz, mandando Carlos – o matador de raposas – diretamente para a tela do seu computador.

Para baixar a versão em alta resolução, clique aqui >>> DOWNLOAD

Galera, já começou a migração do blog para a nova plataforma. Ele agora aparece na linha de notícias do Galo, no globoesporte. O sistema de comentários é aberto, como previ, nos moldes das notícias do portal. Assim, basta fazer um breve cadastro no globo.com para ter acesso ao painel de comentários. Já pedi para que haja moderação e logo logo eles liberarão essa funcionalidade. Em alguns dias esse endereço aqui deixará de existir e não será mais atualizado, então, quem já quiser ir acessando o “novo Terreirão”, o link é esse, salvem aí: www.globoesporte.com/torcedordoatleticomg


A DINÂMICA DO ATAQUE SEM O CAMISA 9

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Vou começar a Visão Tática pela linha de defesa: Léo Silva dispensa comentários, Jemerson se firma a cada dia jogando muito, Marcos Rocha manteve sua regularidade, defendendo bem, apoiando o ataque mesmo sendo alvo dos marcadores que tentam diminuir seu apoio e Douglas Santos parece que tomou conta da posição, aliás, foi o maior finalizador do Galo nesse jogo, 4 chutes. Defendeu bem, apoiou nos momentos certos e deu equilíbrio ao lado esquerdo. Tomara que não se machuque. Fez boas parcerias com Carlos e com Tardelli, criou uma jogada em que colocou Guilherme em condição de finalizar, ou seja, teve um bom começo na lateral esquerda. Os lances de perigo do Vitória foram falhas técnicas ou mérito do adversário, como no lance do primeiro tempo que Vinícius driblou Victor e chutou pra fora.

Levir optou por André na vaga de Dátolo, assim o Galo começou num 4-3-3. A linha dos defensores que já citei, Josué, Leandro Donizete e Guilherme compondo o meio campo. O ataque teve Carlos na esquerda, André centralizado e Tardelli na direita, mas com liberdade para se movimentar. Essa dinâmica do Don Diego colocava o time num 4-4-2, com Guilherme e Tardelli alimentando o ataque. O Vitória veio para empatar, fechou o meio campo com Cáceres e Luiz Gustavo na frente da defesa, Vinícius pela esquerda tentando segurar as descidas do Marcos Rocha e Escudero encostando em Dinei. Com equipes fechadas, os volantes devem ser uma arma surpresa saindo para o jogo com passes de qualidade e isso no Galo é raridade, sem tirar o mérito de marcação de Josué e LEÃO Donizete. No primeiro tempo o Galo teve poucas chances, muito em função da mudança tática do time.

Nas vitórias anteriores, o Galo mostrou muita velocidade, pressionava o adversário no seu campo de defesa, saía rápido nos contra ataques e confundia a marcação com muita dinâmica, contra o Vitória, o espaço que servia para as movimentações dos atacantes, era ocupado por André como mostra a figura abaixo:

Defesa congestionada quando há um centro avante

Até que André melhorou em relação aos jogos em que entrava, brigou, voltou algumas vezes para marcar, mas está aquém dos outros titulares. Carlos, Tardelli e às vezes até Guilherme, precisam de espaços para penetrar nas diagonais da defesa recebendo a bola em velocidade e André se posiciona a frente dos zagueiros fazendo com que os defensores ocupem tais espaços.

Na segunda etapa, O Vitória se arriscou mais, adiantou a marcação, trocou passes na entrada da área do Galo e o jogo ficou aberto. Ney Franco sacou o zagueiro Kadu e colocou o atacante Edno, contra o Galo no Horto, ser ousado desse jeito pode ser mortal…e foi. Levir trocou André por Dodô e o Galo passou a atuar sem a referência do centro avante. Tardelli adiantou, passou a buscar o jogo para abrir espaços no meio campo e partir em velocidade.

Sem a referência com espaços para as movimentações dos atacantes

Assim saiu o primeiro gol do Galo. Numa tabela com Josué, em uma das poucas vezes em que foi ao ataque, Tardelli se infiltrou onde André travou lutas com os zagueiros quando esteve em campo e foi servido pelo volante para abrir o placar e confirmar sua ótima fase. O outro gol surgiu de uma jogada individual de Dodô, Guilherme sacramentou outra sofrida vitória e mais uma vítima no Horto. Guilherme aliás, me deixa confuso, sempre tenta passes inteligentes e desconcertantes, mas erra muito. Quando acerta esses passes, coloca companheiros em boas condições de gol.  Acho que os outros jogadores não acompanham seu raciocínio…sei lá. Observo que, quando atua com outro meia de ligação Guilherme não rende tanto quando joga centralizado como único meia. Assim era na época de R10 e agora com Dátolo, um caso a ser estudado separadamente.

No meio de semana tem o Corinthians pela Copa do Brasil. Dátolo deve voltar e Levir armar o Galo no 4-4-2 com Tardelli e Carlos na frente. Se tratando de um jogo fora de casa e o gol como critério de desempate, a velocidade nos contra ataques e os espaços que seriam ocupados pelo “9” podem conduzir o Galo a mais um triunfo sob o comando do melhor jogador do Brasil na atualidade: Diego Tardelli!

Até a próxima!

CAIU NA REDE, TÁ MORTO.

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Primeiro o abraço, depois o arregaço.

Fala, cambada!

Já é uma missão quase impossível bater o Galo no Horto, com a sorte do nosso lado então… nem o Barcelona daria pressão aqui. Foi assim ontem, quando o Galo já vencia por 2 X 0 sem ao menos dar um chute no gol adversário. Primeiro Tardelli cruzou a bola com tanto efeito que ela foi parar dentro do gol de Aranha. No segundo cruzamento do jogo, de Marcos Rocha, Cicinho tremeu todo e jogou contra o próprio patrimônio, anotando o segundo gol atleticano. Engraçado é que até aí o Santos era quem havia tido as melhores oportunidades, exigindo que Victor mostrasse mais uma vez porque é – inquestionavelmente – o melhor goleiro do Brasil na atualidade.

Com o placar tranquilo, o Galo fez seu jogo e criou inúmeras oportunidades no ataque. O garoto Carlos, herói do clássico de domingo, fez questão de perder todas elas. Bom, se tá perdendo chance é porque elas estão sendo criadas, pelo menos. Uma hora ele desencanta de vez e aí ninguém vai segurar o Anderson Silva dos gramados.

O jogo foi tão bom que um placar de 8 x 5 para o Galo não seria nenhum absurdo. Atlético e Santos fizeram um jogo aberto, com futebol ofensivo e de qualidade. Deu gosto ver, ainda mais quando o futebol brasileiro passa por uma crise técnica absurda. Tardelli mostrou que realmente calibra o pé quando joga contra os paulistas, com a impressionante marca de mais de um gol por jogo. É aquilo: tem jogo contra o Galo, com Tardelli em campo, o camisa 1 santista – não importa quem for – vai tremer.

Com o resultado o Galo entrou de vez no G4, somando 40 pontos. No domingo temos chance de confirmar nossa posição, quando pegaremos o Vitória-BA em casa.

É hora de encher o caldeirão do Horto novamente.

#CaiuNoHortoTáMorto

PS.: Pessoal, nos próximos dias o globoesporte vai mudar a plataforma dos blogs, que deixarão de utilizar o wordpress. Nesse período de ajustes talvez tenhamos alguns probleminhas na publicação dos posts, comentários e moderação. Coisa normal, mas necessária, para oferecermos uma plataforma mais bacana para todos vocês. Caso tenham algum problema, favor me enviarem um e-mail no terreirao@globo.com para que eu possa reportar para o pessoal responsável. Valeu!

Galera, a Puma finalmente acordou e lançou uma linha de camisas retrôs do Galo, dos anos 1914, 1916, 1950 e 1971. Tive a oportunidade de ver essas camisas pessoalmente e olha, ficaram muito bacanas. A venda começa amanhã nas Lojas do Galo e em breve nas principais lojas virtuais do país. Mandou bem demais, Puma! Agora só falta liberar uma dessas para eu sortear pra galera aqui do Terreirão, hein? Olha que idéia fantástica.


TIRANDO LEITE DE PEDRA

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Daniel

Daniel é jornalista no interior mineiro. Atleticano como tantos milhões, tem o Galo como sua maior paixão. Siga no twitter: @danielmesende

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A máxima “é o que temos para hoje” vem sendo o lema do Galo nesse Brasileirão. Muito se discute sobre a qualidade do elenco do clube, se é ou não devidamente qualificado para a disputa de um campeonato tão longo como é o Brasileiro, além da Copa do Brasil. Que o elenco foi enfraquecido, em relação ao de 2013, não resta dúvida. Tanto em número quanto em qualidade. Talvez por motivos financeiros, talvez por incompetência mesmo, nunca saberemos. O fato é que perdemos jogadores de extrema importância nos últimos meses, sendo alguns deles titulares absolutos, como Ronaldinho, ou reservas imediatos, como Gilberto Silva, Junior César, Rosinei e Fernandinho. A reposição desses jogadores não foi à altura e quando as poucas contratações foram efetivadas, enfrentamos outro grande problema.

As lesões têm sido o maior inimigo do Galo nessa temporada. Elas não param de acontecer e parece que a cabeça de burro, que desenterraram no início de 2013, foi recolocada perto da clínica de fisioterapia do clube. Não há outra explicação. Réver, Botelho, Pierre, Rafael Carioca e Jô são alguns dos jogadores considerados titulares que sofrem com essas lesões. Isso faz com que o Levir tenha que se virar para montar o time, muitas vezes não conseguindo completar nem mesmo o banco de reservas. Nem Emerson Conceição escapou do DM, só que nesse caso acho que a torcida não vai reclamar. No jogo contra o Botafogo, mesmo esfacelados, ganhamos. E assim foi contra Palmeiras, Atlético PR, Inter e agora o CEC, além dos jogos pela Copa do Brasil. Aos trancos e barrancos, o time vai subindo.

Uma saída encontrada por Levir, diante dos vários desfalques e a má fase de alguns jogadores, é dar chance aos meninos da base. Jemerson vêm jogando muito bem. Antes criticado por más atuações em poucos jogos, o garoto está jogando com muita maturidade e se firmando como titular do time, para a tristeza dos cornetas. Réver terá que suar muito para voltar ao time titular. Eduardo e Carlos também têm entrado bem nas partidas. O atacante, que meteu dois gols no último clássico, precisa ser lapidado para que o sucesso não suba à cabeça. Nem venham com esse negócio de “Rei Carlos”, por favor… depois de Reinaldo, não me lembro de nenhum “reizinho” ter dado certo por aqui. É óbvio que o garoto tem muita qualidade, mas manter os pés no chão é fundamental, assim como fez Bernard e vem fazendo Marcos Rocha, o melhor lateral do futebol brasileiro, ambos oriundos da base atleticana.

Querendo ou não, Levir vai encaixando o time com o que tem, mesmo sem poder repetir a escalação por dois jogos consecutivos. Com o que tem pra hoje, Levir vai impondo sua maneira de jogar no Galo que, por sua vez, vai ganhando moral e reconquistando a confiança da torcida. Estamos pegando no tranco, tipo aquele opalão 78 que ficou parado muito tempo na garagem.

Saudações!


SERVIMOS BEM PARA SERVIR SEMPRE

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9x2

O limite da zoeira foi ultrapassado. #9x2eterno

Fala, cambada.

Acabou mais um clássico e a cena se repete: a parte alvinegra sai sorrindo, feliz da vida, enquanto a outra sai guardando mastros e bandeiras em orifícios bem peculiares, voltando pra casa com aquela cara de bunda suja que a gente conhece bem. Normal. Só achei estranho ganhar no Mineirão e não levantar nenhum troféu… tem coisa errada nisso aí, senhores.

As condições etílicas nada favoráveis me impedem de fazer uma análise mais lúcida dessa partida. Foda-se. Ninguém quer saber de análises táticas elaboradas quando o negócio é zoar a cara da segunda torcida de Minas, ainda mais quando eles mandam o jogo no nosso salão de festas. Nosso. Acho engraçado quando têm a audácia de falar que o Mineirão é a casa deles, como se num passe de mágica a história fosse apagada e todos os “empurra as bichas” que esses danadinhos escutaram a vida inteira não existissem, de uma hora pra outra. Devem tá fazendo lavagem cerebral naquele curso de torcedor on-line, só pode. É questão de tempo para começarem a falar que nunca teve isso e que se não foi gravado em full HD, não valeu. Ai meu Deus… ainda morro de rir desse povo de Pirangi.

Levir montou um esquema suicida e quando eu assustei já estávamos brocando as meninas com um gol de Carlos e outro de Tardelli, que agora entra no hall da fama dos jogadores que mais meteram gols no time da Enseada das Garças. É carrasco nosso camisa 9, hein. Fico com dó do Fábio, que é até um cara bacana. Problema é que o caboclo não pode ver o Tardelli que enche a fralda. Problemas fisiológicos a parte, a coisa quase desandou quando diminuíram no finalzinho do primeiro tempo e igualaram o placar, logo no início do segundo. “Vamos virar”. Dava pra ver a cara de esperança da torcida adversária, ao mesmo tempo que os guerreiros de preto e branco firmavam o pé confiantes no triunfo, afinal, estávamos diante do nosso maior freguês. Honestamente, não dá pra ter medo disso.

Então voltemos ao pensamento do pobre torcedor celeste: vamos virar… era nítido no olhar da criatura pulando feito uma gazela na arquibancada. Vamos virar. Virar… uma ova, candidato. Vai virar é travesseiro de tanto chorar essa noite, isso sim. E a culpa é todinha do Carlos, esse malvadão da voz esquisita, acostumado a judiar do nosso maior rival desde as categorias de base.

Tá de parabéns, menino. É assim que tem que ser.

Agora tô eu aqui caçando o MP3 pra tocar em loop dessa música maravilhosa, retrato fiel da realidade. Quem souber, canta comigo.

#EuSeiQueVocêTreme


TERREIRÃO CAST 22 NO AR

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Terreirão Cast: Rodrigo GaloKombi, Alexandre Cotta, Coutinho, Luis Grossi e Rafael Kfoury

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Fala, cambada!

Está no ar o Terreirão Cast 22, com Couttinho, Kfoury e Rodrigo GaloKombi. Se liga na corneta mais alvinegra do planeta.

Siga o Terreirão Cast no twitter e fique por dentro das próximas gravações: @terreiraocast. Ah, tem também a página no Facebook, curta lá: facebook.com/terreiraocast

#GaloSempre

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QUE COMECE O PLANEJAMENTO DE 2015

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Sem a referência de um centroavante, o Galo apostou na velocidade do trio Luan, Carlos e Tardelli. Na primeira etapa deu resultado, faltou o gol. O trio se movimentou muito, deu trabalho para a defesa gaúcha, trocava passes na intermediária adversária, cumpriram com o que o Levir determinou. Dátolo alimentava o ataque e às vezes trocava de lugar com um dos meias, mas não tem a velocidade dos outros. O esquema abaixo ilustra a distribuição do Galo no primeiro tempo: Luan começou pela direita, Tardelli e Carlos revezavam entre o falso 9 e a ponta esquerda.

Desenho tático do Galo no primeiro tempo.

Com essas movimentações saíram algumas jogadas, dentre elas uma escorada de Carlos para uma conclusão do Luan no início do jogo, que retribuiu um belo passe para Carlos driblar o goleiro e chutar para fora.

Marcos Rocha apoiou mais que Emerson Conceição, porque Felipão escalou Dudu na direita evitando que o lado esquerdo do Galo tivesse o apoio do lateral do Maluf, mal sabia o técnico dos 7 x 1 que foi um reforço para nós… Os volantes não foram muito exigidos, L. Donizete e Claudinei postaram à frente da zaga na segunda linha do Galo. Claudinei ousou mais que Donizete e aparecia para tabela com os meias. Quando Claudinei chegava ao ataque, o Galo formava uma linha de dois meias – Dátolo e Claudinei – e uma linha de três atacantes com Carlos, Luan e Tardelli.

Claudinei chegando ao ataque, forma-se uma linha de 3 atacantes.

Na segunda etapa, o Galo voltou com a mesma formação. O time gaúcho um pouco diferente, com Felipão botando Dudu nas costas de Marcos Rocha. O jogo esfriou um pouco, a troca de passes não aconteciam, os volantes tiveram mais trabalho e o Grêmio voltou melhor. Jemerson salvou alguns cruzamentos perigosos do Grêmio, desarmou algumas jogadas de contra ataques, o garoto vem jogando muito, o melhor em campo. A velocidade do time diminuiu, Dátolo não alimentava o trio, Carlos ficou mais parado na esquerda, Tardelli mais centralizado e o louco do Luan correndo de um lado para o outro tentando alguma jogada. O jogo virou uma pelada ajeitada. Levir trocou Carlos por Guilherme e André por Leandro Donizete. A não ser por cansaço, Carlos não poderia ter saído. O menino tem boa finalização e vem mostrando personalidade e qualidade, Levir errou. Tinha a opção de recuar Dátolo como segundo volante e manter o Carlos no time. Com as substituições, Tardelli se posicionou na esquerda e Guilherme ficou responsável pela armação do time, errando passes para finalização, muito mal.

Levir promoveu mudanças táticas no time, apostou na velocidade sem a referência do pivô. No primeiro tempo deu resultado, mas sem o gol, no segundo tempo foi um time apático. Com uma galera no DM, Levir fica meio sem opção, mas com as poucas chances de substituições, ele aposta na sorte. O Brasileiro já era, resta a Copa do Brasil, mas a incompetência é geral: treinador, diretoria e jogadores. Está chegando o fim de 2014, nem Autuori, nem Levir, conseguiram armar um esquema tático eficiente com variações táticas nesse time. Que a diretoria comece o planejamento de 2015, se eles acharem que devem esquentar a CUCA com isso…

Até a próxima!

NÓS SOMOS A RESISTÊNCIA.

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Querem acabar com isso. Não deixaremos.

Fala, cambada!

Galo e Grêmio fizeram um jogão nesse domingo. Por mais que resultado não tenha vindo, não tem como criticar os caras que estão jogando no limite, haja visto a precariedade do nosso elenco hoje. Carlos tem sido uma grata surpresa: não tem medo de arriscar, vai pra cima e não se intimida. Ainda não marcou seu gol, mas isso é questão de tempo. Jemerson – a reencarnação de Luisinho – é mais uma revelação da boa safra que a base do Galo cultivou nos últimos anos. Tá jogando demais. É verdade que ambos entraram na necessidade, mas o destino tem suas maneiras de acertar as coisas e fico contente quando caras simples conseguem se realizar no futebol. Que tenham um futuro de sucesso.

Levir mexeu mal? Sim. Fomos grafados? Outra vez. Não quero me estender nesse assunto, até mesmo porque tenho coisas mais importantes para falar aqui hoje. Sobre a safadeza, que as pessoas responsáveis tomem as providências necessárias para diminuir isso, pois tem sido recorrente. Kalil disse ontem no twitter que essa seria a última vez que o Galo seria prejudicado pela arbitragem, mas vamos ser honestos: nem ele, nem ninguém tem condições de garantir isso. Que joguemos mais para não dependermos da inspiração dos homens de amarelo para vencermos nossas partidas.

Agora, o papo reto. Meus amigos, não é de hoje que estão, aos poucos, matando nossa paixão. Primeiro, com a dita higienização dos estádios. Tiraram o pobre da arquibancada, tiraram as faixas e bandeiras do estádio. Tiraram a cerveja e o tropeiro. Como se não bastasse, na semana passada a CBF disparou uma norma que não faz o menor sentido, limitando o número de crianças no gramado no início das partidas. Assim o futebol, que já está ficando chato pacaralho, morre de vez. Se as crianças, que são o futuro do esporte, não podem mais fazer parte da festa, que diabos estamos fazendo aqui? Cheguei a pensar que isso era uma brincadeira, uma zoação. Depois vi que essa aberração era séria e não existe outra explicação para isso a não ser trauma. É evidente que o senhor diretor que formulou tal norma é frustrado por não ter sido mascotinho quando menino. Ou ele nunca foi ao estádio. Certamente esse infeliz nunca viu o brilho no olhar de uma criança, a alegria incalculável ao realizar o sonho de pisar na grama. Não sabe o efeito que isso tem na formação de um torcedor, a euforia que se estende por dias, se bobear por anos. Não tem lógica alguém querer acabar com isso… padrão FIFA? Padrão FIFA é o escambau.

O Galo, que foi o primeiro clube do mundo a entrar com as crianças no gramado lá na década de 70, teve a decência de mandar essa norma para o quinto dos infernos. Não existe desrespeito à CBF. Estamos apenas seguindo nossas tradições, nossos valores e nosso DNA inconfidente. Primeiro Reinaldo, com seu punho em riste. Agora é dona Terezinha, a tia que ajeita as centenas de crianças que entram no início das partidas, em todos os jogos do Galo. Não aceitaremos. Aqui de Minas mandamos um recado para todos os clubes do Brasil: nós somos a resistência e não vamos acabar com o sonho dos nossos pequenos. Que as demais agremiações desse país não se acovardem e sigam nosso exemplo.

Nós sempre lutamos contra os desmandos daqueles que se dizem donos do futebol e não será dessa vez que abaixaremos nossa cabeça.

Porque aqui é Galo.

Porra.


TERREIRÃO CAST 21: APERTA O PLAY

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Terreirão Cast: Rodrigo GaloKombi, Alexandre Cotta, Coutinho, Luis Grossi e Rafael Kfoury

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Fala, cambada!

Está no ar o Terreirão Cast 21! A pauta da vez é a Copa do Brasil, Brasileirão, a macumba do Galo 2014 e as vendas on-line dos ingressos para os jogos do Galo. Aperta o play aí e curte o papo mais corneta da Galosfera!

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#GaloSempre

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