Todos os posts de Mauro Beting

Pedalando e… Fluminense 1 x 1 Ceará.

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O Fluminense fica com a bola. Tem ideia do que fazer com ela. Sabe criar chances. Finaliza muito. Tanto quanto passa a bola. Faz gols. Mais até do que a qualidade técnica da equipe.

Mas sofre gols com facilidade espantosa. Não poucos por infortúnio próprio e atroz felicidade alheia. Quem leva gol de bicicleta de zagueiro com todo mundo posicionado direitinho no Maracanã?

O golaço de bike de Tiago Alves premiou a bravura do Ceará no Rio. E castigou mais uma daquelas atuações de poucas explicações. A torcida que tanto apoiou até em treino pode e deve se chatear. Os gols tomados não são apenas por escolhas táticas mais ousadas. São por falhas técnicas individuais. Ou um gigantesco acerto do rival.

O que não significa mudar rumos nas Laranjeiras

Vitória no elevador

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Futebol é o lugar onde a gente mais se desentende como gente. E onde gente do bem faz tabelinhas como Gabriel Jesus e Casagrande fizeram na Globo depois do mal entendido entre eles num elevador e na entrevista pós-jogo. Eles são grandes e foram ainda mais. Dando aula de educação, respeito, civilidade e humildade. Assista e veja um grande diálogo entre eles. De muitas e ótimas reflexões. Exemplo para críticos e criticados.

Empate no tênis

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Se o mundo pudesse, e não só o do tênis, estaria todo abraçado com o campeão de Wimbledon, o da direita, e o vencido depois de cinco sets. Nestes dias de pessoas envelhecidas em fotos por um aplicativo impressionante, espantoso mesmo é como esses caras não envelhecem. E como eles nos rejuvenescem. Obrigado, vencedores. “Iguais”. Hoje era dia para empate no tênis. Ou vitória dupla. Ou coletiva. Sem dupla falta. Apenas múltipla presença.

Obrigado, Djokovic e Federer.

Mais um, mais um. Flamengo 6 x 1 Goiás.

Foi mesmo para aplaudir como na imagem do Premiere ao final do passeio no Maracanã. Se o primeiro tempo 4 a 1 foi justo mas um tanto dilatado, o 6 a 1 final foi pouco pelo volume do Flamengo. Ainda mais forte. E mais forte com Gerson que chega e Rafinha que estreia. Time e elenco para sonharem com tudo como com tudo atropelaram o Goiás.

Com 5 minutos já estava 1 a 0. E poderia estar dois pela sanha e sede do Flamengo na linda manhã quente de Maracanã. Arrascaeta fez 1 a 0 em belo e rápido lance bem construído também porque o time sufocou a saída de bola do Goiás.

Jorge Jesus manteve o 4-1-3-2 preferencial. Com dinâmica, movimentação e disposição. Também por isso valia manter o melhor time possível à disposição para dar liga e ritmo.

Ainda que com ressalvas.

Cuéllar, se não é o melhor cabeça de área no Brasil, é um dos. Marca por todo o meio-campo rubro-negro. Imprescindível desde 2018. Mas não desde a chegada de Jorge Jesus, embora tenha entrado com tudo encaminhado na segunda etapa.

Entendo e respeito a preferência do treinador por uma saída trabalhada com Arão como primeiro volante. Diego pode muito bem ser ajustado para atuar um tanto mais atrás. Naquela que era de Arão, mas com outra característica e qualidade. E pode ser como foi muitas vezes também com o recuo de Everton Ribeiro para articular desde atrás. Mas desde que não recue tanto. A fase e qualidade de ER é para o deixar mais próximo da outra meta.

Como todo o Flamengo parece mais próximo das metas traçadas desde 2016.

Mas eu não tiraria Cuéllar. Só que tiro o chapéu pra estreia do treinador jogando no Rio. Só se pode também bater palmas para a primeira vez de Rafinha. Até pelo primeiro lance que fez no Maracanã. Espetacular sequência de três chapéus tentando abrir a zaga do Goiás.

Talvez não tenha tido na história rubro-negra um lance inicial tão impressionante. E ainda não tinha tido em 2019 um erro de Rodrigo Caio como o que deu o gol de empate para Kayke, aos 11, depois de uma bola longa. Falha feia também pela ideia do português de fazer a linha de zaga alta. Algo que o brasileiro não costuma fazer nestes campos. Algo que Diego Alves muito bem funcionou mais adiantado, na sobra.

O gol desestabilizou o Flamengo e equilibrou a partida até Bruno Henrique desempatar aos 43, em lance confuso e infeliz do ótimo goleiro Tadeu, que sem querer empurrou para dentro o toque do ex-atacante do Goiás.

Quem sentiu então foi o esmeraldino, que na sequência levou o terceiro, em bom lance de Gabriel que Arrascaeta finalizou. E o quarto, aos 49, em bonito chutamento do uruguaio.

Na segunda etapa, Gabriel de cabeça belo lance coletivo. O sexto só saiu aos 34, em presente de Arrascaeta, em outra bonita jogada.

Os demais só não saíram porque Tadeu foi muito bem mais uma vez.

Mas ele não conseguiria parar aquele Flamengo. Atuação que, se repetida, insisto, põe o time no rumo e na rota dos desejos e delírios.

Fases. São Paulo 1 x 1 Palmeiras.

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O São Paulo começou o Choque-Rei como precisava iniciar tantos outros jogos nos últimos tempos. Na terceira chegada contra um desatento Palmeiras fez 1 a 0, aos 9, com Pablo, em lance de divididas vencidas por ele, Hernanes e Hudson.

O jogo começou assim. O Tricolor com mais apetite, vontade e necessidade de vitória contra o Palmeiras sem a dupla de zaga titular, a dupla de volantes, e o meia central. Cinco ausências que pareciam 11 pela sonolência da equipe.

Thiago Santos e Moisés não conseguiam dar dinâmica ao time e nem consistência defensiva contra Hernanes e Tchê Tchê. Quando Dudu inverteu com Scarpa e foi articular por dentro, a única chance verde pintou, aos 23, num belo tiro do último bem defendido por Volpi. E quase até o final do primeiro tempo que foi tricolor, com Antony e Pato bem pelos lados até sem a bola. Mas perdendo Pablo por lesão.

Felipão voltou com Carlos Eduardo no lugar de Zé Rafael, outro que devia. Daniel estreou na frente. Com menos de um minuto Deyverson quase empatou, não fosse Volpi em grande jornada – até então. O São Paulo respondeu na sequência e só parou em três ótimas defesas de Weverton.

As mudanças de Cuca não foram tão felizes. O São Paulo não teve a mesma força para se impor. Mas administrava a vitória até um daqueles lances que definem fases, aos 24. A que tudo dá certo para um time como tem dado para o de Dudu que chutou de canhota uma bola que resvalou em Reinaldo, subiu e bateu na trave e na cabeça de Volpi. Absoluta sorte do líder. Total infelicidade do São Paulo que tinha tudo para encerrar a invencibilidade impressionante rival.

A série invicta de 26 jogos em 1972-73 do Palmeiras no Brasileirão começou depois de uma derrota para o São Paulo e terminou com nova derrota para o Tricolor paulista. A série sem derrotas alviverdes desde julho de 2018 no Brasileiro parecia terminar mais uma vez no Morumbi.

Mas as nuvens carregadas seguem por lá. Sopradas desde a Água Branca.

Trem azul. Cruzeiro 3 x 0 Atlético Mineiro.

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Por tudo que o invicto Cruzeiro de 2019 começou a perder no início do Brasileiro e a se perder fora de campo, e por tudo que o Atlético está se reformatando desde as finais perdidas do MG-19, via desta vez mais chances de classificação para o Galo contra o maior campeão do torneio. E o único bi. Atual vencedor. Desde 2017 contando e fazendo história.

O início do clássico parecia confirmar a impressão. O Atlético chegava mais. Até Pedro Rocha, de novo ele, fazer belo drible e emendar insuspeita canhota no ângulo de Victor. Golaço aos 18. Seguido aos 21 de contragolpe puxado pelo centroavante-surpresa de Mano, que driblou lindo Victor e serviu Thiago Neves para ampliar.

Os artilheiros históricos nos dois bancos vendo o Cruzeiro achar dois belíssimos gols e o clássico praticamente acabar. E a classificação praticamente se definir no gol que Robinho chutou uma no bloqueio e, no rebote, quase sem goleiro, fuzilou de novo.

Impressionante a frieza quase cínica do clínico time de Mano na Copa do Brasil. Difícil saber por onde começar a tentar entender onde parece ter acabado nesta Copa o Galo que mal iniciou o clássico.

Palmas aos campeões de um torneio que por 40 anos não foi nosso

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Mazinho, Taffarel, Mauro Galvão, Ricardo Gomes, Aldair e Branco; Bebeto, Romário, Silas, Dunga e Valdo. Brasil campeão em 1989.

O Brasil ficou 40 anos sem ganhar uma Copa América que, até ganhar uma na Bolívia, em 2007, só ganhava em casa. Esse jejum foi de 1949 (quando superou um forneio sem a Argentina e com um Uruguai juvenil) a 1989. Só ganhou em 1919, 1922, 1949 e 1989. Só em casa.

Toda a Era de Ouro do futebol brasileiro tricampeão mundial passou em branco. Também porque foram poucos torneios. Alguns com seleções da CBD/CBF restritivas e regionalizadas. Mas poucos com justificativas realmente válidas.

É impressionante o futebol pentacampeão mundial ter apenas 9 títulos continentais. Além dos 5 canecos erguidos em casa, apenas 1997, 1999 (contra a Argentina B e o Uruguai Sub-23), 2004 e 2007 (ambos com uma seleção que não era a melhor possível).

Mais complicado de explicar é como durante 40 anos tudo isso NÃO aconteceu com alguns desses convocados:

Sul-Americano de 1953: Barbosa, Castilho, Gilmar, Djalma Santos, Nilton Santos, Bauer, Cláudio, Ademir Menezes, Didi, Julinho, Zizinho. Cinco seriam campeões mundiais entre essas feras. Seis foram vice mundiais no Maracanazo.

Sul-Americano de 1956 (extra): Gilmar, Djalma Santos, De Sordi, Mauro, Zito, Luizinho, Zizinho, Jair Rosa Pinto, Canhoteiro. Cinco campeões mundiais em campo. Também não deu.

Sul-Americano de 1957: Gilmar, Castilho, Djalma Santos, Zózimo, Nilton Santos, Zito, Dino Sani, Didi, Joel, Pepe, Evaristo, Garrincha, Cláudio. Onze campeões mundiais. Também sem título continental.

Sul-Americano de 1959: Castilho, Djalma Santos, Bellini, Mauro, Orlando Peçanha, Nilton Santos, Zito, Dino Sani, Garrincha, Didi, Pelé, Zagallo, Almir Pernambuquinho, Chinesinho. Doze campeões mundiais um ano antes. Sem título.

Sul-Americano de 1959 (extra): uma seleção pernambucana representou o Brasil.

Sul-Americano de 1963: Seleção mineira com alguns jogadores de outros estados foi o Brasil. Sem título.

Copa América 1975: Seleção mineira com alguns de outros estados. Raul, Nelinho, Luís Pereira, Amaral, Piazza, Zé Carlos, Dirceu Lopes, Reinaldo, Roberto Dinamite. Um campeão do mundo em 1970. Não deu.

Copa América 1979: Leão, Júnior, Oscar, Edinho, Amaral, Marco Antonio, Batista, Carpegiani, Falcão, Zico, Sócrates, Roberto Dinamite, Éder, Tita. Baita time. Não rolou.

Copa América 1983: Leão, Leandro, Júnior, Renato Gaúcho, Careca, Roberto Dinamite, Éder, Tita. Sem título.

Copa América 1987: Carlos, Josimar, Júlio César, Ricardo Rocha, Silas, Raí, Valdo, Muller, Careca, Romário. Quatro futuros campeões mundiais em 1994 eliminados ainda na primeira fase.

Quem explica?

Torça pra quem você quiser. E mande o bedel de torcida pro epidídimo de onde foi excretado.

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Torça pra quem você quiser. Torça contra quem você quiser. E mande para o indevido lugar o sommelier de torcida, o grão-mestre dos malas que diz para quem você deve torcer, e corneta se você torcer para quem você quer.

Esse perfil de bedel de arquibancada pulula e polui as redes antissociais. Em tempos de Seleção, é o que hashtagueia #chupa para quem eventualmente torceu contra o Brasil por motivos de Brasil, futebol, Neymar, Tite, CBF, clubismo, bairrismo, raiva, descaso, cansaço, saco cheio, baixo nível e até por política, por identificar na camisa amarela do Brasil uma ligação indireta com o presidente do país e/ou com a ideologia dominante.

O profeta do pensamento único (se pensa tem que ser plural) vira torquemada de Instagram se um brasileiro torcer pela Argentina por motivos de Argentina. Ou Messi. Aguero. Dybala. Maradona. Tango. Fito Páez. Borges. Les Luthiers. Darin. Buenos Aires. Alfqjor. Dulce de leche. Sei lá.

Mas esses intolerantes sabem ainda menos.

Torcer é incondicional. E jamais merece repreensão.

Sou bisneto de italianos e alemães. Só não torço por eles quando jogam contra o Brasil. Fiquei menos triste pelos 7 a 1 por ser Alemanha. Fiquei menos arrasado pelo Sarriá em 1982 por ser a Itália. Fico envergonhado mas também feliz pelos títulos sob Mussolini em 1934 e 1938. E nem Médici estraga o nosso México em 1970.

Na Itália sou Palestra. No mundo sou só Palmeiras. Não gasto torcida. Mas gosto de alguns times, “torço” até por eles, mas não pelos clubes. Cresci com o Bayern tricampeão da Europa. Amava Beckenbauer, Breitner, Maier, Muller. Se o termo “modinha” estivesse em voga naqueles dias de “lacração” (perdoa, Pai…), talvez me chamassem de modinha. Porque o Bayern era uma novidade no início dos anos 70. Um PSG de hoje. Um Manchester City desde o final da década passada. Um Chelsea desde 2003.

Normal 3 compreensível quem cresça e torça por eles. Tanto quanto torcer pelo Manchester United a partir dos anos 90. O Ajax este ano. Ou em 1995. Ou antes mesmo do Bayern, nos anos 70.

Como ninguém pode chamar alguém que não nasceu na Baixada Santista de “modinha” por começar a torcer pelo Santos no final dos anos 50.

Ou virar são-paulino com Telê. Virar palmeirense com a Parmalat ou mesmo agora. Flamengo por Zico e companhia ilimitada. Corinthians com os títulos além de São Paulo a partir de 1990.

Deixa torcer.

Pelo amor de Deus. E pelo seu.

Ou tudo bem: desde que só você não torça mais também. Ou não ame mais sua família.

A escolha é tão sua quanto é minha.

Em qualquer campo. Pergunte pro Vampeta. Ele fala na Jovem Pan abertamente o que não poucos campeões mundiais pensam. Eles

torcem contra a Seleção que defenderam em Mundiais para se manterem no grupo seletíssimo da campeões de Copa.

É dele. E de outros que não admitem.

Inadmissível é só quem quer mandar no coração dos outros. Ou mesmo no fígado e no cotovelo.

O presidente do Brasil

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FHC é penta em 2002

Itamar é tetra em 1994

Médici é tri em 1970

Jango é bi em 1962

JK é campeão em 1958

A CBF precisa de Jair Bolsonaro. Ou melhor: do presidente da República. Qualquer que seja o titular do cargo, sempre terá crédito na entidade.

Bolsonaro é campeão da Copa América em 2019

Torneio internacional no país exige a presença do mandatário. Também para entregar medalhas. Ainda mais quando o país-sede é campeão.

Faz parte do jogo e de qualquer jogada. Independente de partido, eleito, ungido, hereditário, golpista, legítimo, democrático, ditador, progressista, conservador.

Rei Gustavo da Suécia dá a Jules Rimet ao campeão Brasil, em 1958

Já falei na festa do deca a respeito da presença do presidente eleito palmeirense.

Agora é diferente. E ele também se saiu melhor do que em 2018. Amadureceu. Esperou a festa protocolar dos atletas. As fotos oficiais da conquista. As que só tinham os jogadores. A da maioria dos 64 responsáveis pelo merecido título. Não deu volta olímpica. Não quis aparecer com camisa da equipe.

Só então o presidente do Brasil se juntou aos campeões pelo Brasil. Alguns gritos de “mito” de praxe. Sorrisos de todos, até dos eventuais incomodados. Mas tudo democraticamente. Sem partido. Só a alegria do Brasil. De Bolsonaro ou de Haddad. De Lula ou Daciolo.

Tite foi coerente com ele mesmo. Sem afinidade com o presidente que puxou conversa com ele quando recebeu a medalha, cumprimentou protocolarmente quem manda e seguiu em frente. O político também não perdeu o sorriso.

Seguiu o jogo. É assim que se joga.

Rainha Elisabeth entrega a Bobby Moore a Jules Rimet disputada e conquistada pela Inglaterra, em 1966

Bolsonaro jogou como tinha que fazer como presidente e como precisava pelo momento. Escalou ao lado dele Sérgio Moro, outro juiz muito contestado na Copa América. Acenou para a galera que o ovacionou e também vaiou. Como faz parte do jogo. Qualquer um.

Em vez de receber em Brasília os campeões, o presidente aproveitou o gramado para tirar fotos e gravar vídeos. Normalíssimo.

Jorge Videla entrega a Passarella a Copa de 1978 disputada e conquistada pela Argentina

Benito Mussolini e sua Itália campeã em 1934

Quem foi quem no Brasil na Copa América

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O Brasil foi o campeão incontestável da Copa América. Teve tudo de melhor. Até mesmo as melhores decisões de arbitragem.

Mas tem como discutir o desempenho coletivo. Faltou maior aproximação do meio-campo. Alternativas de infiltração e combinação contra rivais fechados.

Faltou Neymar. Sempre.

Mas tem como avaliar em torneio de baixo nível o que cada atleta apresentou.

ALISSON – Sai da competição maior do que já entrou como um dos três melhores goleiros da temporada. O gol que levou de um dos artilheiros do torneio nasceu de um pênalti mal marcado. Foi pouco acionado. E quando a bola chegou, mais uma vez foi muito bem. Nota 8. SOBE.

DANIEL ALVES – Craque do torneio, com gol, assistência, passe para assistência, lindos dribles, aberto como ponta, articulando como meia, dando pouco espaço às costas, e exemplo aos demais. Um menino de 40 títulos na carreira. 8,5. SOBE.

MARQUINHOS – Como todo o sistema defensivo de Tite, muito bem. Sem erros. Boa saída de jogo e sem sustos. Nota 7. NA MESMA.

THIAGO SILVA – Outro grande torneio pela Seleção. Ainda pulverizando a concorrência. Nota 7,5. NA MESMA.

FILIPE LUÍS – Construindo o jogo mais por dentro, deu boa vida à Seleção. Correto no apoio é sempre eficiente na marcação. Nota 6,5. NA MESMA.

CASEMIRO – Depois da mais pálida temporada na Europa, uma Copa América correta, com mais uma suspensão em jogo decisivo por acúmulo de cartões. Nota 6. DESCE.

ARTHUR – Ainda espero mais na Seleção. Precisa se infiltrar mais como fez no segundo gol na decisão. Pela grande categoria pode arriscar mais passes decisivos. Nota 6,5. DESCE.

GABRIEL JESUS – Fora de posição, foi muito bem. O melhor momento pelo Brasil desde 2017. Seminal nos dois jogos decisivos, fez gol de artilheiro, deu passes para gols, driblou como ponta e mais uma vez ajudou na recomposição. Nota 7,5. SOBE

P.COUTINHO – Muito enfiado trombando com Firmino nas primeiras partidas, melhorou com o passar do tempo quando foi atuar mais atrás, próximo de Arthur. Ainda assim longe daquele da Copa. E mais parecido com a pálida temporada pelo Barcelona. NOTA 6. DESCE

EVERTON CEBOLINHA – A melhor revelação da Seleção. Artilheiro do torneio, Man of The March na final, só foi mal contra a Argentina. Os melhores driblas da Seleção. Jogou como se treinasse. NOTA 8. SOBE

FIRMINO – Perdido no início do torneio, deve ter sentido a lesão que o prejudicou no final da temporada. Fez dois gols fáceis para quem tem o talento dele. Mas pode muito mais. NOTA 6. DESCE

EDERSON – Primeira opção a Alisson, nao jogou. NA MESMA.

CÁSSIO – Ganhando espaço como terceiro goleiro. Não jogou. NA MESMA.

FAGNER – Não jogou. Mas foi reserva do craque incomparável do torneio. NA MESMA.

MILITÃO – Poucos minutos. Pode ser zagueiro, lateral e volante. Versátil. Vai ganhar mais milhagem na Seleção. NA MESMA.

MIRANDA – Merecia um título pelo Brasil. NA MESMA.

ALEX SANDRO – Pode lutar por um lugar no grupo. Aporta apoio à lateral. NOTA 6,5. SOBE

FERNANDINHO – Discreto e sem falhas. Lesionado perdeu chances. Não foi tão bem como vai no Manchester City. E não tão mal como não vai em jogos decisivos pela Seleção. Nota 6. NA MESMA.

ALLAN – Vai cavando espaço no grupo. Não comprometeu quando jogou, mas foi pro fogo em função diferente da usual. NOTA 6. NA MESMA.

RICHARLISON – Perdeu a titularidade da equipe, mas entrou bem na final, com a personalidade é responsabilidade de bater o pênalti decisivo. NOTA 5,5. DESCE.

WILLIAN – Chamado pela milhagem de última hora para substituir Neymar, sempre entrou bem na equipe, marcando golaço contra o Peru, e nem sempre jogando na dele. NOTA 6,5. SOBE.

PAQUETÁ – Usado menos do que se esperava. E quase sempre em momentos complicados. Não achou seu lugar no time e em campo. DESCE.

DAVID NERES – Titular que não jogou o tanto que joga pelo Ajax e o que já havia atuado pela Seleção. NOTA 5,5. DESCE.

TITE – Excessivamente cobrado por tudo, teve o bom trabalho recompensado. Não necessariamente reconhecido. NOTA 7. NA MESMA.