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Como o Corinthians tenta evitar a penhora da taça do Mundial de 2012

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Evitar a penhora da taça do Mundial de Clubes conquistada pelo Corinthians em 2012 é um ato de interesse público, de acordo com o recurso movido pelo departamento jurídico do clube. Isso por conta dos milhões de fãs do time. Na argumentação, os advogados falam da possibilidade de a torcida alvinegra ser a maior do país, superando a do Flamengo.

O recurso do alvinegro contra o pedido de penhora feito pelo Instituto Santanense de Ensino Superior será julgado definitivamente nesta quarta (20), após o clube conseguir a suspensão da penhora liminarmente. Não houve acordo entre as partes para acabar com o processo no qual a universidade cobra uma dívida de cerca de R$ 2,48 milhões.

“É até ridículo imaginar que a taça realmente pudesse ser levada para um depósito judicial, depois a leilão e arrematada por qualquer um, a ser colocada em qualquer canto de um particular, sem que os milhões de corintianos possam ter acesso para reverenciá-la e se alegrarem ao vê-la. O cancelamento imediato da penhora da taça constitui interesse público, inclusive!”, diz trecho da petição que conseguiu a liminar suspendendo o “bloqueio” do troféu. O mesmo documento será analisado para a decisão definitiva da Justiça sobre a penhora.

Os advogados alvinegros sustentam que o valor da taça é mais sentimental do que material, por isso ela não deve ser objeto de penhora. “Sentimental não só à instituição agravante (clube), mas à nação, à torcida, às dezenas de milhões de corintianos – que vale mencionar é uma das maiores torcidas do Brasil, senão a maior, conforme as pesquisas que se fazem e se publicam na mídia”.

O caneco conquistado em 2012 é definido na petição como a maior conquista do clube. Para dimensionar o feito e reforçar o valor sentimental do troféu, a defesa corintiana traz uma lista de campeões mundiais. “Vejam, excelências, que, segundo a página oficial da Fifa, somente nove clubes em todo o mundo detêm tal título, dentre esses, apenas três são times brasileiros, a saber: Sport Club Corinthians Paulista, São Paulo FC e Internacional. Ressalte-se ainda, que o Corinthians, ora agravante, é o único time bicampeão do torneio sub examine”. A petição não leva em consideração a era intercontinental de disputas na qual se enfrentavam apenas os campeões da Europa e da América do Sul.

Qualquer que seja a decisão sobe a penhora, a ação de execução irá continuar, a menos que as partes cheguem um acordo. O Corinthians alega que também tem um crédito a receber do instituto. No entanto, ele é inferior à dívida.

 

Opinião: problema maior do São Paulo é perder tempo esperando Cuca

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A derrota para o Palmeiras, por 1 a 0, fez a torcida do São Paulo explodir de novo contra a diretoria do clube. Foi mais um clássico perdido, porém, perder para um grande rival ou para qualquer outro time não é o principal problema da equipe do Morumbi neste momento. O grande drama é que o trabalho de Cuca, efetivamente, ainda nem começou. Aconteça o que acontecer na provisória era Vágner Mancini, ainda haverá uma reconstrução. Ou seja, enquanto os adversários tem um rumo definido e tendem a evoluir, os tricolores, em tese, vão voltar à estaca zero quando o novo treinador chegar.

É desesperador para a torcida saber que o time vai mal e a reorganização ainda nem começou. Por mais que Cuca passe diretrizes para Mancini, muita coisa vai mudar quando ele começar a ficar à beira do gramado.

Nesse cenário, é justo o são-paulino se voltar contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O presidente voltou a ser xingado logo depois do gol do Palmeiras no Pacaembu. Parte da torcida também critica Raí, outro que merece ser cobrado.

A dupla é, na opinião deste blogueiro, é a principal responsável pela dramática situação atual. Claro que a gestão tem seus acertos. Raí por exemplo faz um importante trabalho de reestruturação de rotina no CT da Barra Funda com mentalidade profissional. Contratar Pablo foi outra decisão acertada, depois da ótima temporada feita por ele em 2018. A diretoria não tem culpa se o atacante ainda não rendeu da mesma forma em 2019.

Só que os dois dirigentes cometeram três erros graves e em sequência, na minha opinião. O primeiro foi demitir Aguirre na reta final do último Brasileirão. No geral, seu trabalho não foi tão ruim para justificar a queda naquele momento. Mais sensato seria esperar o final do campeonato, fazer uma avaliação e decidir o rumo a ser tomado.

A segunda falha foi efetivar Jardine como técnico. Era uma aposta de risco e que em caso de fracasso obrigaria o time a fazer mudanças com a temporada seguinte já em andamento. Deu errado. A falha custou a Libertadores e um atraso no planejamento.

Para completar, a diretoria optou por uma solução nada convencional aceitando esperar por Cuca e escalando Mancini como técnico interino. Um clube profissional não pode perder tempo. Sem dúvida Cuca é uma boa contratação, mas Leco e Raí parecem não terem calculado o quanto a espera por ele poderia prejudicar o time. Em qual momento do ano o novo treinador vai ter o time na mão, jogando como ele gosta? A temporada toda já não estará comprometida? Não seria melhor escolher outro técnico, mas que fosse uma solução imediata?

Não era difícil de prever o cenário pessimista. Por isso, é impossível não responsabilizar Leco e Raí pelo estágio atual da equipe. Pior para os são-paulinos é que não há o que a diretoria possa fazer, além de torcer para que Cuca chegue logo e como salvador da pátria, dando resultados imediatamente.

 

Órgão que fiscaliza direção do SPFC vê demora em entrega de documentos

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Membros do Conselho Fiscal (CF) do São Paulo reclamam internamente de falta de estrutura para o funcionamento do órgão e de demora da direção para a entrega de documentos. Os problemas estariam atrapalhando seu trabalho e dificultando a elaboração de outros relatórios como o que apontou a contratação e a liberação de Diego Souza como exemplos de má gestão.

Essa situação foi relatada ao blog por dois dos cinco membros efetivos do órgão. Eles, que pediram para não terem seus nomes divulgados, afirmam aguardar a entrega de uma série de documentos para poder analisar outros casos. Na fila estão contratos assinados com jogadores, prestadores de serviços e concessionários do estádio, entre outros. Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria afirmou que não se manifestaria sobre o assunto.

O órgão também pediu para a direção uma secretária exclusiva, mas não foi atendido, tendo que utilizar os serviços de duas funcionárias que trabalham para três conselhos do clube. Por outro lado, o CF conseguiu junto à diretoria a reforma de sua sala e a troca de seus móveis.

No entorno de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, o discurso é de que a direção entrega todos os documentos que entende fazerem parte do escopo do trabalho do Conselho Fiscal. E que o prazo de entrega depende da complexidade do pedido e da disponibilidade dos departamentos do clube, pois eles não podem parar suas atividades diárias para providenciar a documentação.

Já no CF há a preocupação de desvincular seu trabalho da pressão política sofrida por Leco. Os integrantes do órgão afirmam não apoiarem o movimento que pede a renúncia do presidente. Sustentam que a intenção é executar suas funções estatutárias e alertar a diretoria para corrigir eventuais erros.

Opinião: ministro espalha fake news sobre pênaltis roubados em Itaquera

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O Corinthians foi ofendido de maneira gratuita e repugnante pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em pronunciamento dele na FGV (Fundação Getúlio Vargas). O problema está no fato de ele dizer que o Corinthians ganha Campeonato Brasileiro porque toda hora tem um pênalti roubado a seu favor, não por ele citar Lula com responsável pela construção da arena do clube e dizer que ninguém consegue pagar pela obra.

Guedes foi deselegante ao falar da construção da casa corintiana, mas não mentiu ao relacionar o ex-presidente à sua existência. Andrés Sanchez, presidente corintiano, já cansou de dizer publicamente que o petista foi fundamental para a obra sair do papel. Também é publica a dificuldade que o alvinegro enfrenta para pagar as pagar a dívida gerada pela construção. A direção, porém, sustenta que não há atrasos.

Mas Guedes espalhou fake news ao falar que o Corinthians ganhou títulos brasileiros porque sempre marcam pênaltis inexistentes a seu favor em Itaquera. Mentira deslavada. O time do Parque São Jorge já foi favorecido e prejudicado pela arbitragem em sua casa e nos outros estádios em que joga. Acontece com todos os clubes.

A fala do ministro é incompatível com a responsabilidade carregada por sua pasta. Mas é compatível com o governo de Jair Bolsonaro, acusado de usar fake news para ganhar a eleição e para continuar tentando desmoralizar seus detratores. Guedes faz coro com colegas de gestão, incluindo o presidente, marcados por criarem polêmicas desnecessárias.

Torcedor falar em apito amigo corintiano é do jogo. Mas esse não é o papel de um ministro durante uma palestra na qual tratava de assuntos sérios. Até parecia, mas ele não estava tomando um chopinho com amigos. Guedes só aumentou a coleção de gafes do atual governo. Desta vez, com uma dose de preconceito contra os corintianos na opinião deste blogueiro.

Areia, lama e grama rala ‘enterram’ fama do gramado da Arena Corinthians

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Em pouco menos de cinco anos, o gramado da Arena Corinthians foi de exemplar a motivo de críticas de jogador do próprio clube e de adversários. A decadência do campo, até então, motivo de orgulho dos alvinegros, é pontuada por queixas de grama rala e excesso de terra para cobrir supostas falhas.

No último domingo, o goleiro Cássio e o atacante santista, Rodrygo, reclamaram publicamente da situação da grama, após o clássico entres as esquipes pelo Campeonato Paulista. No entanto, o blog apurou que comentários sobre problemas com o campo também foram feitos internamente por jogadores do São Paulo após a derrota por 2 a 1 para o rival pelo Estadual, no mês passado.

Entre os são-paulinos, ainda conforme apuração do blog, o comentário interno foi de que o gramado estava duro, ralo e que as falhas estavam cobertas com areia e algo similar a um corante verde.

Cássio, por sua vez, “jogou areia” publicamente na fama do gramado alvinegro. “Até nos próprios gols tem muita areia, difícil, tento pegar na bola mas a bola não sai bem”, disse o ídolo corintiano ao explicar uma falha no clássico com o Santos.

Também depois do empate sem gols entre os rivais alvinegros, o santista Rodrygo se queixou. “O gramado está muito diferente do que (aquele em) que jogamos no ano passado, cheio de lama, meio estranho ali no meio”, afirmou o jogador do Santos ao SporTV.

O blog procurou a World Sports, empresa responsável pelo gramado do estádio corintiano, mas foi informado de que, por conta de cláusula contratual, a empresa só poderia se manifestar por intermédio do clube. Já a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que não comentaria o assunto.

No final de janeiro, Andrés Sanchez, presidente alvinegro, declarou que o gramado estava prejudicado por um fungo que o atacou. O discurso interno da diretoria atualmente é de que a situação do campo melhorou e que ele estará bom para os mata-matas do Campeonato Paulista.

Opinião: mudar formato aumenta crise de identidade do Mundial de Clubes

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Desde sempre a disputa pelo título de campeão mundial de clubes sofre uma crise de identidade. Os diferentes formatos e nomenclaturas geram desnecessárias polêmicas entre torcedores sobre quem é legítimo detentor do título e desvaloriza o produto.

Tudo que a competição não precisava é de mudança, como a anunciada agora pela Fifa. De cara, a decisão de realizar o torneio a cada quatro anos cria o incômodo de quebrar a tradição de se definir quem é o melhor de cada ano.

Os critérios para a escolha dos participantes, ainda não definidos oficialmente, têm potencial problemático. A Conmebol, por exemplo, pretende enviar como seus representantes os campeões das quatro Libertadores anteriores à edição do Mundial a ser disputada. Como a qualidade dos times no continente sofre brutais mudanças rapidamente, é possível ver equipes absurdamente enfraquecidas entrando em campo.

Os europeus sofrem menos com a irregularidade de seus clubes. Um modelo assim, em tese, reduziria ainda mais as chances de representantes de outros continentes levantarem a taça. A tendência é que os times da Europa dominem as fases mais agudas da competição. Será que faz sentido um torneio assim diante do sucesso que é a Champions?

Com tantas incertezas, a Fifa deveria se preocupar mais em ouvir jogadores e torcedores antes de escolher um caminho. É preciso saber o que mais motiva atletas e fãs para que o Mundial seja, enfim, um sucesso. Também é necessário que o novo formato tenha vida longa. Cada vez que uma fórmula é testada e abandona, menos credibilidade tem a competição. E mais discussões pouco produtivas acontecem.

Gustagol ainda sente dores no joelho ao simular movimentos de jogo

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Apesar de já andar sem mancar, o atacante Gustavo ainda sente dores no joelho esquerdo ao simular movimentos de jogo, de acordo com seu estafe. A expectativa no entorno de Gustagol é de que ele só volte a treinar sem limitações na próxima semana. Confirmando-se essa projeção, ele perderá a partida do Corinthians contra o Oeste, neste domingo, pelo Campeonato Paulista. Porém, vale lembrar que a palavra final é dos médicos e da comissão técnica alvinegra.

O centroavante, artilheiro do time na temporada, torceu o joelho na partida contra o São Bento pelo Campeonato Paulista e desde então desfalca a equipe de Fábio Carille.

Quem convive com o jogador relata que ele ficou abalado logo após a contusão, principalmente pelo fato de ela ter acontecido em seu melhor momento no clube paulista, mas que rapidamente o atleta se recuperou emocionalmente.

Desde o início da fase de tratamento, a meta do jogador e da comissão técnica é ter cuidados para não precipitar o retorno do atacante. A última atuação corintiana, com vitória por 3 a 1 sobre o Ceará, pela Copa do Brasil, sem que o time sentisse a ausência de Gustagol, reforçou nas duas partes o sentimento de que a recuperação do atacante deve ser feita sem pressa.

 

Estatísticas mostram importância de Avelar como garçom contra Ceará

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Alvo de constantes críticas da torcida do Corinthians, Danilo Avelar se destacou como garçom na vitória do time paulista sobre o Ceará por 3 a 1, nesta quarta (13), em Fortaleza, pela Copa do Brasil, de acordo com estatísticas do site Footstats.

Além de ter feito a assistência para um dos três gols (Boselli e Sornoza fizeram as outras), o lateral deu outros dois passes para finalizações. Ele, Love, Fágner e Sornoza foram os corintianos que mais passaram a bola para companheiros concluírem.

Avelar ainda serviu os companheiros acertando cinco lançamentos. Foi o segundo melhor lançador do time ao lado de Henrique. Só Cássio foi melhor com 12 bolas lançadas de forma precisa.

O lateral-esquerdo também ficou em segundo lugar, empatado com Fágner, no quesito passes certos. Foram 44 para cada. Ralf foi o melhor passador acertando 48.

Já nos cruzamentos Avelar teve desempenho tímido para um lateral. Acertou a única bola que cruzou. Fágner fez quatro cruzamentos, sendo dois certos.

Os números do lateral-esquerdo no jogo em Fortaleza ajudam a compreender os elogios que Fábio Carille faz a ele, apesar das seguidas críticas de parte significativa dos corintianos.

Valor de luvas é principal entrave entre Palmeiras e F. Melo por renovação

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

O valor das luvas a serem pagas pelo Palmeiras é por enquanto o principal obstáculo para Felipe Melo acertar sua renovação antecipada de contrato com o clube. Nenhuma das partes fala sobre o assunto, porém, o blog apurou que o volante aceitou uma redução em relação ao que recebe de luvas em seu compromisso atual. Acontece que ele ainda quer mais do que a oferta alviverde.

Nos últimos dias, as tratativas para a renovação travaram sob a justificativa da diretoria de que precisava se concentrar na partida de ontem, contra o Melgar, pela Libertadores.

Curiosamente, no duelo contra os peruanos, o volante foi um dos protagonistas da partida. Foi dele o gol que abriu o placar na vitória por 3 a 0 e, depois, Felipe Melo fez a torcida alviverde temer uma expulsão ao acertar um carrinho violento por trás, porém o árbitro só o advertiu com um cartão amarelo.

A negociação deve ser retomada ainda esta semana. Apesar da redução das luvas, as conversas até aqui caminharam para um pequeno aumento no salário do volante, além da manutenção de um sistema que premie assiduidade do atleta nos jogos. Como mostrou a coluna De Primeira, para trazer Melo, o Palmeiras prometeu em seu contrato atual o pagamento de R$ 8,4 milhões em luvas parceladas.

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

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Nos últimos dias, as tratativas para a renovação travaram sob a justificativa da diretoria de que precisava se concentrar na partida de ontem, contra o Melgar, pela Libertadores.

Curiosamente, no duelo contra os peruanos, o volante foi um dos protagonistas da partida. Foi dele o gol que abriu o placar na vitória por 3 a 0 e, depois, Felipe Melo fez a torcida alviverde temer uma expulsão ao acertar um carrinho violento por trás, porém o árbitro só o advertiu com um cartão amarelo.

A negociação deve ser retomada ainda esta semana. Apesar da redução das luvas, as conversas até aqui caminharam para um pequeno aumento no salário do volante, além da manutenção de um sistema que premie assiduidade do atleta nos jogos. Como mostrou a coluna De Primeira, para trazer Melo, o Palmeiras prometeu em seu contrato atual o pagamento de R$ 8,4 milhões em luvas parceladas.

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