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Opinião: Flamengo x Corinthians é único confronto sem favorito na Copa BR

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Na opinião deste blogueiro, Flamengo x Corinthians é o único duelo das oitavas de final da Copa do Brasil sem favorito. Os dois times ainda estão em fase de ajustes e se equilibram dentro de campo.

O elenco chefiado por Abel Braga é mais forte, porém a eficiência tática corintiana é capaz de dificultar o desempenho dos principais jogadores rubro-negros. A previsão é de dois jogos equilibrados.

Abaixo, a opinião sobre os demais confrontos.

Palmeiras x Sampaio Corrêa

É o mais desequilibrado. Em tese, o time misto de Felipão dá conta do recado sem sustos.

Internacional x Paysandu

Favoritismo disparado para o Inter, que tem elenco muito mais forte. A qualidade dos gaúchos deve prevalecer.

Atlético-MG x Santos

Pequeno favoritismo para os santistas. Hoje, o time de Sampaoli está num estágio de preparação mais avançado, tem um estilo de jogo bem definido, os jogadores sabem o que fazer com e sem a bola. O Galo ainda está se estruturando.

Grêmio x Juventude ou Vila Nova

Independentemente de quem passar, o time de Renato Gaúcho é favorito. O favoritismo só não é maior pelo futebol que os gremistas têm apresentado recentemente. O tricolor de Porto Alegre repetiu suas dificuldades no empate com o Avaí, nesta quarta (1º), em Florianóplis, pelo Campeonato Brasileiro.

Athletico x Fortaleza

O time paranaense é favorito, está entre os mais fortes do país. No entanto, o confronto é a chance de Rogério Ceni mostrar ser capaz de fazer algo diferente com um elenco tecnicamente inferior.

Cruzeiro x Fluminense

Confronto de treinadores de estilos bem diferentes. Mano Menezes prioriza a marcação e Fernando Diniz o toque de bola vertical. Pequeno favoritismo do time de Mano, que tem um trabalho mais longo no clube e é especialista em mata-matas. Os jogos devem ser bem atraentes por conta das filosofias distintas dos técnicos.

São Paulo x Bahia

Dois times que ainda buscam padrão de jogo. Favoritismo é do São Paulo, que evolui a cada partida e tem um elenco de peso, misturando juventude e experiência. Do lado baiano, porém, Roger Machado mostrou ser capaz de neutralizar times mais fortes. Fez isso na vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, em Salvador, pela primeira rodada do Brasileirão.

 

Opinião: 10 sinais dados na primeira rodada do Brasileirão

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1 – Santos

Não era fake news, o time de Sampaoli vai jogar pra vencer mesmo fora de casa e até com time misto. Mostrou isso ao bater o Grêmio em Porto Alegre por 2 a 1.

2 – Cariocas

Vasco, Fluminense e Botafogo confirmaram que neste momento estão bem atrás do rival Flamengo. O caso mais sintomático foi a derrota vascaína por 4 a 1 para o Athlético-PR, em Curitiba. Os tricolores não tiveram força para derrotar o Goiás, que retorna à elite, no Maracanã, e perderam por 1 a 0. O Botafogo comprovou na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi, que o técnico Barroca terá muito trabalho para acertar o time.

3 – Flamengo

A vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, no Maracanã, mostrou como será difícil bater o time de Abel Braga quando pelo menos duas peças de seu forte elenco jogarem em alto nível. Na estreia, Bruno Henrique, autor de dois gols, e Everton Ribeiro, foram os destaques.

4 – Athlético-PR

Se alguém duvidava, o time paranaense sinalizou que está mesmo entre as forças do Brasileirão. Fez o que os mais fortes fazem quando pegam um time que não está bem. Atropelou o Vasco.

5 – Corinthians

O tricampeão paulista ainda é um time que oscila. Foi neutralizado pelo Bahia, cometeu falhas defensivas e perdeu por 3 a 2 fora de casa.

6 – Bahia

Roger Machado, estruturando o tricolor baiano, indicou ao vencer o duelo com Fábio Carille, que pode dar trabalho a adversários com maior poderio financeiro.

7 – Zé Rafael

O meia mostrou estar pronto para ser titular do Palmeiras. Felipão foi criticado por torcedores do time por pouco aproveitar Zé Rafael no Campeonato Paulista. Ele entrou no início do jogo contra o Fortaleza, após contusão de Ricardo Goulart, fez dois gols e deu uma assistência na vitória por 4 a 0.

8 – CSA

A equipe alagoana está muito atrás da turma. Não conseguiu equilibrar a partida com o Ceará, em tese também candidato a lutar contra o rebaixamento no Brasileiro, e perdeu de 4 a 0.

9 – Treinadores

Pouca coisa deve mudar no comportamento dos técnicos com a regra que implementou cartões amarelos e vermelhos para eles. Quem gosta de apitar o jogo continuou apitando. Caso de Mano Menezes, o primeiro a ser “amarelado”.

10 – Barreira

A regra que obriga adversários a manterem distância das barreira deve funcionar. Acabou com aqueles empurrões irritantes entre jogadores.

 

 

 

Opinião: com alma, experiência e técnica São Paulo cumpre missão

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Depois de um cruzamento de Nenê, Diego Souza fez o gol da vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Bahia neste sábado (8), no Morumbi. A jogada resume o que o (novamente) líder (provisório) do Brasileirão teve de melhor na partida: alma, experiência e técnica.

A alma foi necessária para não desistir de lutar numa partida marcada por um primeiro tempo difícil para os donos da casa. Nenê mostrou o espírito brigador ao berrar para chacoalhar os companheiros após um vacilo da defesa na etapa inicial.

No segundo tempo, Diego fez o gol jogando com a cabeça enfaixada após literalmente dar o sangue. Ele ainda quebrou um galho por alguns momentos na zaga enquanto Bruno Alves, com o rosto sangrando, recebia atendimento.

A experiência veio com a dupla de veteranos, que não se desesperou diante dos obstáculos e soube aproveitar o espaço dado pela defesa baiana para balançar a rede.

Os dois também exibiram a técnica diferenciada que possuem no cruzamento certeiro de Nenê e no arremate preciso de Diego.

A precisão, porém, não foi uma constante da dupla e do restante do time são-paulino no jogo, mas bastou para a vitória. No primeiro tempo, os paulistas erraram as sete finalizações que fizeram.

Uma brusca queda de rendimento do Bahia na etapa final ajudou a tarefa da equipe de Aguirre, que cumpriu sua missão sem folga no placar. Não importa, 1 a 0 era o que bastava.

Burocrático e eficiente! Até quando?

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Como já era esperado deu Palmeiras contra o Bahia na última partida de quartas-de-final da Copa do Brasil 2018. Um placar de 1 a 0 bem magro. Com isso estão definidas as semifinais do torneio e o Verdão vai encarar o Cruzeiro na próxima fase. E posso falar? Não dá pra negar que os resultados mais positivos começaram a surgir desde a chegada do técnico Felipão. Isso é notório! Afinal de contas desde que ele estreou o time não sofreu gols. Como um bom gaúcho ele sabe armar aquela retranca. Não à toa sempre termina as partidas com quatro volantes. […]

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Cartola do Santos ataca validade de trato com Atlético-PR, Bahia e Coritiba

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O Santos pode sofrer sanções financeiras por ter descumprido acordo com Atlético-PR, Bahia e Coritiba por negociar com a Globo sozinho, rompendo o acordo de negociação conjunta assinado pela diretoria anterior? Para José Carlos Peres, presidente alvinegro, não. Ele questiona a validade do trato feito por seu antecessor, Modesto Roma Júnior e diz ter parecer de seu departamento jurídico sobre não haver motivo para temer uma punição.

“Esse acordo não foi submetido ao Conselho Deliberativo do Santos. Assim, não tem valor. Além disso, todo clube tem o direito de fazer o que acha melhor para ele e esse direito não pode ser vendido. O acordo para a negociação em conjunto fere a independência dos clubes. Não houve traição. Respeitamos Atlético-PR, Coritiba e Bahia, mas cada clube tem a sua soberania, tem o direito de agir conforme suas necessidades”, disse Peres ao blog.

Por sua vez, a antiga diretoria entende que não há exigência estatutária de o trato passar pelo conselho. E alega que havia cláusula punitiva para o caso de descumprimento. Os detalhes não são revelados sob a alegação de compromisso de sigilo.

Irritado com a atitude santista, Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, disse ao Blog do Rodrigo Mattos que há previsão de multa no documento assinado entre as quatro equipes. Porém, ele também afirmou não poder detalhar cláusulas.

“Não posso falar detalhes do acordo por causa da cláusula de confidencialidade. Mas posso dizer que o nosso departamento jurídico estudou o caso, não fizemos nada ilegal”, declarou Peres.

O presidente sustenta que o Santos tinha mais pressa para assinar com a Globo do que os outros três clubes. A urgência diz respeito à necessidade de receber o dinheiro de luvas pelo novo contrato a fim de pagar contas. O blog apurou que o montante referente ao novo acordo deve ser recebido na próxima segunda feira. O contrato com a emissora é para a transmissão dos jogos do Brasileirão em TV aberta e pay-per-view entre 2019 e 2024.

“Peço desculpas ao Petraglia, ao Coritiba e ao Bahia, mas minhas necessidades são fora do tempo deles. Tenho contas pra pagar todos as segundas. Estou pagando dívidas da gestão passada”, afirmou o presidente santista.

Além da necessidade de receber já o dinheiro das luvas do novo contrato, a atual diretoria do Santos tinha como meta reconstruir a relação com a Globo, dinamitada quando Modesto entrou em acordo com o Esporte Interativo para a transmissão dos jogos do time no Brasileirão em TV fechada.

 

Opinião: novo contrato obriga Santos a brigar com Globo por mais espaço

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Ao assinar contrato para transmissão de seus jogos em TV aberta e por pay-per-view no Brasileirão entre 2019 e 2024 com a Globo, a diretoria do Santos agiu na contramão do que espera a maior parte de sua torcida, favorável a um jogo duro com a emissora. A atitude do presidente anterior, Modesto Roma Júnior, que acertou com o Esporte Interativo para as partidas em canal fechado e tinha acordo para negociar com a Globo em bloco, ao lado de Atlétcio-PR, Bahia e Coritiba, agradava mais a esses torcedores.

O grupo de santistas que costuma entoar cânticos contra a principal rede de televisão do país se queixa, entre outras coisas, de que os jogos de seu time têm pouquíssimo espaço na grade do canal.

Ao mesmo tempo, era um projeto de campanha do novo presidente, José Carlos Peres, reconstruir a relação com a antiga parceira, dinamitada desde a assinatura com o Esporte Interativo.

O dirigente fica numa posição desconfortável ao abandonar o rumo que satisfazia a maioria da torcida. Para diminuir o risco de não ter sido em vão, ele precisa trabalhar nos bastidores para convencer a Globo a passar mais jogos do time em canal aberto. A missão é árdua, já que a emissora define sua grade de acordo com a audiência. Não há como negar que nesse quesito o Santos está atrás de Corinthians, Palmeiras e São Paulo.

Assim, é difícil que só com diplomacia Peres consiga reverter o quadro. Ele precisa ser insistente. E não é só para evitar impopularidade entre os torcedores que ele precisa de mais espaço pro time no canal. O aumento de jogos transmitidos ao vivo é fundamental para o clube tentar cotas melhores no futuro, inclusive quando o atual presidente não estiver mais no cargo. A visibilidade também aumenta o valor do uniforme para patrocinadores.

Nesse cenário, na opinião deste blogueiro, ao optar por romper trato com outros clubes que pressionava a Globo, a diretoria santista pensou a curto prazo. Parece ter agido mais de olho numa injeção de dinheiro com bonificações pelo novo contrato para pagar compromissos urgentes do que preocupada em se fortalecer a longo prazo na relação com o grupo da família Marinho.

É a história

Leia o post original por Rica Perrone

Eu sei que você espera mais um texto cheio de clichês sobre “a humanidade não deu certo”, “cenas lamentáveis”, “até quando…?”, etc. Mas não vai rolar.

Primeiro porque qualquer sujeito por mais estúpido que seja sabe que “lamentamos” a briga. Gostaríamos de um jogo sem a violência, embora ela seja tradicionalmente parte do show. E sim, toda vez que houver uma disputa de muita rivalidade e contato físico, haverá o risco de briga.

Na sua rua, no seu colégio ou na Copa do Mundo. Pessoas são pessoas e não há cargo ou faculdade que faça alguém ter total equilibrio sobre seus sentimentos e instintos.

A cara de “Ohhh que surpresa!” da mídia me irrita um pouco. Não é a primeira, nem a última. E qualquer pessoa que viva futebol sabe que isso acontece de vez em quando. Talvez não com tantos expulsos, mas eu já vi umas 10 brigas bem piores que essas.

Sou a favor do direito do jogador em provocar. E do direito do rival em reagir.

Como ele vai reagir? Não sei. Mas se ele agredir, cartão vermelho. Se só tirar satisfação, amarelo. Existem regras que protegem todos os tipos de reação. Basta arcar tanto com a provocação quanto com a reação.

Eu adorei as embaixadinhas do Edílson. E adorei o pontapé do Paulo Nunes. Simplesmente porque é parte do jogo você tomar uma atitude debochada, e também causar uma reação exagerada.

Não se trata de politicamente correto ou não. Trata-se de cobrar os cartões, condenar quem agrediu, JAMAIS condenar o direito a tirar um sarro na hora do gol, e segue a vida.

É feio. É lamentável. Mas em 10 anos expira o discurso de 100% das pessoas e numa mesa de bar todos dirão com a cerveja nas mãos: “Porra, lembra daquele Ba-vi?!”. E que esquecerá?

abs,
RicaPerrone