Arquivo da categoria: base

Obrigado, meninos

Leia o post original por Rica Perrone

A gente se odeia, se xinga e pra se defender um do outro até se distancia. Somos hipócritas, ignorantes, estúpidos e as vezes até inconsequentes. Em tese, pra quem é de fora, as brigas no futebol são todas causadas pela paixão por um clube. Pra nós, aqui de dentro, nunca aconteceu. As brigas sempre vieram…

A fórmula na nossa cara

Leia o post original por Rica Perrone

Nunca foi tão discutido, nem esteve tão óbvio.  Há décadas a gente, especialmente da imprensa, tenta encontrar uma fórmula que nos tire da cômoda situação de indicar problemas e não ter a menor idéia prática de como resolve-los. Pois então. O tempo se encarregou de responder algumas de nossas perguntas, e só sendo bem teimosos…

Se enxerga, Mengão!

Leia o post original por Rica Perrone

Se o Real Madrid pudesse ter algo que não tem, escolheria fazer os jogadores que compra. Seria mais lucrativo, criariam um padrão desde a base e se tornariam ainda mais fortes. Os clubes brasileiros compram a megalomania da torcida e entendem burramente a necessidade de um ou dois grandes reforços para movimentar o mercado. As…

E a base vem como?

Leia o post original por Rica Perrone

Cada dia que passa me questiono mais sobre a necessidade dos clubes em contratar.  Vejo que o nivel técnico do jogo caiu muito, que hoje os jogadores se parecem muito.  Os salários são altos, as transações absurdas, e o retorno… nem sempre.

Pra ser bonzinho. Pois na real, quase nunca.

Eu vou ser prático com exemplos:

A base do Flamengo não tem ninguém que jogue o mesmo que o Gabriel, por exemplo?

Na base do Palmeiras não tem jogadores que possam preencher o elenco e pra isso é preciso contratar quase 2 times inteiros?

O Corinthians precisa de um centroavante pra fazer o que o Romero faz que na sua base não tenha?

Não tem um menino no gol do SPFC em toda a base capaz de não cometer as falhas do Denis por 1 anos?

Você tem 200 meninos na base. Não consegue repor um lateral reserva sem gastar um milhãozinho no mercado?

Será?

Ou será que o dinheiro “dos outros” girando ainda é mais negócio?

Olha pro seu time. Quantos jogadores absolutamente comuns você tem por mais de 150 mil reais por mês?  Será que precisava? E quanto custou pra vir?

Olha o mercado, a janela. Os valores. Quem são os alvos. Não estamos duelando por Carecas, Zicos, Romários. Estamos brigando por Bruno Silva, com todo respeito. Ou lamentando a perda do Fernandinho, de tantos outros “bons jogadores”, mas que são “ok”.  Não fazem nada muito melhor que um garoto possa fazer ganhando 20% do que ele ganha, não tendo que comprar e valorizando o produto que você fez por anos.

Será mesmo que é preciso tanto dinheiro assim pra fazer futebol no Brasil onde a gente inventa jogador todo dia?

Sera que o Grêmio e o Corinthians de 2017 não mostraram nada aos demais? Ou ali tinha algum timaço cheio de contratações?

abs,
RicaPerrone

Quem revela mais?

Leia o post original por Rica Perrone

É uma pergunta difícil, embora bem comum. Os times pequenos que tinham essa função perderam espaço para os clube/empresários e para os esquemas de propina que impedem o talento de entrar num time sem ter que pagar um dirigente qualquer. Nem todos trabalham desta forma. Pelo contrário. A minoria queima a imagem da maioria que […]

Sr. Olhão avalia os garotos de Xerém

Leia o post original por Rica Perrone

Na ultima terça um noticia abalou as estruturas do futebol carioca, a Unimed deixara de patrocinar a o Fluminense. Para muitos está declarado o fim do clube carioca, até porque como sabemos, o Flu nunca ganhou nada antes da Unimed chegar não é mesmo? Rsss Pois bem, fique tranquilo torcedor tricolor o Sr. Olhão esta […]

Sr. Olhão: Gabriel Fernando – A salvação palmeirense?

Leia o post original por Rica Perrone

Olá pessoal, tudo bom? Mais uma vez por aqui o Sr. Olhão. Esse último final de semana tive o prazer de ir até a rua javari em São Paulo, para quem não conhece vale a pena ir, é uma viagem no tempo. Mas não estou por aqui para falar de estádios antigos mas sim de […]

Base Alviverde: Sobra talento, o que falta é marketing e publicidade!

Leia o post original por Flavio Canuto

Saudações palestrinas, nobres alviverdes!

A base do Palmeiras, que já revelou vários bons jogadores no passado, esteve por muito tempo esquecida, desprezada, desestruturada. Um renomado treinador que passou pelo Verdão (e que foi embora antes do trágico rebaixamento no Brasileirão-2012) afirmou categoricamente que “não via ninguém, entre os mais jovens, capaz de fazer parte do elenco profissional, que ninguém prestava, não havia nada aproveitável”. Será mesmo?

Pois bem, hoje, alguns valores das nossas categorias de base merecem destaque e muita atenção por parte dos dirigentes palestrinos. O time que chegou longe na Copinha mostrou que vários jogadores poderiam facilmente substituir, com mais propriedade e futebol, alguns nomes venerados por Luiz Felipe Scolari, o “algoz” da base. Bruno Oliveira, Fernando, Bruno Dybal, Lucas Morelatto, João Denoni, Diego Souza, Patrick Vieira, Edilson, Chico e João Pedro certamente seriam mais capacitados que Artur, Leandro Amaro, Tinga, João Vitor, Patrik, Mazinho, Daniel Carvalho, Betinho, entre outros. Ou não?

Futebol, nos tempos atuais, tornou-se algo muito mais publicitário do que qualquer outra coisa. O marketing em torno de um determinado atleta, em dados momentos, é muito mais importante até do que seus dotes futebolísticos. Existem dois tipos de jogadores aproveitáveis quando falamos em base: Há os talentos que o clube deseja usufruir, que podem ajudar dentro de campo, com passes, com gols, com títulos e, por conta disso, vem a valorização e as possíveis vendas. Existem também os jovens valores que não precisam ter vida longa no clube, bastando jogar algumas partidas para serem negociados.

Para tudo isso funcionar perfeitamente, não é tecnicamente necessário que o garoto seja um gênio, um “Novo Evair”, “Novo Marcos” ou “Novo Ademir da Guia”. Basta um trabalho minucioso de marketing em cima de alguém com o mínimo de talento, incluindo divulgação, massificação do nome e do rosto do jogador, ampla cobertura da grande mídia, uma multa rescisória polpuda para chamar a atenção dos gigantes europeus e muito lobby nos bastidores. Assim se “produz” um “craque” no futebol brasileiro na “Era Lucas” e/ou “Era Neymar”.

Dois clubes no País tornaram-se ‘experts’ nesse tipo de fabricação: Santos e São Paulo. Um garoto como outro qualquer, nos campinhos da base, se mostra algo um pouquinho melhor que os demais já ganha status de celebridade, de o novo gênio da raça futebolística. O garoto continua como outro qualquer, mas o marketing em torno do seu nome já lhe coloca em outro patamar, o de “promessa”.

A Europa está sempre com os olhos voltados para os talentos tupiniquins. Isso é fato. Quando começa a badalação em torno de algum novo jogador, gigantes do Velho Mundo passam a observar com muito mais afinco quem é a nova estrela da bola, empresários e agentes passam a contatar tudo quando é gente lá fora, chamando a atenção para o jovem. Pronto, bastam alguns bons jogos para a “promessa” ficar na mira de Manchester United, Barcelona, Real Madrid, Milan, e por aí vai…

Isso está errado? Não. Nós é quem temos de iniciar esse processo com os nossos talentos. O Flamengo já renovou contrato com o tal Rafinha, que fez dois, três bons jogos contra times fracos do Rio, e colocou multa de R$ 100 milhões, passando a propagar os “feitos” do seu atleta. Alguém duvida que daqui a pouco apareça alguém disposto a pagar R$ 20, 25 milhões pelo sujeito? É natural. O Gabriel Silva, lateral-esquerdo da nossa base, teve atuações medianas no profissional, nada muito relevante e, mesmo assim, teve boas propostas e foi negociado. Vinicius teve propostas quando nem saía do banco de reservas.

O grande ponto é saber como fazer esse processo. Temos um talento que está despontando e que daqui a pouco receberá muitas propostas do exterior. Falo do Patrick Vieira, um jovem muito habilidoso, técnico, com um estilo similar aos atletas africanos, aliando força física à velocidade, caindo pelos lados do campo. Vieira, se em outro clube mais “malicioso” estivesse, certamente figuraria em capas de jornal, sendo alvo de matérias “chapa branca”, sendo supervalorizado.

Nós temos de seguir essa tendência, as bases de outros clubes por aí não são superiores à nossa, tudo é nivelado, só precisamos ter mais publicidade, mais valorização. A torcida precisa entender que ela também faz parte desse processo, “queimar” jovens valores só causa dano ao clube, que deixa de lucrar, deixa de ter em campo um jogador que poderia fazer a diferença e render milhões aos cofres verdes. O que é nosso tem de ser enaltecido, vangloriado e não maltratado, achincalhado. O que é nosso precisa ser tido como o melhor, como os outros fazem, temos os mesmos produtos e precisamos propagar. A propaganda é a “arma” do negócio! Então propaguemos…

Aproveitando o gancho, desejo muita sorte ao Erasmo Damiani, novo coordenador da base do Palmeiras, uma peça importante que faz parte do processo de profissionalização das categorias inferiores do Alviverde Imponente. O profissionalismo dentro desse setor é um passo gigantesco para colhermos frutos futuros. Outro grande feito de José Carlos Brunoro foi extinguir o decadente Palmeiras B, uma fonte de prejuízos e de encostos. Ah, você ainda não sabia? O Palmeiras B, após a disputa do Paulistão Série A3, encerrará suas atividades e apenas fará parte do passado. Acabará. Sem boas lembranças!

Abraço a todos!

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Acusada de assediar vascaíno, diretoria do São Paulo diz que estrutura do clube atrai atletas com salários atrasados

Leia o post original por Perrone

Acusada por rivais de assediar jogadores e descumprir um pacto entre as equipes brasileiras, a diretoria do São Paulo se defende afirmando que e estrutura do clube atrai jogadores de outros times. Principalmente com salários atrasados.

O argumento serve especificamente para rebater a acusação dos vascaínos de que o time do Morumbi assediou o jovem lateral-direito Foguete. Segundo a diretoria tricolor, o jogador preferiu atuar no São Paulo a sofrer com atrasos salariais em São Januário.

Pela versão são-paulina, o atleta foi oferecido após romper seu vínculo com o Vasco por causa da falta de pagamentos.

Acusações semelhantes feitas por Coritiba e Ponte Preta também são rechaçadas pelos são-paulinos.

Para a cúpula do São Paulo o movimento é natural. Atletas (ou seus agentes) querem migrar para o clube de melhor estrutura na base, que, segundo eles, é o dono do CT de Cotia.

Curiosamente, enquanto a diretoria se gaba de suas categorias de base, internamente, o trabalho é criticado por conselheiros, incluindo gente da situação. A queixa é de que o time investe muito e, mesmo assim, precisa buscar jovens em outros clubes para melhorar o nível de suas equipes amadoras. E lembram a decisão de René Simões de deixar o departamento, após uma curta passagem, para indicar que há algo que não funciona por lá.