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Neto para diretoria do Palmeiras: Contratem o Benzema!!!

Leia o post original por Craque Neto

O apresentador de ‘Os Donos da Bola’ da TV Bandeirantes brincou com o fato da possível saída do colombiano Miguel Borja para um clube chinês, e afirmou que o Palmeiras deveria contratar o valorizado centroavante do Real Madrid.

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O jogo só acaba quando termina. Certo, Real Madrid?

Leia o post original por Antero Greco

Enquanto o juiz não dá a última assoprada no apito, não se pode jogar a toalha, de um lado, nem baixar a guarda, de outro. Sobretudo, quando se trata de Real Madrid e o placar é apertado em favor do adversário.

Que o diga o Sporting. Os alviverdes de Portugal estiveram perto, perto demais até, de proeza admirável, na estreia na fase de grupo da Champions. Até os 44 do segundo tempo, ganhavam por 1 a 0 dos poderosos campeões europeus e mundiais, no Santiago Bernabéu lotado. Um a zero, gol de Bruno César aos 2 da etapa final. Isso mesmo, Bruno César, aquele que passou por Corinthians e Palmeiras, dentre outros.

Resultado pra lá de maravilhoso e que era segurado a todo custo. Pra usar a imagem da moda, Jorge Jesus estacionou dois ônibus e uma van na frente do gol do Sporting. E nada de o Real Madrid furar o esquema. Não adiantavam nada as investidas do trio BBC – Bale, Benzema, Cristiano Ronaldo. Cada tentativa morria nos pés de algum jogador do time português.

Um desespero só. Zinedine Zidane mexeu – e nada como ter banco de qualidade. Na metade da etapa final, mandou Vázquez e Morata em campo, no lugar dos Bs. E, claro, não mexeu com Cristiano. Resultado: a virada, de maneira espetacular. O CR7 empatou a um minuto de esgotar o tempo normal, numa cobrança de falta magistral. Depois, dá-lhe carga nos acréscimos. Até que Morata deixou a marca dele.

Alívio, festa, alegria nas arquibancadas, caras cansadas dos atletas do Sporting. O Real mostrou que tem falhas, apresenta brechas. Mas tem um elenco de fibra, refinado e com sangue-frio. Apresentou credenciais e avisou que está de novo na briga pelo título europeu. Ou seja, choveu no molhado.

 

Se um técnico brasileiro agisse como Zidane seria muito criticado

Leia o post original por Quartarollo

Se um técnico brasileiro agisse como Zidane seria muito criticado

Faltando pouco mais de 15 minutos para acabar o tempo normal, em Milão, e o Real Madrid vencia o Atlético de Madrid, 1 x 0, gol em impedimento de Sérgio Ramos, que mais tarde merecia vermelho por lance violento matando contra-ataque adversário. Vermelho que se diga não apareceu.

A arbitragem foi ruim. Deu um gol em impedimento, um pênalti que não e que o Atlético desperciçou e outro que foi para o Atlético e que não foi dado. Deixou a desejar, não esteve à altura da final.

Com tudo isso acontecendo, Zinedine Zidane, que foi um craque genial na época de jogador, resolveu ser apenas um técnico pragmático e garantir o resultado.

Não tirou Cristiano Ronaldo que se arrastava em campo por motivo de contusão que quase o tirou do jogo porque seria vaiado impiedosamente e com razão, mas sacou Kroos, o motorzinho do meio-campo e o atacante Benzema, tão francês quanto ele.

Minutos depois Carrasco empatou para o Atlético e o título ficou pendurado. Foi para a prorrogação, Simeone tinha mais duas modificações para fazer e Zidane mais nenhuma.

Resultado: os times se arrastaram na prorrogação e nos pênaltis deu Real Madrid, 5 x 3, com a última batida para consagrar Cristiano Ronaldo.

O mesmo CR7 que apareceu sorrindo na conversa com o treinador antes da cobrança.

Se Zidane fosse brasileiro seria criticado veementemente por fechar o time muito cedo e ceder campo para o adversário.

Seria criticado por tirar dois jogadores importantes do nível de Kroos e Benzema e colocar em seus lugares substitutos discutíveis.

A condição física do time seria criticada por quase não suportar mais trinta minutos de prorrogação e o técnico seria criticado porque estava contando piada (sorrindo) com Cristiano Ronaldo antes da decisão dos pênaltis.

Diriam os puristas de plantão: “No momento em que devia estar concentrado (focado seria a palavra mais usada) na decisão não podia fazer isso. Não era hora para sorrir. Onde já se viu isso?”

Se viu na final da Liga dos Campeões num jogo de médio para bom e bem longe das expectativas de todos.

Para muita gente a culpa foi do Atlético de Madrid que tem elenco pior que Real, Barcelona e Bayern, mas que eliminou os dois últimos e chegou à decisão.

Mas se o jogo não foi melhor a culpa foi do Real. O Atlético teve posse de bola e soube o que quis o tempo todo.

Mais um grande trabalho de Simeone, um técnico mais rodado e mais experiente que Zidane, que tem a sorte de ser ídolo do Real e não trabalhar no Brasil.

Aqui seria crucificado até mesmo com o título. Perguntem para Tite, Dorival Júnior, Muricy, Bauza e outros como as coisas funcionam em nosso país.

Que surra do Real na estreia de Zidane!

Leia o post original por Antero Greco

Afirmações peremptórias, conclusões irrefutáveis em estreias são casca de banana. Por isso, não custa nada ter cautela. Mas, a primeira apresentação do Real Madrid sob o comando de Zinedine Zidane foi um daqueles momentos marcantes do futebol. A turma de Bale, Benzema e Cristiano lascou 5 a 0 no Deportivo La Coruña neste sábado.

Show de bola, desempenho impecável do Real, que atropelou o rival galego como se brincasse em campo. Quem foi ao Santiago Bernabéu viu uma equipe muito superior à outra e com uma vontade de ganhar, do começo ao fim. Tanto que marcou no início – com Benzema, aos 15 minutos do primeiro tempo – e fechou aos 46 do segundo, com o mesmo Benzema. O galês Bale se encarregou de fazer os três no meio, um na etapa inicial, dois na final.

Já teve quem viu a mão de Zidane no jogo do Real. Claro que uma vitória tão significativa arranca elogios rasgados; faz parte do futebol. O time teve serenidade, acima de tudo, e boa vontade da parte dos torcedores. Algo que andava em falta com Rafa Benitez. Pôde jogar solto, sem amarras, sem o temor de que viessem cobranças das arquibancadas.

Isso facilita a vida de qualquer um. Claro que Zidane mexeu um pouco na postura da defesa, ajustou posicionamento no meio-campo, incentivou as descidas dos laterais. Enfim, parece – e de propósito coloco o verbo de forma contida – que optará por Real agressivo, como de resto é a vocação do clube. Tem o melhor ataque, com 52 gols em 19 jogos. Ora, tem Benitez nisso.

Pelo astro extraordinário que foi em campo, fica acima de tudo a torcida por Zidane. Que seja craque também como treinador – e que os 5 a 0 tenham servido como aperitivo e prenúncio do que vem aí pela frente. Quem sabe, segue os passos de Guardiola. Tomara.

O Real está em terceiro lugar, com 42 pontos, dois a menos do que o Barcelona. O Atlético tem 41 e joga com o Celta, em Vigo, neste domingo.

 

Cristiano Ronaldo desanda a fazer gols

Leia o post original por Antero Greco

Os primeiros jogos do Real Madrid, na atual temporada, mostraram Cristiano Ronaldo meio apático, distraído, sem a contundência habitual. Pra que foram mexer com os brios do português. No final de semana, fez cinco gols, no Campeonato Espanhol, e nesta terça-feira sapecou mais três, na abertura da fase de grupos da Champions. Deixou a marca dele nos 4 a 0 sobre o Shakthar Donestk, no Santiago Bernabéu.

Ronaldo teve participação importante na goleada não apenas pelos gols, mas pela movimentação, pela preocupação que levou aos adversários – o time mais “brasileiro” da Europa. Mesmo assim, o ar da graça do matador apareceu só na segundo etapa, quando fechou a conta aberta, antes, por Benzema: foram dois de pênalti (um deles, meio mandrake), fora outras tentativas.

A trinca (não gosto do termo “hat trick”) levou Cristiano Ronaldo a 80 gols na competição europeia, ou seja, é o recordista num desafio extraordinário. Está folgado na frente? De jeito nenhuma. Adivinha quem o persegue? Acertou: Lionel Messi, que tem 77 e nesta quarta-feira tem presença garantida no Barcelona na visita à Roma.

Manchesters caem.A rodada inaugural do mais charmoso torneio de clubes do mundo teve dois resultados surpreendentes, com os Manchesters envolvidos. O City perdeu em casa para a Juventus por 2 a 1, de virada, mesmo placar do tropeço do United diante do PSV, na Holanda. Na edição anterior, os ingleses negaram fogo e não foram nem às semifinais.

A Champions começou quente. Porém, passou quase despercebida, pois a transmissão do Esporte Interativo está restrita a algumas operadoras.

No Beira-Rio, um momento histórico do futebol

Leia o post original por Pedro Ernesto

A Copa do Mundo do Brasil não apresentou até o momento nenhuma novidade tática que possa impressionar. Mas a velocidade imprimida por todos os times chama a atenção de quem a assiste.

Não há mais lugar para jogadores lentos no futebol moderno. Nem para jogadores veteranos que já perderam a forma física. Outro aspecto é que a velocidade leva à marcação de um grande número de gols. A média é superior a três gols por partida.

Exageros
Dois grandes fatos, verdadeiros exageros, marcaram este início da Copa do Mundo. O maior deles está na extravagante goleada da Holanda sobre a Espanha por 5 x 1. Inacreditável.

O campeão do mundo caiu de 5. A outra extravagância foi a da Costa Rica. Deu um baile no Uruguai, um time lento e velho, aplicando 3 a 1 e surpreendendo o mundo. São as surpresas iniciais. Outras virão por aí.

Tecnologia
O segundo gol da França foi validado por uma das sete câmaras que foram colocadas nas goleiras. Um momento histórico do futebol. Em outras situações, o encanto do esporte se dá pela dúvida e pela discussão. Errado foi a Fifa ter dado gol contra de Valadares, o goleiro de Honduras, e não de Benzema, que teve o objetivo do gol.

Demais
A maior surpresa que vi até este momento na Copa do Mundo foi o centroavante da seleção da Costa Rica. O jovem Campbell, de apenas 22 anos, voou sobre os zagueiros da Uruguai. Marcou um golaço, correu muito, com incrível velocidade.

De menos
A informação preliminar da Fifa é de que o sistema de som do Beira-Rio caiu na hora da execução dos hinos. Falha lamentável, mesmo porque o hino francês é considerado um dos mais belos do mundo. Além disso, essa gafe só ocorreu no Beira-Rio. Nos outros estádios, tudo funcionou com precisão.

Click

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Se a França ficou sem o seu craque Ribéry, por lesão, às vésperas da Copa, outro ídolo, Benzema, assumiu a condição de protagonista. Pelo menos no primeiro jogo.

Brasil 3 x 0 França. Valeu pela quebra do tabu e para dar mais confiança ao time que teve um Neymar comum para os seus padrões

Leia o post original por Quartarollo

neymar

neymarO Brasil estava engasgado com a França há muito tempo. Foram apenas seis jogos em 21 anos, mas o suficiente para virar um tabu principalmente por causa das Copas de 2006 e 1998. A França veio mais a passeio do … Continuar lendo