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A dura missão de avaliar estaduais

Leia o post original por Rica Perrone

Analisar futebol não é uma das profissões mais difíceis do mundo. Pelo contrário, é uma das mais simples e que não exatamente cobram qualidade por parte do analista, desde que dê audiência. Eu gosto, mas de janeiro a maio, é difícil. Os jogos são toscos, a motivação dos times grandes beira a má vontade, os …

Difícil de apoiar

Leia o post original por JC

Indo direto ao ponto: mesmo que Fellipe Bastos tivesse convertido o pênalti que desperdiçou de forma completamente displicente, pouco haveria o que salvar no empate em 1 a 1 com o Boavista.

Como eu havia dito ontem, as desculpas de sempre – pré-temporada curta, clubes pequenos se preparando antes – são válidas e inevitavelmente seriam utilizadas no caso de um tropeço. Mas muitos dos erros apresentados ontem, principalmente os individuais, não se justificam com isso. O time parecia travado, errando muitos passes e se posicionando equivocadamente em vários momentos? Sim. Mas a insegurança do Diogo, as bolas perdidas de bobeira pelo Abuda, a indulgência do Bastos na marcação e a incapacidade do Barbio em empurrar uma bola para as redes foram as mesmas de sempre. E isso não se resolveria nem com um ano de treinamentos em Pinheiral.

É claro que ver o Vasco empatar com um dos considerados pequenos dentro de São Januário é motivo que baste para que qualquer torcedor ignore as possíveis qualidades do Boavista. Os caras pareciam estar mesmo com mais fôlego e apelaram pouco para a retranca assumida, o que aconteceu em alguns momentos no primeiro tempo e nos minutos iniciais e finais da segunda etapa.  E dentro das suas limitações, mostraram mais conjunto, sendo inclusive melhores que nós em uma considerável parte do jogo.

A torcida compareceu e apoiou mais do que qualquer um poderia esperar em tão pouco tempo após o rebaixamento. E como pagamento, vimos um time ainda longe de estar pronto para disputar sequer o Estadual. Ainda há a desculpa dos desfalques , e como Martín Silva e Aranda não devem estrear nem na próxima rodada, a desculpa ainda poderá ser utilizada num possível tropeço contra o Macaé. Mas se o time não apresentar uma melhora considerável até quarta-feira, será difícil encontrar apoio mesmo entre os pouco menos de seis mil torcedores que pagaram o ingresso ontem.

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Quem quiser ler mais a respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG. E com a volta do Vasco aos campos, volta também o Torcida Carioca, que tem uma coluna nova também falando sobre a estreia vascaína no Estadual.

Sem referência

Leia o post original por RicaPerrone

reginaldo_ae_marcelomoreira

É claro que vão olhar pro placar e dizer: “Com esse time não dá!”. E não daria, fosse este o time do Vasco pra 2014.

Mas não é. E por mais que Adílson não possa ir a TV e dizer que dos seus 11 titulares provavelmente 8 estavam fora, dá pra imaginar pelo elenco disponível que o Vasco da estréia está longe de ser o Vasco de 2014.

Juninho, Montoya, Bernardo, Pedro Ken, alguns dos reforços não tão conhecidos são, no mínimo, motivo de mais expetativa do que Felipe Bastos e Reginaldo.

Dos reservas de hoje pelo menos 4 seriam titulares do “meu time”.

Rafael Vaz, Jomar, Montoya e Thalles. Além dos citados anteriormente e de alguns reforços onde deposita-se esperança, como Diego Renan, lateral que começou voando no Cruzeiro e simplesmente parou.

Pra estadual e série B o Vasco tem time.  Pra pensar em título de Copa do Brasil, ainda não. Menos ainda se houver uma virada de mesa e o Brasileirão tiver 24 clubes na série A.

Mas transformar essa estréia em referência de qualquer crítica é mais que maldade. É covardia.

abs,
RicaPerrone

Complicações na estreia

Leia o post original por JC

A temporada 2014 do Vasco começa hoje, quando o time faz sua estreia pelo estadual recebendo Boavista em São Januário. E numa temporada que promete ser das mais complicadas – por ser ano eleitoral, pelos constantes problemas financeiros e pela disputa da série B – ter problemas na primeira partida seria algo, infelizmente, normal.

Sem poder contar com os dois principais reforços e com um bando de jogadores fora das melhores condições físicas, Adilson Batista armou sua equipe numa formação incomum e com opções ainda mais estranhas. Se o 4-3-3 com três volantes, três atacantes e nenhum meia ofensivo já não agradaria a torcida, a escalação de certos jogadores é motivo ainda maior de irritação para os vascaínos.

E a bronca dos torcedores já começa pela escolha de Diogo Silva no gol. Sem Martín Silva, que ainda não pode ser inscrito, todos esperavam que Jordi tivesse a chance de fazer sua estreia entre os profissionais. Mas Adilson optou em deixar o garoto no banco e escalar o goleiro que tantas falhas cometeu ao longo de 2013. O restante da zaga contará apenas com remanescente da péssima campanha do ano passado: Luan terá como companhia os três estreantes André Rocha, Rodrigo e Marlon.

Já na frente, teremos três atacantes que estão longe de ser unanimidade. Entre Reginaldo, Barbio e Edmilson, apenas o último tem alguma moral com a torcida, já que mesmo não sendo um atacante fora de série, ao menos se esforça e não parece ser incapaz de marcar gols. Com os dois primeiros explorando as jogadas em velocidade pelos lados do campo e Edmilson mais centralizado, até que podemos ter um setor ofensivo eficiente, pelo menos contra um adversário aparentemente menos capacitado como o Boavista (aparentemente porque o clube da Região dos Lagos é um dos pequenos que mais investiram e dos que mais devem dar trabalho aos grandes esse ano). O problema é imaginar quem irá iniciar as jogadas com um meio de campo formado por Guiñazu, Abuda e Fellipe Bastos.

A velha história sobre o início de temporada dos grandes times – que iniciam suas preparações depois dos pequenos – sempre é a desculpa para as possíveis dificuldades que aparecem nas primeiras rodadas do Estadual. Mesmo que esse argumento seja verdadeiro, é difícil esperar que o Vasco tenha algo além da disposição para mostrar na partida de hoje. Como não poderia deixar de ser, somos favoritos; mas isso não quer dizer que podemos ter a certeza de que veremos um futebol convincente, mesmo que vençamos a partida. E com a equipe que teremos em campo hoje, a única coisa que deve importar são os três pontos.

VASCO X BOAVISTA
Diogo Silva, André Rocha, Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazu, Abuda e Fellipe Bastos; William Barbio, Reginaldo e Edmílson.Getúlio Vargas; Thiaguinho, Gustavo, Bruno Costa e Ricardo; Douglas Pedroso, Romulo, Cascata e Jeferson; Carlinhos e Gilcimar.
Técnico: Adilson Batista.Técnico: Américo Faria.
Estádio: São Januário. Data: 18/01/2014. Horário: 19h30. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique.  Assistentes: Lilian da Silva Fernandes Bruno e Andréa Izaura Maffra Marcelino de Sá.
  O Canal Premiere transmite para seus assinantes de todo o Brasil no sistema Pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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A escalação é meio esdrúxula e ninguém queria o Diogo Silva ou um time sem meias. Mas três coisas sobre as opções do Adilson merecem ser citadas:

1) Martín Silva, Aranda, Everton Costa, Dakson, Diego Renan, Bernardo, Juninho e Pedro Ken não tiveram condições de jogo por um motivo ou outro. Levando em consideração tudo isso, tirando Jordi, Montoya ou Thalles como possibilidades, não restavam muitas opções ao treinador. E dessas possibilidades, apenas o primeiro mereceria uma chance indiscutivelmente.

2) Quando o Estadual termina, grande parte da torcida passa o resto do ano sugerindo que o Vasco utilize a competição apenas como laboratório, que jogue apenas com os reservas ou, sendo mais radical, que se escale um time de juniores. Ainda assim, um monte de gente que fica sete meses sendo contra a utilização da força máxima no Carioca reclama veementemente do time de reservas que jogará hoje. Onde está o sentido nisso?

3) Como falei aí em cima, o time de hoje é o time RESERVA. Ficar fazendo projeções sobre o desempenho dessa equipe no Estadual (ou, pior ainda, no resto do ano) é completamente sem sentido.

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Um tempo nas reclamações

Leia o post original por JC

Não foi uma atuação de gala da equipe, não foi o bastante para redimir as temporadas ruins de ninguém, mas a tranquila vitória do Vasco sobre o Boavista por 3 a 0 mostrou um time com vontade de jogar e de superar o adversário como não víamos há algum tempo.  Essa atitude, que parecia vir dos onze vascaínos em campo, é o tipo fator que não permite uma contra-argumentação: a fragilidade do adversário não serve como desculpa para a nossa superioridade. Desde que entrou em campo, o Vasco partiu para cima para resolver o jogo o mais rápido possível e mesmo que o Boavista tivesse mais qualidade nada mudaria esse fato.

Isso e os três pontos já seriam o bastante para a torcida ficar menos pessimista. Mas há pelo menos mais um motivo pra ficarmos menos preocupados, pelo menos com relação à Taça Guanabara e sua quase maioria de oponentes fracos: mesmo sendo o primeiro jogo oficial do ano e tendo atuado com um time bastante reformulado, o Vasco apresentou um conjunto razoável. Nesse caso, a equipe de Saquarema nos ajudou não sendo um exemplo de marcação precisa, mas nosso time conseguiu criar boas jogadas ofensivas, tanto pelas laterais (que, vale lembrar, teve dois jogadores improvisados) como pelo meio, contando com as subidas do Pedro Ken, que teve uma boa estreia.

Tirando alguns momentos no segundo tempo, quando não restava nada ao Boavista além de tentar reverter um placar bem complicado, o Vasco não correu riscos e foi, como diz o jargão esportivo, soberano na partida. Se ainda não temos motivos para nos considerarmos favoritos ao título, o time mostrou que a situação não é tão feia quanto parece. A equipe ainda tem o que evoluir, Tenório, Leonardo, Sandro Silva, Luan e os laterais de ofício Elsinho e Yotún em breve estarão à disposição, dando mais opções ao técnico e as perspectivas, por mais que muitos ainda desconfiem, são de melhora.

Vencemos, fizemos algum saldo e ainda jogamos bem. Não quer dizer muita coisa, já que essa é apenas a primeira rodada. Mas pelo menos os que previam um péssimo início de campeonato terão que esperar mais um tempo para voltarem a reclamar.

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Mais tarde sai uma coluna nova no site Os 4 Grandes.

Update: Já está no ar a coluna sobre o jogo no site Os 4 Grandes.

Pós-jogo: América 2 x 1 Boavista – Jogo da volta

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques)

Vitória épica!


Foto: GloboEsporte.com

Coelhôôôôô!!!

Espartanos, ontem, foi de matar qualquer americano do coração! E olha que nós já estamos acostumados com fortes emoções, mas…

“Na raça, América-MG, com um a menos, vence o Boavista por 2 a 1″

Valeu Kaio!!!

Há muito, não presenciava um jogo tão emocionante do Coelhão!

Talvez, o último, foi a partida contra a Ponte Preta em 2010, que decretou a subida do América para a Série A.

“Com coração em dia, técnico Givanildo Oliveira exalta gol no fim”

Voltando para o confronto contra o Boavista, poderíamos ter matado o adversário ainda no primeiro tempo, mas não o fizemos.

Apesar do início com altos e baixos, dominamos o meio-campo à partir da metade da primeira etapa e o gol era questão de tempo. Aos 35 minutos, Moisés abriu o placar para o Coelhão, após uma grande jogada do Adeílson, iniciada pelo Rodrigo.

Ainda, perdemos boas oportunidades de aumentar a vantagem, mas, novamente, não soubemos concretizar em gols as chances criadas, sendo a principal delas com o Fábio Junior.

Na etapa final, os “poucos heróis” que compareceram na Arena do Jacaré pensaram que presenciariam o Coelhão sacramentar a classificação para a segunda fase, marcando o famoso “gol da tranquilidade”, contudo, nos equivocamos: o antigo filme das eliminações precoces na Copa do Brasil assombrava novamente as nossas mentes.

O Moisés, até então o nosso herói, virou o vilão em apenas 13 minutos. O “Profeta” fez duas faltas desnecessárias e levou dois cartões amarelos, deixando os companheiros na mão e a torcida desesperada. Inacreditável! Raríssimas foram as vezes que vi um atitude tão irresponsável de um atleta profissional em um torneio eliminatório. Meu caro Moisés, se o senhor não quer jogar no América ou está insatisfeito com a sua atual posição, peça para sair do time ou do clube. Ficou louco? A lambança por você proporcionada chega a ser revoltante. Atitude, meu caro! Não aceitamos molecagem por aqui!

Por óbvio, os cariocas cresceram em campo e chegaram ao gol de empate aos 38 minutos. Era a repetição de um pesadelo. Foda!

“Herói do jogo, Kaio diz que é predestinado e explica a motivação”

Contudo, os nossos guerreiros não desistiram e buscaram a vitória até o último minuto. E foi aos 47 minutos do segundo tempo, que a estrela do Kaio brilhou mais uma vez. Após sofrer com fortes câimbras, o nosso jovem talento teve forças para participar do último lance da partida, cortar um zagueiro e marcar o gol da classificação.

O estádio explodiu em emoção!

Kaio neles!!!

Amigos, sem dúvidas, valeu pegar todo engarrafamento na saída de Belo Horizonte, dirigir 58 Km em uma estrada perigosa, ficar debaixo de chuva durante todo o segundo tempo e sofrer como nunca para hoje dizer: fiz parte, novamente, de mais um belo capítulo de nossa centenária história!

Muito obrigado Coelhão!!!

Que venha o Goiás ou o Paulista! Independente de onde for, estarei lá!

O sonho de Marrocos 2013 permanece vivo!

Por fim, plagiando o amigo Ricardo Brasília: “Como é bom ser americano”!

MELHORES MOMENTOS


#Coelho100anos

#VamosSubirCoelho

“Coelho na raça, deca no peito!”

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Pré-jogo: América x Boavista – Jogo da volta

Leia o post original por Flávio Drummond

Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques)

A primeira decisão.

O América entra em campo para quebrar mais um tabu: classificar para a segunda fase da Copa do Brasil, já que nas últimas três participações foi eliminado precocemente.

Em 2005 e 2006, o Coelhão caiu nos pênaltis, em pleno Independência, para Baraúnas-RN e Volta Redonda-RJ respectivamente. Já em 2009, o carrasco foi o Águia de Marabá-PA, que venceu, inclusive, a partida disputada em Belo Horizonte. Que fase!

Mas hoje, a história será diferente.

Apesar do empate em 0×0 no jogo de ida – este blogueiro estava presente em São Januário – o placar acabou sendo injusto para o América.

O Coelhão criou as melhores oportunidades de gol na etapa inicial e dominou todo o segundo tempo. Entretanto, os nossos jogadores não tiveram competência para converter em gol as chances criadas.

Quanto à equipe do Boavista, apesar de possuir um elenco “rodado”, não conseguiu acompanhar o ritmo da “Garotada Dourada” americana e abriu o “bico” na metade final do segundo tempo.

“Givanildo Oliveira define a Copa do Brasil como uma competição covarde”

E mais: o caminho para a vitória é explorar o lado direito do rival. O Sheslon continua o mesmo…. Não é mesmo, Givanildo?

No mais, é manter o Kaio entre os titulares – quem sabe até o Patrick – e ter o Sebastian como opção para a segunda etapa.

Estou bastante confiante, portanto convoco todos os Espartanos para comparecerem na Arena do Jacaré e empurrar o nosso time para a classificação.

“Em treino de pênaltis, jogadores do Coelho têm aproveitamento de 57%

Por fim, caso a equipe sofra um gol, é só manter a tranquilidade, pois os cariocas não têm fôlego para 90 minutos. REPITO: vão afrouxar o nó da gravata cedo. Aí, Professor, é colocar o Kaká e o Alessandro para resolver – nada de Luciano, por favor – e o China, depois, para segurar o placar.

A provável equipe: Neneca; Rodrigo Heffner (Patrick), Gabriel, Everton e Bryan; Leandro Ferreira, Moisés, Kaio e Rodriguinho; Adeílson e Fábio Júnior.

Vamos América!

O caminho para Marrocos 2013 está apenas começando.

#Coelho100anos

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“Coelho na raça, deca no peito!”

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