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Autor de vídeo a favor de ditadura, corintiano lança música contra Macron

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Autor de vídeo exaltando o Golpe Militar de 1964 e a ditadura no Brasil, usado pelo Planalto em março, o ex-candidato à presidência do Corinthians Osmar Stábile agora assume a autoria de uma nova peça divulgada em aplicativo de troca de mensagens atacando Emmanuel Macron, presidente da França e desafeto de Jair Bolsonaro.

“Amazônia é nossa, é melhor você mudar o tom”, diz refrão da música que embala o vídeo. “Sai de fina otário”, “até você com fake News”, “quer roubar nossa Amazônia como um bom malandro ateu”, são outros trechos da canção, interpretada pelo músico Boca Nervosa.

“Fiz o vídeo para criticar as bobagens que o Macron está dizendo”, afirmou Stábile ao blog. Indagado se enviou o novo material para a presidência, o conselheiro corintiano disse: “coloquei em todos os grupos, não sei se vai chegar até lá”. Ele também afirmou ter feito a letra da música ao lado de colegas de sua empresa.

O capitalismo jornalístico

Leia o post original por Rica Perrone

Pra Amazonia ninguém olhou por todo esse tempo. Bastou o governo não agradar a mídia que ela se tornou ambientalista. Bolsonaro é péssimo. Fala mal. Fala besteira. Alimenta uma mídia sedenta por frases infelizes, que é sua especialidade. O maior inimigo do governo é o próprio Bolsonaro. Suas brigas são absolutamente desnecessárias. Ou é muita…

Opinião: exposição de Bolsonaro na Copa América e com Neymar é desastrosa

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Na opinião deste blogueiro, a proximidade exagerada com o presidente Jair Bolsonaro traz mais malefícios do que benefícios, pelo menos a curto prazo, para Conmebol, CBF e Neymar. Chega a ser desastrosa.

Começando pelo atacante, Cosme Araújo, advogado de Najila Trindade, que o acusa de estupro, reclama que a aparição pública do jogador ao lado do presidente na semifinal da Copa América foi uma forma de blindagem ao astro do PSG. E as demonstrações de proximidade entre eles têm sido frequentes.

Na prática o que Neymar ganha com isso? Pra mim nada além de dar brecha para dizerem que mostrar ter amizade com o presidente do Brasil é uma demonstração de poder no momento em que enfrenta uma acusação delicada. Claro que ele tem o direito de se relacionar e aparecer em público com quem quiser. Mas poderia entender melhor o momento e se preservar.

Em termos de Conmebol e CBF a resposta sobre os efeitos negativos da exposição exagerada de Bolsonaro na Copa América foi dada pela AFA. A federação argentina enviou carta para a entidade sul-americana reclamando da arbitragem na derrota por 2 a 0 para o Brasil, mas também de que teria havido manifestação política vetada até pela Fifa com a meia volta olímpica dada por Bolsonaro no gramado durante o intervalo do jogo.

E os argentinos têm autoridade para falar sobre os constrangimentos que podem causar o fato de o presidente de um país não se limitar às tribunas do estádio em um jogo decisivo. O livro “Fomos Campeões”, do argentino Ricardo Gotta, diz que antes do jogo entre Argentina e Peru na Copa de 1978, o general Videla, que comandava uma sangrenta ditatura no país sede do Mundial, foi ao vestiário dos peruanos. Lá discursou sobre a solidariedade entre os dois países. A Argentina precisava vencer por pelo menos quatro gols de diferença. Ganhou de 6 a 0 e tirou o Brasil da decisão, sendo campeã na final contra a Holanda.

Claro que há uma enorme diferença entre os gestos dos militares Videla e Bolsonaro. Porém, foi aberta a porta para os argentinos, eliminados pelo Brasil, reclamarem. Foi desnecessário. A voltinha ao redor do campo não vai fazer Bolsonaro ser mais popular entre os eleitores brasileiros. E nem representou alguma vantagem para a CBF ou para a Conmebol. Não de imediato, sei lá o que podem tentar costurar no futuro. Muito menos para a Copa América, que ganhou um item a mais na relação de queixas contra sua organização.

Teria sido melhor para todas as partes que Bolsonaro se limitasse a um comportamento institucional, como tantos presidentes em competições recebidas por seus países. Quase sempre eles se restringem à presença protocolar nas tribunas dos locais de competição.

Para o capitão também não vejo benefícios ao misturar sua imagem com a Copa América, torneio que tem sua organização tão criticada. E ainda mais depois de tantos casos sinistros envolvendo políticos e grandes eventos esportivos no país nos últimos anos. Se todos os envolvidos pararem para pensar, teremos uma presença mais discreta de Bolsonaro no Maracanã, se ele aparecer na final entre Brasil e Peru neste domingo (7).

Autodestruição

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Bolsonaro é um cara bruto, pouco diplomático e muito disso o levou ao cargo que ocupa. Quando compra briga com a imprensa ele divide opiniões: metade acha que ele sabe o que está fazendo, a outra metade que ele está postando qualquer coisa. Sou da segunda opinião. Embora eu tenha convicção de que na guerra…

O silêncio não é defesa

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Eu quero saber o que o Queiroz fez e se o Flávio estava envolvido. Como todas as pessoas de bem do país, devemos esperar esclarecimentos de tudo que possa nos prejudicar. Há neste caso diversas questões políticas e como sempre digo, embora seja difícil pra alguns, eu escrevo sobre comportamento, nunca sobre a política em…

O Brasil e os canudos

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É óbvio que não faz sentido, mas dá margem pra lacração. Toda vez que um artista/celebridade/aspirante enxerga a oportunidade de se posicionar conforme a cartilha, ele o fará. Os 80% deles que discordam ficam mudos. Porque é o Brasil, onde a minoria faz mais barulho que a maioria e onde estar com a maioria causa…