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Garotos

Leia o post original por Rica Perrone

O tricolor esfrega as mãos, esconde o sorriso e pondera a vontade de “calar a sua boca”.  Mas nada move mais o Fluminense hoje do que a vontade incontrolável de mostrar para jovens inocentes que sua grandeza não é fruto de um patrocinador apenas. Envenenados por uma mídia maldosa, mal informada e as vezes mau […]

Empate no campo e polêmicas aqui

Leia o post original por JC

Quem não viu o empate em 1 a 1 entre Vasco e Bonsucesso no estádio ou pela TV já deve ter lido a respeito. Então nada de descrição de lances hoje: vamos apenas às opiniões que certamente vão gerar polêmica por aqui.

1) O Vasco, a despeito do vergonhoso empate, jogou bem. E por mais que o trabalho feito até aqui seja passível de diversas críticas, há tempo não vemos o time se movimentar como ontem, pressionar o adversário o jogo inteiro e criar tantas chances de gol. E isso não surge por acaso: há o dedo do Adilson nisso tudo.

2) Mas como não poderia deixar de ser, há igualmente motivos para críticas. Adilson pode ter começado a dar uma cara de time ao Vasco, mas o principal responsável pelo resultado de ontem foi o treinador: a substituição que ele fez no intervalo foi completamente desnecessária. O time fez um bom primeiro tempo e colocar um atacante que joga pelos lados do campo e que não finaliza quase nunca não resolveria o problema da equipe, que foi mais uma vez a ineficiência no arremate.

3) Dito o que foi dito no item 2, chegamos a uma conclusão óbvia (e a que vai gerar maior polêmica, aposto): por mais que todo mundo siga atacando o Fellipe Bastos no piloto automático, sua saída ontem foi péssima, até porque ele estava jogando bem. Como também não poderia deixar de ser, ele fez das suas perdendo de bobeira uma bola no meio de campo que quase resultou em gol para o Bonsuça, mas fora esse lance, ele estava até marcando bem, ajudando a fechar o meio de campo, e participando efetivamente da criação de jogadas.

4) Ao tirar o Bastos, Adilson mostrou um desespero que a atuação do time no primeiro tempo mostrava ser completamente desnecessária. A entrada do Everton Costa não ajudou em nada, pelo contrário: fez com que o ataque se movimentasse com menos efetividade, acabou com a liberdade do Reginaldo, que deixou de ser um atacante para jogar quase como um ala e ainda prejudicou a marcação no meio de campo com a saída de um volante. Costa corre, tenta um monte de jogadas individuais e erra a maioria delas, desperdiçando as poucas finalizações que tem chance ou errado o último passe.

5) Para efeitos de classificação, esse resultado pouca diferença faz. Mas é preocupante por mostrar que qualquer evolução que o time possa ter tido se torna inútil diante da quantidade de chances desperdiçadas. Mesmo com o time jogando bem, o empate faz com que as críticas e a pressão da torcida continuem, o que – por mais que nosso treinador negue – pode influenciar as decisões do Adilson. A alteração feita por ele ontem parece deixar isso claro: ainda no intervalo colocar um terceiro atacante no time, quando o Vasco dominava amplamente o jogo, é o tipo de alteração que a torcida adora, mas que bagunçou o time taticamente.

6) E depois de bagunçar o próprio time, Adilson demorou a tentar consertá-lo: esperou 30 minutos para perceber que o Reginaldo não estava mais conseguindo jogar e colocar o Thalles. E o garoto mais uma vez mostrou sua importância para o time.

7) Estava chovendo, o chute foi forte, mas na boa: a bola passou entre as mãos do Diogo Silva. Se não foi um frango clamoroso, foi mais um gol defensável que o “experiente” goleiro sofreu.

8 ) O time segue concluindo mal, segue dando mole em alguns contra-ataques e nosso treinador continua se equivocando nas suas escolhas (mais claramente, em não dar uma chance ao Jordi e na mexida que fez no intervalo); mas é impossível não levar em consideração a quantidade de pontos que perdemos por conta da incompetência da arbitragem. Ontem, mais uma vez fomos prejudicados: pelo menos dois pênaltis a nosso favor não foram marcados e alguns – assim mesmo, no plural – jogadores do Bonsucesso poderiam ser expulsos ontem. Até quando a diretoria vai permanecer impassível diante de tantos erros a favor dos nossos adversários?

9) Pra terminar: Adilson, quem gosta de volume é fã de funk com carro tunado. O time precisa é de gol. Vamos treinar finalizações aê, caramba!

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PQP, Adílson!

Leia o post original por RicaPerrone

Eu nunca entendi a contratação do Adilson Batista.  O tempo vai passando e cada dia entendo menos ainda.

O Vasco fazia um bom primeiro tempo, não era ameaçado e criava chances de gol. A bola ia entrar, era questão de tempo. No intervalo ele muda o time e coloca 3 atacantes e tira um meia.

Bacana. Foi pra cima!

Porra nenhuma.  Perdeu o meio, deixou de ter quem pudesse vir de frente pra área e o time ficou mais previsível e fácil de marcar.  Porque diabos a mudança?

E então, olha pro banco não tem Bernardo, Montoya…  poupados!  Poupados pra jogar o que, meu Deus?!  A dura Copa do Brasil contra um time de série C?

E a torcida, que enxerga o mínimo, pede Talles. O melhor atacante do time entra e numa bela jogada cria o gol de empate.

Tava fácil. Era dia de até golear.  Dos aplausos as vaias, orquestradas pelas decisões de Adilson Batista, cada dia mais confuso.

E segue o enterro. Afinal, comandando o Vasco qualquer um é campeão da série B.

Até ele.

abs,
RicaPerrone

Passado e presente

Leia o post original por JC

O Bonsucesso, que há poucos meses completou um século de existência, é um dos clubes mais tradicionais do Rio de Janeiro. Mas seu tempo de grandes equipes, como a que chegou a disputar – e perder – a final do Carioca de 1924 com o Vasco, há muito já passou. Hoje, novamente contra o Gigante, o simpático Bonsuça só tem uma coisa pela qual lutar no Estadual: sua permanência na primeira divisão do Estadual.

Com apenas três pontos a mais que o Duque de Caxias, o rubro-anil vai a São Januário sabendo que corre o risco de entrar na zona de rebaixamento em caso de derrota. E diante de um dos grandes, o Bonsucesso não deve contar com sua tradição e provavelmente fará de tudo para assegurar ao menos um empate. Já o Vasco tem como exclusiva preocupação garantir sua classificação para as semifinais, e o passado do nosso adversário não será levado em consideração.

O time que irá a campo para conquistar os três pontos não foi definido pelo Adilson, mas as dúvidas não são muitas: na lateral esquerda, Marlon e Lorran disputam a vaga; no meio, com Guiñazu e Pedro Ken confirmados, o treinador deve voltar atuar com três volantes, ficando a dúvida entre Aranda e Fellipe Bastos; No ataque, Adilson ainda espera por Edmilson (que virou dúvida após levar uma pancada na última rodada) para definir o setor, que pode ter Thalles caso o artilheiro não tenha condições de jogo.

Mas independente do time titular, é bom que o Vasco resolva o jogo sem depender de substituições. Adilson promoverá um rodízio entre os reservas e dessa vez Bernardo, Montoya e Rafael Vaz não serão relacionados. Não que esses estejam sendo sempre a solução dos nossos problemas ao longo das partidas, mas não temos no elenco tantas outras opções que possam ser mais decisivas que esses.

Fosse décadas atrás – lembrando que nossa última derrota para o Bonsucesso está prestes a completar 40 anos – talvez essa partida pudesse nos trazer alguma preocupação. Nos dias de hoje, o tradicional clube suburbano não chega a ser uma ameaça. Isso, claro, se o Vasco fizer o papel que se espera dele.

VASCO X BONSUCESSO
Diogo Silva, Diego Renan, Luan, Rodrigo e Marlon (Lorran); Guiñazu, Aranda (Fellipe Bastos), Pedro Ken e Douglas; Reginaldo e Thalles (Edmílson).Rodrigo, Yago Soares, Da Silva, China e Marlon, Victor Hugo, Alexandre, Fernando e Nill; Marlon Da Silva e Somália.
Técnico: Adilson Batista.Técnico: Alfredo Sampaio.
Estádio: São Januário. Data: 08/03/2014. Horário: 18h30. Árbitro: Antônio Frederico de Carvalho Schneider.  Assistentes: Wendel de Paiva Gouvêa e Romário Falci do Carmo Jr.
O Canal Premiere transmite para seus assinantes de todo o Brasil no sistema Pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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Parabéns a todas as leitoras – em especial para aquelas que levam a cruz de malta no peito – pelo seu dia.

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O rascunho do Flu 2014

Leia o post original por RicaPerrone

No primeiro jogo com o time praticamente titular, o Flu 2014 foi desenhado por Renato Gaúcho desta forma.

foto1

São 2 volantes que saem muito pro jogo, um mais fixo (Valência)  e um ataque de muita movimentação e que vai precisar de entrosamento pra funcionar.

Um trio. Conca e Sobis mais atrás, as vezes alternando o lado, e o Fred ou escorando ou como centroavante de fato.

A idéia é bem consistente na teoria e tirando o fato do time ter cansado e tomado um golaço no final do jogo, acho que pode até funcionar. Só tenho um “porém”.

Pra disputar o carioca e a primeira fase da Copa do Brasil, precisa de 3 volantes?

Talvez você ache que 3 volantes signifique um time defensivo. Mas isso é muito mais uma questão de postura do que da formação tática.  Se for pra liberar Bruno e Carlinhos, como foram liberados hoje, não tem nada de retranqueiro em usar 3 volantes.

Até porque, quando a bola chega ao ataque por um dos lados, um dos volantes vira meia.  Na imagem abaixo, uma subida pela esquerda, onde Jean sobe para preencher a função quase de um meia direita.

foto2

Longe de qualquer conclusão final, o Fluminense é o primeiro time grande do Rio que deu as caras e mostrou sua formação titular até aqui.  Empatou com o Bonsucesso. Mas, convenhamos, por coerência, se tivesse ganhado de 5×0 não significaria nada.

O resultado ainda pouco importa.

abs,
RicaPerrone

Apontando os culpados

Leia o post original por JC

Vasco, jogando em casa, com uma formação ofensiva, abrindo 2 a 0 contra o modesto Bonsucesso (que, vale lembrar, tomou dois vareios contra os grandes do seu grupo) e tendo essa vantagem até os 17 minutos do segundo tempo.

O resultado da partida? 2 a 2. E poderíamos ter perdido.

Há alguma explicação para o inesperado placar?

  • • O time lembrou do estigma dos “100% de aproveitamento” e pisou no freio propositalmente;
  • • Vendo que menos de 1000 torcedores estavam em São Januário, pensaram que valia a pena pagar o mico, já que eram poucas as testemunhas;
  • • Inveja do Fluzim, que perdeu para o Resende;
  • • Depois da mudança de camisas no intervalo – começamos com a preta e terminamos com a branca – os jogadores pensaram que não estavam em um jogo, mas numa apresentação de uniformes (se houvesse prorrogação, voltaríamos com a camisa azul);
  • • Sabendo que um time misto jogará contra o Olaria na próxima rodada, os titulares jogaram mal para que os reservas causem boa impressão no sábado.

Brincadeiras e ironias à parte, nada pode justificar uma atuação como a de ontem. Se foi o esquema tático diferente (o que certamente prejudicou o entrosamento do time), abatimento por ter perdido a Taça Guanabara, a cabeça na Libertadores, ou pior, o desinteresse dos jogadores, não importa. O Vasco, ainda mais dentro da sua casa, não pode fazer uma apresentação desse nível. Não se trata do nível do nosso adversário: fosse o Bonsucesso digno de uma goleada ou fosse o melhor time do Brasil, o Vasco não pode nunca entrar em campo sem ter um compromisso total com a vitória. E não foi isso o que vimos ontem em São Januário. Pelo contrário.

Quando o time vai mal, a torcida imediatamente aponta os culpados, alguns para o treinador, outros para a diretoria. Todos têm uma parcela de culpa, mesmo que uma partida mal jogada não seja o bastante para afirmar que exista uma crise. O problema é quando o grupo começa a sinalizar que há alguma insatisfação. Quando a situação foi o atraso nos salários, o jogadores deixaram de se concentrar. Se a questão é com o comando técnico da equipe, as consequências podem ser muito mais graves.

Empatar um jogo da Taça Rio pode não ser o fim do mundo. Mas em cinco dias teremos um jogo importantíssimo pela Libertadores e os possíveis problemas do grupo precisam ser resolvidos agora. O mais importante, antes que os indicadores comecem a apontar para possíveis responsáveis, é procurar a solução para o que há de errado na equipe.

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Daqui a pouco vai ao ar no site Os 4 Grandes mais um pouco sobre a partida de ontem.

Update: se ainda interessar a alguém, a coluna sobre o jogo no site Os 4 Grandes está no ar.

Bola pra frente

Leia o post original por JC

Hoje o Vasco faz a sua estreia na Taça Rio encarando o Bonsucesso, tradicional clube do subúrbio que na sua volta à primeira divisão do futebol carioca terminou a Taça Guanabara na sexta colocação do Grupo A.

Dito isso e sendo muito sincero, pouco há o que dizer para mostrar o interesse na partida.

Todo mundo sabe que, pelo nível apresentado pelos clubes de menor investimento no Estadual desse ano, tanto o Vasco como os seus maiores rivais terão que se esforçar muito para não estarem nas semifinais da Taça Rio, mesmo que todos estejam focados em Libertadores ou na Copa do Brasil. Esse segundo turno, excetuando os dois clássicos previstos, será apenas uma longa sequência  de jogos com cara de cumprimento de tabela.

O que pode despertar algum interesse no jogo contra o Bonsuça é o banco. Abelairas e Tenório foram relacionados e podem fazer sua estreia no campeonato. Como Cristóvão deve começar o jogo com Felipe e Juninho no meio de campo, é bem capaz que um dos dois seja substituido e pelo menos o argentino possa mostrar algum serviço (isso, claro, se o treinador não colocar seu pupilo Fellipe Basto em campo). Caso o Barbio se canse, é a chance do atacante equatoriano fazer sua segunda partida pelo Vasco.

Depois de perdemos a Taça Guanabara e com um jogo de Libertadores chegando, é natural que a torcida mostre um certo desânimo com a partida de hoje. Mas o elenco não pode entrar nessa, já que precisamos vencer a Taça Rio para chegarmos às finais do campeonato. Agora é bola pra frente, conquistar os primeiros três pontos e entrar com o pé direito na briga pelo segundo turno.

VASCO X BONSUCESSO
Fernando Prass, Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Nilton, Felipe (Fellipe Bastos), Diego Souza e Juninho Pernambucano; Wiliam Barbio e Alecsandro.Saulo, Felipe, Patrick, Admilton e Dieguinho; Bruno Ferrreira, Márcio Guerreiro, Diogo e Marco Goiano; Juninho e Jefferson.
Técnico: Cristóvão BorgesTécnico: Marcão.
Estádio: São Januário. Data: 29/02/2012. Horário: 19:30 h. Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães. Assistentes: Diogo Carvalho Silva e Wendel de Paiva Gouvêa.
O Canal Premiere transmite a partida no sistema Pay-per-View.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos

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No site Os 4 Grandes: uma coluna falando sobre o que acho que deve ser feito a respeito do Carlos Alberto e do Bernardo.