Arquivo da categoria: Borja

Ganhando se rasga dinheiro e ninguém fala nada!

Um passarinho verde me contou que o Palmeiras já estuda há algum tempo se desfazer dos gringos Borja e Guerra. Segundo a avaliação do clube – e demorou, hein?! – o colombiano não vai mais conseguir render um futebol condizente com a grana que pagaram por ele. O Guerra, então, nem se fala. O principal craque da Libertadores de 2016 sofreu com as lesões e pouco jogou pelo Verdão. Mas o que fica de concreto nessa história é o seguinte: juntando os dois a ‘mamãe’ Leila e a Crefisa desembolsaram incríveis R$ 43 milhões (são 33 do Borja e mais […]

Para Palmeiras, aproveitar pouco os reforços faz parte do planejamento

Leia o post original por Perrone

Zé Rafael é um dos reforços pouco aproveitados por Felipão. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Felipão tem apanhado nas redes sociais por aproveitar pouco a maioria dos seis reforços contratados pelo Palmeiras para esta temporada. Porém, para a diretoria está tudo dentro do roteiro, conforme a estratégia do clube para 2019. Assim, o discurso alviverde é de que não há desconforto com as escolhas do treinador.

Para entender esse raciocínio é importante lembrar que o alviverde não desmanchou o time campeão brasileiro do ano passado. A partir daí, a tese da diretoria é que em sua maioria os reforços buscados são jovens promissores, o que não vale para o já experiente Ricardo Goulart, titular de Felipão. O entendimento da direção foi o de que se os principais jogadores permaneceriam não era uma questão de vida ou morte trazer atletas prontos para a titularidade.

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A conversa é de que a intenção foi buscar jogadores com grande potencial. E sem pressa para aproveitá-los. O mais importante seria adaptá-los ao clube, à comissão técnica, aos companheiros, ao estilo de jogo do time, à cidade, aos rivais, à torcida e até a imprensa local.

Por essa versão, o plano é preparar os reforços para entrarem aos poucos até ficarem prontos para substituir os campeões brasileiros. É o caso de Zé Rafael, contratado depois de se destacar no Bahia. O meia de 25 anos está sendo preparado para ocupar o posto de Dudu, na hipótese de ele ser vendido. Hoje, no entanto, a máxima é de que Dudu é quem precisa ser cobrado para decidir jogos, não Zé Rafael. Ao mesmo tempo há a compreensão de que peças fundamentais na conquista do Brasileirão tenham mais oportunidades em caso de alguns desempenhos ruins. Ao mesmo tempo, nada impede os mais jovens de atropelarem os medalhões.

Arthur Cabral, 20 anos e que arrebentou pelo Ceará, segundo a lógica da direção palmeirense, esta sendo moldado para repor uma futura saída de Borja. O colombiano, porém, está mal e não consegue se manter no time titular. Mesmo assim, Arthur só jogou 68 minutos. Apesar do pouco tempo em campo, o atacante já fez um gol. Existe a avaliação no clube de que uma contusão no púbis, tratada logo em sua chegada à Academia, atrasou a trajetória de Arthur no alviverde.

O volante Matheus Fernandes, de 20 anos, contratado junto ao Botafogo, também está na lista dos que a diretoria considera como sendo forjados. Neste caso, especificamente para cobrir uma eventual saída de Bruno Henrique. Matheus passou por um intenso trabalho de reforço muscular. O meio-campista não foi nem inscrito no Campeonato Paulista. Nesse ponto, entra em campo outro argumento palmeirense: o limite de 26 atletas profissionais inscritos por clube no Estadual. No Brasileirão, esse número subirá para 40. Por isso e pelo fato de ser um campeonato mais longo a expectativa é de que todos tenham mais oportunidades.

Dentro do planejamento para este começo de temporada, a comissão técnica sente falta de Carlos Eduardo, que foi contratado para de cara ser mais aproveitado. O clube gastou cerca de R$ 25 milhões para tirá-lo do Pyramidis, do Egito, por entender, que não tinha nenhum atacante rápido como ele. Porém, o jogador não foi bem no começo e acabou retirado da lista do Paulista depois de machucar o tornozelo. A análise é de que sua velocidade fez falta na derrota por 1 a 0 para o San Lorenzo, na última terça, pela Libertadores, na Argentina. No clube, há quem aponte que ele sentiu emocionalmente o peso do clássico contra o Corinthians, pela primeira fase, e que por isso não foi bem. Seria um dos sintomas de que o atacante de 22 anos ainda precisa ser lapidado, assim como outros de seus novos companheiros em busca de afirmação no Palmeiras.

 

 

Borja é jogador de bolinha de gude!

Leia o post original por Craque Neto

Posso até falar bobagem e o Borja desandar a fazer gols do dia pra noite no Palmeiras, mas a verdade é que esse rapaz não é nem de longe jogador para vestir a camisa 9 do clube. Falta pra ele fundamentos! Não sabe cabecear, dominar e nem chutar a bola direito. O torcedor alviverde mais crítico, que sabe analisar os jogos, sabe que estou falando a verdade. Sem clubismo nenhum. Não consigo entender a insistência do Felipão em escalá-lo como titular nas partidas mais importantes. Ele foi artilheiro da Libertadores do ano passado? É Pelé por causa disso? Nada! No […]

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Clássico tão diferente e tão igual ao mesmo tempo

Leia o post original por Craque Neto

Casa cheia no Allianz Parque para acompanhar o duelo entre Palmeiras e Santos no Paulistão. Era a partida que reunia os líderes de seus grupos e colocava frente a frente duas equipes com estratégias bem distintas. O Verdão do Felipão é um time mais tático que tem como prioridade a parte defensiva. Não à toa é a melhor defesa da competição com apenas dois gols sofridos em oito partidas. Do outro lado o ofensivo Jorge Sampaoli, que faz do Peixe o melhor ataque DISPARADO com 16 gols nos mesmos oito jogos. Quando começou o jogo eu sinceramente achava que a […]

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Clássico tão diferente e tão igual ao mesmo tempo

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Casa cheia no Allianz Parque para acompanhar o duelo entre Palmeiras e Santos no Paulistão. Era a partida que reunia os líderes de seus grupos e colocava frente a frente duas equipes com estratégias bem distintas. O Verdão do Felipão é um time mais tático que tem como prioridade a parte defensiva. Não à toa é a melhor defesa da competição com apenas dois gols sofridos em oito partidas. Do outro lado o ofensivo Jorge Sampaoli, que faz do Peixe o melhor ataque DISPARADO com 16 gols nos mesmos oito jogos. Quando começou o jogo eu sinceramente achava que a […]

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Cadê o Real Madrid das Américas?

Leia o post original por Craque Neto

Acompanhei o empate sem gols entre Ferroviária e Palmeiras e fiquei bem decepcionado com o que vi. A equipe alviverde se mostrou fácil de marcar e com poucos recursos táticos. Fora que tem um monte de jogador de ‘nome composto’ que visivelmente não tem a menor condição de vestir a camisa do clube. E tendo em vista que a patrocinadora investiu mais de R$ 200 milhões na formação desse elenco a pergunta que fica é: cadê o tão valorizado Palmeiras, considerado por muitos o Real Madrid das Américas? Pensando na temporada passada, onde foi merecidamente campeão do Brasileirão, o Felipão […]

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Neto para diretoria do Palmeiras: Contratem o Benzema!!!

Leia o post original por Craque Neto

O apresentador de ‘Os Donos da Bola’ da TV Bandeirantes brincou com o fato da possível saída do colombiano Miguel Borja para um clube chinês, e afirmou que o Palmeiras deveria contratar o valorizado centroavante do Real Madrid.

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Desmontar o esquema por causa do Lucas Lima? Sério isso, Felipão?

Leia o post original por Craque Neto

Fiquei sabendo que o Felipão provavelmente utilizará o Lucas Lima contra o Boca Juniors na semifinal decisiva da Libertadores. Isso mesmo! De acordo com informações dos repórteres que acompanham o Verdão o treinador possivelmente utilizará o meia no lugar do atacante Willian. Posso falar? Acho um tremendo erro! Vejam bem, na minha visão – e na maioria das pessoas -, o grande diferencial desse Verdão virtual campeão do Brasileirão é a utilização do Dudu e do Bigode pelas pontas com um centroavante mais centralizado. Isso mesmo! Pode variar o Borja ou o Deyverson que sempre o jogo funcionou justamente por […]

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Imagina se tivesse centroavante bom de bola, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Calma palmeirense! Antes de começar a me xingar, entendo que o Borja mereça respeito. Afinal não há dúvidas de que ele é um cara que sabe por a bola na rede. Já foi artilheiro da Libertadores em 2016, ano em que o seu time, o Atlético Nacional, foi o grande campeão. E agora é o goleador máximo da atual edição com 9 gols. É também o jogador que mais fez gols no Palmeiras em 2018: foram 18 gols no total. Só que tem um porém nessa história toda. O Borja é um jogador de pouco recurso técnico. Isso é algo […]

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Palmeiras só lucra com atleta ligado à Crefisa se estiver em dia com ela

Leia o post original por Perrone

Transformar parte dos contratos de patrocínio entre Crefisa e Palmeiras em acordo de empréstimo não foi a única alteração importante na relação entre os parceiros. Os dois adendos contratuais também mudaram a liberdade que o Palmeiras tinha em relação a eventuais lucros na revenda de jogadores contratados com dinheiro da parceira.

O contrato inicial previa que em caso de lucro, o clube ficaria com ele todo. Agora, o Palmeiras só pode se apossar da receita excedente se não tiver dívida em aberto com a Crefisa. Além disso,  em caso de descumprimento das regras, o clube pode ser obrigado a pagar o débito antecipadamente e arcar com uma multa.

O blog teve acesso às informações de três versões do “Contrato de patrocínio esportivo do programa avanti por intermédio do atleta Alejandro Guerra”, que registra a nova obrigatoriedade de o Palmeiras usar eventual lucro para pagar débito com a parceira, se houver. Se não existir dívida, o valor excedente fica com o alviverde.

Procurado pelo blog, o clube afirmou por meio de seu departamento jurídico que o modelo vale para todos os casos de jogadores adquiridos com aporte da empresa. Também declarou que o contrato considera dívida prestações de pagamentos que já tenham vencido, não a vencer.

O começo

Em 11 de janeiro de 2017, as partes assinaram contrato de patrocínio atrelado ao programa de sócio-torcedor do clube e à imagem de Guerra. Foi a forma encontrada pela patrocinadora para repassar a verba para a contratação.

“As partes acordam que pelos direitos e propriedades descritos na cláusula 3 deste contrato, o patrocinador pagará ao patrocinado US$ 3.727.170, equivalentes ao valor da transferência do atleta acrescido dos respectivos encargos”, diz o primeiro acordo.

O mesmo documento, em sua cláusula 5.3.2, decreta “caso os valores recebidos pelo patrocinado em razão de futura transferência do atleta venham a superar os valores descritos neste contrato, os valores excedentes – lucro da operação – serão retidos pelo patrocinado”.

Em 26 de dezembro do mesmo ano, foi assinado o primeiro adendo. Ele estabelece que no caso de venda de Guerra com lucro “os valores excedentes serão utilizados pelo Palmeiras para amortizar eventuais valores devidos pelo Palmeiras à Crefisa”, por conta das contratações de outros jogadores. “Não havendo dívidas em aberto”, diz o documento, “o Palmeiras poderá reter para si o lucro da operação de transferência futura do atleta”.

Essa alteração foi mantida no adendo contratual assinado pelos parceiros em janeiro de 2018.

Hoje, a dívida do alviverde com a patrocinadora é de pelo menos cerca de R$ 120 milhões. Porém, de acordo com explicação da diretoria do clube, esse valor não conta como débito em aberto para efeito do adendo. A informação é de que o alviverde só terá que usar o lucro de uma eventual venda se outro atleta trazido pela parceira já tiver saído do clube por um preço inferior ao da compra. E ainda se a Crefisa não tiver sido ressarcida.

Prejuízo

Pelo primeiro contrato, em caso de venda por valor inferior ao gasto na contratação o prejuízo seria só da patrocinadora.

Mas a redação dos adendos muda essa situação. A alteração determina que em caso de Guerra ser vendido, o Palmeiras tem dez dias para repassar o dinheiro para a Crefisa. Se o contrato dele chegar ao fim e o clube nada receber, o prazo para o ressarcimento será de dois anos.

A alteração contratual prevê que se o valor obtido na venda for inferior ao investido pela Crefisa, o Palmeiras terá os mesmos dez dias para repassar o que recebeu do comprador para a parceira. O restante deve ser quitado em 24 meses a partir da data do fim do vínculo trabalhista do jogador. Se o Palmeiras receber a prazo, terá dez dias após cada recebimento para fazer o repasse.

As quantias injetadas pela Crefisa serão corrigidas pela variação do índice do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Os adendos estabelecem o valor devido pelo Palmeiras para a Crefisa por Guerra em R$ 12.001.487,40, sem correção.

Multa

O adendo assinado no início de 2018 também estipula o pagamento de juros de mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido caso o Palmeiras atrase a restituição para a Crefisa.

Em sua cláusula 10.1, o documento dá à patrocinadora o direito de rescindir o contrato e cobrar a dívida antecipadamente do clube se o parceiro descumprir o acordo. “Este contrato poderá ser rescindido de pleno direito e o valor devido se tornar antecipadamente exigível se o Palmeiras infringir qualquer cláusula deste contrato ou deixar de cumprir, pontual e integralmente, qualquer obrigação nele assumida”, determina o documento.

Empréstimo

O adendo também deixa claro que o acordo firmado entre as partes passou a ser um empréstimo. “O presente contrato foi caracterizado pela Receita Federal do Brasil como sendo de empréstimo, conforme seguinte trecho do auto de infração lavrado: ‘os sucessivos contratos firmados de patrocínio referente ao programa sócio-torcedor Avanti revelam na verdade serem instrumentos de empréstimos realizados pela Crefisa e o Palmeiras para a compra e manutenção de jogadores’”, diz o documento.

O contrato assinado em janeiro de 2017 previa a possibilidade de rescisão por descumprimento das duas partes. Sendo que, nesse caso, o Palmeiras teria que devolver integralmente o valor investido até a data do rompimento pela Crefisa na contratação de Guerra, sem multa. Já a patrocinadora deveria pagar a quantia integral combinada pela aquisição do jogador.

Penhora

Outra mudança promovida pelo adendo foi a exclusão da cláusula 5.5 do acordo inicial que isentava o Palmeiras de ressarcir a parceira caso o contrato de Guerra se encerrasse e o clube nada ganhasse.

Fica estabelecido que se Guerra rescindir seu contrato na Justiça devido à “ação ou omissão culposa” do Palmeiras, o clube deverá ressarcir integralmente a parceira “inclusive com autorização de penhora e das rendas de bilheteria e do programa sócio-torcedor Avanti”.

As partes firmaram acordos semelhantes em relação a Dudu, Borja, Luan, Bruno Henrique e Deyverson.

O que dizem as partes

Abaixo leia respostas encaminhadas ao pelo departamento jurídico do Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, sobre questionamentos em relação aos adendos.

Pergunta – Eventuais valores devidos pelo Palmeiras e citados no adendo são apenas dívidas vencidas ou também a vencer? Por exemplo: se Guerra for vendido com lucro de R$ 10 milhões hoje, esse dinheiro tem que ser usado para pagar parte dos R$ 120 milhões que a Crefisa emprestou, apesar de não existir nenhuma parcela aberta neste momento?

Resposta – “Vale apenas para as dívidas vencidas e não para as dívidas a vencer. Isso é justamente uma das justificativas que demonstra que os contratos são individuais. Ou seja, se vendermos o Dudu por 15 milhões de euros, mas não houver dívidas vencidas nos demais contratos, a lucratividade da operação pode ser totalmente apropriada pelo Palmeiras”.

Pergunta – Essa cláusula que vale para o caso do Guerra vale para outros contratos também?

Resposta – “Sim, essa cláusula vale para todos os contratos”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, presidente da Crefisa, não esclareceu as dúvidas do blog e se manifestou da seguinte forma:

“Perrone, primeiro quem estiver passando esses contratos para o senhor tem a nítida e clara vontade de prejudicar o Palmeiras, talvez seja a mesma pessoa que levou o primeiro contrato para a Receita, mas enfim essa pessoa deveria respeitar a cláusula de sigilo, que é muito comum em contratos. Mas o senhor e os torcedores do Palmeiras podem ter certeza, eu jamais vou fazer qualquer coisa que prejudique o clube”.

Discordância

O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras discorda das alterações. Alega que elas não poderiam ter sido feitas sem sua anuência, entre outras supostas irregularidades. O presidente Maurício Galiotte nega ter cometido falhas no processo.