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Flamengo segue liderando o ranking digital

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O Ranking atualizado do mês de novembro mantém o Flamengo no topo e tem como única grande curiosidade o Botafogo ser o único dos 12 grandes que não está no “top 13”. O “top 13” existe em virtude do acidente da Chapecoense, onde o mundo todo passou a seguir o clube nas redes sociais. Sport…

Duas versões do mesmo “crime”

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O rubro-negro vê mais uma derrota pra ele mesmo. São tantas que eu seria capaz de apostar no título, já que o tal “Flamengo” sempre bate o “Flamengo”. O botafoguense, com mais pés no chão pela circunstância, vê uma vitória memorável num momento de decisão. Talvez aí esteja o ponto: “decisão”. O Botafogo é limitado,…

Segue a receita

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Parece clichê, e é. O Flamengo quanto mais compra jogadores mais atrasa seu natural processo de evolução.  Como “quase” sempre, bastou precisar apostar em garotos e a aposta deu certo. Flamengo x Botafogo não foi um jogão. Foi um jogo de 7 minutos onde o Fla fez 2 lances pela esquerda com o já massacrado…

Choro e silêncio: ‘Não consegui consolar ninguém’ diz Ederson sobre Copa

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A tristeza no vestiário da seleção brasileira após a queda do Brasil nas quartas-de-final da Copa da Rússia diante da bélgica marcou Ederson, goleiro do Manchester City e reserva de Tite no Mundial. Depois de uma pelada com amigos no local em que o Audax treina, em Osasco, ele falou com o blog também sobre o colega Gabriel Jesus e o retorno triunfal de Cássio após a Copa do Mundo.

Blog do Perrone- Você consegue descrever como foi o vestiário da seleção depois da eliminação diante da Bélgica? Teve mais silêncio ou choro?

Ederson – Silêncio, choro. É difícil ser eliminado de uma Copa do Mundo. Então, todos nós sentimos, foi momento de silêncio total. É difícil você procurar consolo ou consolar um amigo nessa hora.

Blog – Conseguiu consolar alguém?

Ederson – Não consegui. Não tem palavra que conforte alguém numa eliminação de Copa do Mundo, um campeonato que acontece a cada quatro anos.

Blog – O que mais te marcou naquele vestiário?

Ederson – A tristeza dos meus companheiros, mas temos que procurar levantar a cabeça.

Blog – Os três goleiros da seleção na Rússia cobravam pênaltis nos treinos, e você continua cobrando nos treinamentos que tem feito durante as férias. Vai virar cobrador?

Ederson – A gente estava se preprapando para se tivesse cobrança de penaltis na Copa, era para todos estarem preparados para bater. Acho que foi importante. Mas não é coisa que projeto pra mim. Continuo treinando, mas como brincadeira. Deixo as cobranças para meus companheiros.

Blog –  Viu as defesas do Cássio no jogo do Corinthians contra o Botafogo? Ficou surpreso como ele voltou em alto nível depois de ficar todo esse tempo na seleção sem jogar?

Ederson – Vi as defesas, ele foi muito bem, mas não surpreendeu. Goleiro de alto nível fica um mês sem jogar e não sente muito. Ele chegou muito bem no Corinthians e ajudou o time dele a vencer com defesas espetaculares.

Blog – Como são seus treinos nas férias antes de voltar para o Manchester City?

Ederson – Estou treinando pra manter o ritmo. Não vou fazer a pré-temporada com eles, vou chegar quase no início da temporada. Estou treinando entre uma hora e meia e duas horas por dia, bem cedo, lá pelas 7h30, quando o sol tá pensando em acordar ainda pra aproveitar a família e os amigos.

Blog – Conversou com Gabriel Jesus, seu companheiro de time na Inglaterra, sobre as críticas que ele sofreu por causa da atuação na Copa?

Ederson – Conversei, mas não sobre Copa. Acho que tá no momento dele de descansar, tentar esquecer um pouco isso. Ele é um garoto novo, mas tem experiência de seleção. Começou na seleção muito bem, se não me falha a memória é o artilheiro na era Tite. Ele foi infeliz, só faltou fazer o gol, se olhar o trabalho todo dele foi muito bom, o posicionamento dele. Mas como não fez o gol todo mundo critica. Acho que se o Brasil fosse campeão, ninguém criticaria o Gabriel.

Classificação Planejada: rodada 32

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Todo começo de temporada os treinadores fazem um planejamento. Aí você pode perguntar: “Que diabos de planejamento é esse? Ele planeja perder? Não era pra tentar ganhar todas?”. Sim, era. Mas nem treinador é tão apaixonado e maluco de imaginar que vencerá todos os jogos de um campeonato como o Brasileirão. Assim sendo, eles planejam…

Brasileirão começa com voo em jato de Leila Pereira para 11 conselheiros

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Para pelo menos 11 sortudos conselheiros do Palmeiras o Brasileirão começou com direito a acompanhar o time fora de casa viajando de jato particular e sem pagar pela mordomia. O pacote teve ainda uma refeição leve no hotel da delegação alviverde no Rio, encontro com o presidente do clube, Maurício Galiotte, e ida para o estádio em van do estafe palmeirense. Os felizardos foram convidados por Leila Pereira para assistirem ao empate em um gol com o Botafogo, na última segunda (16).

Os convites da patrocinadora do clube a colegas de conselho deliberativo para seguirem o time com estilo refinado se tornaram rotineiros. E são vistos por parte dos aliados do ex-presidente Mustafá Contursi como uma estratégia para angariar apoio político.

Porém, cinco dos participantes do “bate e volta” ouvidos pela reportagem afirmaram que não se falou de política durante a viagem. Isso num momento em que pelo menos dois assuntos fervem no conselho. Um é a mudança estatutária que pode incluir aumento no mandato do presidente de dois para três anos. O outro é o novo formato do contrato entre Crefisa e Palmeiras, que é contestado pelo conselho de orientação fiscal.

Antes, o clube só precisava devolver para a patrocinadora a receita que arrecadasse com a revenda de atletas bancados por ela. Em caso de prejuízo, ele seria só da empresa. O lucro ficaria todo com o Palmeiras. Mas após cobrança da Receita Federal, o acordo foi alterado. Em qualquer situação, o Palmeiras precisa devolver o dinheiro. Assim, se um jogador ficar sem contrato e sair de graça, o alviverde tem que cobrir o rombo. O conselho fiscal quer outra solução por entender que essa é arriscada para o clube. Já a diretoria não vê grandes riscos. Calcula que se um jogador sair gratuitamente, a venda de outro deve compensar o prejuízo.

Apesar de o tema ser palpitante, ele não foi discutido durante o passeio ao Rio. É o que asseguram os conselheiros Antônio Carlos Corcione, Antônio Henrique Silva, Edis Caberlin, Manoel Dantas Pinheiro Filho e Luciano Henrique Silva.

Porém, integrantes da exclusiva comitiva explicam a motivação para o passeio de diferentes formas.

“Eu tenho enorme alegria em poder convidar conselheiros que são companheiros para ver o Palmeiras jogar em partidas que vou com meu avião em jogos aqui no Brasil e fora, pela Libertadores. E também os convido para ir ao nosso camarote”, disse Leila por meio de sua assessoria de imprensa. Sem fazer segredo, ela postou foto do grupo na aeronave numa rede social.

“Ela nos convidou para a gente dar um apoio ao time e à diretoria no início do Brasileiro. Pra mostrarmos que estamos juntos”, declarou Antônio Henrique. Ele estava acompanhado de dois filhos, também conselheiros.

Para Corcione, a empresária não gosta de viajar com a aeronave vazia para acompanhar o Palmeiras. “Ela sempre nos diz que é muito triste usar o avião dela e viajar sozinha. Deve ser mesmo”, afirmou o conselheiro.

“A Leila é poderosa, tem um avião com 15 lugares, não precisa explicar porque está convidando. Ela me convidou e eu fui”, disparou Caberlin, que conta ser antigo diretor de sinuca do clube. Ele completou 71 anos no dia da viagem. “Foi até um presente de aniversário pra mim. Mas não muda nada no meu conceito político”, explicou o conselheiro que se define como quem nunca fez oposição a presidentes da agremiação.

Dos cinco conselheiros que conversaram com a reportagem, apenas Manoel Dantas afirmou que foi procurado antes por Galiotte para falar sobre a viagem. “Ele (presidente) me ligou e disse: ‘Dantas, quer ir pro Rio ver o jogo? A Leila tá montando um grupo pra ir no avião dela e talvez ela te ligue. Ela me ligou e eu aceitei. Fui convidado e viajei com o (Arnaldo) Tirone, o Paulo (Nobre, ambos ex-presidentes). Não tem nada demais. Não se falou de política, de estatuto, de nada. Ela convidou mais de 14 pessoas, eu não sou de panela nenhuma”, falou Dantas.

A turma montada por Leila saiu de São Paulo entre 14h e 15h, lanchou no mesmo hotel em que estava a equipe, sem encontrar os jogadores mas com a presença de Galiotte. A conta foi paga pelo Palmeiras.

O retorno foi na correria, logo depois da partida. Não deu tempo de jantar na Cidade Maravilhosa. “Mas ela (Leila) serviu um lanche caprichado no avião”, contou Antônio Henrique. Ele não entregou qual foi o cardápio oferecido na aeronave, apelidada jocosamente por um adversário político da empresária de “Aero Estatuto”.

Com Danilo Lavieri, do UOL Esporte, em São Paulo

Aceite: é muito grande

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Já era hora. Quarenta e tralalá, a certeza de mais uma derrota e a inestimável fé no que se prega não acreditar.  O botafoguense é o caso mais interessante de amor pelo futebol a ser estudado. E talvez por isso seja tão fundamental ao futebol.

Quando em alta, duvida. Quando em baixa, acredita. E nos dois casos, se o pior acontecer, “ele avisou”.

Hoje é dia de clichê. “Coisas que só acontecem ao Botafogo…”, “a cara do Botafogo”, “sempre no último minuto…”.

Mentira, oras! Todo torcedor jura que seu time adora tomar gol no fim, que é “se não for sofrido não é time x…”, entre outros.  Faz parte do delicioso folclore do futebol onde usa-se emprestado todos os termos do mundo de forma exclusiva.

Afinal, que camisa não é “manto”?

Eu gosto mesmo é do “contra tudo e contra todos”. Acho fofo. O cara todo ano se enxerga numa condição de vítima perseguida do planeta terra que conspira para evitar, veja você, um estadual do seu time. Não, você sabe que não.  Mas eu respeito e adoro o seu dom em criar um auto-drama para valorizar sua conquista ou justificar seu fracasso.

Botafoguense, meu caro e estimado botafoguense… ontem você errou.

Eu sei que você estava pronto pra dizer que “onde já se viu com um a mais…?”, ou que “o juiz roubou”.  No fundo tudo o que você mais temia e queria era ser o protagonista da festa que te convidaram por educação.

O improvável campeão, o time que mais perto esteve da crise em 2018, o eliminado da Copa do Brasil, o time sem treinador, sem dinheiro e portanto, mais uma vez prestes a assumir a sua condição “menor”.  Agora vai!

Assume, Botafogo! Tu não aguenta mais. Assume! Pede água!

– Não!

Mas meu Deus, você está devendo mais que os outros, ganha menos que eles, não tem um grande time, sequer tem perspectiva a curto prazo.  Me dá aqui seu crachá de grande logo!

– Não!

De novo? Era pra ter dado em 2016, inventou um ano mágico lá, foi bem na Libertadores ano passado, ok, mas terminou de novo sem nada! Desiste, cara!

– Não!

Futebol é dinheiro, Botafogo! Esquece a camisa, a história, a porra toda. Ou você tem pra competir ou está fora. Larga o osso, você, como dizem os comentaristas, “se apequenou”.  Aceita!

– Não!

Então o que falta pra você se convencer que não dá? Que seu lugar é menor que os outros e que seu momento de mais de duas décadas lhe descredencia?

– Falta 1 minuto.

Então acabou! Vai, eu espero.

Caraca, cadê ele?

– Ali, dando a volta olímpica… Quer esperar?

– Não…

abs,
RicaPerrone

Relatório completo de público no Brasileirão de 2012 a 2017

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Uma das coisas que o torcedor mais gosta de discutir é o desempenho dele mesmo perante seu clube na arquibancada.

O ADMKT é o Grupo de Pesquisa e Extensão em Marketing e Comportamento do Consumidor da Universidade Federal de Goiás (UFG). Fundado em 2012 pelos docentes e pesquisadores Marcos Severo e Ricardo Limongi, professores efetivos da UFG, o grupo foi criado com o objetivo de promover atividades da área de marketing realizadas no âmbito da instituição de ensino.

Pois este grupo fez uma incrível pesquisa sobre o público do futebol brasileiro dos campeonatos brasileiros de 2012 até 2017.

A comparação começa com a Premiere League, na Inglaterra. E logo se tem a discrepância de público dentro dos estádios.

Dessa forma, o objetivo deste relatório é responder diversos questionamentos relacionados ao Campeonato Brasileiro de Futebol, não somente aqueles que tratam do público pagante e da taxa de ocupação nos estádios, como também os que se relacionam ao desempenho das equipes de futebol.

O contexto brasileiro é particularmente marcado pela existência de 12 grandes clubes, que concentram 53 dos 59 títulos dos campeonatos brasileiros disputados desde 1959, época da primeira edição da Taça Brasil.Conhecer detalhes da dinâmica do principal campeonato de futebol do País é importante, principalmente se for considerado que os principais clubes brasileiros ainda se veem diante de problemas estruturais e organizacionais crônicos, como más condutas de gestão.

Dirigentes e profissionais de marketing que atuam nessa realidade pouco sabem dos fatores que determinam a presença de público nos estádios ou o desempenho das equipes no campo.Poucos são os clubes realmente prossionalizados que organizam ações administrativas baseadas na racionalidade da análise de dados. Entretanto, esse cenário começou a mudar nos últimos anos, com isoladas iniciativas de prossionalização e responsabilidades scal e administrativa. A apresentação do “Relatório ADMKT de Presença de Público nos estádios brasileiros”acompanha esse movimento e se apresenta como fonte de informação para gestores de clubes, prossionais de gestão esportiva e da imprensa especializada

O primeiro gráfico mostra o público médio e também o “desvio” padrão. O “desvio” é como uma margem de erro. É a média de público oscilando pra cima e pra baixo perante o público médio.

A seguir temos um gráfico para mostrar em ordem essas médias de público ao longo deste período.

A seguir a taxa de ocupação, que está sempre diretamente ligada ao público médio em virtude da capacidade de cada estádio.

Temos, então, outro gráfico interessante. A comparação entre começo e final de campeonato, para verificar se as torcidas se comportam regularmente, só nas finais ou só num começo empolgante.

Em seguida uma série de gráficos que indicam o comportamento do torcedor para ir ao estádio no Brasil, e até a sua relação com o resultado.

Esse trabalho detalhado e muito interessante para discussão sobre o futebol brasileiro foi feito pela equipe abaixo, a quem agradeço pela preferencia em ter disponibilizado a este blog primeiro.