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Justiça libera verba do Bota ‘presa’ pelo SPFC por ser de incentivo fiscal

Leia o post original por Perrone

Desde janeiro do ano passado, como revelou o blog, o São Paulo cobra na Justiça paulista cerca de R$ 3,27 milhões do Botafogo referentes à venda do atacante Henrique Almeida, feita em 2013. O clube paulista já teve atendido pedido de bloqueios na conta do alvinegro do Rio. Porém, na última quarta (21), foi negado recurso aos são-paulinos contra decisão que liberava R$ 683.333,33 encontrados em uma das contas botafoguenses e anteriormente bloqueados.

O desbloqueio foi determinado porque a Justiça entendeu que o Botafogo comprovou se tratar de recurso proveniente de incentivo fiscal ao esporte, que não pode ser penhorado, de acordo com a decisão. Agora, o São Paulo deve procurar outra forma de penhora para tentar receber. Porém, a agremiação do Rio de Janeiro contesta a cobrança e pode recorrer.

“É importante deixar claro que o São Paulo está tendo seu direito de receber o pagamento reconhecido pela Justiça. O desbloqueio foi autorizado por causa do entendimento sobre recursos oriundos de lei de incentivo, não porque o Botafogo não esteja devendo”, disse ao blog Leonardo Serafim dos Anjos, diretor jurídico executivo do São Paulo.

“Houve a penhora  indevida de recursos incentivados para aplicação obrigatória  em esportes olímpicos, no caso, o basquete. Por sua própria  natureza – recursos públicos oriundos de arrecadação de impostos  – esses incentivos são impenhoráveis. Portanto, outro não poderia ser o resultado do  julgamento, senão a liberação dos recursos”, declarou Domingos Fleury, vice-presidente jurídico do Botafogo.

Ele também se manifestou sobre a possibilidade de o São Paulo tentar penhorar outras receitas, como cotas de TV e dinheiro arrecadado com negociações de atletas. “As penhoras são  inevitáveis, mas não podem inviabilizar a continuidade do clube, de forma que não podem abarcar a totalidade das receitas, seja de quotas da TV, venda de jogadores, ou qualquer outra. Sempre que houver excessos, como no caso reportado por  você (a cobrança relativa a Henrique), o Botafogo recorrerá”, afirmou o dirigente.

Emprestado pelo Grêmio, Henrique Almeida atualmente está na Chapecoense.

Se for ousado dá pra ganhar o Brasileirão com antecedência!

Leia o post original por Craque Neto 10

Um ótimo público de quase 40 mil pessoas esteve na Arena do Corinthians, em Itaquera, pra ver a vitória do Timão sobre o Botafogo por 2 a 0. Resultado que conduziu o time do técnico Fábio Carille à quinta colocação no Brasileirão provisoriamente. Posso falar a verdade? É incrível a maneira bem planejada e inteligente como o treinador alvinegro vem conduzindo essa equipe. Está sabendo mesclar a boleirada nas duas competições em disputa e na minha visão tem condições de conquistar as duas taças. O torcedor invejoso que odeia o Corinthians, que tem aos montes por aí, vai dizer que […]

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Santos com mesma pontuação do Palmeiras força visitantes a serem ofensivos

Leia o post original por Perrone

O fato de o Santos alcançar o líder Palmeiras em número de pontos no Brasileirão impõe nova lógica e novo ritmo à competição na opinião deste blogueiro. Isso porque o time de Sampaoli não é conservador como a maioria das equipes na disputa. Ou seja, joga para ganhar dentro e fora de casa contra rivais do topo ou do fundo da tabela.

Assim, o que normalmente parece ser um bom resultado pode na prática não ser. Por exemplo, uma equipe que briga pela liderança pode partir para um jogo fora de casa imaginando que o empate é um bom negócio, se na mesma rodada os santistas atuarem como visitantes diante de outro concorrente ao título. Mas, em tese, as chances de o Santos ganhar fora de casa são maiores do que as equipes mais cautelosas costumam ser. Assim, é possível que a pontuação alcançada pelo alvinegro paulista force os demais postulantes à taça a serem mais ofensivos mesmo atuando fora de seus domínios.

Foi assim que o Santos jogou contra o Botafogo no Rio, no último domingo (21). Ignorou o fator casa. Jogou para vencer até quando tinha um jogador a menos e acabou ganhando por 1 a 0.

Claro que essa ousadia tem preço. Às vezes os comandados de Sampaoli tomam um sacode pelo meio do caminho, o que torna o campeonato mais imprevisível. Para aproveitar esses eventuais tropeços, é preciso que os adversários ganhem. Foi assim que o Santos se igualou ao Palmeiras, vencendo num momento de declínio, absolutamente normal, do rival alviverde.

Nesse cenário, o fato de os santistas alcançarem o líder Palmeiras em número de pontos é extremamente saudável para o Brasileirão. A competição que havia chegado à parada da Copa América apressadamente com o Palmeiras apontado por muitos, incluindo este blogueiro, como provável campeão, agora ganha mais competitividade.

Quem voltou melhor?

Leia o post original por Rica Perrone

Dos 12 grandes, vi alguns. A tal parada de 30 dias normalmente gera expectativa de melhora e quase nada acontece na prática. Mas dessa vez, parece, não será bem assim. Flamengo – Melhorou consideravelmente. Apesar do jogo contra o CAP ter sido normal e com riscos de eliminação, houve melhora. No Maracanã, um baile contra…

Opinião: sete dúvidas que a volta do Brasileirão deixa

Leia o post original por Perrone

1 – Algo mudou para pior no Palmeiras?

Diferentemente do que havia feito até aqui, o Palmeiras não conseguiu apresentar com alguns titulares poupados desempenho semelhante ao do time principal. Especialmente no primeiro tempo do empate em um gol com o São Paulo. Ficou claro que a equipe sentiu a falta de Bruno Henrique e de sua zaga titular. Foi uma exceção ou o time de Felipão já não consegue manter o nível sem algumas peças?

2 – O Flamengo de Jorge Jesus sempre será uma máquina ofensiva?

A estreia do técnico português no Brasileirão foi de fazer o torcedor flamenguista enlouquecer de alegria. Mas o time será sempre ofensivo e eficiente como foi na goleada por 6 a 1 sobre o Goiás? O Flamengo vai jogar desta forma quando enfrentar adversários que brigam pelo título? Jesus vai conseguir equilibrar ataque e defesa para não virar um “toma mas faz”?

3 – A liderança do Palmeiras está ameaçada?

O alviverde foi para a parada durante a Copa América com status de praticamente imbatível na briga pelo título do Brasileirão. Sua apresentação abaixo da média contra o São Paulo, a vitória do Santos por 1 a 0 fora de casa sobre o arrumado time do Bahia e o massacre do Flamengo sobre o Goiás deixam a dúvidas no ar. A rodada marcou o inicio de uma nova fase na caça ao líder? Santos e Flamengo têm grandes chances de desbancar o time de Felipão? Ou foi apenas uma ligeira diminuição da diferença que acontece rotineiramente nas disputa pelo título brasileiro?

 

4 – Preparo físico é um dos principais problemas do São Paulo?

Antes da retomada do Brasileirão Cuca afirmou que a parada havia sido importante para igualar o elenco fisicamente. Mas, o desempenho no empate com o Palmeiras coloca seriamente em dúvida a condição física da equipe. O primeiro tempo são-paulino foi muito bom. Pato, Antony, Pablo, Hernanes e Tchê Tchê se movimentavam constantemente e confundiam a defesa rival. Na segunda etapa, porém, a queda de rendimento foi visível. Os tricolores se encolheram e convidaram o alviverde a empatar o jogo. O recuo foi uma opção tática de Cuca ou os jogadores perderam o fôlego? Ou foi um pouco de cada? A olho nu, dá pra dizer que Hernanes cansou. Teve também a contusão de Pablo. E vale lembrar que recentemente o preparador físico Carlinhos Neves pediu demissão.

5 – Carille não vai mesmo conseguir acertar o Corinthians?

Na volta ao Brasileirão, o alvinegro penou pra fazer 1 a 0 no CSA, penúltimo colocado. O que se viu foi a repetição de velhos problemas. Lentidão, excesso de erros de passes e finalizações, meias pouco produtivos, Pedrinho sem decolar, Sornoza abaixo do que se espera… Ou seja, quase nada foi resolvido nos treinamentos durante a Copa América. A boa novidade foi a estreia de Gil, que deu mais segurança à zaga. No restante, o corintiano ficou na dúvida: o técnico Fábio Carille sabe como arrumar o time?

6 – O Cruzeiro não vai conseguir jogar no Brasileiro no mesmo nível em que disputa Libertadores e Copa do Brasil?

Depois de uma atuação de gala na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG pela Copa do Brasil, o time de Mano Menezes teve uma queda brutal de rendimento e não saiu do empate em casa e sem gols contra o competente Botafogo. Pedro Rocha, destaque contra o Galo, simboliza a queda de rendimento cruzeirense. Acabou substituído diante do Bota.

7 – Até onde o Botafogo pode chegar?

Antes de o Brasileirão ser interrompido, já estava claro que Eduardo Barroca havia organizado o Botafogo. No retorno da competição, ele viu seu time arrancar um ponto diante do Cruzeiro no Mineirão. Resultado de respeito, apesar da queda de rendimento cruzeirense em relação à atuação anterior pela Copa do Brasil. Antes de o campeonato começar, parte dos analistas apontava o alvinegro do Rio de Janeiro como um time que brigaria para não ser rebaixado. Neste momento, porém, a equipe está na sexta posição. O Botafogo chegou ao seu limite ou dá pra conseguir mais?

 

 

Times que ficam menos com a bola dominam Brasileiro

Leia o post original por Perrone

Ficar mais com a bola do que o adversário não tem sido bom negócio no Brasileirão. Nenhum dos três primeiros colocados (Palmeiras, Atlético-MG e Corinthians) tem média de posse superior a 50%.

Além disso, entre os times que mais ficam com a bola em seu poder, só o Santos aparece entre os cinco primeiros colocados.

O caso mais emblemático é o do líder Palmeiras. A equipe de Felipão é apenas a 17% no ranking de posse de bola, segundo o site especializado Footstats. Sua média é de 46%, superior apenas às marcas de Bahia e de CSA e Goiás, que se enfrentam nesta segunda (27).

O Fluminense, time que mais tem a redonda sob seu domínio com média de 58%, é o 15º colocado do campeonato. Empatados em segundo lugar nesse quesito com média de 56%, Botafogo, Grêmio e Santos,  ocupam respectivamente 10º, 17º e 5º lugares no Nacional.

Na parte de cima da tabela, o vice-líder Atlético-MG segue o estilo palmeirense de ter a bola por menos tempo do que os rivais e ostenta média de posse de 49%. É o décimo colocado nesse critério.

O Corinthians, terceiro na tabela e famoso pelo estilo de contra-ataques adotado por Fábio Carille, tem média de 50% de posse de bola, ocupando a 9ª posição nesse ranking.

Além do gosto pelos contra-ataques, a pouca posse de bola de times que estão bem na tabela pode ser explicada por gols marcados no início e que obrigam o adversário a propor o jogo e pela marcação sob pressão que faz o oponente trocar passes laterais e para trás.