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O que a Globo deixa de mostrar sem o Palmeiras em sua grade

Leia o post original por Perrone

Confira abaixo o que a Globo e o sistema de pay-per-view da Globosat deixaram de mostrar por ainda não haver acerto da empresa com o Palmeiras para exibir os jogos do time no Brasileirão deste ano. Os números são do site especializado em estatísticas Footstats.

Garçom

Até aqui, a Globo está sem mostrar em ação o líder de assistências no campeonato, Dudu. O jogador palmeirense já deu cinco passes para companheiros marcarem gols em quatro jogos.

Artilheiro

Ao vivo, a emissora também não mostrou os três gols de Bruno Henrique, no Brasileirão. Ele divide o posto de goleador da competição com Everaldo (Chapecoense), Ricardo Bueno (Ceará), Everton (Grêmio) e Bruno Henrique (Flamengo).

Pontaria

Quem depende da Globo para assistir ao vivo aos jogos do Brasileirão, não vê a equipe com pontaria mais calibrada. O Palmeiras tem o melhor índice de acerto de finalizações: 55,1%. Em média, são 5,4 arremates com endereço certo por partida.

Melhor ataque

O time que mais fez gols no Brasileiro em cinco rodadas está fora da programação aberta da Globo e do pay-per-view do grupo. Os palmeirenses balançaram as redes 12 vezes, duas a mais do que o Fluminense, segundo colocado nesse critério.

Melhor defesa

Numa prova de que Felipão conseguiu montar um time ofensivo sem deixar sua meta desprotegida, o telespectador da Globo não pode contemplar o sistema defensivo menos vazado do Brasileirão. O alviverde só levou um gol até agora.

Evolução

Os crescimentos de Raphael Veiga e Zé Rafael também não são atrações da Globo. Eles fizeram dois gols cada em quatro jogos. A estatísticas  ainda apontam uma assistência para cada.

Análise: os “moles” que Grêmio deu para Fluminense

Leia o post original por Perrone

Achou que Renato Gaúcho não explicou direito ao que se referia quando disse que o Grêmio “deu mole” para o Fluminense na derrota por 5 a 4 no último domingo (5), em Porto Alegre? Este post tenta identificar quais foram essas molezas. Veja a seguir.

1 – Rival livre

A defesa gremista se preocupou com a bola e não marcou Yony González, que ficou livre para fazer o primeiro gol do Fluminense.

2 – Saída de bola

Esse foi o “mole” mais óbvio dado pelo Grêmio. Mesmo marcado, no um contra um, Julio César insistiu em tentar passar por Luciano, perdeu e levou seu segundo gol no jogo. O goleiro demorou demais porque quis dominar a bola. Poderia ter tocado de primeira para seu lado esquerdo buscando Kannemann. O zagueiro deveria ter se aproximado do colega em apuros para facilitar o passe.

3 – Roubadas de bola

Faltou eficiência nos desarmes para o Grêmio tirar a bola do adversário. De acordo com o site “Footstats”, especializado em estatísticas, o time de Renato Gaúcho acertou 14 desarmes contra 27 do Fluminense.

4 – Bola parada

Em cobrança de falta, ninguém marcou Luciano, que cabeceou  livre. No rebote, Matheus Ferraz fez o terceiro do Flu. Bobeada clássica na bola parada.

5 – Desperdício

Enquanto o jogo estava empatado em quatro gols, o Grêmio perdeu três boas chances para desempatar. A mais clara delas com André, que furou ao tentar mandar para o gol. Pouco depois, o Fluminense fez o quinto.

6 – Falha na área

No final do jogo, outro erro de marcação. Eram seis jogadores contra seis na área gremista, sem contar o goleiro. Mesmo assim, González ficou livre pra pegar o rebote e marcar o gol da vitória do Fluminense.

Brasileirão cheio de gols!

Leia o post original por Nilson Cesar

Brasileirão começou cheio de gols. Sensacional a média de gols no campeonato Brasileiro. Só espero que continue dessa forma. O jogo Fluminense 5 x Grêmio 4 foi sensacional. Espero que nenhum dos treinadores mandem as suas equipes se tornarem retranqueiras. Acho que podemos ter o campeonato com o maior numero de gols em média. Temos aqui o campeonato mais disputado do mundo . Espero ver mais jogos…

Fonte

Pouca falta, gols distribuídos e lateral garçom. O estilo do líder Atlético

Leia o post original por Perrone

Um time que gosta de trocar passes para chegar ao ataque, não depende de um artilheiro, conta com um lateral garçom (Guga), um veterano que aproveita a maioria de suas chances para finalizar (Ricardo Oliveira), faz poucas faltas e é disciplinado. Esse é o retrato do Atlético-MG, surpreendente líder do Brasileirão com três vitórias em três rodadas.

A equipe do técnico interino Rodrigo Santana é a quarta que mais acertou passes na competição até agora. Foram 1.371, segundo o site especializado em estatísticas “Footstats”. Apenas Botafogo, Fluminense e Grêmio ostentam marcas melhores.

O capricho nos passes faz o Galo ficar mais com a bola do que seus rivais nas maiorias das vezes. A medida de posse de bola do clube de Belo Horizonte é de 54%, a sexta melhor da competição.

Por ficar mais com a bola, o time mineiro corre menos riscos nos contra-ataque, assim, não precisa apelar muito para faltas com o objetivo de parar o adversário. Sua média de infrações cometidas por jogo é a quinta mais baixa do campeonato empatada com a do Botafogo: 9,3 por apresentação. O CSA é o menos faltoso, ostentando média de 5 faltas por partida.

O fair-play do Atlético-MG resultou em apenas um cartão amarelo e nenhum vermelho recebido pela equipe até agora na competição.

A análise do desempenho de cada jogador atleticano ratifica a importância do lateral-direito Guga, contratado junto ao Avaí. Seu apoio ao ataque é uma das armas mais importantes do Galo.

Ele lidera o ranking de assistências do Brasileirão. Foram três passes para gol até aqui, média de um por jogo.

A iniciativa de Ricardo Oliveira de chutar a gol também se destaca. Ele divide o posto de maior finalizador da competição por enquanto com seis jogadores. Cada um concluiu nove arremates. Porém, em média, o veterano acera só um por partida.

Outra característica atleticana é dividir bem seus gols. Ninguém marcou mais do que uma vez no Brasileirão, o que mostra alto grau de participação dos atletas nas jogadas ofensivas.

Os gols foram marcados por jogadores de defesa, meio-campo e ataque: Nathan, Jair, Elias, Chará, Fábio Santos e Ricardo Oliveira.

Com seis gols, o ataque do Galo está entre os melhores do Brasileirão, ao lado de Palmeiras, Bahia, Athlético, Grêmio e Fluminense.

 

Grêmio 4×5 Fluminense: Sem comentários

Leia o post original por Rica Perrone

Algumas das coisas que mais queremos na vida custam caro. Não me refiro a dinheiro, mas a testes e momentos de insistência em nossas próprias teses que não temos coragem de bancar. Entendo. É pressão, saúde, comodidade, dinheiro fácil. Mil motivos que nos levam a mudar o que acreditamos para “ir levando” sem tantos problemas…

Opinião: time reserva do Corinthians tem obrigação de jogar mais

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Fábio Carille citou a falta de entrosamento de seus reservas como dificuldade no empate do Corinthians em um gol com o Vasco, neste sábado (4), em Manaus. Porém, na opinião deste blogueiro, o alvinegro tinha a obrigação de apresentar mais. As mudanças na equipe não justificam o futebol apresentado.

“Achei que teríamos mais dificuldade porque só tivemos dois jogadores que fizeram a final contra o São Paulo [Cássio e Ralf]. De resto, só mudanças: uns no departamento médico, outros que seguramos para evitar lesão. Estou satisfeito, pois sabíamos que os erros de passe seriam naturais pela falta de ritmo de jogo”, disse Carille.

Discordo do treinador corintiano. Os reservas treinam junto o tempo inteiro. Precisam mostrar o mínimo de entrosamento. Do jeito que ele fala, parece que os caras não se conhecem.

Se falta entrosamento, o técnico deveria ter cuidado disso antes. Ter feito mais jogos-treino para os reservas, ter colocado mais para jogar quando possível.

Afinal, Carille sabia que precisaria usá-los durante a temporada. E o Brasileirão está apenas em sua terceira rodada.

Nada justifica mandar a campo um time tão mal treinado. E isso vale para todos os treinadores do Brasileirão. Falta de entrosamento não pode ser desculpa para queda de rendimento com time reserva. A diferença de qualidade entre reservas e titulares, sim.

Em termos qualitativos, vale lembrar que o Corinthians que entrou em campo em Manaus tinha, além de Cássio e Ralf, Jadson e Vagner Love. Todos jogadores de bom nível.

Carille não deve criticar individualmente e publicamente jogadores. Mas a fraca atuação diante do Vasco passa também pelo baixo rendimento da maioria dos atletas, incluindo dois  dos mais fortes tecnicamente: Jadson, que melhorou no segundo tempo, e Love.

Diante do fraco desempenho da equipe, chegou a ser surpreendente Carille declarar que seu time fez “um bom jogo”. Se ele foi sincero, o torcedor corintiano deve ter problemas ao longo do Brasileirão.

Ofensivo, Santos é o time que mais faz faltas no Brasileirão

Leia o post original por Perrone

Reconhecido por seu estilo ofensivo, o Santos de Sampaoli tem uma faceta que destoa dessa fama. A equipe comandada pelo argentino aparece como a mais faltosa do Brasileirão após as duas primeiras rodadas.

Foram 43 infrações cometidas pelos santistas até aqui, de acordo com o site especializado em estatísticas “Footstats”. Média de 21,5 por jogo.

Em segundo lugar do ranking está o São Paulo, treinado por Cuca. O clube do Morumbi fez 35 faltas em suas duas primeiras apresentações.

Na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, nesta quinta (2), na Vila Belmiro, ficou demonstrada a importância dessas infrações para o sistema de jogo implantado por Sampaoli. Com frequência, os santistas mataram contra-ataques rivais com faltas no meio-campo.

Como o alvinegro atua com muitos jogadores no ataque, o risco de o adversário pegar sua defesa desprotegida é grande. As faltas impedem que isso ocorra.

Claro que todos os times fazem faltas para evitar contra-ataques, mas a postura ofensiva santista acaba contribuindo para que a equipe seja a mais faltosa do Brasileirão até aqui. Contra o Fluminense, foram 25 faltas cometidas pelos santistas e 14 sofridas.

Ao mesmo tempo, as estatísticas não desmentem a filosofia ofensiva  do Santos. A equipe paulista é a que mais acertou finalizações nas duas primeiras rodadas: 18. O Internacional é o segundo colocado com 15.

Com quatro gols, o ataque do Santos está no bloco de times donos da segunda melhor marca até agora. Athletico, Palmeiras e Bahia lideram com cinco.

Diante do Fluminense, Sampaoli cumpriu a promessa de buscar o ataque mesmo com a vantagem no placar. Pressionou o rival até o fim. Como resultado, seu time está entre os três que venceram nas duas rodadas do Brasileiro, ao lado de São Paulo e Atlético-MG.

 

 

Opinião: 10 sinais dados na primeira rodada do Brasileirão

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1 – Santos

Não era fake news, o time de Sampaoli vai jogar pra vencer mesmo fora de casa e até com time misto. Mostrou isso ao bater o Grêmio em Porto Alegre por 2 a 1.

2 – Cariocas

Vasco, Fluminense e Botafogo confirmaram que neste momento estão bem atrás do rival Flamengo. O caso mais sintomático foi a derrota vascaína por 4 a 1 para o Athlético-PR, em Curitiba. Os tricolores não tiveram força para derrotar o Goiás, que retorna à elite, no Maracanã, e perderam por 1 a 0. O Botafogo comprovou na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi, que o técnico Barroca terá muito trabalho para acertar o time.

3 – Flamengo

A vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, no Maracanã, mostrou como será difícil bater o time de Abel Braga quando pelo menos duas peças de seu forte elenco jogarem em alto nível. Na estreia, Bruno Henrique, autor de dois gols, e Everton Ribeiro, foram os destaques.

4 – Athlético-PR

Se alguém duvidava, o time paranaense sinalizou que está mesmo entre as forças do Brasileirão. Fez o que os mais fortes fazem quando pegam um time que não está bem. Atropelou o Vasco.

5 – Corinthians

O tricampeão paulista ainda é um time que oscila. Foi neutralizado pelo Bahia, cometeu falhas defensivas e perdeu por 3 a 2 fora de casa.

6 – Bahia

Roger Machado, estruturando o tricolor baiano, indicou ao vencer o duelo com Fábio Carille, que pode dar trabalho a adversários com maior poderio financeiro.

7 – Zé Rafael

O meia mostrou estar pronto para ser titular do Palmeiras. Felipão foi criticado por torcedores do time por pouco aproveitar Zé Rafael no Campeonato Paulista. Ele entrou no início do jogo contra o Fortaleza, após contusão de Ricardo Goulart, fez dois gols e deu uma assistência na vitória por 4 a 0.

8 – CSA

A equipe alagoana está muito atrás da turma. Não conseguiu equilibrar a partida com o Ceará, em tese também candidato a lutar contra o rebaixamento no Brasileiro, e perdeu de 4 a 0.

9 – Treinadores

Pouca coisa deve mudar no comportamento dos técnicos com a regra que implementou cartões amarelos e vermelhos para eles. Quem gosta de apitar o jogo continuou apitando. Caso de Mano Menezes, o primeiro a ser “amarelado”.

10 – Barreira

A regra que obriga adversários a manterem distância das barreira deve funcionar. Acabou com aqueles empurrões irritantes entre jogadores.

 

 

 

Opinião: comparação entre Everton R. e Rodriguinho explica vitória do Fla

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A comparação entre os desempenhos de Everton Ribeiro e Rodriguinho ajuda a explicar a vitória do Flamengo por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, neste sábado (27), no Maracanã.

O flamenguista venceu o primeiro duelo do Brasileirão entre dois jogadores relacionados pelo blog entre 10 candidatos a melhor da competição. Bruno Henrique, que brilhou com dois gols, também está na lista.

As estatísticas da partida mostram que Everton fez o que se esperava dele, enquanto Rodriguinho decepcionou. O flamenguista também foi superior a Thiago Neves, que substituiu Rodriguinho aos 17 minutos do segundo tempo.

O meia do Flamengo deu a assistência para um dos gols de seu time e mais três passes para finalizações, de acordo com o site “Footstats”. O garçom do gol do Cruzeiro foi Fred. Rodriguinho deu apenas um passe para conclusão de seu time.

Everton foi o segundo jogador da partida que mais acertou passes (61). Ficou atrás apenas de Willian Arão (62). Rodriguinho passou a bola com perfeição apenas 16 vezes. Thiago Neves acertou 9 passes.

A importância do meia rubro-negro para seu time também pode ser medida pelo fato de ele ter sido quem mais ficou com a bola em sua equipe. Seu índice de posse de bola foi de 6%. As marcas de Rodriguinho e Thiago Neves foram, respectivamente 2,06% e 0,86%.

Outra diferença: Everton ajudou muito mais sua equipe na marcação do que os dois cruzeirenses. Ele acertou três desarmes contra um de Rodriguinho e nenhum de Thiago. O lateral Renê, do Flamengo, liderou esse ranking desarmando os rivais em quatro oportunidades.

Claro que toda essa eficiência do meia não teria sido tão produtiva se ele não tivesse um companheiro jogando em alto nível com quem pudesse dialogar em campo. Bruno Henrique fez esse papel. Além dos gols, ele foi quem mais acertou finalizações no jogo. Registrou quatro arremates certos.

Nesse ponto, temos outra marca da inanição ofensiva cruzeirense. Segundo o “Footstats”, os mineiros fizeram só uma conclusão certa. Com Pedro Rocha, autor do gol de seu time. Essa falta de ofensividade passa, entre outros fatores, pelas dificuldades de Rodriguinho e Thiago Neves na armação.

CBF libera Pacaembu em 9 rodadas do Brasileiro. Santos já prevê dois jogos

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A CBF atendeu aos pedidos de clubes de diferentes Estados que estavam com seus estádios em condição considerada irregular para o Brasileirão e aumentou o prazo de adequação dos locais para até o final da Copa América. A competição acontece entre 14 de junho e 7 de julho.

O aumento do prazo beneficia, entre outros, times paulistas que poderão usar o Pacaembu nas nove primeiras rodadas do Nacional, quando a competição será interrompida para o torneio de seleções.

A notícia foi divulgada primeiramente pelo “Globoesporte.com” e confirmada pelo blog junto à Confederação Brasileira.

O Santos já contava com a liberação e estuda fazer dois jogos no estádio paulistano nesse período. O mais provável é contra o Vasco. As partidas diante de Atlético-MG e Corinthians são outras que estão na pauta.

Palmeiras, que terá shows em seu estádio, e São Paulo, dono do Morumbi, um dos palcos da Copa América, também estavam de olho na liberação do Pacaembu, que atualmente não tem o sistema de iluminação aprovado para seus jogos. A Federação Paulista trabalha com os clubes interessados para a solução do problema definitivamente.

O aumento do tempo para as melhorias foi definido pela Comissão de Licenciamento da CBF.

Colaborou Eder Traskini, colaboração para o UOL, em Santos