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Quem voltou melhor?

Leia o post original por Rica Perrone

Dos 12 grandes, vi alguns. A tal parada de 30 dias normalmente gera expectativa de melhora e quase nada acontece na prática. Mas dessa vez, parece, não será bem assim. Flamengo – Melhorou consideravelmente. Apesar do jogo contra o CAP ter sido normal e com riscos de eliminação, houve melhora. No Maracanã, um baile contra…

Opinião: sete dúvidas que a volta do Brasileirão deixa

Leia o post original por Perrone

1 – Algo mudou para pior no Palmeiras?

Diferentemente do que havia feito até aqui, o Palmeiras não conseguiu apresentar com alguns titulares poupados desempenho semelhante ao do time principal. Especialmente no primeiro tempo do empate em um gol com o São Paulo. Ficou claro que a equipe sentiu a falta de Bruno Henrique e de sua zaga titular. Foi uma exceção ou o time de Felipão já não consegue manter o nível sem algumas peças?

2 – O Flamengo de Jorge Jesus sempre será uma máquina ofensiva?

A estreia do técnico português no Brasileirão foi de fazer o torcedor flamenguista enlouquecer de alegria. Mas o time será sempre ofensivo e eficiente como foi na goleada por 6 a 1 sobre o Goiás? O Flamengo vai jogar desta forma quando enfrentar adversários que brigam pelo título? Jesus vai conseguir equilibrar ataque e defesa para não virar um “toma mas faz”?

3 – A liderança do Palmeiras está ameaçada?

O alviverde foi para a parada durante a Copa América com status de praticamente imbatível na briga pelo título do Brasileirão. Sua apresentação abaixo da média contra o São Paulo, a vitória do Santos por 1 a 0 fora de casa sobre o arrumado time do Bahia e o massacre do Flamengo sobre o Goiás deixam a dúvidas no ar. A rodada marcou o inicio de uma nova fase na caça ao líder? Santos e Flamengo têm grandes chances de desbancar o time de Felipão? Ou foi apenas uma ligeira diminuição da diferença que acontece rotineiramente nas disputa pelo título brasileiro?

 

4 – Preparo físico é um dos principais problemas do São Paulo?

Antes da retomada do Brasileirão Cuca afirmou que a parada havia sido importante para igualar o elenco fisicamente. Mas, o desempenho no empate com o Palmeiras coloca seriamente em dúvida a condição física da equipe. O primeiro tempo são-paulino foi muito bom. Pato, Antony, Pablo, Hernanes e Tchê Tchê se movimentavam constantemente e confundiam a defesa rival. Na segunda etapa, porém, a queda de rendimento foi visível. Os tricolores se encolheram e convidaram o alviverde a empatar o jogo. O recuo foi uma opção tática de Cuca ou os jogadores perderam o fôlego? Ou foi um pouco de cada? A olho nu, dá pra dizer que Hernanes cansou. Teve também a contusão de Pablo. E vale lembrar que recentemente o preparador físico Carlinhos Neves pediu demissão.

5 – Carille não vai mesmo conseguir acertar o Corinthians?

Na volta ao Brasileirão, o alvinegro penou pra fazer 1 a 0 no CSA, penúltimo colocado. O que se viu foi a repetição de velhos problemas. Lentidão, excesso de erros de passes e finalizações, meias pouco produtivos, Pedrinho sem decolar, Sornoza abaixo do que se espera… Ou seja, quase nada foi resolvido nos treinamentos durante a Copa América. A boa novidade foi a estreia de Gil, que deu mais segurança à zaga. No restante, o corintiano ficou na dúvida: o técnico Fábio Carille sabe como arrumar o time?

6 – O Cruzeiro não vai conseguir jogar no Brasileiro no mesmo nível em que disputa Libertadores e Copa do Brasil?

Depois de uma atuação de gala na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG pela Copa do Brasil, o time de Mano Menezes teve uma queda brutal de rendimento e não saiu do empate em casa e sem gols contra o competente Botafogo. Pedro Rocha, destaque contra o Galo, simboliza a queda de rendimento cruzeirense. Acabou substituído diante do Bota.

7 – Até onde o Botafogo pode chegar?

Antes de o Brasileirão ser interrompido, já estava claro que Eduardo Barroca havia organizado o Botafogo. No retorno da competição, ele viu seu time arrancar um ponto diante do Cruzeiro no Mineirão. Resultado de respeito, apesar da queda de rendimento cruzeirense em relação à atuação anterior pela Copa do Brasil. Antes de o campeonato começar, parte dos analistas apontava o alvinegro do Rio de Janeiro como um time que brigaria para não ser rebaixado. Neste momento, porém, a equipe está na sexta posição. O Botafogo chegou ao seu limite ou dá pra conseguir mais?

 

 

Compreensível

Leia o post original por Rica Perrone

O rubro-negro sempre foi megalomaníaco. Sua postura nunca foi proporcional aos resultados e a graça do Flamengo é exatamente essa. A facilidade com que se vai do céu ao inferno e a injustificável confiança em momentos não tão favoráveis. Ser Flamengo é esperar o improvável como tendência. Nunca o flamenguista foi tão “insuportável”.  Também pudera,…

Corinthians eliminado da Copa do Brasil. Deu a lógica.

Leia o post original por Nilson Cesar

O Flamengo tem mais time que o Corinthians e venceu os dois confrontos,. É verdade que no jogo do Maracanã o timão não jogou mal. O Corinthians tem uma equipe tecnicamente limitada e se supera na garra e na força. Não sei se isso vai servir para o campeonato brasileiro. Quanto ao Flamengo precisa jogar mais para ser campeão da Copa do Brasil. Essa parada para a Copa América pode ser benéfica para…

Fonte

Times que ficam menos com a bola dominam Brasileiro

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Ficar mais com a bola do que o adversário não tem sido bom negócio no Brasileirão. Nenhum dos três primeiros colocados (Palmeiras, Atlético-MG e Corinthians) tem média de posse superior a 50%.

Além disso, entre os times que mais ficam com a bola em seu poder, só o Santos aparece entre os cinco primeiros colocados.

O caso mais emblemático é o do líder Palmeiras. A equipe de Felipão é apenas a 17% no ranking de posse de bola, segundo o site especializado Footstats. Sua média é de 46%, superior apenas às marcas de Bahia e de CSA e Goiás, que se enfrentam nesta segunda (27).

O Fluminense, time que mais tem a redonda sob seu domínio com média de 58%, é o 15º colocado do campeonato. Empatados em segundo lugar nesse quesito com média de 56%, Botafogo, Grêmio e Santos,  ocupam respectivamente 10º, 17º e 5º lugares no Nacional.

Na parte de cima da tabela, o vice-líder Atlético-MG segue o estilo palmeirense de ter a bola por menos tempo do que os rivais e ostenta média de posse de 49%. É o décimo colocado nesse critério.

O Corinthians, terceiro na tabela e famoso pelo estilo de contra-ataques adotado por Fábio Carille, tem média de 50% de posse de bola, ocupando a 9ª posição nesse ranking.

Além do gosto pelos contra-ataques, a pouca posse de bola de times que estão bem na tabela pode ser explicada por gols marcados no início e que obrigam o adversário a propor o jogo e pela marcação sob pressão que faz o oponente trocar passes laterais e para trás.

 

O que a Globo deixa de mostrar sem o Palmeiras em sua grade

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Confira abaixo o que a Globo e o sistema de pay-per-view da Globosat deixaram de mostrar por ainda não haver acerto da empresa com o Palmeiras para exibir os jogos do time no Brasileirão deste ano. Os números são do site especializado em estatísticas Footstats.

Garçom

Até aqui, a Globo está sem mostrar em ação o líder de assistências no campeonato, Dudu. O jogador palmeirense já deu cinco passes para companheiros marcarem gols em quatro jogos.

Artilheiro

Ao vivo, a emissora também não mostrou os três gols de Bruno Henrique, no Brasileirão. Ele divide o posto de goleador da competição com Everaldo (Chapecoense), Ricardo Bueno (Ceará), Everton (Grêmio) e Bruno Henrique (Flamengo).

Pontaria

Quem depende da Globo para assistir ao vivo aos jogos do Brasileirão, não vê a equipe com pontaria mais calibrada. O Palmeiras tem o melhor índice de acerto de finalizações: 55,1%. Em média, são 5,4 arremates com endereço certo por partida.

Melhor ataque

O time que mais fez gols no Brasileiro em cinco rodadas está fora da programação aberta da Globo e do pay-per-view do grupo. Os palmeirenses balançaram as redes 12 vezes, duas a mais do que o Fluminense, segundo colocado nesse critério.

Melhor defesa

Numa prova de que Felipão conseguiu montar um time ofensivo sem deixar sua meta desprotegida, o telespectador da Globo não pode contemplar o sistema defensivo menos vazado do Brasileirão. O alviverde só levou um gol até agora.

Evolução

Os crescimentos de Raphael Veiga e Zé Rafael também não são atrações da Globo. Eles fizeram dois gols cada em quatro jogos. A estatísticas  ainda apontam uma assistência para cada.

Análise: os “moles” que Grêmio deu para Fluminense

Leia o post original por Perrone

Achou que Renato Gaúcho não explicou direito ao que se referia quando disse que o Grêmio “deu mole” para o Fluminense na derrota por 5 a 4 no último domingo (5), em Porto Alegre? Este post tenta identificar quais foram essas molezas. Veja a seguir.

1 – Rival livre

A defesa gremista se preocupou com a bola e não marcou Yony González, que ficou livre para fazer o primeiro gol do Fluminense.

2 – Saída de bola

Esse foi o “mole” mais óbvio dado pelo Grêmio. Mesmo marcado, no um contra um, Julio César insistiu em tentar passar por Luciano, perdeu e levou seu segundo gol no jogo. O goleiro demorou demais porque quis dominar a bola. Poderia ter tocado de primeira para seu lado esquerdo buscando Kannemann. O zagueiro deveria ter se aproximado do colega em apuros para facilitar o passe.

3 – Roubadas de bola

Faltou eficiência nos desarmes para o Grêmio tirar a bola do adversário. De acordo com o site “Footstats”, especializado em estatísticas, o time de Renato Gaúcho acertou 14 desarmes contra 27 do Fluminense.

4 – Bola parada

Em cobrança de falta, ninguém marcou Luciano, que cabeceou  livre. No rebote, Matheus Ferraz fez o terceiro do Flu. Bobeada clássica na bola parada.

5 – Desperdício

Enquanto o jogo estava empatado em quatro gols, o Grêmio perdeu três boas chances para desempatar. A mais clara delas com André, que furou ao tentar mandar para o gol. Pouco depois, o Fluminense fez o quinto.

6 – Falha na área

No final do jogo, outro erro de marcação. Eram seis jogadores contra seis na área gremista, sem contar o goleiro. Mesmo assim, González ficou livre pra pegar o rebote e marcar o gol da vitória do Fluminense.