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São Paulo ou Flamengo ? Um dos dois será o campeão brasileiro !

Leia o post original por Nilson Cesar

Não vejo outro clube em condições de conquistar o Brasileirão 2020. A briga será até o final entre São Paulo e Flamengo . O Flamengo tem um time e um elenco melhor , mas o tricolor está vivendo um melhor momento . Rogério Ceni ainda está se encaixando com o Mengão e Fernando Diniz demonstra que tem o grupo muito com ele . A condição física na reta final também irá pesar e muito . Vamos aguardar.

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São Paulo vai seguindo muito bem . Olho no Flamengo .

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo segue muito bem no campeonato brasileiro . Venceu legal o Atlético MG. O adversário na reta final será o Flamengo . O Mengão tem 2 jogos a menos que o tricolor. Se vencer os 2 , ficaria a 2 pontos do São Paulo . Essa é só uma perspectiva . O Flamengo tem um time e um elenco melhor que o São Paulo . Tem ainda muitos jogos pela frente . O que precisa ser dito que em termos de emoção o…

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Quatro fatores que ajudaram a afundar o projeto corintiano para 2020

Leia o post original por Perrone

Veja abaixo quatro fatores que, na opinião deste blogueiro, colaboraram para o projeto do Corinthians em 2020 virar luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

1- Apresentação de Tiago Nunes atrasada

O projeto corintiano para a atual temporada nasceu torto no momento em que a diretoria aceitou o pedido de Tiago Nunes para que ele começasse a treinar o time só em 2020, apesar de ter sido contratado no final de 2019.

Dessa forma, o treinador desperdiçou tempo precioso para conhecer o elenco. Se tivesse chegado antes, na opinião deste blogueiro, saberia melhor do que a equipe precisava e teria mais conhecimento do elenco. O tempo para implantar a mudança tática planejada por ele seria maior. Ironicamente, o técnico caiu pedindo tempo, algo que ele desprezou lá atrás, para a transformação dar certo.

2 – Falhas na montagem do elenco

Várias das dificuldades do Corinthians passam pela falta de um elenco equilibrado. Não há um armador e sobram volantes, o que causa uma anemia no setor de armaçāo.

O time foi montado praticamente sem jogadores rápidos, seja para fazer as transições com rapidez ou para quebrar as linhas defensivas adversárias.

Também faltam atletas com mobilidade e poder de marcação para pressionar a saída bola dos oponentes. Coelho tentou fazer isso com Luan e Jô, mas ambos têm dificuldades para exercer a função.

Venda de jogadores que fazem falta também entram no pacote. É o caso do zagueiro Pedro Henrique, negociado com o Athletico e que virou ausência sentida devido à  contusão de Danilo Avelar.

Na lateral esquerda, Tiago Nunes custou a encontrar um jogador que o agradasse. Quando Carlos Augusto se firmou na posição foi vendido para o Monza, da Itália.

O alvinegro também apostou em vários reforços que não deram certo. A maioria não dava sinais de que poderia funcionar.

Nessa lista merecem estar Sidcley, Yony González e Davó. Luan, na opinião deste blogueiro, foi uma tentativa válida porque, diferentemente dos outros, já jogou em alto nível. No entanto, até agora não vingou.

3 – Dificuldades financeiras

Os atrasos salariais têm sido frequentes no clube do Parque São Jorge neste ano. Os jogadores tiveram até que, em dia de jogo, desviar a atenção da partida para gravar um vídeo no qual negavam estarem articulando greve.

Uma manobra da direção para resolver o problema trouxe mais dor de cabeça. Na tentativa de ganhar tempo e agilizar a antecipação do dinheiro da venda de Pedrinho para o Benfica, a diretoria aceitou diminuir o preço de 20 milhões de euros para 18 milhões de euros.

Além disso, o alvinegro topou adiar o pagamento da primeira prestação de agosto de 2020 para o mesmo mês de 2021.

Só que até a semana passada a antecipação do valor total da venda não havia sido feita junto a uma instituição financeira estrangeira.

Conclusão, o time ficou sem Pedrinho, uma opção para armação, e ainda não aliviou sua situação financeira. Os portugueses bateram o pé pelo desconto porque o Corinthians desistiu de comprar Yony. Da quantia total, Will Dantas, empresário do jogador, tem direito a 30%.

3 –  Insistência com Coelho

Desde que demitiu Tiago Nunes, a diretoria corintiana decidiu apostar em Coelho, mesmo sem anunciar sua efetivação.

A cada rodada sob o comando do ex-lateral o time não mostrava evolução. E Andrés Sanchez, presidente do clube e antigo amigo de Coelho, seguia inerte,s contratar um substituto.

Depois de 7 jogos (três derrotas, uma vitória e três empates), o Corinthians anunciou Vágner Mancini. O anúncio da contratação foi feito horas depois de o alvinegro sacramentar sua entrada na zona de rebaixamento do Brasileirão, um marco nessa crise rascunhada meses antes com decisões que não sugeriam resultados animadores.

 

Brasileirão cheio de equilíbrio .

Leia o post original por Nilson Cesar

É evidente que a qualidade técnica não é das melhores . O Brasileirão 2020 irá marcar pelo equilíbrio até o final . Isso irá garantir emoção durante toda a competição . Briga pela ponta do campeonato , por vaga em Libertadores e luta no final da tabela para não cair . Os jogos irão melhorar. Tivemos as equipes paradas por muito tempo . O segundo turno terá jogos bem melhores . Procuro sempre ver o…

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‘Se não tiver público nas outras, não pode ter no Rio’, diz cartola do Galo

Leia o post original por Perrone

Indagados pelo blog sobre o tema, os presidentes de Atlético-MG, Fortaleza Grêmio e Santos se manifestaram a favor da volta de público no Brasileirão só se a medida valer para todos os clubes envolvidos na disputa.

Na última sexta, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou o retorno de público aos estádios no Estado com a partida entre Flamengo e Athletico, no próximo dia 4, no Maracanã. Para a ideia, que prevê liberação de 30% da capacidade do estádio, ser colocada em prática, faltam ajustes e conversas com diferentes órgãos.

Andrés Sanchez foi o primeiro cartola a reagir anunciando que o Corinthians não entrará em campo se a volta da torcida não valer para todos ao mesmo tempo.

Dos quatro dirigentes ouvidos pelo blog, nenhum foi tão radical quanto o alvinegro, mas todos se posicionaram contra a liberação da venda de ingressos em uma praça antes das outras.

“Sou a favor da volta coletiva, em todos os estados. Por coerência, acho que o equilíbrio técnico deve prevalecer em uma competição tão disputada”, afirmou Marcelo Paz, presidente do Fortaleza. Para ele, será preciso esperar que todos os locais que tenham jogos na disputa estejam numa situação em relação à pandemia de covid-19 que permita essa flexibilização.

Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, segue a mesma linha. “Sou a favor, de modo controlado, com no máximo 30 por cento da ocupação e no momento em que todas as praças possam jogar. Caso isso não seja possível, gerando desequilíbrio, sou contra”, declarou.

José Carlos Peres, presidente do Santos, conta com a CBF para evitar que clubes de uma cidade, no caso o Rio, possam vender ingressos antes dos outros.

“O Santos entende que a volta do público, mesmo com apenas 30%, deve ocorrer ao mesmo tempo em todas as praças.
Caso contrário, certamente causará desequilíbrio na competição.
Não acreditamos que a CBF permitirá que isto ocorra em apenas algumas praças”, afirmou o dirigente.

Indagado se estudaria a possibilidade de seu time não entrar em campo, caso o Rio tenha a volta de torcida antes dos outros estados ele disse preferir uma negociação entre todas as partes envolvidas no Brasileirão.

“Creio que a solução deva ser negociada com a participação de todos os clubes, e não de forma isolada. Há clima e união para que isto ocorra de forma conjunta e pacífica. O Santos aguarda o bom senso nesta volta do público para que haja protocolos rígidos de proteção a saúde dos torcedores e que a liberação ocorra em igualdade”, argumentou Peres

O presidente santista declarou ainda ter a informação de que a CBF trabalha pelo retorno parcial dos torcedores ao mesmo tempo para todas as equipes.

Na opinião de Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, os protocolos que permitem o funcionamento de estabelecimentos de diferentes áreas em praticamente todo o país indica que é possível liberar com restrições a venda de ingressos.

“Nós entendemos que se já tem bares, feiras, shoppings, comércio, de um modo geral funcionando, então, o futebol, seguindo os protocolos, dentro dessa linha de 30% de ocupação dos estádios, me parece bastante razoável. E os clubes precisam muito disso. Estamos sem receita já há alguns meses. É importantíssimo para que a gente possa aliviar um pouquinho o caixa”, afirmou o dirigente do Galo.

Ele também se posicionou contra o retorno dos torcedores antes no Rio. “Na minha opinião, e muitos presidentes pensam da mesma forma, a volta só pode e só deve acontecer se for isonômico o tratamento. Então se tiver jogo no Rio de janeiro, tem que ter jogo em todas as outras praças do Brasil. Se não tiver nas outras, não pode ter no Rio de Janeiro também”, defendeu o atleticano.

Defesa corintiana é a que mais sofre finalizações em média no Brasileiro

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O Corinthians é o time do Campeonato Brasileiro que mais tem a sua meta ameaçada em média por partida, segundo o site especializado em estatísticas “WhoSocred.com”. O alvinegro sofre contra seu gol 15,8 finalizações em média por jogo. A marca representa o dobro da registrada pelo líder Internacional. O Colorado tem em média 7,5 tiros contra seu goleiro a cada apresentação.

Quando atua fora de casa, o gol defendido pelos corintianos é alvejado 17,8 vezes por partida, em média. Nenhum visitante sofre bombardeio tão intenso. Jogando em casa, Cássio tem 13,3 arremates contra ele, em média. É a quinta pior marca entre os mandantes.

A fragilidade defensiva é um dos problemas corintianos na competição até aqui. Ocupando a 15ª posição do campeonato, o time paulistano tem a terceira defesa mais vazada da Série A neste ano com 14 gols sofridos em 9 jogos (média de 1,5 gol tomado por atuação).

Na próxima quarta, na Neo Química Arena, o alvinegro, por enquanto comandado por Coelho, terá pela frente outro time que precisa arrumar seu sistema defensivo, o Bahia. A equipe de Salvador, que estreou o técnico Mano Menezes na última rodada, é a segunda com mais gols tomados (15 em nove jogos) do Brasileirão. A meta do tricolor baiano é um pouco menos desprotegida do que a do alvinegro. Sofre 15,2 finalizações em média por partida.

Palmeiras cita Neo Química Arena em seu site ao noticiar derby

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Reprodução de página do site do Palmeiras

O derby desta quinta (10) será o primeiro a ser disputado entre Corinthians e Palmeiras no estádio corintiano desde que ele passou a se chamar Neo Química Arena. O nome comercial da casa do rival está sendo respeitado pelo alviverde.

No material de divulgação da partida, em seu site, o Palmeiras informa que o clássico será na Neo Química Arena, evitando uma citação genérica, como estádio do Corinthians.

Na prática, há uma retribuição. Quando noticiou que os dos times fariam a segunda partida decisiva do último Campeonato Paulista, o site corintiano indicou que o palco seria o Allianz Parque, também respeitando o contrato comercial feito pelo rival.

Segundo o departamento de comunicação do Palmeiras, a mudança na forma de se referir ao estádio corintiano foi automática por conta da troca oficial do nome da arena alvinegra.

O entendimento no alviverde é de que as arenas devem ser chamadas por seus nomes oficiais, inclusive, obviamente, o Allianz Parque.

Conforme apurou o blog, o Palmeiras avalia que, se quer que sua casa seja chamada de Allianz Parque, deve dar o exemplo respeitando os nomes comerciais dos demais estádios.

No último sábado, o nome patrocinado da casa alvinegra foi pronunciado durante a transmissão do jogo entre Corinthians e Botafogo pelo Premiere, canal do grupo Globo.  A atitude marcou uma mudança de postura da rede de televisão. Até então, seus canais não pronunciavam nomes de patrocinadores de arenas.

Opinião: seu time no Brasileirão em uma palavra

Leia o post original por Perrone

Definindo, até aqui, os times do Brasileirão em uma palavra:

Internacional – Forte.

São Paulo – Inconstante.

Atlético-MG – Ofensivo.

Vasco – Surpreendente.

Flamengo – Metamorfose.

Palmeiras – Base.

Santos – Veloz.

Fluminense – Discreto.

Sport – Incógnita.

Ceará – Organizado.

Corinthians – Bagunçado.

Bahia – Frustrante.

Fortaleza – Arrumado.

Grêmio – Decepcionante.

Botafogo – Previsível.

Atlhetico – Irreconhecível.

Coritiba – Desanimador.

Atlético-GO – Limitado.

Red Bull Bragantino – Abaixo.

Goiás – Infectado.

Palmeiras vem sendo decepção .

Leia o post original por Nilson Cesar

O Palmeiras vem apresentando um futebol muito pequeno neste campeonato brasileiro . Time jogando quase nada. A ausência de Dudu tirou 40% do potencial ofensivo do Verdão . Jogadores se arrastando em campo . Luxemburgo insiste com alguns caras e fica difícil de entender . Ramires é um exemplo disso . Ronny é outro. Enfim a coisa está feia mesmo . Precisa acordar logo , pois senão as chances de…

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Teste positivo de Dorival mostra como futebol brasileiro brinca com fogo

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O teste positivo de Dorival Júnior para covid-19, divulgado na última sexta, é mais uma demonstração de como é impossível retornar ao futebol com segurança em plena pandemia.

O treinador do Athletico comandava um treino quando foi avisado por um dos médicos do clube que estava contaminado. Ele se retirou imediatamente da atividade.

Só que, nesse caso, o imediatamente pode ter sido tarde demais. Por maiores que tenham sido os cuidados durante os trabalhos no Furacão, Dorival pode ter transmitido o vírus para alguém.

Essa é uma brecha no protocolo da CBF para o Brasileiro e, acredito, que ocorra na maioria das competições.

Enquanto os testes estão sendo examinados, jogadores, comissões técnicas e demais funcionários dos clubes estão convivendo uns com os outros.

As medidas de prevenção não são suficientes para evitar esse contágio. A prova disso são os diversos surtos registrados em clubes desde a retomada do futebol. O próprio Athletico teve vários registros de testes positivos em julho.

Como evitar que alguém contaminado e assintomático tenha contado com os colegas? Só evitando a convivência. Ou seja, os times teriam que ficar sem treinar toda vez que aguardassem os resultados. Isso inviabilizaria uma preparação decente para a competição.

O caso de Dorival nos mostra uma complexidade maior.  Apesar de assintomático no momento em que saiu o resultado, ele exige atenção especial porque passou por um tratamento contra câncer de próstata no ano passado. Fez uma cirurgia para a retirada do tumor em outubro.

Se alguém acredita que o futebol pode escapar da covid-19 sem maiores problemas porque jogadores são jovens fora do grupo de risco e em sua maioria sem histórico de doenças graves, Dorival está aí para lembrar que não é assim que funciona.

Os clubes podem ter treinadores, preparadores físicos, massagistas, seguranças e uma série de outros profissionais que pertencem ao grupo de risco para a covid-19. A chance de complicações caso eles se contaminem é maior. Isso precisa ser levado em conta.

Agora, vamos imaginar que uma agremiação tenha afastado todos os seus funcionários do grupo de risco do trabalho. O problema foi resolvido? Não. Os jogadores jovens e esbanjando saúde estão expostos ao risco de contaminação. Caso se contaminem e nada de grave aconteça com eles, como ficam seus familiares. Quem não tem na família alguém com comorbidade?

Bom, todos devem ter sido orientados para não sair de casa sem necessidade. Mas e os que moram com parentes que pertencem ao grupo de risco. E os que não respeitam essa regra de distanciamento fora do clube?

Ou seja, o caso de Dorival força quem ainda não enxergou que o futebol brasileiro está brincando com fogo. Não se trata só de afastar jogadores que, teoricamente, em duas semanas estarão de volta ao trabalho.

Essa bolha imaginária enxergada pela CBF pode trazer sérios problemas para muita gente que não compartilha o perfil de saúde da maior parte dos atletas.