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Caixa e Arena Itaquera pedem suspensão de processo por mais 60 dias

Leia o post original por Perrone

Caixa Econômica Federal e Arena Itaquera S/A, ligada a Corinthians e Odebrecht, pediram à Justiça Federal de São Paulo a suspensão da ação de execução movida pelo banco por mais 60 dias. A solicitação foi feita na última quinta (28) com o objetivo de dar mais tempo para as partes entrarem em acordo. Até a publicação deste post não havia resposta ao pedido publicada no site oficial de consulta pública de processos, mas a tendência é de que ele seja aceito.

No final de outubro a Justiça já havia atendido ao desejo dos envolvidos de suspender os efeitos da ação por 30 dias. “Em razão das tratativas com vistas à composição amigável entre as partes, requer-se a suspensão dos feitos pelo prazo complementar de 60 dias”, diz a nova petição.

Internamente, a diretoria do Corinthians afirma que aguarda o banco responder à sua última proposta. O clube não aceita ter que pagar no trato uma multa cobrada por inadimplência. Alegando que a Arena Itaquera atrasou parcelas do financiamento referente ao financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por intermédio da Caixa, a instituição financeira executou o contrato exigindo o pagamento antecipado da dívida. Com multa, a cobrança chega a cerca de R$ 536 milhões. O empréstimo foi feito para ajudar a bancar a construção da Arena Corinthians.

Cartolas do SPFC comemoram não dependerem da Caixa para terem patrocinador

Leia o post original por Perrone

Além de comemorar o fato de voltar a ter um patrocinador no peito e nas costas da camisa do time após quase dois anos, a diretoria do São Paulo festeja ter conseguido esse feito sem depender da Caixa Econômica Federal.

Antes de acertar com a Prevent Senior, o clube conversou com o banco estatal. Porém, os dirigentes tricolores avaliam que questões políticas o tiraram dos planos da Caixa. Suspeitam que o deputado federal Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, tenha influenciado o patrocinador a acertar apenas com o alvinegro, desistindo do São Paulo. Andrés e a Caixa negam tal fato.

Os são-paulinos ficaram chateados por não terem recebido um telefonema da Caixa afirmando que o banco não tinha mais interesse em assinar contrato após renovação com o Corinthians. Agora, nos bastidores, batem no peito por terem se virado sem a instituição financeira ligada ao governo.

A Prevent Senior pagará ao São Paulo cerca de R$ 24 milhões até dezembro de 2017, se o contrato for renovado automaticamente em dezembro de 2016. O valor é inferior ao arrecadado por Corinthians e Palmeiras com seus patrocinadores principais.

Corinthians usa gasto de R$ 182,9 mi de fãs com time para valorizar camisa

Leia o post original por Perrone

De acordo com levantamento feito pelo Corinthians, os torcedores corintianos gastaram com produtos relacionados ao clube R$ 189,2 milhões em 2015. Nessa conta estão vendas de camisas, gastos nas lojas oficiais, comercialização de todos produtos licenciados e mensalidades na franquia de escolinha de futebol alvinegra, a Chute Inicial.

O trabalho foi feito para mostrar para a Caixa Econômica Federal e outras empresas interessadas em patrocinar a equipe o potencial financeiro dos torcedores. A tese apresentada aos eventuais patrocinadores é de que o corintiano é um voraz consumidor de produtos relacionados ao clube. Assim, quem patrocinar o time e fizer uma boa ativação da marca terá, de acordo com esse raciocínio, retorno com o aumento de vendas de seus produtos.

“Mostramos para as empresas que não interessa só quanto a marca dela vai aparecer na TV e em outros veículos nos jogos e treinos. Mostramos o potencial de consumo da nossa torcida, que é dividida de forma igual nas classes A, B e C”, disse Gustavo Herbetta, superintendente de marketing corintiano.

Ele atribui a essa estratégia o fato de a Caixa, em tempos de crise na economia nacional, aceitar pagar só pela frente da camisa o mesmo valor (R$ 30 milhões) que pagava por peito e costas no ano passado. Herbetta diz que o departamento de marketing corintiano desenvolveu uma fórmula para calcular quanto vale cada espaço na camisa do time. Esse cálculo levou em conta quanto o corintiano gastou com a marca do time de coração no ano passado.

Por sua vez, a Caixa afirmou em nota que aceitou o novo formato por causa de contrapartidas oferecidas pelo clube.

“No processo de negociação, o Corinthians compensou a retirada da marca nas costas da camisa com mais contrapartidas, como exposição da marca no futsal, esportes olímpicos e paraolímpicos, camarotes e totem no centro de treinamento. Ingressos para partidas e uniformes repassados à Caixa também estão na renovação de contrato”, disse a assessoria do banco em e-mail enviado ao blog.

Caixa ainda vê chance de renovar com Corinthians

Leia o post original por Perrone

Com Dassler Marques, do UOL em São Paulo

Na última quinta, um dia após o fim do contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal, o departamento de marketing do Corinthians iniciou o descarte do material publicitário da parceira. Os últimos dois treinos já foram com camisas sem a marca da instituição financeira. O clube passou, então, a projetar a estreia de um novo patrocinador entre março e abril. A nova marca já está apalavrada com a diretoria, segundo cartolas corintianos. Porém, o banco não desistiu de continuar estampando a camisa do time e voltou a procurar a direção alvinegra.

Indagada sobre se ocorreu uma reunião na quinta com o presidente do clube, Roberto de Andrade, para voltar a discutir a renovação, a assessoria da Caixa disse não ter manifestação para fazer em relação ao patrocínio. Mas, afirmou que, enquanto não houver um comunicado oficial sobre o fim da parceria, existe a possibilidade de renovação. O time também não se manifestou oficialmente sobre o tema.

De acordo com dirigentes do clube, o banco tomou a iniciativa de voltar a procurar a diretoria. A patrocinadora havia se recusado a subir sua proposta. Conforme mostrou o UOL Esporte, o alvinegro vislumbrava um aumento de R$ 7 milhões no contrato para continuar com o patrocinador. Mas o banco se mostrava irredutível. Pretendia seguir pagando os mesmos R$ 30 milhões anuais do último trato.

Se de um lado o Corinthians pressionava afirmando ter duas propostas melhores, do outro, a Caixa procurou o São Paulo.

A pretensão corintiana é conseguir em 2016 R$ 52.120.700 com publicidade em todos espaços disponíveis no uniforme. Esse valor está na previsão orçamentária publicada no site do Corinthians. 

 

Santos também negocia patrocínio com a Caixa

Leia o post original por Perrone

É provável que você tenha lido nos últimos dias várias notícias sobre clubes que negociam contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal. Se esse é o caso, inclua mais um na lista: o Santos.

A negociação está em andamento, mas cartolas santistas avaliam que o banco não vai fechar com todos os clubes com os quais conversa. Nesse cenário, temem em especial a concorrência com o Vasco, que trata da renovação de seu acordo com a empresa pública. Acreditam que a Caixa pode ter que escolher entre um dos dois.

Mas o Santos também conversa com uma empresa de Santa Catarina, que tem seu nome mantido em sigilo.

A direção santista se recusa a dar entrevista sobre as discussões com possíveis patrocinadores. Já a assessoria de imprensa da Caixa, confirmou que existem tratativas com vários clubes. Porém, alegou que não pode citar os nomes dos times para não atrapalhar as negociações. Também não explicou quantas equipes o banco estatal, que já encaminhou sua renovação com o Flamengo, pretende apoiar em 2016.

No Rio, a Caixa conversa ainda com o Fluminense. Em Belo Horizonte, Atlético, Cruzeiro e América devem anunciar em breve o banco como patrocinador, conforme mostrou o UOL Esporte.

 

Como transformar a Timemania em pesquisa científica

Leia o post original por Odir Cunha

Timemania - 1

Digo e repito que a Timemania não pode ser negligenciada como indicador de torcidas de futebol no Brasil. O fato de dar ao apostador a opção de escolher o seu “time do coração” faz com que ela se torne a enquete mais abrangente sobre torcidas já feita no País.

Mas não é pesquisa científica, protestam os pragmáticos sistemáticos. E eu concordo. Realmente, é uma enquete que jamais pode ser desprezada, mas não é pesquisa científica. Por isso, neste post, que ofereço aos pesquisadores do Brasil, estagiários, estudantes, desempregados e à própria Caixa Econômica Federal, dou a fórmula, simples, de se transformar a Timemania em pesquisa científica.

Antes de divulgar a “Fórmula Odiriana para transformar a Timemania em Pesquisa Científica’, explicarei porque não se pode desperdiçar a abrangência nacional de uma enquete como esta.

Muitos já disseram que a única maneira de se fazer uma pesquisa fidedigna sobre torcidas de futebol no Brasil, precavendo-se das armadilhas do método científico por amostragem, seria incluir no censo populacional a pergunta sobre um único time de preferência de cada cidadão ou cidadã brasileiros. Só assim saberíamos exatamente o time para o qual cada brasileiro torce, e saberíamos também quantos não torcem para time nenhum. Como isso não foi feito e nem sequer é cogitado, a Timemania é a única oportunidade de se atingir uma abrangência maior, próxima de um censo.

Tenho dito que a Timemania é apostada em 65% das cidades brasileiras, mas descobri que estou sendo muito modesto. Informação da Caixa Econômica Federal de maio de 2008 dizia que havia 8.870 casas lotéricas em 3.499 cidades brasileiras. Como o Brasil tem 5.565 cidades, isso queria dizer que 62,8% dos municípios do País tinham casas lotéricas. Muito bem…
Quantas cidades tinham casas lotéricas em maio de 2008

Informação mais recente, provinda da Caixa em maio de 2014, diz que havia 13.076 casas lotéricas no Brasil, portanto 49% a mais do que em 2008. A matéria não informa quantas cidades a mais passaram a ter lotéricas desde maio de 2008, mas é natural esperar que destas 4.200 casas lotéricas abertas nos últimos seis anos, a metade, ou no mínimo um quarto, tenham como endereço as mais de duas mil cidades brasileiras que não possuíam casas da Caixa Econômica Federal – que, é bom lembrar, são um ótimo negócio, pois funcionam como agências bancárias.
Número de casas lotéricas aumentou quase 50% em seis anos

Então, não seria nenhum exagero imaginar que, hoje, no mínimo 80% das cidades brasileiras têm casas lotéricas e, conseqüentemente, recebem pessoas que anotam o seu “time do coração” na Timemania. Isso é uma quantidade espantosa, inalcançável para qualquer instituto de pesquisa.

Outro detalhe impressionante é que apesar de um número de apostas cada vez maior, a porcentagem de votos em cada time do pelotão de frente não se altera substancialmente de um ano para outro, assim como a posição de cada um dos dez mais votados. Isso prova que é consistência na enquete, ao contrário de outras pesquisas que apresentam resultados disparatados mesmo quando realizadas em intervalos menores de tempo.

Só para dar uma idéia do crescimento no número das apostas, lembro que o Flamengo terminou o ano de 2010 como o time mais votado da Timemania, com 3.848.273 votos. Agora, sua contagem parcial em 2014 já chegou a 6.468.142 votos. O Palmeiras, quinto colocado neste ano de 2014, já tem mais votos do que o Flamengo teve ao final de 2010. E se a porcentagem do rubro-negro em 2010 era de 6,38%, hoje é de 5,07%, apenas 1,31% menos.

Nesses quatro anos e meio a classificação dos dez primeiros pouco foi alterada. Flamengo e Corinthians continuam primeiro e segundo, respectivamente. O Santos era o terceiro em 2010 e o São Paulo, o quarto, hoje trocaram de posições. O Grêmio era o quinto e o Palmeiras, sexto, e também trocaram de posições. Internacional, sétimo, e Vasco da Gama, oitavo, continuam nas mesmas colocações. O Botafogo era o nono e o Cruzeiro, o décimo, e trocaram de posições.
Cheque os resultados e número de apostas na Timemania

E note que de lá para cá foram feitas cerca de 480 milhões de apostas, em milhares de cidades diferentes, por milhares (ou milhões) de pessoas que escolheram seus times dentre 80 times diferentes. Qual seria a possibilidade matemática de que os 10 mais votados continuassem os mesmos desde o início de 2010 até hoje, sabendo-se ainda que a cada ano a contagem é zerada?

Enfim, é evidente que essa abrangência da Timemania precisa ser aproveitada como pesquisa. E como fazer isso? Simples. Depurando os resultados da própria Timemania. É preciso saber quantas apostas cada apostador faz, em média; qual a porcentagem de apostadores que escolhem o seu próprio time como “time do coração” e qual a porcentagem de apostadores que deixam esse encargo para a “surpresinha”. Sabendo-se isso, teremos mais de um milhão de votos “válidos” a cada teste.

Além dessas informações básicas, seria interessante, também, saber a idade do entrevistado, o que serviria para definir as faixas etárias que mais apostam na Timemania. Nem vou incluir a pergunta sobre sexo, pois presumo que o entrevistador consiga distinguir o dito cujo de cada entrevistado sem precisar perguntar. E as cidades das lotéricas serviriam como indicativos de lugar.

Perguntas a serem feitas ao apostador da Timemania

Qual a sua idade?

Quantas apostas você costuma fazer em um teste da Timemania?

Que time você anota como “time do coração”:
( ) O time para qual você torce
( ) Um time qualquer
( ) Deixa a escolha para a surpresinha

Pois bem.A pesquisa é esta. Tem de ser simples, direta, de forma que todos entendam. Com ela saberíamos quantas pessoas efetivamente apostam em cada teste, pois suprimiríamos os volantes dobrados. Saberíamos também quantos votam aleatoriamente e quantos escolhem realmente o time para o qual torcem. Esses dados tabulados com os resultados de cada teste da Timemania seriam suficientes para nos fornecer uma pesquisa ampla e fidedigna.

Quem pode fazer isso? A própria Caixa, ou, o que é mais provável, grupos de estudantes que se proponham a fazer as perguntas nas lotéricas de sua cidade. Garanto que cada entrevista não durará mais do que um minuto. Com alguns grupos de entrevistadores espalhados pelo Brasil, teríamos a melhor pesquisa de torcidas – dentro da faixa etária da Timemania – que já se fez no País.

Se mesmo pesquisas que ouviram duas, três mil pessoas, já devem ser consideradas científicas, então bastaria ouvir 100 apostadores da Timemania em 20 ou 30 cidades brasileiras, espalhadas pelas cinco regiões do País, para termos uma amostragem que, cruzada com as informações dos testes da Timemania, daria uma ideia precisa do volume das maiores torcidas de futebol no Brasil.

O blog está aberto para receber os resultados e divulgá-los, assim como divulgar o nome dos entrevistadores e do professor responsável. Não se perderia muito tempo e poderíamos contribuir para transformar a Timemania em uma pesquisa consistente. O que acham?

E você, não acha possível transformar a Timemania em pesquisa científica?

Antes de tudo, motivação

Leia o post original por JC

Quis o destino que o primeiro jogo do Vasco sob o comando do Dorival fosse justamente um clássico contra a mulambada, a última equipe que treinou, e logo em uma partida na qual o derrotado deve entrar numa bela de uma crise. Dorival participará do seu terceiro Vasco x Framengo : nos dois primeiros, uma de cada lado, venceu . Diante disso, Dorival tem motivos extras além dos três pontos para querer muito uma vitória hoje.

Depois de ter feito um bom trabalho na Taça Guanabara, mesmo com o fraco elenco mulambo, Dorival acabou demitido após perder a semifinal do turno para o Botafogo e ter ficado de fora da semifinal da Taça Rio. Ainda que os resultados justifiquem sua demissão, o Framengo não conseguiu apresentar um futebol melhor do que o mostrado sob o seu comando. E agora com a framengada precisando desesperadamente de três pontos para sair da zona de rebaixamento, vencê-los hoje certamente deve ter um gostinho especial para Dorival.

E para o reestreante treinador vascaíno, pelo menos aparentemente, o caminho para a vitória passa por dar moral a jogadores que foram desprezados por Paulo Autuori, seu antecessor. Eder Luis e Wendel, que nem vinham sendo relacionados, voltam como titulares; Fellipe Soutto, outro dos que não tiveram muitas chances com Autuori, também pode jogar, assim como seu xará Bastos, que era banco. Somando essas opções às escalações de Michel Alves e Nei (que deixará Elsinho no banco), Dorival tem tudo para marcar seu recomeço no Gigante provocando a irritação de grande parte da torcida.

Isso porque ninguém entende a predileção que todos (literalmente TODOS) os treinadores que passam por São Januário têm por Fellipe Bastos, assim como ninguém tem mais paciência com Eder Luis e sua interminável “fase ruim”. Igualmente incompreensível é a eterna preferência por improvisar qualquer um no lugar do Yotun na lateral esquerda e a aparente vaga cativa do Nei no time. Fazer tantas escolhas que desagradarão os vascaínos, logo na sua reestreia, diante de um dos nossos maiores rivais e quando uma derrota pode nos fazer trocar de lugar com eles no Z4 é gostar muito de correr riscos.

Ou pode ser também confiança. É ilusão acreditar que, no pouco tempo que teve, Dorival faria mudanças profundas na equipe. Então seu critério deve ter sido o de escalar jogadores com os quais ele já trabalhou e sabe o que podem render. Prova disso é que dos sete jogadores do elenco em condições de jogo que ele já comandou em outras equipes, Dorival não escalou apenas dois (o demissionário Carlos Alberto e Robinho, que sequer chegou a jogar desde que voltou ao Vasco). E nessa, entram Fellipe Soutto, Pedro Ken e, para desgosto da torcida, Nei.

Talvez Dorival saiba exatamente o que dizer para que todos esses rendam mais e o time acabe jogando bem. E não poderíamos mesmo esperar que o novo treinador fosse fazer milagres depois de dois ou três dias com o grupo. E como teremos um clássico pela frente, não podemos desprezar o valor da motivação num jogo como esse. Conseguindo fazer com que os jogadores tenham noção da importância de uma vitória logo mais, não apenas pela classificação, mas pela moral que todo o grupo ganhará se vencer o clássico, Dorival já terá começado bem o seu trabalho.

VASCO X FLAMENGO
Michel Alves; Nei, Renato Silva, Rafael Vaz e Wendel; Sandro Silva, Fillipe Soutto, Pedro Ken e Alisson, Éder Luis e André.Felipe, Léo Moura, Wallace, González e João Paulo; Cáceres, Elias e Gabriel; Paulinho, Carlos Eduardo e Marcelo Moreno.
Técnico: Dorival Jr.Técnico: Mano Menezes.
Estádio: Mané Garrincha. Data: 14/07/2013. Horário: 18h30. Árbitro: Grazianni Maciel Rocha (RJ). Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Jackson L Massarra dos Santos (RJ).
 O Canal Premiere exibe para todo o Brasil, pelo sistema pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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Quem quiser ler mais a respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG. No site Torcida Carioca também há uma coluna nova, onde falo sobre mais uma prova da vontade tricolete de se tornar o Vasco.

São Paulo criticou o Corinthians pelo patrocínio da CEF. Mas o Tricolor já foi patrocinado pela mesma. E agora?

Leia o post original por Redação Terceiro Tempo

Do Blog do Doutor Osmar de Oliveira, clique aqui e conheça

O Corinthians negociou com a Caixa Econômica Federal o patrocínio master de sua camisa que apareceu nos jogos do mundial interclubes da FIFA. Não faltaram comentários aqui no blog do tipo : mais uma vez o governo ajudando o Corinthians / é o meu dinheiro que deveria ir para a saúde e educação mas está indo para o time do Lula/ é por isso que vou torcer para o avião do Corinthians cair no oceano e matar todo mundo/ é o dinheiro do pobre e do trabalhador indo para o time da gentalha

Bem que avisei que a CEF já patrocinava o Atlético Paranaense, o Figueirense e o Avaí. Avisei que a mesma  CEF patrocinava a Stock Car. Lembrei que o Flamengo foi patrocinado pela Petrobrás por 25 anos, que o Vasco foi patrocinado pela Eletrobrás por vários anos. Que Inter e Grêmio são patrocinados há vários anos por um banco estatal, o Banrisul. Todos esses patrocínios fazem parte de uma estratégia de marketing que dá muito lucro aos patrocinadores. Alguns leitores escreveram comentários desairosos, agressivos e inconsequentes. Era a crítica pela crítica, pelo fato de agora ser a vez do Corinthians. Aí, não podia mais.

Mas como muitos são-paulinos ( e alguns diretores do São paulo) foram contra o novo patrocínio do Corinthians, nem vou tocar mais no assunto. Não sem antes de lembrar que entre 1984 e 1986, a própria Caixa através de seu produto Caixa Federal Seguros, ter sido a patrocinadora máster da camisa são-paulina (veja a foto de Falcão). E o site da CEF mostra um lucro desse produto de mais de 1 bilhão de reais e que ele existe há 44 anos. Compreendo a “revolta ” dessas pessoas, mas este post é esclarecedor.

Clique aqui e conheça a página de Osmar de Oliveira na seção “Que Fim Levou?

E aí, torcedor! É certo quem já foi beneficiado criticar o oponente, quando este usa o mesmo artifício? Ou empresa estatal não deve patrocinar nenhum time de futebol? Quem tem razão: Corinthians ou São Paulo? Opine!


Patrocínio da Caixa a um clube de futebol não tem explicação lógica

Leia o post original por Odir Cunha

Qualquer trainee de marketing sabe que uma grande marca não patrocina um grande clube de futebol devido à rejeição dos torcedores contrários. A Parmalat sentiu isso na pele quando participou da co-gestão com o Palmeiras e constatou que os torcedores dos outros times – principalmente do rival alvinegro da capital – estavam deixando de comprar seus produtos.

Mesmo que um clube tenha, em hipótese, 15% dos torcedores do Brasil, haverá 85% de opositores, o que é um índice de rejeição impraticável para qualquer plano coerente de marketing.

O anunciado patrocínio da Caixa Econômica Federal se torna ainda mais difícil de entender quando se sabe que o alvinegro de Itaquera já é, dentre os clubes brasileiros, o de maior índice de rejeição – antipatia aumentada com a recente liberação, entre isenção de impostos e empréstimo direto, de 800 milhões de reais de dinheiro público para a construção de um estádio, e da nomeação dos discutidos Andrés Sanchez e Mano Menezes para postos-chave na CBF.

Outro detalhe é que uma empresa estatal não pode, por lei, patrocinar instituições que tenham dívidas com o governo, e o alvinegro da capital deve nada menos do que 50 milhões de reais aos cofres públicos.

Lula cumpriu a promessa

Para o jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja, o patrocínio da Caixa Econômica Federal foi obtido graças à interferência direta do ex-presidente Lula, que já tinha prometido interceder a favor do clube se este não conseguisse o patrocínio master. Depois de sete meses sem que o marketing corintiano apresentasse resultados, Lula resolveu agir. Assim escreveu Lauro Jardim na Veja que está nas bancas:

No início de outubro, sob o título Lula veste a camisa, foi publicada aqui a seguinte informação:

Depois da eleição, Lula se incumbirá de uma nova tarefa. Comprometeu-se com diretores do Corinthians a procurar grandes empresários e resolver de uma vez por todas o patrocínio das camisas do clube. Este ano, o clube de maior torcida de São Paulo, campeão brasileiro, da Libertadores e candidato ao título mundial, não conseguiu se acertar com ninguém. Pediu 35 milhões de reais por um ano.”

E assim foi feito. Ontem, o Corinthians, que estava há sete meses sem patrocinador master, fechou com a Caixa Econômica Federal.

Não deu para ser uma empresa privada. Foi de banco estatal mesmo.

Hoje tem Santos e Bahia pela Copa do Brasil Sub-20

Após um empate de 1 a 1 no primeiro jogo, na Bahia, Santos e Bahia voltam a se enfrentar hoje, às 20h30m, na Vila Belmiro, para definir quem vai para a semifinal da Copa do Brasil Sub-20.

Para se classificar o Santos precisa de uma vitória ou do empate em 0 a 0, já que empatou com gols fora de casa. O resultado de 1 a 1 leva para a decisão por tiros diretos.

O jogo será transmitido pela ESPN Brasil. Mas espero que a torcida de Santos compareça. Os Meninos, alguns deles com boas possibilidades de serem aproveitados entre os profissionais em 2013 – casos de Geuvânio, Leandrinho, Pedro Castro e Giva – precisam muito do incentivo dos torcedores.

E você, o que achou de mais uma ajuda de Lula ao Corinthians?