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Com receita recorde, futebol do Palmeiras gastou R$ 181,8 mi a mais em 2018

Leia o post original por Perrone

Campeão Brasileiro de 2018, o Palmeiras gastou R$ 590,5 milhões com seu departamento de futebol no ano passado. O número representa um aumento de R$ 181,8 milhões nas despesas em relação a 2017, quando o alviverde foi vice-campeão nacional. No ano retrasado, esse custo havia sido de R$ 408,7 milhões.

Dados referentes ao balanço do alviverde, aprovado pelo Conselho Deliberativo na última segunda (18), foram divulgados pelo site “Sempre Palmeiras”, criado pelo conselheiro Roberto Fleury Bertagni. A diretoria de comunicação do clube confirmou ao blog a veracidade dos números, mas discorda da análise feita pela página (leia no final do post as respostas do clube sobre o assunto na íntegra).

O aumento do gasto no futebol veio acompanhado do recorde de arrecadação palmeirense em um ano. Foram arrecadados em 2018 R$ 688.572.176,00. Porém, o superávit obtido pelo clube, levando-se em conta todas as áreas, caiu de cerca de R$ 57 milhões em 2017 para aproximadamente R$ 30 milhões no ano passado. A despesa total palmeirense na última temporada foi de R$ 657.884.006,00. Em sua resposta, o departamento de comunicação palmeirense afirma que o superávit ficou próximo do valor previsto no orçamento para 2018. Isso porque, apesar de a despesa ter sido superior ao que se esperava, a receita também foi maior. Ou seja, para os responsáveis pela administração, não houve desequilíbrio financeiro.

O texto assinado pelos conselheiros Domingos Antonio Ciarlariello e Fleury e publicado pelo “Sempre Palmeiras” diz que a dívida com empréstimos a longo prazo aumentou de R$ 22 milhões em 2017 para R$ 142.684.560,77, apesar de ter sido quitado o débito com o ex-presidente Paulo Nobre. Segundo o clube, esse valor se refere à operação com a Crefisa e será pago com a venda dos jogadores envolvidos no acordo com a parceira.

Os dois conselheiros ainda fazem uma críticas à maneira como o Palmeiras é administrado: “aumento de receitas não pode estar atrelado ao automático aumento de despesas, pois o clube fica com passivo cada vez maior. Para se ter uma ideia, o orçamento deste ano (2019) não seria suficiente para pagar as despesas do futebol de 2018. A administração do clube precisa ser repensada!”. Por sua vez, o Palmeiras alega que atingiu o superávit previsto em orçamento, honrou todos os seus compromissos financeiros e ainda conquistou o título brasileiro do ano passado.

Abaixo, leia as perguntas do blog e as respostas do departamento de comunicação do alviverde sobre o assunto.
Pergunta – Os dados referentes ao balanço de 2018 publicados pelo site “Sempre Palmeiras” estão corretos?
Resposta – Os números estão corretos. A análise está distorcida.
Pergunta – Por que o clube não conseguiu manter o superávit em nível semelhante ao do exercício passado? Caiu de R$ 57 milhões para
R$ 30 milhões. Em 2016 havia sido de R$ 90 milhões. A cada ano diminui. Por quê?
Resposta – O orçamento aprovado no Conselho Deliberativo em 2017 para 2018 foi de superávit de R$ 33 milhões. Atingimos superávit de R$ 30 milhões. Há, portanto, um resultado compatível com o previsto.
Pergunta – O gasto com o departamento de futebol subiu de R$ 408,7 milhões para R$ 590,5 milhões. O que levou o clube e a optar por gastar essa quantia? O orçamento previa gasto de quanto?
Resposta – O orçamento do futebol em 2018 previa R$ 390,9 milhões de despesas e R$ 437 milhões de receitas, com superávit de R$ 46 milhões. O realizado atingiu R$ 590,5 milhões de despesas e R$ 636 milhões de receitas, com superávit de R$ 45,4 milhões. O orçamento de resultado foi cumprido pelo futebol.
Pergunta –  Os empréstimos a longo prazo saltaram de R$ 22 milhões em 2017 para para R$142,6 milhões em 2018. Por quê?
Resposta – Refere-se a operação com a Crefisa, a qual está atrelada ao pagamento da dívida coberta quando da venda dos jogadores ou dois anos após o término dos respectivos contratos.
Pergunta – Segundo os conselheiros Domingos Ciarlariello e Roberto Fleury Bertagni, “o aumento de receitas não pode estar atrelado ao automático aumento nas despesas, pois o clube fica com passivo cada vez maior. Para se ter uma ideia, o orçamento deste ano não seria suficiente para pagar as despesas do futebol de 2018. A administração do clube precisa ser repensada”. Qual a opinião da diretoria sobre esse comentário?
Resposta – Atingimos o superávit orçado para 2018 e fomos decacampeões brasileiros, além de cumprirmos com todas as obrigações previstas (correntes) e passivos diversos (trabalhistas, cíveis, tributários e outros). Os números, aliás, foram apresentados da reunião do Conselho Deliberativo na última segunda-feira e aprovados sem ressalvas por 201 conselheiros ou cerca de 80% dos presentes. O aumento do faturamento nos possibilitou investir em um elenco competitivo, tanto no profissional como nas categorias de base, tornando os atletas valorizados financeiramente e desportivamente, nos credenciando a atingir de forma permanente o objetivo da SEP: Ser protagonista, ter equipe competitiva, disputar todos os títulos e gerar satisfação aos nossos torcedores.
Continuaremos com a meta de aumentar o faturamento ano a ano para ampliar investimentos em todas áreas do clube, assim como, de forma responsável, cumprir com todas as obrigações correntes e passivos diversos.

Opinião: após ‘caso do replay’, Globo deve explicar seu papel no Nacional

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, em parte, a diretoria do Internacional tem razão ao reclamar da Globo no episódio do gol de sua equipe anulado contra o Santos na última segunda (22).

Os colorados afirmam que se a emissora decidiu não mostrar o replay do lance até o juiz se posicionar, deveria ter feito isso nos outros jogos da rodada, em especial na partida entre Palmeiras e Ceará. Faz sentido. O modelo deveria começar a valer para todos na mesma rodada. De preferência com um comunicado oficial antes das partidas para o torcedor saber o que se passa.

Ao tomar a decisão de segurar a repetição do lance para não influenciar a arbitragem, o Sportv (canal do grupo Globo), ultrapassou a fronteira do jornalismo e invadiu a área técnica e de gestão da competição.

Arbitragem é assunto para quem organiza o campeonato, no caso a CBF, e não para quem o transmite.

Caso saibam da existência da prática das equipes de arbitragem de esperarem o replay para se posicionar, o Sportv e a Globo deveriam ter investido numa reportagem sobre o tema. Seria um golaço, um serviço para o futebol brasileiro. Armar uma pegadinha foi a pior escolha.

Outra questão é a situação do assinante que pagou para assistir ao jogo contando com uma série de confortos e ficou sem esse (o replay quase imediato). No lugar da informação instantânea, o assinante ficou com a dúvida até o juiz Ricardo Marques Ribeiro tomar uma decisão e a emissora liberar a imagem. O produto não foi entregue como vendido.

Em nota oficial, a Globo disse que “a transmissão da TV optou por não exibir o replay antes da decisão como é o protocolo da Fifa quando tem a produção de imagens com árbitro de vídeo”. O Brasileirão não tem o uso do VAR.

O comunicado diz ainda que o procedimento de segurar o replay foi adotado na final da Copa do Brasil (com VAR), entre Corinthians e Cruzeiro. E que valerá a partir de agora para todas as partidas transmitidas pelo Grupo Globo, mesmo sem árbitro de vídeo. Leia a nota completa clicando aqui.

Diante do posicionamento da rede de televisão, para este blogueiro é necessário que a Globo explique melhor para o público o papel que espera exercer nos campeonatos que transmite. Elá se considera parceira da CBF e de outras entidades na gestão das competições? O esclarecimento é necessário para sabermos com que olhos devemos assistir aos jogos pela TV. E o que o consumidor pode esperar e cobrar da emissora.

 

 

Opinião: em Chapecó, Inter ‘esqueceu’ que briga pelo título

Leia o post original por Perrone

Sem mostrar um futebol compatível com quem briga pelo título brasileiro, o Internacional perdeu de virada por 2 a 1 para a Chapecoense nesta segunda em Santa Catarina.

A pressão adversária e o conformismo colorado foram tantos que parece até que os gaúchos se esqueceram de que com uma vitória abririam dois pontos de vantagem sobre o São Paulo. Com o fracasso, estão em segundo lugar com um ponto a menos do que os paulistanos.

O Inter deu espaços para o adversário, não se esforçou para marcar a saída de bola da Chape e ainda falhou na marcação no gol de empate dos donos da casa. Tanto ao não impedir o cruzamento de Eduardo como ao não bloquear o cabeceio de Leandro Pereira.

A postura que se esperava do vice-líder do campeonato foi exbida pela equipe que luta para evitar o rebaixamento. Coube ao time de Chapecó marcar o adversário em seu campo de defesa e jogar praticamente o tempo todo em busca da vitória. O prêmio veio com o segundo com de Leandro Pereira, desta vez de pênalti, na etapa final.

Foram 18 finalizações dos catarinenses (6 certas), contra 12 dos gaúchos (5 corretas), de acordo com o site “Footstats”.

Faltou aos comandados de Odair Hellmann entenderem que por mais eficiente que tenha sido jogar nos contra-ataques na competição até aqui, na reta final, quem quiser ficar com o caneco precisa mostrar mais do que isso.

Apenas no final da partida, com um jogador a menos após a expulsão de Cuesta, o Internacional atuou com a volúpia de quem almeja a taça. Porém, Jandrei defendeu pênalti cobrado por Leandro Damião.

Chegou a hora de os postulantes ao título jogarem com gana de vencer e intensidade também como visitante. Quem perceber isso mais cedo vai aumentar suas chances.

O Colorado parece não ter compreendido a necessidade de um futebol mais agressivo em Chapecó e deixou de somar três pontos que podem ser motivo de choro no final da competição.

Dribles e lançamentos. O outro lado de Felipe Melo

Leia o post original por Perrone

Marcado pelas faltas violentes que comete e pelos cartões recebidos, Felipe Melo ostenta no Campeonato Brasileiro estatísticas que o definem como um jogador importante para a equipe não só na destruição (é o quarto palmeirense que mais desarma na competição).

De acordo com dados do site “Footstats”, o volante é o segundo maior driblador alviverde no Brasileirão ao lado de Dudu. Cada um acertou nove dribles, mas Melo fez dois jogos a menos que o colega. Willian é o primeiro no ranking de dribladores do time com 13 fintas.

O volante é o sexto que mais acerta passes (458). Ele também contribui para a armação de jogadas sendo o quinto que mais fez lançamentos até aqui. Foram 31 em 14 partidas.

Neste domingo, na vitória por 2 a 1 sobre a Chapecoense, Melo deu sua primeira assistência no campeonato ao ajudar Hyoran a balançar as redes.

No mesmo jogo ele aplicou chapéu em um adversário e acertou uma bola na trave. A atuação em nada lembrou o atleta que foi expulso no começo da partida contra o Cerro Porteño pelas oitavas de final da Libertadores e que lidera o ranking de cartões amarelos do time no Brasileiro. O volante já foi punido nove vezes no Nacional deste ano.

 

Fla é um líder inédito para cima do time de Róger Guedes! Fogo de palha?

Leia o post original por Milton Neves

Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo e Bruno Cantini / Atlético

A campanha do Flamengo neste Brasileirão já é histórica.

Afinal, o Rubro-Negro nunca tinha alcançado a vantagem de seis pontos para o segundo colocado logo na 11ª rodada do Nacional.

E quando joga em casa?

Com o mando de campo, até agora foram 16 pontos conquistados em 18 disputados.

Uma impressionante média de 88,8% de aproveitamento.

Ou seja, o “Cheirinho de Hepta” nunca esteve tão forte quanto agora.

Mas o Flamengo não pode vacilar, pois logo atrás, na segunda colocação, está o Maior de Minas, com 20 pontos.

E o Galo anda empolgado com o seu novo craque, Róger Guedes, que já está sendo chamado pela torcida de “Novo Reinaldo”, de “Novo Tardelli” e até de “Novo Dadá Maravilha”.

Bom, mas ainda é difícil cravar que o Urubu e o Galo vão se bicar até o fim do campeonato na briga pela liderança.

Isso porque o Atlético-MG dificilmente conseguirá segurar Róger Guedes em Belo Horizonte, já que os milionários árabes estão oferecendo “um caminhão de dinheiro” pelo atleta.

O “gringo” Antenor Angeloni, dono de 75% dos direitos econômicos de Guedes, acompanha de perto a negociação.

E o Flamengo também sofrerá com desfalques no segundo semestre, já que não contará mais com os fundamentais Vinicius Júnior e Vizeu.

Mas e aí, amigo internauta, o que você pensa sobre essa atual briga pela liderança?

Ela continuará até o final do Brasileirão?

Ou Fla e Galo perderão forças no segundo semestre, dando chances a outros times?

Opine!

Prioridades

Leia o post original por Odir Cunha

Na campanha que o levou ao vice-campeonato brasileiro de 2007, o Santos fez um jogo emocionante contra o Paraná, em Curitiba. Reveja os melhores lances:

Uma bela surpresa aos jogadores e ao técnico do Santos

Na festa de lançamento da Embaixada do Santos na área metropolitana de Campinas, ontem, em conversa com alguns santistas falei da necessidade urgente de o clube quitar nova dívida de 2,5 milhões de euros, ou 10 milhões de reais, desta vez pelo passe do zagueiro Cléber, que já veio do Hamburgo com problemas no joelho, e comentei que para o torcedor mais vale uma vitória contra um rival do que saldar uma dívida de 10, 20 milhões de reais. Todos concordaram.

Essa ansiedade de ver o time vencer, sempre, é que faz o torcedor pressionar a direção do clube para contratar jogadores às pressas. Essa é uma fórmula que aumenta enormemente as despesas e raramente melhora a eficácia. Nas histórias das grandes crises do futebol brasileiro há sempre um número imenso de contratações. Digo isso para aconselhar que saibamos esperar até julho, quando a janela estrangeira se abrirá e o Santos poderá contratar, no mínimo, três bons reforços.

“É claro que adoro contratar e como gostaria de sair por aí trazendo grandes jogadores”, disse o presidente a mim e a outros colegas de diretoria em uma conversa informal, na sexta-feira. Porém, os papagaios da gestão anterior continuam a ser revelados pela auditoria e alguns deles, como a dívida com o Hamburgo, não podem esperar. Por enquanto, teremos de lutar em campo com o que temos.

Porém, mesmo sem esses reforços, não se pode dizer que o Santos seja um time fraco. A defesa é a mesma dos últimos anos; o ataque perdeu Ricardo Oliveira, mas ganhou novos valores, como Sasha e Rodrygo, além da volta de Gabriel. No meio, Lucas Lima era uma referência, mas já não estava se esforçando devidamente. Assim, a equipe deve ser considerada favorita no jogo deste domingo, às 19 horas, contra o Paraná, na Vila Belmiro. Mas não acredito em uma partida tão fácil como sugerem alguns santistas.

O Paraná foi valente contra a Chapecoense, fora de casa, e seu gol de empate acabou livrando o Santos de entrar na zona de rebaixamento. Hoje ele tem bons motivos de lutar pela vitória, pois este resultado o faria ultrapassar o Santos, pulando para quatro pontos ganhos. É importante que o Santos entre motivado, mas ao mesmo tempo precavido.

Acredito em uma boa vitória do Santos, pois o ataque é muito bom e em casa o Alvinegro toma a iniciativa dos jogos, pressionando o adversário, que recua naturalmente. Enfim, creio que teremos uma noite de Dia das Mães (parabéns mamães!) alegre e tranquila. Porém, nossas maiores vitórias, nesse início de gestão, estão sendo no decantado fluxo de caixa.

E você, o que acha disso?


No mercado agitado da bola, quem se sairá melhor? Verdão segue dando show!

Leia o post original por Milton Neves

Mais um ano se encerrou. Com ele, ficam os nossos erros e acertos.

E é assim que começa mais uma temporada, com os clubes agitados e preocupados em alcançar apenas o sucesso.

Pois, mal acaba o Brasileirão e as especulações envolvendo os jogadores logo se iniciam.

Um “tal de disse me disse” sobre transações é o que mais se ouve falar.

A bem da verdade, surpresas sempre nos pegam de jeito, mas raras às vezes.

O lado bom disso tudo, é poder acompanhar a movimentação dos times, com investidas e com os tradicionais “chapéus”.

Por falar em chapéu, o Palmeiras, que quase se tornou uma “Portuguesa”, hoje é um grande mestre na arte da negociação.

Dentre os grandes de São Paulo, de uns tempos pra cá, o Verdão virou uma espécie de Real Madrid ou Barcelona no quesito contratação.

Corinthians, Santos e São Paulo acabam penando com o poderio alviverde, que devido a qualidade do elenco começa o ano favorito a qualquer título.

E como um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, será difícil o Timão, por exemplo, novamente ser campeão de tudo com um time limitado a estrelas.

Já o meu Peixe e o Tricolor, provavelmente sofrerão com as perdas significativas e a pouca atitude na busca por reforços.

Mas e você torcedor, acha que o Palmeiras se sairá melhor no mercado da bola?

Conseguirá o Verdão formar um time digno de ser campeão mundial pela primeira vez?

OPINE!!!

Deixa a gente em paz

Leia o post original por Rica Perrone

Dá aqui minha taça! Me deixa correr na volta olímpica com ela.  Não me faça ser campeão no sofá, nem mesmo atrele a zona que era isso aqui ao formato.

Deixa o menino entrar com a bandeira, policial!  Ele não vai fazer nada que não seja torcer. E se fizer, aí sim, você o pune.

Sinalizador não faz mal a ninguém.  Fez uma vez, em jogo onde ele era PERMITIDO e foi um acidente, queiram ou não aceitar, só porque partiu de um grupo marginal.

Papel picado não machuca.

O que machuca é ver a taça que “conquistamos” com nosso time ser dada no teatro de terno onde nem estaremos.  O que nos machuca é a entrada dos dois times com uma música que tenta ofuscar meu grito.

É o protocolo a troco de nada que me impede de vaiar o adversário e pressiona-lo na entrada.  É a justiça que julga inteligente punir meu time porque um ou outro animal identificável cometeu um erro na arquibancada.

Tira esse hino! Você tem que ser muito desrespeitoso com a pátria para fazer milhares de pessoas com enorme expectativa em algo receberem seu time e segundos depois terem que parar uma festa para ouvir um hino de mãos no peito. Não é o momento. Não tem ambiente. É um pedido pra que ele seja desrespeitado.

“Ah mas no mundo todo é assim”.  Então me dá a escola da Suiça, a polícia do Canadá, depois enche o saco do meu futebol como ele é.

O mundo nos copia quando a bola rola. Nunca o contrário.  A gente não quer que vocês façam nada por nós, apenas que não façam nada.

A bandeira, o sinalizador, a faixa, o papel picado, nada disso machuca pessoas. Pessoas machucam pessoas. Basta cumprir a lei e prende-las quando necessário.

Não é o formato com finais que faz do futebol brasileiro uma zona. São as pessoas como Eurico Miranda e suas urnas misteriosas que faziam isso. Se fosse pontos corridos, a zona seria exatamente como foi.

Ser europeu não é uma qualidade, mas sim uma característica. Ser brasileiro idem. Mas a gente não é mais.

Deixa a gente em paz. Só precisamos de um pernil na entrada, uma bandeira com um tambor durante o jogo e de uma taça no fim.  O resto vocês que inventaram. Nós nunca pedimos.

abs,
RicaPerrone

Corinthians, sem dúvida

Leia o post original por Antero Greco

Título tem de vir de forma incontestável, sem choro nem vela. Com autoridade, com vitória, que é pra ninguém botar defeito. Quer dizer, os outros torcedores chiam, reclamam, desdenham, mas isso faz parte do futebol…

Pois bem, o Corinthians fechou com antecedência, e em grande estilo, a caminhada rumo ao sétimo título do Brasileiro, ao lascar 3 a 1 no Fluminense, na noite deste 15 de novembro. Fez a festa em casa, em Itaquera, mesmo sem a presença da taça.

(Ah, a CBF não quis levar o troféu, porque o clássico acabou tarde e iria prejudicar a volta do torcedor pra casa. Conta outra… Por que não marcaram o jogo para a tarde?)

Deixa pra lá. O que importa é que, com ou sem medalha, taça e rococós, o Corinthians consolidou campanha vitoriosa com resultado incontornável. Com uma ligeira pitada de ansiedade, na forma do gol sofrido com um minuto, em cabeçada de Henrique.

A vantagem tricolor deixou apenas o jogo mais elétrico e fez com que o Corinthians se lançasse à frente desde o início. Encontrou dificuldade no primeiro tempo, ao não encaixar com frequências jogadas de ataque. O Flu, que precisava ganhar, ficou ali, a se segurar.

A história mudou em três minutos, na etapa final. Tempo suficiente para Jô fazer os dois gols que iniciaram a virada. Duas arrancadas, dois vacilos do Flu e a euforia no estádio. Dali em diante só deu Corinthians, com a certeza de que não seria mais surpreendido. E, para não dar sopa pro azar, veio o gol de Jadson, para fechar a conta.

O Corinthians é campeão nacional de 2017 por merecimento. Superou os demais pela regularidade, pela eficiência, pela simplicidade. Nem as turbulências no returno foram suficientes para tirá-lo do prumo.

Os outros não tiveram competência sequer para fazer cócegas no líder. Ah, o nível não é dos melhores? Sim, e daí? Por acaso foi nos últimos anos? A decadência surgiu agora? Assim como houve reconhecimento para as conquistas de São Paulo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, Palmeiras, para ficar na história recente, o mesmo vale agora para o Corinthians.

Papo de apito amigo, de pouco empenho de outros concorrentes, são apenas amenidades para os torcedores “inimigos”. Zoeira é do futebol, assim como a taça de 2017 é do Corinthians. E vida que segue.

Parabéns aos corintianos!

 

De vilão a herói: Kazim faz Fiel soltar grito de “campeão”!

Leia o post original por Milton Neves

Que jogo horrível meu amigo!

Um primeiro tempo inexistente, que me fez lembrar das tradicionais “peladas” entre “rua de cima e rua debaixo”.

E para uma partida nesses moldes, apenas um herói poderia aparecer.

Kazim, o “salvador”!

Contestado desde sua chegada ao Corinthians, o turco até que incorporou o espírito alvinegro, mas não obteve o sucesso esperado.

Contra o Avaí, ele livrou o Timão do empate amargo e de um possível vexame.

Afinal, é do futebol apresentado pelo líder que estamos falando.

A vitória veio, “magrinha”, 1 a 0, mas não convenceu.

Um importante passo corintiano rumo ao título, mas graças ao excepcional primeiro turno.

Pois com essa “bolinha” jogada no returno, o Corinthians está somando pontos apenas para o “gasto”.

Mas e você torcedor, após esse resultado, acredita que o Timão leva o Brasileirão?

OPINE!!!