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Um péssimo resultado

Leia o post original por Rica Perrone

Pouco importa a atuação quando nela faltam tantos titulares e o melhor do time surta e vai expulso. Fica difícil avaliar qualquer coisa relevante nesse cenário. O que importava, então, era o jogo e o campeonato. Em “casa”, num grupo onde deu o azar de enfrentar o grande fora (Cruzeiro)  o Fluminense tinha esse jogo …

E o Flu “teria empatado”

Leia o post original por RicaPerrone

Não tem nada que irrite mais do que a mídia do “teria”.  Jogador “teria dito”, dirigente “teria assinado”, e sob a condição de “não afirmar”, insinua-se.

Não sei, ninguém sabe. Então, achamos. Mas achar não é notícia. E quando “acha-se” algo sobre o caráter de alguém, é bom que prove antes de abrir o bico.

Conturba, cria polêmica, prejudica alguém, até que se esquece.

O Flu foi ao Paraná enfrentar o Atlético, que “teria” um grande time. Não tem.

Jogam um grande futebol, insinua a tabela. Mentira. Jogaram uma bolinha. E o Flu, que “estaria” em crise, também jogou muito mal. Mas foi prejudicado pela arbitragem e ficou mais vezes na cara do gol do que o Atlético.

“Teria” o Luxemburgo corrigido um erro com coragem ainda a tempo ou “teria” queimado um garoto?

Ah, se entrasse aquela bola…

Não entrou. Foco no Peter, na Unimed, e nas insinuações que conturbam.

 

Até que os fatos os separem.

abs,
RicaPerrone

 

O jogo dos erros na Baixada

Leia o post original por Lédio Carmona

Mauricio Neves (@badsnows)

É inegável que o Inter começou o jogo se impondo. Tinha mais presença e força, fez a bola chegar à área e sentiu saudade de Leandro Damião. Mas, aos poucos, o que era imposição, virou cansaço. A incapacidade de manter a bola na frente, os passes mal executados e os erros de colocação da defesa foram diminuindo o Inter na partida. E nesse espaço o Atlético cresceu, e quase não havia diferença entre os times no final do primeiro tempo.

Ressalte-se que o gol de Jô, no começo da segunda etapa, foi mal anulado. Muito mal anulado, se considerarmos que Jô nitidamente usa o último defensor como baliza para seu posicionamento, antes de partir em direção à bola. Injusto com o Inter, injusto com Jô, que brigou o tempo todo, teve suas chances e ainda deu boa assistência para Ricardo Goulart.

Pode-se dizer que o Inter perdeu, então, para os erros. Os seus próprios, muitos, e gravíssimos como nos dois gols de Nieto, e um erro crucial da arbitragem. O maior mérito do Atlético foi justamente manter-se no jogo enquanto os erros vitimavam o Inter, e sair para fazer os seus gols quando teve um pouco mais de controle ofensivo, com a entrada de Marcinho.

No primeiro gol, Marcinho conduziu bem e, consciente, dominou tempo e espaço para botar a bola na cabeça de Nieto. O Inter a tudo assistiu: Bolivar assistiu a aproximação de Marcinho, os demais assistiram a cabeçada de Nieto, o que se repetiu mais tarde na bola alçada por Edilson. O prejuízo colorado teria sido maior, se Nieto, bom pelo alto, tivesse alguma habilidade com os pés.

O Atlético só fez jogar nos erros do Inter. O Inter só fez se perder em seus erros. Essa é a história do jogo e do placar na Arena da Baixada.