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Paixão de bola: árbitros jogam, jogadores apitam e ídolos controlam VAR

Leia o post original por Craque Neto

Nesta terça (16) exibimos durante o ‘Os Donos da Bola’ da Band uma matéria bem bacana. Durante o curso de preparação para os árbitros a CBF promoveu um jogo diferente. Organizou uma pelada de árbitros e auxiliares e colocou para apitar e bandeirar três jogadores profissionais. Baita ideia! E pra completar o esquema ‘desconstruído’ foi proposto para três ídolos do esporte o controle do árbitro de vídeo. Isso mesmo! O tal do VAR ficou sob os olhares de Careca e Oscar, ídolos do São Paulo, Guarani e Ponte; além do Milton Cruz, ex-jogador e auxiliar do Tricolor. Vejam abaixo que […]

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Desafio para Gabriéis*

Leia o post original por Antero Greco

Gabriel Jesus e Gabriel Barbosa, o popular Gabigol, tiraram bilhetes premiados e serão milionários com menos de 20 anos. Ambos mal saíram da fase de juvenis e já conseguiram fixar-se nos respectivos clubes, ganharam medalha de ouro olímpica, caíram nas graças do público e de Tite. Mais do que isso, receberam cheques gordos para concordar com a transferência para a Europa. O primeiro vai para o Manchester City em janeiro; o segundo se deixou seduzir por proposta da Internazionale de Milão.

Ambos se veem diante de guinada estupenda na vida e com pouquíssimo tempo de carreira. Jesus completou 19 anos em abril e Gabigol assoprará 20 velinhas depois de amanhã. Mas devem preparar-se para defrontar-se com o desafio de vencerem em dois centros glamourosos, porém difíceis e exigentes do futebol. Itália e Inglaterra oferecem muito, com a contrapartida de exigirem demais de profissionais.

Até aí, ok. Eles logo terão consciência do tamanho da responsabilidade. Além disso, terão de superar o estigma que acompanha jovens atacantes brasileiros que se aventuram no exterior. Não são muitos os que, na era moderna do futebol, vingaram digamos, com tenra idade. Em média, se deram bem na arte de fazer gols aqueles que bateram asas um tanto mais maduros.

Foi assim com Careca (Napoli), Bebeto (Deportivo La Coruña), Jardel (Porto), Jonas para lembrar um quarteto importante – e só o último está em atividade, a divertir-se no Benfica. Primeiro cansaram de carimbar redes por estas bandas; só então, calejados e com cicatrizes de botinadas nas canelas foram encarar zagueiros europeus.

Mesmo emigrando com alguma experiência, nem todos brilharam. Roberto Dinamite saiu com 25 anos, passou uma temporada no Barcelona e fez o caminho de volta para casa. Luizão tinha 22 anos, quando se mandou para o La Coruña e resistiu a um campeonato. Adriano partiu para a Inter com 19 anos, mas rodou por Fiorentina e Parma até se fixar em Milão, entre os 22 e os 26 anos. Dali em diante, vida e obra entraram em parafuso. Pato saiu quase adolescente do Inter e nunca foi ídolo no Milan. Aos 21, Keirrison se maravilhou com a perspectiva de vestir a camisa do Barcelona e quebrou a cara.

Com 18 anos, Jô embarcou para o CSKA, de Moscou, e parecia exceção à regra. Desandou a fazer gols até despertar interesse do Manchester City. Na Inglaterra, travou. Ainda passou pelo Everton antes de ir para o Galatasaray. No regresso ao Brasil, jogou no Inter, teve o melhor momento no Atlético-MG – defendeu a seleção na Copa de 14! –, até ir pra Arábia e de lá pra China.

Exceção pra valer só Ronaldo. Não por acaso ganhou o apelido de Fenômeno. Saiu do Cruzeiro para o PSV, com 18 anos; e, da Holanda, ganhou mundo com Barcelona, Inter, Real Madrid, Milan. Conquistou títulos e prêmios, superou duas contusões terríveis e terminou a carreira no Corinthians.

A conversa toda nesta crônica não é para secar, agourar, zicar os Gabriéis (com o perdão do plural que magoa os ouvidos). Serve para mostrar que a Europa implica riscos para atacantes em formação. Ressalve-se que os rapazes são talentosos e atualmente o amadurecimento se processa de maneira rápida.
Na teoria, a missão de Jesus será menos árdua, pois jogará numa equipe que tende a ter sistema leve e de muito toque de bola, à maneira de Guardiola. Já Gabigol entrará num clube com dinheiro farto (de indonésios e chineses) e pressionado pela ausência de títulos, após o penta italiano entre 2006 e 2010. Gabriel pode esquivar-se do comando do ataque, com a alegação, correta, de que funciona bem na armação. Assim não o verão como homem-gol.

Por ora, resta curtir o que for possível. Gabigol voltou da Itália e jogou o segundo tempo do jogo com o Figueirense. Gabriel Jesus desfila a arte dele no Mané Garrincha, no clássico que o Palmeiras faz hoje com o Fluminense. E a torcida verde já começa a ter saudades dos prodígios dele…

*Crônica publicada em parte da edição deste domingo do Estadão.

Quem deve ser o 9 do Brasil na Copa?

Leia o post original por Neto

Luis Fabiano foi o 9 do Brasil na África do Sul

Nas vésperas da Copa das Confederações e do Mundial de 2014, nunca tinha visto o País tão dividido para saber quem deveria ser o centroavante titular da Seleção Brasileira. Se nas últimas décadas tivemos as dinastias de craques como Careca e Ronaldo Fenômeno, hoje em dia a situação mudou de figura. Divisão total e muita discussão.

Existe a ala dos fãs do Fred, que verdadeiramente é um dos maiores goleadores do mundo na atualidade.  O pessoal da mídia paulista exalta a capacidade do Luis Fabiano, que é monstro na arte de balançar as redes. Se descer um pouco no mapa, os gaúchos não se conformam com a falta de oportunidades do Leandro Damião com o Felipão. Mas o treinador brasileiro optou por testar o desconhecido Diego Costa, que veste a camisa do Atlético de Madrid da Espanha. Particularmente não vejo esse rapaz com condições técnicas de vestir a camisa amarela. Mas gosto não se discute, certo?

Já deixei claro no post anterior que pra mim, em boa forma, o Alexandre Pato é o melhor de todos para vestir a 9. Inclusive ele se encaixa perfeitamente com o estilo de jogo do Neymar lá na frente. Mas sou obrigado a reconhecer que Fred tem números indiscutíveis. Mas essa é a minha opinião. E a de vocês?

Papo Reto com Careca

Leia o post original por Neto

E aí amigos do UOL? Recebi nos estúdios aqui do portal um dos maiores centroavantes da história futebol mundial. Exagero? Nada disso! Artilheiro do Brasil nas Copas de 86 e 90, o Careca põe no bolso todos os atacantes brasileiros da atualidade. Aliás, se tivéssemos um cara como ele para a disputa do Mundial de 2014 poderíamos ficar bem mais tranquilos. A resenha com esse ídolo do futebol foi interessantíssima, já que debatemos toda a atualidade do esporte. Traçando parâmetros, claro, com a época em que jogávamos. E não esqueça! O ‘Papo Reto’ vai ao ar todas as quintas-feiras, ao vivo, a partir das 17h.