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Opinião: Casemiro seria melhor capitão para seleção do que Daniel Alves

Leia o post original por Perrone

Seria arrogante por parte deste blogueiro dizer que Tite errou ou acertou ao dar a a faixa de capitão da seleção brasileira para Daniel Alves. Porém, com tranquilidade, posso analisar e discordar da escolha.

Claro que Dani é preparado para o posto. É um dos líderes da seleção, tem história no time nacional, ostenta currículo vencedor e é respeitado por companheiros adversários e árbitros.

Mas o lateral estará com 39 anos quando chegar a  Copa do Qatar. É possível que não esteja lá.

Só isso é suficiente para avaliar que Tite deveria escolher outro nome. O treinador está perdendo a chance de construir um novo líder, algo que a seleção precisa.

Outra questão é a ligação de Daniel Alves com Neymar. O lateral age como um irmão mais velho do astro de PSG.

Tite tirou a faixa de capitão de Neymar após ele agredir um torcedor depois da final da Copa da França. A mudança de status soa como castigo. A braçadeira não deve ser usada para punir  nem amansar jogadores. Mas, já que Tite escolheu esse caminho, me parece improdutivo transformar em capitão alguém tão ligado a Neymar

A seleção precisa parar de girar em volta do craque polêmico. Um capitão menos ligado a ele seria mais saudável.

Acredito que uma escolha melhor do que Daniel Alves seria Casemiro. O volante é uma das lideranças técnicas da seleção, terá 30 anos no próximo Mundial e é respeitado internacionalmente.

Casimiro também é amigo de Neymar, mas tem uma postura menos protetora em relação ao colega do que Dani.

O volante foi o capitão nos amistosos contra Panamá e República Tcheca, sem Neymar e Daniel Alves em campo.  Parecia existir um projeto para ele assumir a  função de vez. Ficou só na impressão.

Dario Pereyra: Paulinho só não foi criticado porque fez o gol

Leia o post original por Craque Neto

O ex-zagueiro da Seleção uruguai, hoje comentarista, afirmou que o camisa 15 da Seleção só não foi criticado porque fez o primeiro gol do jogo contra a Sérvia.  

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Estatísticas mostram Casemiro eficiente no ataque e na defesa

Leia o post original por Perrone

As estatísticas do amistoso entre Brasil e Croácia no último domingo (3), mostram que Casemiro foi fundamental tanto na defesa quanto no apoio ao ataque. De acordo com dados do site Footstas, ele esteve entre os mais eficientes nos fundamentos tanto atrás como na frente.

O apoio aos meias e atacantes ficou visível no segundo gol brasileiro, quando o volante deu assistência para Firmino marcar. Ele ainda foi o jogador do time de Tite que mais deu passes para os companheiros finalizarem: três.

Casemiro ainda aparece com o quarto atleta brasileiro que mais acertou passes. Foram 55 contra 90 de Thiago Silva, melhor passador. O jogador do Real Madrid só errou um passe. Em termos comparativos, Paulinho, seu colega de posição, acertou 36 passes e errou 3.

Ao lado de Marcelo e Filipe Luís, Casemiro ajudou defensivamente a equipe com três desarmes. Els foram os que mais desarmaram os croatas.

O volante, ainda foi o único brasileiro a acertar um cruzamento além de Willian. A diferença é que ele fez só duas tentativas contra sete do companheiro.

Real Madrid é o meu favorito na Liga!

Leia o post original por Craque Neto

Os clubes da Europa tem uma vantagem enorme sobre as principais potências do futebol brasileiro. Enquanto perdemos todos nossos principais jogadores ano após ano, os time de lá além de contratar uma fera atrás da outra ainda mantém elenco por longas temporadas. Esse tem sido o principal mérito do Real Madrid, que além de colecionar ‘orelhudas’ ainda é sempre favorito na Liga dos Campeões. Incrível como esse elenco encaixou. Nas mãos do francês Zidane como técnico então, os merengues estão voando! Não dá pra negar – e a imprensa mundial venera – a importância de jogadores brasileiros desse elenco como […]

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Alô Tite. Tchê Tchê tem que ser titular da seleção do Brasil.

Leia o post original por Nilson Cesar

Acho Tchê Tchê o jogador de meio campo mais versátil do Brasil. Muito melhor que Paulinho. Faria o meio campo com Casemiro, Tchê Tchê e Renato Augusto. Já passou da hora do professor Tite dar uma oportunidade ao jogador do Palmeiras. Quem têm que jogar são os melhores. Não concordo com essa história de grupo definido. Já tivemos problemas com Felipão, que foi teimoso demais. Tomara que o Tite seja justo e oportunize o Tchê Tchê. Ficaria muito surpreso se Tite não desse oportunidade ao jogador do Palmeiras. Já  passou da hora!

São Paulo saiu do sufoco com a garotada

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo saiu do sufoco com a garotada

O São Paulo venceu mais uma.

Rebaixamento já era.

Antes do jogo contra o Fluminense escrevi no Twitter que o São Paulo não cairia nem mesmo perdendo no Rio. Naquela rodada, já achava difícil Figueirense e Vitória saírem da zona. América-MG e Santa Cruz não contam. Olhando a tabela já dava para acreditar que o São Paulo terminaria na frente de Cruzeiro ou Internacional.

Hoje está na frente dos dois e sonhando mais alto.

A Ponte Preta foi um adversário difícil, deu trabalho, esteve muito próxima do empate.

Gosto do Eduardo Baptista.

O São Paulo jogou bem, caso contrário não teria vencido.

David Neres marcou, ajudou e saiu premiado. Apesar de não ter conseguido render no ataque marcou seu primeiro gol no profissional. O garoto declarou que sentiu “medo” quando ficou sabendo que seria titular. Achei legal, medo faz parte, deixa o atleta mais concentrado. Isso acontece com quem tem respeito pela profissão e leva as coisas a sério. Foi mais um garoto da base que subiu com Ricardo Gomes.

Já imaginou chegar no G-6?

Excelente arbitragem do bom Marcelo de Lima Henrique.

 

 

 

Lucão e Casemiro na Seleção

Leia o post original por Fernando Sampaio

15-Lucão-LEVI BIANCO-BRAZIL PHOTO PRESS-ESTADÃO CONTEÚDOTite chamou Lucão.

Óbvio, o garoto tem potencial.

A imensa maioria dos são-paulinos não concorda.

Sorte que são torcedores, não técnicos.

Há anos, tenho a mesma opinião dos treinadores profissionais.

Lucão jogou na Seleção Brasileira Sub-17, Sub-20, Sub-23 e agora na Principal.

Foi convocado por treinadores diferentes.

Lucão estreou no time titular do São Paulo em 2013, aos 17 anos. Embora zagueiro, marcou seus primeiros gols em 2014. Aos 19 anos virou titular, escalado por todos: Muricy, Osório, Milton Cruz e Doriva. Em 2016, jogando num dos piores elencos na história do clube, principalmente no setor defensivo, foi escolhido para Cristo pela torcida.

Igual Casemiro.

Casemiro sempre teve potencial. Eu ficava maluco quando a torcida pegava no pé. Era muita falta de visão. Como todo garoto, precisava de amadurecimento. Óbvio. Não existe garoto com cabeça de velho aos 18 anos. Amadurecimento faz parte da vida. Encheram tanto o saco que o cara foi embora.

Há anos o Morumbi virou “cemitério de jogadores”.

Todos que trabalham lá sabem disso. Não criei o termo. A lista é imensa. Vários jogadores saíram e foram ser campeões em outros clubes. Vários deles estão jogando no Brasil e seriam facilmente titulares no elenco atual.

O são-paulino ficou mal acostumado após tantas conquistas. Soberano virou Soberba. A diretoria foi frouxa, acatou os cornetas, e queimou vários profissionais. Dentro e fora de campo. Andrés Sanchez fez o contrário. Não deu ouvidos aos cornetas, bancou Tite e o elenco que deu vexame em Tolima. Ganhou tudo. Provou que quanto mais blindado o clube for em relação aos cornetas passionais melhor será o resultado.

Lucão deu sorte. O garoto está longe dos cornetas, não participa da defesa tricolor mais vazada dos últimos anos no Brasileirão e ficou fora da luta contra o rebaixamento. A tarefa ficou com Maicon, idolatrado pela torcida como Osvaldo, e seus companheiros de defesa Hudson, Lugano, Bruno, Mena e Carlinhos. Meu Deus.

Lucão ganhou uma chance para resgatar a confiança.

Parabéns e boa sorte !!!

Casemiro e a necessidade de trabalhar melhor os jovens valores

Leia o post original por Emerson Gonçalves

 

Uma das maiores dificuldades e talvez o maior desafio que os grandes clubes enfrentam hoje é como lidar com os jovens jogadores formados em suas divisões de base. Dificuldades e desafios que são amplificados quando esses atletas se destacam e atraem a atenção dos torcedores e, logicamente, da mídia. Esse ponto, por sinal, é abordado por Ferran Soriano no “livro de cabeceira” dos dirigentes antenados: “A bola não entra por acaso”.

Na nossa vida, a de mortais comuns que não foram ungidos com o dom de jogar bola em alto nível, há uma escalada progressiva na conquista de salários melhores e maiores. Trabalha-se muito para galgar posições nas empresas, estuda-se muito, anos a fio, adquirindo conhecimentos (na verdade, mais títulos que conhecimento em razoável parte dos casos, hoje em dia) que vão embasar e justificar crescimentos nos ganhos financeiros. O jovem profissional vai evoluindo, alguns mais rapidamente que outros, mas sempre como parte de um processo que demanda tempo e gera, ele próprio, aprendizado fundamental para a vida.

Não no futebol, onde tudo é diferente.

É comum um garoto de 16 ou 17 anos ver-se, de repente, alçado ao estrelato. De famílias pobres, na maioria, de uma hora para outra estão ganhando por mês o que todos seus familiares juntos, por muitos que sejam, não conseguem ganhar em um ano ou mais de trabalho duro. Numa sociedade que cada vez mais valoriza o dinheiro em detrimento de valores morais, como pode um professor, por exemplo, fazer-se respeitar e incutir conhecimento a jovens cabeças coroadas? Troque o professor por um dirigente de club ou pelo “professor” que fica na beira do gramado gritando e esperneando pateticamente e o resultado é o mesmo. Mesmo na rica Europa Ocidental a situação é complicada. Já há alguns anos a bandeirada nos times principais está na casa do milhão de euros anuais. É muito dinheiro, seja na Inglaterra, Espanha, Alemanha ou Brasil.

Essa nova realidade torna muito mais difícil e complexo administrar as carreiras desses jovens e mantê-los na linha, como se dizia outrora. Alguns clubes já recorrem aos serviços de profissionais de RH, com vivência em grandes empresas. Ajuda, e muito, mas não resolve tudo. Parte do trabalho acaba ficando com os treinadores e, acreditem, com os empresários dos atletas – isso acontecendo, é claro, quando são empresários profissionais e têm visão e preocupação com o futuro de seus representados, e não meros oportunistas à caça de dinheiro grosso fácil.

É fora dos vestiários e centros de treinamento, entretanto, que está o grande diferencial: a família do jovem jogador. Uma família nos moldes ditos tradicionais, com pais atuantes na formação dos filhos, faz a diferença. Neymar que o diga, por exemplo. Seu pai e sua mãe foram e são fundamentais para que ele seja um profissional e cumpra seus deveres, mesmo vivendo na roda viva em que viveu até hoje.

 

Lucas e Oscar – exemplos opostos

A base do São Paulo apresenta três diferentes situações que ilustram muito do que disse acima.

Lucas, transferido para o Paris Saint-Germain na maior transferência de nosso futebol – 43 milhões de euros – é o caso típico do atleta que tem formação e orientação na própria família. Trabalhou duro e conquistou uma sólida posição de titular, brilhando num time que em momento algum esteve à altura à altura das tradições do clube. Sua ida para a Europa foi apenas consequência de seu trabalho.

Oscar, apesar de mimado e protegido pela direção do clube que o formou, caiu no conto do dinheiro rápido e fácil e da conquista de uma posição de relevo na equipe queimando etapas. Teve sua cabeça feita e, apesar dos problemas, acabou se dando bem.

Os casos desses dois jogadores já foram bastante comentados nesse OCE. Agora é a vez de Casemiro.

 

Casemiro – uma promessa a ser comprovada

Reputo Casemiro como nossa maior e melhor vocação de meio-campista. Sua contratação pelo Real Madrid por minguados 6 milhões de euros foi confirmada ontem, como já era esperado.

Casemiro destacou-se na base do São Paulo e brilhou na Seleção Sub 20 que foi campeã sul-americana e depois mundial, em 2011. Impressionou-me sua visão de jogo e a qualidade de seus passes, além dos lançamentos longos, extremamente precisos. Lembrou-me o grande Gerson, o “canhotinha de ouro”, lançando o ponteiro Terto no início dos anos 70. Um lançamento de 50 ou 60 metros requer muito mais que a habilidade nata com a bola. Requer visão do posicionamento dos demais jogadores e consciência do tal “ponto futuro”, ao qual a bola e o atleta visado deverão chegar juntos. Não é fácil conseguir bons lançamentos, mormente no calor de uma partida, com o fôlego sendo exigido, a pressão dos milhares de olhos nas arquibancadas e a proximidade de adversários correndo para bloquear ou tirar a bola. O lançamento preciso é a cereja do bolo e este tem sua massa formada pelos passes.

Assusta a quantidade de passes errados em nosso futebol. E nem falo de passes mais longos, mas sim dos curtos, de quatro ou cinco metros. Ora é direção errada, ora é a força maior ou menor, tendo como resultado a retomada da posse de bola pelo adversário. Casemiro é jogador de raros passes errados, o que já seria o bastante para diferenciá-lo.

Com Ney Franco, na seleção sub 20, viveu seus melhores momentos, repetidos com menor frequência no São Paulo. Na seleção chegou a jogar como zagueiro, no típico caso de jogador colaborando com seu treinador, quando acredita e gosta dele. Embora não seja um marcador por excelência, no Brasileiro de 2012 Ney Franco, já dirigindo o São Paulo, escalou-o no jogo contra o Atlético Mineiro para marcar Ronaldinho e praticamente mais nada. Ronaldinho nada conseguiu fazer, anulado pela marcação eficiente de Casemiro. Ao final da partida, vencida pelo São Paulo, Ronaldinho elogiou a marcação que recebeu, por ter sido eficiente e sem violência.

Quem lança bem costuma chutar bem e esse é um ponto forte de Casemiro: o chute de fora da área. Por sinal, o mesmo Galo foi derrotado por um gol dele de fora da área, no Independência, também em 2011.

Apesar de muitas e inegáveis qualidades, Casemiro e a direção do São Paulo não se acertaram. Sou de opinião que compete aos dirigentes, sempre mais velhos, mais experientes e com maiores conhecimentos – em teoria – que os atletas, notadamente os mais jovens, terem uma postura mais compreensiva sem ser paternalista. Entender as jovens cabeças e buscar a prevenção de reações infantis, típicas de adolescentes ou jovens dela recém-saídos.

 

Os paralelos entre Casemiro e Ganso

Já comentei a respeito no passado, mas em momentos quase simultâneos as direções do São Paulo e do Santos pisaram na bola em relação a Casemiro e a Paulo Henrique Ganso. No Morumbi, no retorno dos campeões mundiais sub 20, Lucas foi incensado, elogiado á exaustão e recebeu polpudo aumento, enquanto Casemiro foi quase ignorado e, dando início às contendas internas, reclamou de seu salário. No Santos, Neymar era ainda mais incensado e elevado às alturas, financeiras inclusive, enquanto Ganso permanecia deitado numa cama, recuperando-se de cirurgia.

Nesses dois episódios é irrelevante saber se os atletas ficaram aborrecidos com razão ou sem ela, o que importa e os dirigentes dos dois clubes deveriam ter considerado, são os sentimentos, a maneira como cada situação foi vista por eles. Isso não aconteceu e o desenrolar dos acontecimentos mostrou, pelos dois anos seguintes, relações estremecidas entre os dois atletas e seus clubes.

Apesar disso, Casemiro não caiu na conversa do empresário que seduziu Oscar, chegando mesmo a denunciar a manobra para a direção do clube, que quando quis agir já encontrou uma situação cristalizada. Mesmo com essa valiosa prestação de serviço, continuou sem receber o tratamento a que julgava ter direito.

Ganso foi para o São Paulo e Casemiro para o Real Madrid. Sua contratação foi pedida por Mourinho e, interessante, referendada agora por Florentino Perez, com o Special One já fora. Sinal inequívoco que Casão agradou.

Enquanto em Madrid planeja-se o futuro, no Morumbi comemora-se a venda e a entrada em caixa dos seis milhões de euros, dinheiro que talvez possa abater uma parte da dívida financeira do clube ou, simplesmente, pagar parte dos juros que deverão ser pagos nesse ano.

Não tenho bola de cristal, mas acredito que o futuro mostrará que esse dinheiro foi uma mixaria e essa comemoração apenas a celebração de uma cadeia de erros.

Outros Casemiros surgirão e irão embora ou, ainda pior, perderão o bonde da história, passando para o anonimato, enquanto as direções dos grandes clubes brasileiros não acordarem para a necessidade de tratar esses jovens valores de forma bem diferente da que é feita atualmente.

E o torcedor? Dele não espero paciência ou compreensão. O torcedor brasileiro vive sob o signo da pressa e do ganhar título a qualquer custo e a toda hora.

Até nesse ponto Neymar diferenciou-se, para felicidade do torcedor santista.

 

São Paulo vende Casemiro por R$ 18 milhões!!! E antes, Lucas rendeu R$ 105 milhões ao Tricolor! Se Juvenal Juvêncio tivesse Neymar, teria vendido o craque por 150, 200 ou 250 milhões de euros?

Leia o post original por Milton Neves

E o São Paulo é mesmo o maior vendedor de meninos bons de bola ou é a “Dona Vilma do futebol”?

Mas a verdade é que Oscar, Hernanes e Lucas, que construíram os 3 a 0 do Brasil domingo contra a França, nasceram na “Maternidade `CT de Cotia´ do São Paulo”.

Ou não?

E o Jean, também na seleção, igualmente nasceu por lá!

E, para você, por quanto o São Paulo teria vendido Neymar?

Juvenal Juvêncio, mesmo tomando muito guaraná ou não e abusando do botox, não é professor de venda de jogador?

Opine!!!

Tricolor estuda troca para manter Denílson

Leia o post original por Neto

Troca simples com o Arsenal: Casemiro por Denílson

Satisfeito com o bom desempenho do volante Denílson nessa reta final de temporada, o técnico Ney Franco fez um pedido para a diretoria do São Paulo: quer contar com o jogador em definitivo. Emprestado pelo Arsenal da Inglaterra, ele tem vínculo com o Tricolor até o mês junho de 2013. Para tanto os dirigentes já estudam uma opção de troca. Dariam o jovem Casemiro, que ganhou muito destaque pela Seleção de base, mas que não vem agradando.

A verdade é que o Casemiro é muito bom tecnicamente. Sempre fui um de seus maiores defensores. Só que se nem o treinador que adorava ele no Sub-20 quer mantê-lo no elenco, tem caroço nesse angú? Tô certo? Muito estranho. Na realidade acho que nesse caso o sucesso subiu um pouco na cabeça do rapaz.

Seria um bom negócio? Sinceramente não sei. Até porque o Casemiro é mais técnico e tem uma chegada melhor ao ataque. Mas em contrapartida o Denílson está mais maduro e compõe melhor o setor defensivo. Fundamentos primordiais para um bom volante, diga-se de passagem. Talvez o diferencial que faça a turma do Juvenal optar por um ou por outro seja justamente o comportamento extra-campo. Vamos ver que o se decide nos próximos dias. Quer dizer, primeiro tem que ver se os ingleses vão aceitar a transação, não é verdade?