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As coincidências volta a ATACAR na CBF… Acredite se quiser!

Leia o post original por Craque Neto

Os mais antigos talvez lembrem de uma série americana que chegou a passar na TV brasileira nos anos 1980 intitulada “Acredite se Quiser!”. Nela o apresentador Jack Palance passava casos tão inacreditáveis que o telespectador chegava a duvidar se era verdade. Tem histórias que se passam na Confederação Brasileira de Futebol que poderiam perfeitamente fazer parte desse programa. Lembram das coincidências que eu sempre trouxe aqui sobre a relação ‘estranhamente estreita’ da CBF com o clube Shakhtar Donetsk? Pra refrescar a memória de todos tiveram vários jogadores do time ucraniano que eram convocados para a Seleção e posteriormente vendidos por […]

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Preso, Marin já se desfez de mais de R$ 40 milhões em imóveis

Leia o post original por Perrone

Condomínio em que fica apartamento vendido por Marin em dezembro do ano passado Imagem: Ricardo Perrone/UOL

Obrigado a pagar despesas processuais, multa e indenizações, José Maria Marin já se desfez de pelo menos quatro imóveis vendidos por R$ 40.350.000, no total, desde que foi preso em maio de 2015. Na contramão das vendas, foi feita pela mulher dele a compra de um apartamento, mais modesto do que os vendidos, e que deve ser provavelmente a nova residência dela. Os dados estão em registros em cartórios obtidos pelo blog.

Advogados de Marin no Brasil confirmaram ao blog que ele vendeu propriedades, incluindo sua residência, para pagar fiança, despesas enquanto estava em regime de prisão domiciliar nos Estados Unidos, honorários advocatícios e outras despesas relacionadas ao caso. Lembram que o dirigente deixou de receber salário ao sair da CBF. Porém, afirmam que o valor de aproximadamente R$ 40 milhões não é o montante líquido recebido por ele. Isso porque parte dos pagamentos teria sido feita em imóveis que, por questões burocráticas, ainda não aparecem no nome dele.

A venda mais recente e pela maior quantia aconteceu no dia 3 de dezembro do ano passado. O ex-presidente da CBF e sua esposa, Neuza Augusta Barroso Marin, negociaram por R$ 18.100.000 uma casa na Rua Colômbia, no nobre bairro paulistano do Jardim América. A Empage Construções e Empreendimentos pagou pela propriedade menos do que o valor venal de referência usado pela prefeitura para cobrança de impostos e que foi estipulado em R$ 24.344.024.

O negócio foi fechado menos de duas semanas depois de o ex-cartola ser condenado nos Estados Unidos a devolver sozinho cerca de R$ 500 mil para Fifa e Conmebol. A quantia é referente a salários e benefícios que o brasileiro, acusado de crimes relacionados à corrupção, recebeu das duas entidades. A Justiça norte-americana também determinou na mesma data que ele dividisse com outros dirigentes uma restituição equivalente a R$ 7,8 milhões para Fifa e Conmebol.

A propriedade negociada em dezembro já estava alugada para fins comerciais e havia sido comprada pelo também ex-presidente do Comitê Organizador da Copa de 2014 em 3 de março de 1983.

Em agosto do ano passado, Marin e sua mulher já tinham vendido apartamento em suntuoso condomínio da Rua Padre João Manoel, no bairro paulistano de Cerqueira César. O imóvel foi repassado para a J.L Participações por R$ 7.600.000. Nesse caso, o martelo foi batido por um preço superior ao valor venal de referência atribuído pela prefeitura que é de R$ 6.260.004. O apartamento com 609,10 metros quadrados e cinco vagas na garagem foi registrado em recente transação imobiliária como residência de Neusa Marin. A propriedade fora comprada em 3 de janeiro de 1990.

No mesmo  mês da venda, o ex-dirigente foi condenado pela justiça dos Estados Unidos a pagar uma multa de US$ 1,2 milhão (aproximadamente R$ 4,5 milhões pelo câmbio atual).

A JMN Participações, criada pelo ex-cartola e que agora tem como sócios apenas Neusa e Marcus Vinícius, filho do casal, vendeu outra propriedade numa região luxuosa de São Paulo em 16 de fevereiro de 2017. Na ocasião, foi comercializada uma mansão no número 105 da Avenida Europa por R$ 11.550.000. A quantia arrecadada com a venda não chega à metade dos R$ 24.945.754 estabelecidos como valor venal de referência pela prefeitura. O montante também é inferior aos R$ 13.500.000 pagos pela empresa dos Marin pela casa instalada em um terreno de aproximadamente 2.600 metros quadrados. O documento de promessa de compra e venda foi assinado em 16 de abril de 2014, pouco antes da Copa do Mundo do Brasil. Já a transferência do imóvel para a empresa da família do ex-presidente da CBF foi feita em março do ano seguinte.

De acordo com registro do imóvel, a Meta Administradora de Bens, que comprou a casa, pretende erguer no terreno um prédio de dois andares com 20 salas comerciais.

A primeira das propriedades vendidas por Marin após sua prisão, em maio de 2015, na Suíça, foi uma cobertura duplex no Condomínio Les Saint Tropez na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A JMN vendeu o suntuoso imóvel em 20 de abril de 2016 por R$ 3.100.000 para Benny Binhas Kubudi. O valor atribuído pela prefeitura do Rio ao imóvel para o cálculo de emolumentos é de R$ 4.302.704.

A empresa da família Marin havia assinado um documento de compra e venda em 28 de maio de 2014 para adquirir o imóvel por R$ 1.600,00 de Lilian Cristina Martins Maia. A propriedade no entanto, só foi transferida para empresa um dia antes da venda para Benny. Além de Marin, na mesma época, Marco Polo Del Nero, ex-presidente da CBF banido pela Fifa, também adquiriu imóvel no condomínio.

Atualmente, Marin cumpre pena de quatro anos de prisão nos Estados Unidos por ter sido condenado pelos crimes de conspiração para organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraude financeira. Ele se diz inocente.

Compra

Ainda de acordo com registros de imóveis obtidos pelo blog, a mulher de Marin deve sofrer uma queda em seu padrão residencial no Brasil. Em 24 de julho do ano passado, Neusa Marin adquiriu por R$ 1.535.000, apartamento localizado no bairro de Cerqueira César. A propriedade tem valor venal de referência estipulado pela prefeitura de R$ 1.359.798. O apartamento tem 148,10 metros quadrados de área privativa e fica num condomínio mais simples do que o local da propriedade  declarada como residência de Neusa numa das operações de venda e que tem 509,10 metros quadrados de área útil.

No edifício em que fica o apartamento comprado em 2018, um funcionário informou a este blogueiro que o imóvel está sendo reformado e que a mulher de Marin só vai se mudar depois de a obra ser finalizada. Os registros mostram também a transferência para Neusa de três vagas na garagem vinculadas à propriedade pelo valor de R$ 105 mil cada uma. O blog não conseguiu localizar a mulher de Marin para falar sobre as negociações.

Vixe! O Tite começou a fazer média pra segurar o emprego?

Leia o post original por Craque Neto

Meus amigos leitores do blog, fiquei surpreso nesse final de semana com a notícia de que o Tite, técnico da Seleção Brasileira, esteve no Maracanã para acompanhar ao VIBRANTE empate em 1 a 1 entre Fluminense e Volta Redonda. Só pode ser piada de mau gosto, hein? Das duas, uma: ou ele estava totalmente sem ambiente em casa e não tinha o que fazer no sábado, ou ele está fazendo uma baita média com algum dirigente carioca torcedor do time das Laranjeiras. Não é possível! O que no trabalho do técnico da Seleção vai acrescentar assistir um jogo desses? Vai […]

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Justiça dos EUA nega pedido que aumentaria restituição de Marin a entidades

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A Justiça dos Estados Unidos negou na última quinta (20) pedido que aumentaria a quantia a que José Maria Marin foi condenado a pagar para entidades internacionais. A iniciativa da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe) está relacionada à condenação do cartola por suposta prática de corrupção. A informação foi divulgada pelo site “Law 360” e confirmada pelo blog.

O recurso visava que a juíza Pamela Chen reconsiderasse decisão de novembro na qual negou solicitação de Concacaf, Fifa e Conmebol para serem restituídas por Marin e Juan Angél Napout, ex-presidente da Conmebol, entre outros dirigentes, em mais de US$ 120 milhões (cerca de R$ 463,98 milhões na soma dos pedidos).

Na sentença original, a juíza determinou que Marin, Napout e outros condenados dividissem o pagamento de U$ 2,1 milhões (aproximadamente R$ 8,1 milhões) para entidades que se sentiram prejudicadas. Isso além de restituições individuais.

A Concacaf alega que o dinheiro destinado a ela é inferior aos gastos que teve com advogados e no processo de investigação interna para apurar eventuais prejuízos com o esquema de corrupção. Também sustenta que não será suficientemente ressarcida pela desvalorização nas negociações de direitos de TV de suas competições por conta do escândalo.

Os advogados de Marin e Napout apresentaram suas contestações diante do novo pedido da Concacaf. A Justiça, então, manteve a decisão inicial envolvendo, além da Concacaf, Conmebol e Fifa. A entidade sul-americana e a federação internacional seriam contempladas numa eventual mudança, mesmo sem terem entrado com o pedido de reconsideração.

Os advogados de Marin comemoraram o resultado que não altera as punições dadas a ele. O ex-presidente da CBF foi condenado a devolver sozinho US$ 137.532,60 (por volta de R$ 531,7 mil) para Conmebol e Fifa, além de entrar na divisão de US$ 2,1 milhões. Só a entidade sul-americana pedia US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 27 milhões) do dirigente brasileiro.

Em agosto, o ex-presidente da CBF foi condenado a quatro anos de prisão nos Estados Unidos, após ser acusado de receber propina na venda de direitos de transmissões de competições para emissoras de TV.

Cerca de dois meses depois, Marin foi transferido para o presídio de segurança mínima de  Allenwood. na Pensilvânia. Até então, ele estava no Metropolitam Detention Center, em Nova York, conhecido pelas más condições carcerárias. 

 

 

Delações na Lava Jato deixam diretor do Corinthians sob pressão

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Tema espinhoso no Parque São Jorge, a operação Lava Jato coloca neste momento o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP) sob pressão no Corinthians. O UOL apurou que conselheiros oposicionistas se articulam para exigir o afastamento dele do cargo de diretor de relações institucionais e internacionais. Isso pelo menos até ser concluída investigação sobre afirmações feitas por delatores ligados à Odebrecht.

Cândido é acusado de ter recebido da construtora, por meio de caixa 2, doação de R$ 50 mil para sua campanha a deputado federal. A empresa teria interesse na ajuda dele em questões relativas ao financiamento para a construção da Arena Corinthians. O político nega ter cometido irregularidades.

Entre os que querem o afastamento de Cândido estão ex-apoiadores de Andrés Sanchez, presidente corintiano e responsável pela nomeação de seu colega de partido para a vaga na direção.

Os descontentes pregam a moralização no Corinthians. Eles afirmam que Cândido não pode representar o alvinegro enquanto o caso não for esclarecido. Alegam também que o fato de as denúncias envolverem o estádio corintiano, ponto sensível na agremiação, agravam a situação.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o diretor e deputado afirmou conhecer o assunto mas o considerar irrelevante.

As declarações constam do inquérito registrado no STF (Supremo Tribunal Federal) sob o número 4448.  Em setembro, o órgão decidiu enviar o caso para uma vara federal de São Paulo já que os atos teriam sido praticados antes do início do mandato de Cândido como deputado. A investigação trata de supostas práticas de corrupção passiva e ativa, além de lavagem de dinheiro.

De acordo com o inquérito, Cândido, ex-dirigente da CBF, foi citado em depoimentos dos executivos Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal e Benedicto Barbosa Silva Júnior.

Os autos registram que Alexandrino declarou que, por já conhecer Cândido e saber de sua ligação com o futebol, o procurou em 2010 para tratar de assuntos relativos ao projeto de financiamento para a construção da Arena Corinthians. Na ocasião, o petista ainda não era diretor do clube.

O delator disse que recebeu pedido do político de doação para a sua campanha a deputado.

“Vicente Cândido nos ajudou bastante a buscar uma solução para a questão do financiamento do estádio pela prefeitura de São Paulo, tendo inclusive ido falar pessoalmente com o prefeito Fernando Haddad em nosso favor”, aponta outro trecho do relato sobre o depoimento de Alexandrino.

Por sua vez, Benedicto afirmou às autoridades que autorizou a doação de R$ 50 mil para o petista, por meio de caixa 2, sob o argumento de “disposição para defender os interesses da companhia”.

Conforme dados da investigação, Paschoal teria ficado encarregado do repasse em duas parcelas de R$ 25 mil nos dias 2 e 30 de setembro de 2010.

Em seu depoimento, o responsável pela alegada doação afirma que Cândido chegou a reclamar do valor e pediu uma quantia maior.

Ouvido na sede da Polícia Federal em Brasília, em 31 de maio do ano passado, o agora dirigente corintiano declarou que antes das eleições de 2010 Alexandrino o informou que ele estava entre os candidatos para os quais a Odebrecht pretendia fazer doações. E que na ocasião respondeu que não aceita contribuições por meio de caixa 2, exigindo eventual repasse de forma legal. Afirmou que as demais tratativas foram conduzidas pelo tesoureiro de sua campanha.

Segundo o relato, a construtora ficou de doar R$ 50 mil por meio de uma das empresas do grupo econômico da Odebrecht, mas o petista não se recorda se a doação foi feita. Alega que não consegue identificar se nas doações repassadas por meio de seu partido está alguma quantia originária de empresa ligada à Odebrecht. E que na sua prestação de contas não identificou doadoras vinculadas à construtora.

Cândido disse ainda que não recebeu pedido para compensar a doação. Ele também afirmou que nunca tratou com os prefeitos Gilberto Kassab e Haddad sobre o financiamento relativo à Arena Corinthians.

O deputado ressaltou que sempre defendeu o Morumbi como palco de abertura da Copa do Mundo de 2014, tendo organizado um seminário com esse objetivo. Assim, segundo ele, não faria sentido atuar em favor do estádio alvinegro.

Cândido registrou que assistiu aos vídeos com os depoimentos dos delatores e que não viu indicação de que houve contrapartida pela doação eleitoral. Por fim, repudiou “veementemente” acusação do Ministério Público Federal (MPF) sobre prática de corrupção ativa e passiva.

Os delatores forneceram planilhas com codinomes de políticos que teriam recebido doações. Segundo eles, o recebedor de verbas apelidado de Palmas é Cândido.

Andrés Sanchez, que como presidente corintiano tem poder para afastar da diretoria seu colega no PT, é apontado no material produzido pelo MPF como apelidado pelos executivos de “Timão”.

Lista que faz parte da investigação indica Sanchez como suposto destinatário de pelo menos R$ 2 milhões (dois repasses de R$ 500 mil e dois de R$ 1 milhão) da Odebrecht por meio de caixa 2 para sua campanha a deputado em 2014.

André Luiz de Oliveira, atualmente diretor administrativo do Corinthians, é indicado pela acusação como intermediário responsável por receber o dinheiro. Em 2016, Oliveira chegou a ser alvo de condução coercitiva em uma das fases da Lava Jato.

Andrés e André negam terem praticado irregularidades. À “Folha de S. Paulo”, o presidente corintiano sustentou no ano passado que não recebeu recursos  da construtora para sua campanha.

 

Tem excesso de clubismo nas convocações da Seleção Brasileira?

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A coisa mais natural do mundo é discordar das listas de convocados da Seleção Brasileira. Entra técnico e sai técnico e é sempre igual. Por que convocar ‘A’ ou ‘B’? Difícil entender muitos nomes, sobretudo por causa do aval sempre polêmico da CBF. Desde os tempos do ex-presidente Ricardo Teixeira era muito comum ver um jogador pouco conhecido ser chamado e posteriormente vendido para algum clube da Inglaterra. Vi isso aos montes! E pra não dizer que faz tempo, aconteceu na última Copa. O tal de Fred, do Shakhtar, foi vendido em pleno Mundial por uma fortuna para o Manchester […]

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Tem que existir vida sem Neymar, viu!?

Leia o post original por Craque Neto

Acabei de acompanhar a partida amistosa entre Brasil e Uruguai em Londres e voltei a ficar com uma impressão positiva da Seleção Brasileira. Tenho minhas ressalvas quanto essa ligação do Tite com a CBF. Realmente algumas coisas me deixam com uma pulga atrás da orelha. Mas não restam dúvidas de que o treinador sabe construir taticamente e defensivamente uma equipe. Contra a Celeste Olímpica o time dele sofreu poucos sustos. Verdade que não foi um espetáculo tão bonito, poucas chances, só que ainda assim saímos vitoriosos contra um ótimo adversário. Agora o que mais me chamou a atenção durante os […]

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Apesar de você

Leia o post original por Rica Perrone

Caros dirigentes da Conmebol; Nós decidimos ficar. Em respeito aos mais de 100 anos onde clubes enormes criaram uma linda história e carregaram milhões de apaixonados, nós vamos ficar. Ignorando o despeito de ter em você, entidade corrupta por DNA e de nenhum bom senso esportivo, ético ou moral, continuaremos aqui. Com todos os seus…