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Engajado, Prass vê elite do futebol do país omissa em relação a problemas

Leia o post original por Perrone

Famoso, integrante da galeria de ídolos da história do Palmeiras e tranquilo financeiramente. Ao mesmo tempo, preocupado com companheiros que ganham muito menos, com aqueles que já perderam o emprego por conta da paralisação dos campeonatos em tempos de quarentena e incomodado com o que chama de omissão dos jogadores da elite do futebol brasileiro em relação a problemas estruturais da modalidade no país. Esse é o Fernando Prass, goleiro do Ceará, que você vai ver na entrevista abaixo.

Blog do Perrone – Você faz parte de um novo sindicato, dos atletas da cidade de São Paulo. Como membro dessa entidade, você participou das reuniões entre clubes e jogadores na qual os atletas recusaram proposta dos dirigentes de reduzir os salários em 25% durante a suspensão dos jogos por conta da pandemia de Covid-19? 

Fernando Prass – Participo do sindicato, tenho o cargo de delegado. Mas, nesse caso, participei das conversas com o presidente do sindicato do Ceará e com a Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol). As decisões acabaram sendo individuais, em cada clube.

Aqui (no clube) a gente fez um acordo com o Ceará. Sim, a primeira proposta foi de redução de 25%. Não é que não aceitamos, a gente achou que era cedo.

Com cinco dias de parada, não dá pra saber o impacto financeiro que ninguém vai ter. Uma porque a gente achava que deveriam participar dessas rodas de debates as emissoras que transmitem os campeonatos. E a gente achava que um mês depois, no final das férias (atuais), os clubes teriam um mês de rodagem e já saberiam qual patrocinador que não vai pagar, qual vai pagar. O nível de inadimplência do sócio-torcedor, se aumentou ou não.

Um mês depois, de repente, os clubes já  têm uma visão menos turva do calendário. E aí podem passar para as empresas que transmitem pra elas  também se posicionarem a respeito do repasse das cotas. Em cinco dias é tudo muito nebuloso. 25% por que, desde o Flamengo até o Pacajus (CE)? Por que isso? Usei a metáfora de um remédio. O cara tá doente, tu dá o mesmo remédio pra todo mundo. Para uns vai funcionar, para outros não vai fazer nem cócegas e outros tu vai matar quando der esse remédio. Primeiro tem que fazer os exames para saber o quadro do paciente. E depois usar a dosagem, o remédio individualmente, né? É isso que a gente estava defendendo.

BlogO que ficou resolvido no Ceará?

Prass – A gente já entrou em acordo com o presidente. A gente aceitou até o fim das férias uma redução de salário com uma reposição futura e a gente aceitou uma outra redução, outro percentual, com algumas condições, como os meninos da base não entrarem na redução e que nenhum funcionário do clube fosse demitido.

O presidente do Ceará estava bem alinhado com nossas ideias, principalmente em relação a não demitir funcionários. Uma parte dessa redução nós vamos abrir mão para que o clube não precise demitir ninguém.

Esse acordo é pra março e abril. Aí, no fim das férias, a gente vê como está. Acho que é o mais justo para as duas partes. Não dá pra negociar no escuro.

Blog- Hoje você tem uma ideia um pouco mais formada?

Prass – Na verdade estou esperando, o governo disse que na semana que vem iriam chegar mais testes e começariam a testar em massa a população. Porque hoje a gente ainda não tem noção do que está realmente acontecendo.

Pra mim, esses números (de casos de Covid-19 no país) que estão aí hoje são completamente desconectados da realidade. Eu mesmo, tenho dez conhecidos que foram contaminados, só dois foram testados. Então, esses números são muito frágeis.

Daqui a pouco tem a testagem maior, e o número de casos aumenta muito. Por isso não estou tentando adivinhar muita coisa, não sei o número de casos. Foram dadas férias até 20 de de abril, prorrogáveis por mais dez dias. Eu acho que é muito improvável a gente voltar dia 20 de abril. No máximo, no máximo, dia 1° de maio.

BlogQual a maior preocupação com a classe, se a interrupção dos jogos por conta da quarentena se estender?

Prass – Agora é em relação aos times que só têm o Estadual. Os jogadores só tem três, quatro meses de contrato e, se a coisa se arrastar muito, o cara não vai ficar segurando… O contrato dos jogadores era até abril. Sem receitas, os caras não vão segurar esses jogadores até maio. Os caras nessa situação costumam jogar também o Brasileiro, mas ninguém vai contratar esses caras enquanto não souber como fica o calendário. 

A maior preocupação é com esses caras que podem ficar desempregados.

Blog – Estão discutindo alguma solução?

Prass – Cara, a gente está tentando tudo. O sindicato está tentando, mas é tudo muito difícil. De onde vem esse dinheiro pra auxiliar?

Os clubes estão pedindo redução de salário. A televisão poderia antecipar cotas, mas ela está suspendendo pagamentos do contrato. Agora parece que vai sair um fundo da CBF. Não sei se é um valor suficiente para os clubes se manterem. Já é um começo. Precisava ter uma linha de crédito que os clubes pudessem pagar no ano que vem, pudessem dar garantias em troca. Alguma coisa assim, mas nada disso foi discutido.

Blog – Podemos ter jogos até o final de dezembro, com uma parada para o Natal e outra para o Ano Novo. Qual sua opinião sobre isso?

Prass – É um ano atípico. Na Inglaterra se joga no Natal e no Ano Novo. Tu joga no dia 24, no dia 31.

Blog – Não vê grande problema nisso?

Prass – Eu vejo como grande problema. Mas tem coisas que não têm discussão. Outra coisa, não adianta ficar pensando em cenários futuros, queimar a cabeça, se a gente não sabe o que vai acontecer.

Daqui a pouco chega o começo de maio, voltam os campeonatos. Ou voltam em junho, a gente já tem outro cenário. Vai dar pra encaixar os Estaduais? A fórmula do Brasileiro vai ser mantida? Os brasileiros que estão na Libertadores conseguem disputar a Copa do Brasil?

Aí tem um outro cenário: volta em julho. Aí não tem jeito para os Estaduais. Como ficam as outras competições? O Brasileiro consegue manter as datas para terminar em pontos corridos?

A gente tem que ir analisando o cenário de duas em duas semanas para ver o que acontece. Não tem como preencher agora todas as lacunas de questionamento que existem agora.

Blog – Não adianta nem perguntar o que você acha de transformar parcialmente o Brasileirão em mata-mata.

Prass – Não dá, precisamos esperar para ver o que vai acontecer. Outro dia ouvi o presidente de um clube do Rio de Janeiro falando que por respeito aos clubes pequenos tem que terminar o Estadual. Sim, tem que acabar. Mas, e se não tiver data? Não é uma questão de querer prejudicar ou beneficiar alguém. É uma coisa que é matemática. Quando for liberado para voltarem os jogos, provavelmente ainda na volta sem público, vamos ter que sentar e analisar o campeonato.

Dá pra encaixar o Estadual, a Copa do Brasil, a Libertadores, o Brasileiro. Vamos ter que sentar e ver como vai ser.

Vai ser ruim pra todo mundo, pra televisão, pros clubes, pros jogadores, vai quebrar o calendário do ano, de repente férias… Mas não tem o que fazer. 

Blog – Acha que os jogadores estão organizados, unidos pra retomar essa discussão? Porque existe um problema histórico de união entre jogadores.

Prass – Não é nem questão de desunião, é questão de omissão, de comodismo. Não é querer desmerecer ninguém, mas quem vai decidir isso, quem tem voz ativa são os jogadores da primeira divisão que estão no topo da pirâmide. Isso a gente tem que saber. Porque são jogadores que têm maior poder de barganha, tem um posicionamento mais forte, mais condições de ponderar alguma coisa. Até porque o campeonato mais importante e mais lucrativo é o Brasileiro. Então, são jogadores que têm uma condição melhor, mas muitas vezes, por comodismo, não se preocupam em discutir, em debater muito.

Às vezes acontecem esses eventos, como essa pandemia e aí começa a se discutir um monte de coisa. Acho que a gente peca nisso aí. A gente precisa de uma pandemia dessas pra levantar alguns questionamentos no futebol brasileiro que já são de décadas.

A gente, não sei por qual motivo, não só jogadores, clubes, federações e até o governo mesmo nunca botou o dedo na ferida. Agora, por causa de uma pandemia, começam a discutir. A gente tinha que discutir isso mais profundamente em momentos de maior calmaria.

Blog – Colocar o dedo na ferida, você se refere principalmente a calendário?

Prass – A tudo. Todo mundo sabe que o futebol brasileiro é um produto subaproveitado, é nítido. Os caras buscam aqui os melhores jogadores, tem um campeonato muito equilibrado. Acho que é mal vendido, mal trabalhado. Os clubes são muito mal administrados, não têm um norte, um regulamento, um código de conduta que devem seguir, não tem o fair-play financeiro que na Europa já tem faz muito tempo.

Isso é impossível de se conceber. Estão pensando num modelo de fair-play. O Bom Senso FC levantou essa bola lá em 2013. E o Brasil não tem nada ainda, a gente vê cada barbaridade que é brincadeira.

Blog – Acha que o futebol brasileiro pode sair da pandemia mais preocupado com essas questões?

Prass – Não sei. Nessa primeira abordagem não vejo isso. Vejo os caras mais preocupados com o momento. Não tá errado também porque a emergência é agora. Tomara que surja uma semente de alguma coisa mais construtiva, mais duradoura. Não uma coisa só pra apagar incêndio.

Blog – Claro que todas as categorias são importantes, mas você acha que num momento de crise como o de agora, por causa da imagem de que jogador ganha bem, as autoridades acabam esquecendo dos jogadores desempregados, de jogadores que se aposentaram e enfrentam dificuldades financeiras… É uma categoria que fica meio esquecida?

Prass – Não é esquecida, não. Dá pra usar a palavra preconceito. Porque se cria esse estereótipo de jogador, que é o que tu vê na televisão. A televisão não passa a Série D do Campeonato Brasileiro. Tu pega a internet nas férias tem lá: ‘veja as férias dos jogadores, mas aparece só Neymar, Cristiano Ronaldo, Messi, Gabigol. Eles não mostram as férias do fulaninho que está na quinta divisão.

Isso contribui muito para formar o estereótipo do jogador. Aconteceu aqui no Estado do Ceará. O sindicato fez uma campanha pra doar cestas básicas pra ex-atletas e atletas que estão desempregados, e um dos atletas relatou que no bairro dele tinha tido uma distribuição de cestas básicas. Mas disseram que pra casa dele não precisava porque ele é jogador de futebol. Quer dizer, é uma visão distorcida. Se tu for ver por aí tem dados de quanto por cento dos jogadores ganham mais de dez salários mínimos. É um ponto alguma coisa por cento.

Prass – Como reverter isso?

Aí depende muito mais da própria mídia do que dos jogadores. Eu sempre brinquei, porque os caras não fazem um reality, um mês acompanhando a vida do Joãozinho que joga lá na série D para ver como ele faz desde o começo do ano, como ele faz a preparação dele, como ele faz pra pagar as contas, como é a vida dele. Porque do Cristiano Ronaldo, do Messi todo mundo já sabe.

Blog – No futebol cearense há jogadores que foram afetados pelos efeitos da pandemia?

Prass – Tem, sim. Tem jogadores que já foram dispensados pelos clubes. Jogadores que tinham contrato, mas os clubes rescindiram porque não tinham dinheiro para pagar. O cara tinha três meses de contrato e cumpriu só um mês e meio, o campeonato parou, aí o cara fica desempregado, não recebe. Já é corriqueiro no futebol brasileiro tu jogar e não receber. Numa situação econômica dessas, imagina, deve ter triplicado o número de casos.

Blog – Vocês estão fazendo alguma coisa para ajudar esses jogadores?

Prass – Através do sindicato, estamos fazendo na medida do possível, conforme o sindicato passa pra gente.

Opinião: Palmeiras x Ceará prova necessidade de mais transparência do VAR

Leia o post original por Perrone

Ao VAR não basta ser honesto, é preciso parecer honesto. A prova disso é o gol do Ceará anulado no segundo tempo contra o Palmeiras, que venceu por 1 a 0 neste sábado (2), pelo Brasileirão.

O lance em que foi anotado impedimento é extremamente difícil. A imagem disponível durante a transmissão deixa dúvidas. Daí vem a decisão do VAR e suas linhas computadorizadas. Você pensa: “bem, se a tecnologia está dizendo que houve impedimento deve ter havido”.

Ou seja, o recurso digital não foi capaz de esclarecer definitivamente o lance. Voltamos ao ponto zero. Dúvidas e polêmicas prevalecem, como acontecia nostempos de arbitragem a olho nu.

A culpa disso é a falta de transparência. Passou da hora de toda a comunicação entre a equipe do VAR e o árbitro de campo ser disponibilizada no estádio e na transmissão da TV.

O juiz também precisa anunciar oficialmente ao público por meio de um microfone o que está marcando ou anulando, como acontece em outros esportes. Isso mesmo nos lances sem utilização do VAR.

Se quer salvar a reputação do olho eletrônico no Brasileirão, a CBF precisa caminhar na direção da transparência.

Caso contrário continuaremos como antes, alimentando incertezas, revoltas e teorias da conspiração.

A diferença é que agora com uma perturbadora demora em cada lance checado pelo árbitro de vídeo.

A esperança é verde ou rubro-negra???

Leia o post original por Craque Neto 10

Fim de jogo no Allianz Parque. O Palmeiras sofreu – até jogou mal sendo bem crítico – mas venceu o Ceará por 1 a 0 e diminuiu a vantagem para o líder Flamengo. A distância que já foi de 10 pontos, hoje, ainda com os cariocas para jogar, caiu para apenas cinco pontos. Mas a …

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Opinião: falta mais preparo físico do que raça ao Corinthians

Leia o post original por Perrone

Depois da derrota por 2 a 0 para o Independiente del Valle, torcedores organizados do Corinthians cobraram raça do time. Estavam revoltados com a apatia do time no primeiro duelo com os equatorianos pelas semifinais da Sul-Americana. Pode até ser que tenha faltado garra, mas uma análise mais profunda aponta dificuldade maior do time em relação ao preparo físico.

O jogo da última quarta-feira (18), foi mais um em que os corintianos não tiveram velocidade para surpreender a defesa adversária e nem para impedir contra-ataques. Neste sábado, na vitória por 2 a 1 sobre o Bahia, na primeira metade do primeiro tempo os alvinegros sufocaram os baianos com avanços rápidos, triangulações e movimentações ofensivas em boa velocidade. Porém, o gol demorou a sair e os comandados de Carille diminuíram o ritmo. Não conseguiram mais atingir a mesma rapidez até o final da partida.

Sinal de desgaste físico maior foi dado no empate com o Ceará por 2 a 2, em jogo iniciado às 11h, após o alvinegro abrir dois gols de vantagem. A metade final da segunda etapa, quando os cearenses reagiram, foi constrangedora para os corintianos, pregados no campo de defesa em sua própria arena. Ninguém tinha fôlego para nada. Parecia até que o Corinthians jogava com um a menos, tal a concentração de jogadores na defesa. Nas vezes em que conseguiam atacar, os corintianos não acompanhavam os adversários ao perderem a bola. Mais inteiro fisicamente, o Ceará chegou ao empate.

A falta de gás torna o alvinegro uma presa fácil porque a equipe não consegue fazer as transições ofensivas e defensivas em alta velocidade. E impede que os jogadores se movimentem para dar opção de passe a quem está com a bola, o que é um dos maiores problemas do time, na opinião deste blogueiro. Sem movimentação, o time abusa de passes laterais ou para trás. Isso ficou evidente contra o Bahia, enquanto o jogo estava empatado em um gol em Itaquera. Os donos da casa trocavam inúteis passes laterais em linha no meio-campo, de uma extremidade à outra, sem progredir.

Cabe à comissão técnica detectar o motivo dessa falta de energia do time e atacar o problema. Os treinos físicos não estão sendo feitos de forma adequada ou os jogadores não estão se aplicando como deveriam nessa parte? Ou as duas coisas? As causas podem ser várias, mas o diagnóstico precisa ser feito rapidamente. Sem vigor físico, nenhum esquema tático vai funcionar. Não vai adiantar cobrar raça de quem não tem pernas para chegar na bola antes dos oponentes.

O inexplicável Fluminense

Leia o post original por Rica Perrone

Jogos de puro massacre. 200 chances de gol, 900 finalizações, euforia da torcida, e derrotas. A bola não entra. Troca-se o treinador. A torcida reclama. O futebol cai de produção consideravelmente. O rebaixamento bate à porta. No jogo seguinte, fora de casa, o Flu não pressiona, não joga daquela maneira que jogava e é, inclusive,…

O inexplicável Fluminense

Leia o post original por Rica Perrone

Jogos de puro massacre. 200 chances de gol, 900 finalizações, euforia da torcida, e derrotas. A bola não entra. Troca-se o treinador. A torcida reclama. O futebol cai de produção consideravelmente. O rebaixamento bate à porta. No jogo seguinte, fora de casa, o Flu não pressiona, não joga daquela maneira que jogava e é, inclusive,…

Queda do Palmeiras é normal, mas não hostilidade de grupo de torcedores

Leia o post original por Perrone

Absolutamente normal a queda de desempenho que o Palmeiras apresenta neste momento. É previsível até. Praticamente todos os últimos campeões brasileiros passaram por isso durante a temporada, sempre desgastante.

O que não é normal é torcedor hostilizar seu time apesar de ele liderar o Brasileirão, até então de forma invicta.

Não é possível afirmar que o nervosismo da equipe de Felipão na derrota por 2 a 0 para o Ceará neste sábado (20) tenha a ver com o protesto de alguns torcedores na porta do hotel em Fortaleza. Mas, diante do resultado do jogo, dá pra cravar que a pressão em nada ajudou.

Graças à ação hostil de alguns membros de Mancha Alviverde, Scolari ganhou um problema a mais. Além de corrigir o time em campo, tem que blindar emocionalmente os jogadores da pressão de torcedores. Vale lembrar que o Palmeiras já teve até ônibus apedrejado por sua torcida. Ou seja, é natural que atletas fiquem com medo que possa acontecer depois do fracasso em Fortaleza.

Perceba o absurdo, estamos falando do líder do Brasileirão e um dos candidatos ao título da Libertadores. Não há motivo para desespero do torcedor alviverde.

Até porque os problemas são tão claros que Felipão não deve sofrer pra acabar com eles.

Resumidamente, falhas de posicionamento na marcação, erros nas finalizações e  algumas atualizações individuais fracas, como as de Lucas Lima e Deyverson são as causas da queda de rendimento. Nada difícil de resolver, diferentemente de lidar com ações hostis de torcedores.

Acabou a magia do líder? E aí ‘Mamãe’???

Leia o post original por Craque Neto 10

Alguém aí viu o jogo entre Ceará e Palmeiras no Castelão? Que vergonha, hein? O Felipão lançou a campo seus titulares e deu branco nos caras. Não viram a cor da bola e levaram um vareio monstruoso do Vovô, que merecidamente construiu a vitória por 2 a 0 e DESTRUÍRAM com a invencibilidade alviverde. Sinceramente queria entender o que aconteceu com o tão poderoso líder do Brasileirão? Aquela equipe milionária, tão exaltada, que não perdia de ninguém e nem sequer levava gol. Só consigo enxergar que é puro psicológico, ou em outras palavras, aquela baita ‘PIPOCADA’ né? Poxa, descansaram e […]