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São Paulo passa sufoco contra modesto Cesar Vallejo

Leia o post original por Fernando Sampaio

rogerioFaltou inteligência.

Normal pela característica do elenco.

Faltou experiência.

Normal pela característica do elenco.

Faltou tranquilidade.

Anormal, apesar das características acima, não precisava.

O São Paulo entrou muito nervoso, continuou nervoso, sem criatividade, sem tranquilidade, a torcida foi pegando no pé, deixando o time ainda mais nervoso. Os jogadores do modesto time peruano conseguiram irritar os brasileiros. Calleri não caiu na onda, pelo contrário, malandro, no final ainda deixou todos os peruanos malucos.

Se o time cai na provocação do Cesar Vallejo imagine quando enfrentar cachorro grande.

E o 0x0 classificava, imagine se tivesse perdido lá !!!

Primeiro tempo foi sofrível.

Centurion é assombrosamente burro.

Será que Rogério precisa falar espanhol para ser titular?

Bauza não mexeu no intervalo. Não entendi, o time estava mal em campo.

A primeira grande oportunidade veio no pênalti, inexistente. Ganso se atirou na área e o fraquinho árbitro uruguaio marcou. Michel Bastos perdeu. Justo. Depois do pênalti desperdiçado o jogo ficou tenso. O Cesar Vallejo não tinha nada a perder, bastava um gol. A torcida sentia frio na barriga. Faltando dez minutos a torcida acordou e começou a fazer a diferença.

Incrível como a torcida do São Paulo não ajuda.

Quando resolveu levantar, cantar, apoiar, aplaudir, o time ganhou confiança, cresceu, perdeu o medo de errar, de ser vaiado, arriscou mais, se entregou mais, mandou duas na trave, o goleiro peruano começou a trabalhar, no final Rogério decidiu. O atacante, pedido durante toda a partida pela torcida, entrou e decidiu.

O São Paulo venceu mas não convenceu.

 

Vaga. E o São Paulo tira peso das costas

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, parecia que o São Paulo passaria como trator em cima do Cesar Vallejo, um patinho feio na fase preliminar da Libertadores. Parecia. O time peruano, mesmo fraco de doer,  resistiu e só entregou os pontos no final, ao levar o gol de Rogério que definiu a briga por vaga na fase de grupos. Vitória tricolor por 1 a 0, peso das costas tirado, missão cumprida e ano que começa bem.

Missão cumprida neste momento. Mas há o que melhorar – e muito. O São Paulo de Edgardo Bauza não está pronto, e não seria diferente, já que se trata apenas de início de trabalho. As falhas são semelhantes às de equipes do nível dele. A diferença estava no fato de que enfrentou dois jogos decisivos, e em ambos teve dificuldades. Tanto no 1 a 1 no Peru quanto no 1 a 0 no Pacaembu.

O São Paulo oscilou, assim como havia ocorridos há uma semana. Alternou fases de pressão, de chutes a gol, de bolas na trave, com períodos de apatia, de erros de passes, com espaços para os adversários. A sorte, se se pode usar a palavra (não gosto muito dela), é que o Cesar  Vallejo é feio, ruim demais.

Mesmo se ficasse cinco dias jogando, e contra meio time tricolor, não faria gol. Não teve uma chance clara, apostou tudo na tática manjada de segurar-se atrás e torcer por um contragolpe.  Que não veio, nem viria, porque é limitado, medroso. Um horror! Seria uma zebra descomunal  se seguisse adiante.

Bauza recorreu a Calleri em cima da hora, por indisposição de Kardec. O atacante argentino desta vez não brilhou, como na estreia, e recebeu poucas bolas em condições de definir.  O meio-campo vacilou, falta coordenar melhor as alternâncias de Ganso e Michel Bastos (apagado nesta quarta e ainda perdeu um pênalti). A defesa tem melhorado, como é desejo de Bauza.

Não se pode negar que, ao menos nos jogos com o Cesar Vallejo, brilhou a estrela do treinador. No primeiro jogo, colocou Calleri em campo e este fez o gol de empate. Desta vez, chamou Rogério (que não estava nem relacionado) para entrar no lugar de Ganso, e dos pés dele saiu o gol decisivo. É bom que isso aconteça.  Melhor, ainda, quando os resultados são consequência de desempenho firme.

Abre-se nova etapa para o São Paulo – ampla, com desafios internacionais, com a esperança do quarto título continental.  Então, que se aproveite o astral pra cima e o time cresça.

 

A “quase” tragédia

Leia o post original por Rica Perrone

Não me diga que não pensou.  Todo saopaulino vivo olhou pro cronômetro da TV aos 35 do segundo tempo e pensou: “Puta que pariu, eles vão achar um gol no contra-ataque…”. E não há nada de errado em pensar isso. Errado estava eu quando há uma semana ignorei o fato de ser uma Libertadores e …

Calleri estréia bem. É o novo nome do gol, é o pé que balança a rede do tricolor

Leia o post original por Quartarollo

Jonathan Calleri veio com fama de artilheiro e confirmou já na primeira vez no São Paulo F.C.

Entrou no segundo tempo e empatou o jogo com o fraco César Vallejo, em Trujillo, no Peru, 1 x 1.

Colocou o tricolor de volta na disputa, se bem que a derrota por 1 x 0 também não seria irreversível para a quarta-feira de cinzas, no Pacaembu, porque o Morumbi está em obras.

Calleri mostrou que é do ramo ao dominar uma bola que no começo da jogada era mais do zagueiro que dele, e além de tirar bem o defensor, teve clarividência ao tocar por cima do goleiro. Coisa de atacante que sabe o que faz dentro da área.

Tomara continue assim. É o novo nome do gol, é o pé que balança a rede no São Paulo. Encantou na estréia, vamos ver a sequência agora.

Bauza estava precisando de uma referência como essa e quem deve dançar no time titular é Alan Kardec que é mais segundo que primeiro atacante.

A favor de Kardec, além de ser querido no elenco e ter bom futebol, ontem enquanto esteve em campo ajudou bastante e até fez um gol no primeiro tempo, mal anulado pelo árbitro Roddy Zambrano, do Equador, que pareceu um pouco perdido em campo.

É aquela situação que o tira-teima pode ajudar, mas como exigir que na pequena Trujillo, num estádio acanhado como aquele tenha tanta parafernália eletrônica para ajudar o árbitro.

Nessa hora vai no olhômetro mesmo e sendo justo também, era mais lance do bandeira do que do árbitro.

Para mim o São Paulo não terá nenhuma dificuldade em vencer o César Vallejo na volta e se classificar para integrar o Grupo 1 ao lado de River Plate, atual campeão; The Strongest, da Bolívia, e Trujillanos, da Venezuela.

Primeiro jogo na fase de grupos está marcado para o dia 17 próximo e se o São Paulo confirmar passagem enfrentará o Strongest, aqui na capital paulista.

Ah, o César Vallejo não conseguiu ser o Tolima do São Paulo. Assustou um pouquinho com um golaço no primeiro tempo e depois só não perdeu porque as traves, a arbitragem e o goleiro Libman não deixaram.

São Paulo merecia ter vencido e liquidado a fatura já no jogo de ida.

Quem és tu, César Vallejo?

Leia o post original por Rica Perrone

Não, não vou perder tempo explicando a origem, quem inspirou o nome, as cores, etc.  Quero falar de resultados recentes para que o SPFC saiba o que esperar amanhã, quarta-feira, no Peru. O César Vallejo jogou 25 partidas em casa em 2015 e venceu 19. Perdeu apenas 3 vezes, o que indica alguma força dentro de …

Paulista vai apresentar um São Paulo mais defensivo e um Santos atacando de novo

Leia o post original por Quartarollo

Campeonato Paulista começa hoje para dois grandes do futebol paulista.

Santos recebe o São Bernardo, na Vila Belmiro, e o tricolor joga no estádio da Ponte Preta, em Campinas, mas contra o Red Bull, que manda seus jogos no Moisés Lucarelli.

O Santos praticamente manteve a base do ano passado quando foi campeão paulista.

Perdeu Marquinhos Gabriel, que só se firmou no segundo semestre tornando-se titular no lugar de Geovânio, que também saiu.

Em relação ao Paulista-2015 também não tem pelo menos por enquanto Robinho, mas poderá tê-lo novamente a qualquer momento.

O Santos é um time com DNA ofensivo e pelo jeito vai continuar assim. Dorival Júnior começa o ano a frente da equipe, o que é muito bom para o clube e para o treinador.

Santos pelo retrospecto pode ser considerado um dos favoritos ao título, não o favorito total.

Já o São Paulo sofreu demais na temporada passada. Teve séria crise administrativa, financeira e repercutiu no campo também.

Mudou de técnico, trouxe Juan Carlos Osório, que era ofensivo demais, queria um Barcelona com jogadores que o Barcelona não tem, passou por Doriva que foi queimado rapidamente sem chance de defesa e terminou como sempre nas mãos do bom Milton Cruz, que volta a ser fritado no tricolor apesar dos bons trabalhos realizados.

Foi com ele que o time se classificou para a Libertadores e também tomou 6 x 1 do time reserva do Corinthians, o que abalou muita gente no Morumbi.

Com o argentino Bauza, a equipe tende a ser mais defensiva. Ele é copeiro, mas não ataca muito, não.

Ganhar de 1 x 0 já é suficiente. O São Paulo será um time mais cuidadoso com esse treinador.

Além disso tem a Libertadores na fase preliminar para pensar e já começa na próxima quarta-feira contra o César Vallejo fora de casa.

Nesse mata-mata o tricolor é favorito, mas a zebra sempre ronda a pré-Libertadores. Que o diga o Corinthians.

No Paulista, o São Paulo tem condições de brigar pelo título. Acho que os quatro grandes neste início tem as mesmas condições.

Vai depender muito do que Palmeiras, Corinthians e São Paulo fizeram também na Libertadores.

Talvez seja a vantagem do Santos que só tem o Paulista para jogar e não terá viagens para fora do país em meio a disputa.

Que seja um bom Campeonato. O Paulista ainda é o único estadual que se salva no país.