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São Paulo atropela Corinthians no Morumbi

Leia o post original por Fernando Sampaio

São Paulo atropela Corinthians no Morumbi

O São Paulo mereceu a vitória.

Foi um baile.

O Corinthians ficou na roda.

O Tricolor começou melhor, atacando. Aos 12′ pênalti. Olhei o lance várias vezes. Embora confuso, eu marcaria pênalti. Houve toque do Fágner. Kelvin encena, é verdade. Mas se fosse fora da área não haveria discussão. Dentro é mais grave. Virou gol. Fez diferença. Não é lance 100%. Respeito quem não viu como pênalti.

O pior da arbitragem foi a parte disciplinar. Marco Polo Del Nero já está deixando sua marca. Vai acabar com a arbitragem na CBF como fez na FPF. A escala do Claudio Francisco Lima e Silva no clássico foi sacanagem.

Depois do gol o Corinthians saiu e o São Paulo ficou com o contra ataque. Chavez teve uma boa oportunidade. Neres e Kelvin marcaram bem os laterais adversários. Só no final do primeiro tempo o Timão chegou, e chegou duas vezes com muito perigo pelo lado do Bufarini. O argentino estava nervoso, sem ritmo, virou avenida.

E pensar que tinha corneta culpando Gomes por não tê-lo escalado em Minas. Ficou provado que o argentino, voltando de contusão, não deveria ter sido escalado contra o América-MG. Ali o problema foi outro: Finalização.

No segundo tempo achei que o Corinthians daria trabalho. Nada disso. Aos 15′ David Neres marcou o segundo. Daí em diante ficou fácil. Até Chavez e Luis Araújo conseguiram fazer gol. Cueva deitou e rolou, foi o melhor em campo.

Fico imaginando se o torcedor corintiano também culpa o treinador. Osvaldo Oliveira não é meu número 1, assim como Ricardo Gomes, mas o elenco do Corinthians também é mais fraco que o treinador. Tite não faria milagre. Cristóvão não foi boa escolha mas também é injusto avalia-lo sem considerar a fragilidade técnica do elenco.

Corinthians e São Paulo estão fazendo um Brasileiro no nível dos seus elencos.

Jamais estariam no G-4 com Mourinho, Tite, Rinus Mitchel, Telê….

Técnico não é Mister M.

 

Que surra do São Paulo!

Leia o post original por Antero Greco

Clássico é clássico e vice-versa reza a tradição de obviedades do futebol. Quando dois times de porte se enfrentam, imagina-se equilíbrio de forças e placar apertado.

Nem sempre, como se viu, no início da noite deste sábado, no Morumbi. O São Paulo deu uma atropelada no Corinthians, lascou 4 a 0, com direito a “olé!” merecido por parte da torcida (única, bom frisar).

Era o desempenho que faltava para a turma tricolor respirar aliviada e dar um bico definitivo em qualquer ameaça de rebaixamento. O sufoco no ano foi de lascar, mas agora dá para pensar direito como não fazer bobagens em 2017. Um placar desse quilate, diante de rival histórico, serve para animar o que resta da temporada e planejar direito o futuro. Sem os furos atuais.

O Corinthians? Bem, o campeão do ano passado atravessa período conturbado, estranho, de transição. Desmontou um grupo vencedor, perdeu o técnico no meio do caminho, trocou de comando algumas vezes e tomou o ponto de interrogação que o São Paulo carregava. Ponto de interrogação que recai sobre diversos jogadores e, por que não?, também sobre Osvaldo de Oliveira. Sim, senhor, quem garante que ele fica para 2017? Já sentiu o peso das cobranças após o jogo…

Jogo que foi dominado pelos tricolores, do início ao fim. O Corinthians não teve pernas, espaço, fôlego, criatividade, coragem para driblar o cerco. Denis praticamente assistiu ao clássico de local privilegiado. Desta vez, não tomou sustos nem gols. Deve até ter sentido o frio esquisito que há sobre a cidade.

O São Paulo fez, talvez, a melhor apresentação no Brasileiro. Talvez, não, certamente. Tudo deu certo, da escalação inicial às substituições. Até as chances que apareceram foram praticamente todas aproveitadas.

Pode-se discutir o lance do pênalti que resultou no primeiro gol, marcado por Cueva. Confesso que não me convenci totalmente. Mas, independentemente disso, o São Paulo jogou muito mais. Na verdade, jogou, enquanto o Corinthians apenas esteve em campo.

Por isso, os demais gols – feitos por David Neres, Chavez e Luiz Araújo – vieram com naturalidade, no segundo tempo. Fora o baile.

Noite para não esquecer, de um lado; para riscar do mapa, do outro.

 

A virada do SP contra o Flu é de time que não cai

Leia o post original por Antero Greco

O São Paulo foi um marasmo no primeiro tempo do jogo com o Fluminense. Levou 1 a 0, de pênalti sofrido e marcado por Wellington,  e tinha tudo para manter a sina das últimas rodadas, ou seja, futebol fraco, decepção e perigo de rebaixamento. Estava na beira do G-4, pronto para juntar-se ao bloco dos desesperados.

Enfim, um horror.

A sorte mudou na segunda fase do clássico tricolor disputado em Edson Passos. A rapaziada de Ricardo Gomes acordou de sono profundo, percebeu que não havia saída senão a de ir pra cima. E se deu bem, pois Thiago Mendes aos 26 e Rodrigo Caio aos 36 viraram o placar e garantiram vitória até então improvável. E, o mais importante: o São Paulo ficou mais próximo do terceiro gol do que o Flu do empate.

Para a reviravolta contribuíram a mudança de postura dos atletas e as mexidas de Ricardo. Ele foi para o tudo ou nada, quando colocou Kelvin no lugar de Buffarini, o jovem David Neves na vaga de Robson e sobretudo ao mandar Pedro em campo e ao tirar Chavez. O argentino saiu bufando, mas verdade seja dita: ele não tem jogado bem. Depois de início espetacular no clube, caiu na vala comum. É mais um no grupo.

O Fluminense desmoronou de um tempo para outro, como ocorreu em outras ocasiões, em tropeços recentes. A equipe atenta e rápida no contragolpe foi engolida pela lentidão. E, mais uma vez, por falhas no setor defensivo, o miolo da zaga especialmente. Por isso, há três rodadas só perde e empacou, na porta de entrada do G-6.

A vitória levou o São Paulo a 39 pontos ganhos e à 12.ª colocação. Foi simbólica por mostrar que, apesar das lambanças e da inconstância, esse time vai se salvar. O São Paulo não cai. (Cruze os dedos, são-paulino, e acenda umas velas…)

 

 

O cheiro e os fatos

Leia o post original por Rica Perrone

É bem verdade que o Flamengo faz uma campanha quase “milagrosa” sem estádio, viajando toda rodada (milhares de km a mais que os outros) e estando regularmente em segundo até aqui.  O cheirinho, de fato, existe. Mas também é verdade que ganhar do São Paulo no Morumbi jamais será algo comum. O empate lá, portanto, …

São Paulo e a vitória para iniciar a reviravolta

Leia o post original por Antero Greco

“O São Paulo ganhou de ninguém.” Li tal tipo de comentário em redes sociais, ainda durante o jogo com o Figueirense, disputado na manhã deste domingo, no Morumbi.

Observação com indisfarçável tom provocativo, a ser desprezada. Tem importância relativa a qualidade do adversário. O que valeu foi a postura da rapaziada de Ricardo Gomes, nos 3 a 1, que encerram sequência de cinco partidas sem o gostinho da comemoração.

Os são-paulinos jogaram bem, tiveram iniciativa, pressionaram, tiveram o controle de bola, criaram chances de gol. Mandaram do começo ao fim, não foram incomodados em nenhum momento. Não correram riscos. Enfim, seguiram o figurino que se espera de equipe disposta a vencer. E, no caso, a fugir da zona de degola.

Pois o fundamental era iniciar uma reviravolta, e o duelo com o Figueirense pode representar o marco divisório numa temporada ruim na Série A. Ricardo Gomes fez algumas mexidas na equipe – as principais delas a escalação de Matheus Reis na esquerda, Wesley e Cuevas no meio, nos lugares de João Schmidt e Luís Araújo. De novo, Kelvin e Chavez mais à frente.

Desde o apito inicial, ficou clara a disposição tricolor para encurralar o Figueira. Até os 25 minutos, parecia jogo de uma equipe apenas, com direito a defesas de Gatito Fernandez e bola na trave. Os catarinenses só testaram uma vez os (bons) reflexos de Denis. De tanto insistir, veio a vantagem, com Chavez aos 30 minutos. Gol de alívio, para tirar a inhaca que ronda o grupo.

O Figueirense esboçou reagir na segunda etapa, mas ficou só na intenção. Cueva aumentou, aos 20, depois de chutar pênalti que Gatito defendeu num primeiro instante, mas não conseguiu pegar o rebote. O terceiro, de Kelvin,  aos 27, estabeleceu o nocaute. Carlos Alberto, de pênalti aos 42, diminuiu, enquanto a torcida gritava “Olé!”.

O São Paulo cumpriu com a obrigação, saiu-se bem numa disputa de “seis pontos” (com adversário na zona de degola) e melhora na classificação. Falta, agora, ter sequência positiva, para mandar para o espaço qualquer indício de risco de Série B. E, desde já, deve iniciar o planejamento para um 2017 mais saudável e menos tenso.

O Figueira… tem de precaver-se, porque o rebaixamento é risco real.

Com argentinos chegando, o São Paulo se torna um dos favoritos ao título do Brasileirão? E o que esperar de Diego no Fla?

Leia o post original por Milton Neves

reforcos

O São Paulo não demorou a buscar reforços após perder os importantes Ganso, Calleri e Kardec na última semana.

Na noite da última terça-feira (19), o Tricolor anunciou em seu site oficial a contratação do atacante argentino Andrés Chávez, do Boca Juniors.

E agora, o clube do Morumbi aguarda apenas o aval da Fifa para confirmar a chegada do também argentino Julio Buffarini, que joga como lateral-direito e como volante.

Com essas reposições e com as atenções voltadas somente ao Brasileirão, será que o São Paulo terá forças para brigar com o Palmeiras pelo título?

Vale lembrar que, ainda sem esses reforços, o Tricolor teve belíssima atuação no Majestoso, mesmo jogando fora de casa e logo depois do duro golpe que foi a queda da Libertadores.

E o Diego, hein?

Depois de 12 anos de sua ida para a Europa, o meia está de volta ao futebol brasileiro.

Mas o que esperar do ex-parceiro de Robinho, que não conseguiu se destacar em seus últimos clubes?

Será ele mais um caso de bananeira que já deu cacho?

Ou o meia ainda tem lenha para queimar no Rubro-Negro?

Opine!