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O óbvio improvável

Leia o post original por Rica Perrone

O Flamengo é o único caso no planeta onde todo mundo sabe que é óbvio um comportamento desde que ele não não seja o mais provável. Explico. Ao viajar pro Equador era certo o favoritismo. O bom rubro-negro sabia: “vai dar merda”. Ao perder por 2×0 lá, perder Diego e não ter Arrascaeta e Everton…

Peñarol 0x0 Flamengo: Hoje ela não puniu

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O Flamengo segue jogando a Libertadores com a mesma habilidade que o Pará domina um lançamento.  Ele pede, flerta com a eliminação e chega a insistir quando ela o rejeita. Hoje ela conseguiu dizer não. Não porque jogou mal. Ao contrário, foi melhor que o Peñarol lá e deveria ter ganhado o jogo pelas chances…

O Vasco é melhor perdendo

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Existem times de futebol com vocação pra fazer gols, outros com vocação pra defender. Mas tem times que se forçam a um dos dois sem o menor sentido técnico e acabam atrapalhando sua natureza. O Vasco joga um bom futebol quando perdendo ou até empatando. Basicamente precisando fazer gols. Quando não precisa parece que a…

Vocês sabem como é

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Parece obrigação, mas não é. O campeonato mais difícil do mundo não pode ter sua análise a palavra “obrigação”, e se existe um clube que pode exemplificar isso com sua própria história é o Atlético em sua conquista da América. Poderia ser mais fácil aqui. Mas também poderia ser bem mais complicado lá. Esperar que…

E o destino?

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“Destino, porque fazes assim? Tenha pena de mim, veja bem não mereço sofrer…”

Aos 31 anos, após amassar a bola em boa parte da carreira de empréstimos, o pra muitos “imprestável” viveu o dia em que tudo valeu a pena.

O futebol pode ser cruel por uma vida com você, mas um dia, pelo menos uma vez, ele te devolverá com juros e correção tudo que você passou numa emoção sem igual.

Hoje foi o dia do Fabrício entender a lógica que havia nisso tudo. O Fluminense virou, teve o contra-ataque aberto e é sua melhor arma. O Vasco tinha que fazer dois. O Maracanã assistia a uma contundente classificação tricolor em mais uma má atuação do lateral.

Paulinho e seu talento raro empatam o jogo. E aos 50, num acréscimo justo mas que será o “porem” do lado de lá do dia seguinte, a bola sobra pra ele fazer o gol da sua vida.

O campeonato carioca está uma merda. Vide o público de um jogão desses. Mas ainda que mal organizado, estupido e sem credibilidade pelos seus dirigentes, quando duas camisas dessas se enfrentam valendo uma vaga o que menos importa é a vaga.

Em campo o time da virada. Lá em cima o time do amor.  Como parece ser a sina vascaína em 2018, no ultimo minuto, Como na eleição, na altitude, e agora no estadual.

Cuidado, Fogão. Se quiser o título, marques-os até o final.

abs,
RicaPerrone

Grande quando quer

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Você pode acreditar ou não, mas eu levo comigo a certeza de que no vestiário antes do jogo você sabe o que vai levar pro campo. Não me refiro a jogadores, mas sim ao espirito. E também não falo de luta e garra. Falo de postura.

Time grande ganha quando se sente grande. Time pequeno quando assume que é pequeno. Nunca vi time pequeno achando que é grande dar certo, nem time grande se manter bem com pensamento pequeno.

O Botafogo apanhou na Guabanara feito um time pequeno. Revoltante, de dar dó até. Aí numa semifinal o Botafogo entra em campo de outra maneira. Olhando reto, não pra cima. Peitando, dividindo, não se sentindo inferior nem mesmo olhando pra arquibancada.

E o Flamengo de milhões é quem assiste.

Time grande faz gol e debocha. Time grande ganha jogo difícil. Time grande dá troco em campo e não em nota oficial. Time grande não faz birra, faz gols.  Time grande não tem medo de cara feia.

O Botafogo ontem foi grande. Se fosse assim sempre, ainda maior seria. Que o espírito Loco Abreu permaneça nesse time que as vezes esquece a camisa que está usando.

abs,
RicaPerrone