Arquivo da categoria: Clubes

É muito mais sério que futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Enquanto discutimos se a Conmebol está certa ou não, se Boca ou River merecem ganhar no tapetão, fugimos da única discussão que realmente deveríamos ter nesse momento: É um direito do estado “arregar” para os bandidos? Sim, é isso que está acontecendo. Aqui também acontece há anos, toda semana. O problema aconteceu a 3 quadras …

Mídia segue o mico de tentar conscientizar bandido

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Mais uma vez marginais usaram o pretexto do futebol para brigar e destruir coisas num estádio.  Universo paralelo as leis do país, ninguém será punido individualmente porque para a polícia e para a mídia “a torcida do ….”  é que brigou. Enquanto não individualizarem os marginais e punirem será sempre rotulado como “a torcida do…” …

Flamengo segue liderando o ranking digital

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O Ranking atualizado do mês de novembro mantém o Flamengo no topo e tem como única grande curiosidade o Botafogo ser o único dos 12 grandes que não está no “top 13”. O “top 13” existe em virtude do acidente da Chapecoense, onde o mundo todo passou a seguir o clube nas redes sociais. Sport…

Com Bolsonaro, times devem ser pouco ouvidos e ter saia justa com torcidas

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Pouca representatividade no Governo Federal e uma saia justa com torcidas organizadas. Em primeira análise, esse é o cenário desenhado para os clubes brasileiros especializados no futebol com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição presidencial brasileira.

Em seu programa do governo, o agora presidente eleito não listou propostas para o futebol. Ele deve incluir o Ministério do Esporte no programa de fusões ministeriais. A tendência é de que a pasta se junte a outras como Educação e Cultura.

A fusão por si só já demonstra que o futebol não terá a relevância dos tempos de Lula e Dilma Rousseff. Por conta da realização da Copa do Mundo, a modalidade ganhou destaque no Governo Federal.

Aldo Rebelo e Orlando Silva, ex-ministros do Esporte no governo petista, mantinham linha direta com dirigentes de clubes brasileiros. Costumavam frequentar os eventos promovidos pelas agremiações. Também sustentavam diálogo com a CBF. Não há expectativa de relação tão estreita agora.

Em termos comparativos, o candidato petista Fernando Haddad planejava liderar a discussão por um calendário unificado para o futebol brasileiro que contemplasse as necessidades dos clubes que não fazem parte das Séries A, B e C.

Em resposta à pergunta feita pelo blog, ainda durante a disputa eleitoral, a assessoria de imprensa da campanha de Haddad afirmou que o futebol seria a grande prioridade do governo em termos de esporte. E que lançaria o Programa de Gestão do Futebol. Por meio dele, o BNDES liberaria recursos para as agremiações que cumprissem metas de eficiência e sustentabilidade financeira, transparência, mecanismos de participação de sócios e torcedores e compromisso social. Os clubes deveriam exigir que entidades de administração, como a CBF, seguissem as regras do programa.

O blog tentou contato pelo canal de comunicação da campanha de Bolsonaro disponível em seu site para falar sobre o mesmo tema, mas não obteve resposta.

Torcidas organizadas

Uma situação delicada que o novo governo deve criar para os dirigentes é a relação com as uniformizadas. Major Olímpio, senador eleito pelo partido de Bolsonaro em São Paulo, pretende extinguir as organizadas.

E elas têm histórico de pressão sobre as diretorias da maioria dos clubes brasileiros. Ou seja, devem pressionar os dirigentes de seus clubes para ajudar a combater a proposta do senador eleito.

Como deputado federal, Olímpio já apresentou projeto para a extinção dessas instituições. No momento, ele aguarda análise na  Comissão de Esporte da Câmara.

Mas o simples fechamento das organizadas foi considerado como ato que fere a constituição no que diz respeito à liberdade de associação. Esse foi o entendimento de deputado federal Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), relator do projeto na Comissão de Segurança Pública e Combate ao crime de organizado.

Ele sugeriu e a comissão aprovou a substituição da redação que previa o fim das torcidas apenas pela volta de um artigo no estatuto do torcedor que havia sido revogado e que facilita punições individuais aos torcedores violentos independentemente de eventuais penalidades às suas torcidas.

Como Major Olímpio é um dos principais apoiadores de Bolsonaro, esse tema deve ser o primeiro ligado ao futebol levantado pelo novo governo.

Assim, a previsão é de uma situação nada confortável para os dirigentes de clubes a partir da posse de Bolsonaro.

Eleição marca falta de engajamento de dirigentes e jogadores

Leia o post original por Perrone

A eleição presidencial no Brasil, que tem hoje seu segundo turno, marcou a falta de engajamento político de dirigentes de clubes e de seus jogadores.

Durante todo o processo, praticamente não houve debate entre as agremiações e também entre jogadores sobre o candidato que melhor pudesse representar seus interesses.

Foram apenas manifestações pontuais e na maioria das vezes superficiais, como as declarações de voto em Jair Bolsonaro feitas por Felipe Melo, Lucas Moura e Jadson.

Um caso emblemático é o de Mário Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR. O cartola fez campanha por Bolsonaro e estimulou o clube a realizar ações que remetiam ao candidato do PSL. Porém, procurado pelo blog para falar sobre se conhecia as propostas do deputado federal para o futebol, o dirigente disse que não falaria sobre o assunto.

Apesar de existirem temas a serem discutido na esfera do Governo Federal, não houve mobilização dos clubes e de jogadores sobre suas necessidades.

Tópicos como qual o posicionamento de  Bolsonaro e Fernando Haddad a respeito das questões trabalhistas envolvendo jogadores e clubes não foram levantadas.

Outros agentes da sociedade reviraram intensamente o caldeirão político em busca de respostas para suas demandas, como artistas, universitários e torcidas organizadas. Mas os envolvidos diretamente com o futebol brasileiro seguiram superficiais ou alienados.

CBF e federações, que poderiam ter convidado os candidatos para falar sobre o que pensam para o futebol e ouvir seus anseios, não o fizeram.

Com esse distanciamento político, o futebol brasileiro perdeu a chance de debater, reivindicar e se posicionar.

Sim, é só o Grêmio

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Quando o futebol brasileiro parou para a Copa pensamos: “um mes pra treinar, era tudo que os treinadores pediam! Os times vão voltar em outro nível”. E é hora de dizer que não. Que os treinadores brasileiros em sua enorme maioria não conseguiram melhorar quase nada os seus times. E embora alguns resultados mudassem, o…

Não é política. É burrice.

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Talvez eu seja a pessoa na mídia que menos cobre a CBF exatamente por entender que ela nada mais é do que a opção dos clubes e federações em não se unirem por algo melhor. Continuo achando. E mesmo entendendo que, por exemplo, a seleção é super bem administrada e que a CBF com todos…

Se tivéssemos “donos”…

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Já imaginou se o seu clube fosse vendido a alguém?  Odiava essa idéia e já escrevi sobre algumas vezes, até rodar clubes, países, conhecer as mais diversas pessoas do futebol e entender que é exatamente isso que nos distancia de um futebol mais sério e profissional. Talvez você não queira deixar de ter os “poderes”…