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Os “meninos “ podem ser a solução para muitos times .

Leia o post original por Nilson Cesar

Os clubes me parece que estão acordando . Palmeiras , Corinthians e outros estão colocando os garotos como titulares, e os meninos correspondendo . Tem muito jogador acomodado , vivendo de nome e do passado. Caras que ganham fortunas e não jogam nada. Investir na base é inteligente . E fica o recado para os caras encostados. Eles irão perder cada vez mais espaço . Não cabe mais em nenhuma empresa…

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‘Grupo dos 8’ vê maior independência em relação à CBF e TV com MP e união

Leia o post original por Perrone

Ao menos parte dos dirigentes de clubes que integram o bloco de oito times que se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro na última terça (30) avalia que a MP 984 combinada com a união dessas agremiações dará a elas mais independência em relação à CBF e a emissoras de TV, em especial a Globo. No grupo que foi para Brasília estão Internacional, Coritiba, Athletico, Palmeiras, Santos, Bahia, Ceará e Fortaleza. Todos assinaram contratos para transmissão de seus jogos no Brasileirão em canal fechado com a Turner e agora brigam com a emissora. A empresa acusa cartolas de descumprirem uma série de cláusulas contratuais. Eles rechaçam a tese, e acreditam que a companhia esteja em busca de um pretexto para rescindir os acordos sem arcar com uma multa bilionária, algo que a empresa nega.

Historicamente, os clubes brasileiros dependem de antecipações dos contratos de TV, quase sempre com a Globo, e de cotas antecipadas por CBF e federações. Nesse cenário, cartolas entendem que agremiações ficaram amarradas, sem poder explorar o potencial comercial que aumentou com o rápido surgimento de novas plataformas digitais.

A partir da MP, que dá ao mandante o direito de comercializar os direitos de transmissão dos jogos, pelo menos uma parcela dos dirigentes do grupo de oito clubes que assinou com a Turner entende que as agremiações ganharam liberdade, agilidade e, o mais importante, poder de negociação. Ficou mais fácil vender os direitos, já que não é preciso autorização do adversário como antes da MP, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Nesse cenário eles têm mais opções do que dizer sim ou não para a proposta da Globo, que normalmente fechava com uma série de clubes e pressionava quem estava fora do bolo e que não podia negociar jogos que com adversários “globais”.

Agora cada time pode fazer o que bem entender. Porém, o que os representantes dos oito clubes desafetos da Turner mostraram a Bolsonaro é que estão e pretendem ficar unidos. Já usam os mesmos advogados e assessores de imprensa, por exemplo. Acreditam que a liberdade dada pela MP associada à união organizada os fortalece. O discurso não vale apenas para questões comerciais. O empoderamento do bloco é visto como importante, por exemplo, para debater calendário com a CBF e federações.

“O que nos uniu inicialmente foi a dor, o problema com a Turner. A gente vem conversando desde abril. E a gente percebeu, enquanto grupo, que coletivamente a gente consegue brigar mais forte, consegue mais resultados. Vou dar o meu exemplo pessoal. No ano passado, fiquei brigando sozinho com a Turner e não tive resultado tão expressivo. Agora, coletivamente, a gente sente que as portas se abrem mais, as pessoas escutam mais. Nesse grupo, a gente está falando aproximadamente de 40 milhões de torcedores. Então, tem um peso maior. Temos um sentimento de que juntos a gente consegue mais”, disse ao blog Marcelo Paz, presidente do Fortaleza. O dirigente completou afirmando que não houve conversa sobre a criação de uma Liga.

O presidente do tricolor cearense não critica CBF e Globo. Pelo contrário. Elogia a atual administração da confederação e exalta as quantias investidas pela rede de TV até aqui na compra de direitos de jogos no Brasil. Porém, Paz acredita que a mudança promovida pela Medida Provisória pode deixar os times numa situação de protagonistas ainda não atingida por eles.

“Conceitualmente, acho que os clubes têm que ter mais protagonismo em tudo no futebol. Porque o torcedor, que é a razão de existir do futebol, ele vai para o estádio para ver o clube. Os jogadores passam, os dirigentes passam, e ele continua indo no estádio para ver o clube. Então, os clubes têm que ter o protagonismo e ainda não é assim. Quando você pega Campeonatos Estaduais, olha o borderô, e o ‘time’ que mais ganhou na competição chama-se federação, é uma coisa muito errada. Talvez, com exceção do Campeonato Paulista, em todos o Estaduais, quem ganha mais dinheiro com arrecadação, estou falando de borderô e bilheteria, o ‘time” que mais ganha dinheiro em todos os Estaduais é a federação, somado o faturamento. Então, acho que os clubes tem que ter mais protagonismo, também nos direitos de TV. O modelo a partir da MP dá mais protagonismo aos clubes, desde que a gente consiga se organizar coletivamente. Essa ressalva é imprescindível”, afirmou Paz

A expectativa de dirigentes do grupo é de que as receitas das agremiações aumentem significativamente graças à capacidade de explorar novas propriedades comerciais, livres de antigas amarras burocráticas, e a um novo poder de negociação. O sentimento é de recuperar tempo e dinheiro perdidos.

Desafetos da Turner mostram a Bolsonaro novo bloco empoderado por MP

Leia o post original por Perrone

Abrir um canal de comunicação com Jair Bolsonaro e mostrar a ele que o grupo se sente empoderado após a publicação da MP 984 estão entre os principais objetivos dos representantes de oito clubes que se encontram com o presidente da República nesta terça (30). Os dirigentes também aproveitaram o encontro para dizer ao chefe do executivo que a Turner, ao se desentender com esses times, fez movimento favorável ao monopólio da Globo nas transmissões dos jogos no Brasil na contramão do que a Medida Provisória provocou.

Os representantes de Internacional, Coritiba, Athletico, Palmeiras, Santos, Bahia, Ceará e Fortaleza deixaram claro para o presidente que formam um bloco sólido, unido por pautas em comum e que conta até com assessorias jurídicas e de imprensa únicas. Também explicaram como ganharam força com a MP 984, que dá ao mandante o direito de negociar os direitos de transmissão dos jogos e que ainda precisa de aprovação do Congresso Nacional. Antes, era preciso consentimento dos dois times de cada partida para a transmissão. Agora, por exemplo, quem não tem contrato com a Globo e jogar em casa pode vender a partida para quem quiser. Vale lembrar que o presidente tem longo histórico de desentendimentos com a emissora.

Os cartolas procuraram mostrar para Bolsonaro a mudança de status que a MP deu a um grupo que antes era visto como minoria, por não ter assinado contrato para TV fechada com a Globo, e que agora, agindo em grupo, pode ter os direitos de transmissão do equivalente a 40% do Brasileirão, nos cálculo dos representantes desses clubes. Também foi dito ao presidente que o bloco deve ganhar outras adesões.

“Os clubes que estavam lá é que organizaram (a ida para Brasília). A gente vem se juntando há muito tempo. A gente já tem advogado constituído conjuntamente, assessoria de imprensa constituída conjuntamente, estratégias definidas, regras de decisão interna. Os clubes já estão bem unidos há muito tempo, então a gente achou que precisava dialogar com o poder executivo e com o poder legislativo e começamos isso agora. Fomos dizer que a MP é boa e que a gente apoia, dentre outras coisas. Discutimos lei de telecomunicações no futebol, um monte de coisas”, disse ao blog Guilherme Bellintani, presidente do Bahia.  O dirigente afirmou também que os clubes preparam uma nova ida para Brasília para conversar com congressistas.

Para os cartolas a visita foi considerada bem mais do que uma mera formalidade. Segundo um dos participantes, foram cerca de 2 horas e 15 minutos de conversa com Bolsonaro. Uma das pautas mais sensíveis foi em relação ao desentendimento deles com a Turner. Os clubes trabalham com a informação de que o Governo Federal está disposto alterar a lei que impede operadoras de TV a cabo de terem o controle de canais ou de empresas que produzem conteúdo de olho em investidores como a Turner. Os cartolas provocaram a reflexão sobre possibilidade de uma companhia que acaba de entrar em atrito num movimento que, em tese, facilita o monopólio da Globo no futebol, algo que não agrada o governo, ter uma MP eventualmente favorável à ela.

A Turner acusa os clubes de descumprirem uma série de cláusulas contratuais. Eles rechaçam a tese, e acreditam que a empresa esteja em busca de um pretexto para rescindir os acordos sem arcar com uma multa bilionária, algo que a empresa nega.

Cade e ministério

O grupo ainda se encontrou durante aproximadamente uma hora com o superintendente-geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Alexandre Cordeiro. Ao representante do órgão que analise supostos casos de monopólio, o grupo sugeriu estudos de modelos de negociação de direitos de transmissão de jogos em outros países como forma de ajuda nas análises a respeito das questões no Brasil. Outros temas que resvalam nas transmissões dos jogos foram conversados na reunião, também de aproximadamente 60 minutos,  com Fabio Wajngarte, secretário-executivo do Ministério das Comunicações.

No final dos encontros, houve membro da delegação entendendo que o dia pode ter sido histórico no sentido de fortalecer clubes dispostos a se unirem em busca do que consideram melhores condições comerciais e legais para seus desenvolvimentos.

São Paulo precisa sanear as suas dívidas e menos ilusão !

Leia o post original por Nilson Cesar

Tem uma conversa de interesse do Milan pelo Liziero . Paqueta poderia vir por empréstimo como parte do pagamento . Paquetá veio até as redes sociais e disse que no Brasil só jogaria no Flamengo. O São Paulo precisa ter um plano para sanear as suas dívidas e não onerar ainda mais a sua folha de pagamento . Já está muito difícil para pagar o que deve . É hora dos dirigentes se mostrarem responsáveis…

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Clubes podem cortar salários sem atletas concordarem? Advogados divergem

Leia o post original por Perrone

O que acontece se jogadores não aceitarem eventuais reduções salariais impostas por seus clubes? Em busca dessa e de outras respostas sobre os efeitos da interrupção dos campeonatos por conta do avanço do novo coronavírus, o blog ouviu dois advogados com larga experiência na área.

Eduardo Carlezzo e João Henrique Chiminazzo têm entendimentos diferentes sobre a possibilidade de redução salarial. Abaixo, confira as respostas de ambos para as mesmas perguntas

 Blog do Perrone – Se os jogadores de um clube não aceitarem a redução salarial proposta pela direção, como fica a situação?

Eduardo Carlezzo – Entendo que a melhor via seria uma solução bilateral, com flexibilização de ambos os lados. Contudo, a realidade é que isto está cada vez mais distante e, sendo assim, o clube tem a opção, unilateral e prevista na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) de reduzir os salários em até 25% neste período de crise. Segundo o art. 503 da CLT, isto pode ser feito em caso de força maior ou prejuízos devidamente comprovados, o que é justamente o que estamos vivenciando. Nestas condições pode haver a redução geral dos salários dos empregados, proporcionalmente aos salários de cada um, não podendo ser superior a 25% (vinte e cinco por cento). Não tenho dúvidas de que essa força maior já foi configurada.

João Henrique Chiminazzo – Para haver a redução, as partes precisam chegar a um acordo. Não pode ser imposto pelo clube. Eu acho que esse artigo (503 da CLT) é inconstitucional.

Blog – Há margem para algum jogador contestar a redução na Justiça do Trabalho?

Carlezzo – O artigo da lei tem um texto bastante claro, de forma que havendo um caso de força maior, que é claramente o que estamos vivendo hoje, aliado ao prejuízo financeiro, que claramente os clubes estão sofrendo em razão da paralisação,  vejo como baixa a chance de êxito por parte dos atletas caso o assunto chegue ao judiciário.

Chiminazzo – Entendo que sim. Os jogadores têm boas chances de vencer na Justiça. A constituição diz que o salário é irredutível, e como a constituição é posterior à CLT e é uma “lei maior”, ela tem prevalência.

Blog – Os contratos podem ser prorrogados automaticamente para se adequarem às mudanças do calendário?

Carlezzo – Neste caso não há previsão legal. Deveria haver um entendimento geral que passe pela CBF para que isso ocorra, na hipótese de prorrogação das competições. A FIFA está neste momento estudando o assunto e suponho que irá se posicionar sobre o tema, já que não é simplesmente uma questão local, mas sim global.

Chiminazzo – Entendo que sim. Desde que seja mantido o pagamento integral dos salários.

Blog – E como fica, por exemplo, um jogador contratado só para o Estadual e que já tenha assinado pré-contrato com outro clube para o segundo semestre?

Carlezzo – Neste momento, estão valendo as disposições e prazos dos contratos assinados.

Chiminazzo – Eu acho que se ele comprovar a impossibilidade da prorrogação, por ter um pré contrato assinado, desde que não seja de ma-fé, acredito que a prorrogação não poderá ser exercida  Mas acho que vale o bom senso.

Blog – Tem algo mais que gostaria de esclarecer?

Carlezzo– É isso. Abordamos o principal e mais urgente.

Chiminazzo – O clube conceder férias agora acho viável e justo.

 

Férias já: clubes tentam estender jogos por dezembro e manter grana da TV

Leia o post original por Perrone

Uma das principais metas dos dirigentes de clubes brasileiros diante dos efeitos causados no futebol nacional por conta do combate ao novo coronavírus é entregar para a TV todos os jogos vendidos nesta temporada. Isso, apesar da interrupção nas competições atuais e de ameaça ao Brasileiro.

Por isso, os cartolas incluíram em seu pacote de propostas para os jogadores férias de 30 dias com início imediato, como mostrou o UOL Esporte.

Se isso acontecer, será alterado o calendário atual que prevê férias a partir do dia 7 de dezembro. Os jogos se estenderiam pelo último mês do ano.

Até a conclusão deste post, os clubes ainda aguardavam um posicionamento das entidades que representam os atletas a respeito de suas sugestões.

Conseguir completar o calendário evitaria redução nos pagamentos das emissoras de TV, especialmente da Globo em relação ao Brasileirão.

Por tabela, a manutenção das competições em seu formato atual, em tese, também evitaria corte nos pagamentos de patrocinadores, já que eles manteriam a exposição prevista.

Frouxos!

Leia o post original por Rica Perrone

Conversei com umas 100 pessoas do futebol desde que a final única foi determinada pela Conmebol. Todas elas foram contra. Entre treinadores, dirigentes e técnicos, ninguém achou boa idéia no Brasil. O clube pela receita de 2 jogos, pelo engajamento do sócio em não poder ter a final por perto, entre outros. Os treinadores por…

Dívidas: A proporção

Leia o post original por Rica Perrone

Na real toda dívida é relativa. Se você deve 40 mil e ganha 30 por mes não é um absurdo impagável a médio prazo. Se você ganha 2 por mes os mesmos 40 se tornam um enorme problema. Por isso fiz uma comparação com a dívida de 2018 e as receitas de 2018. Obviamente considerando…