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Opinião: reação apática a ato contra mulher de B. Henrique também é grave

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O episódio em que  torcedores do Palmeiras são acusados de agredir a mulher de Bruno Henrique, Bhel Dietrich, é gravíssimo. Porém, tão grave quanto é a falta de reação enérgica de jogadores e dirigentes do clube.

O Palmeiras se manifestou numa nota protocolar, criticando e lamentando o ocorrido e afirmando assegurar apoio ao atleta e seus familiares. Na opinião deste blogueiro o clube poderia ter reagido de maneira mais firme. Deveria ter anunciado medidas para reforçar a segurança do elenco, ter cobrado publicamente as autoridades para identificar os acusados e ter se comprometido a expulsar os vândalos, caso eles sejam sócios-torcedores identificados da agremiação.

Até agora, também, não se viu uma reação firme dos jogadores, tanto palmeirenses como de outras equipes. Esse é o gancho para a categoria se unir contra os constantes atos de violência e intimidação de torcedores. Deveriam fazer um protesto, pressionar autoridades pela identificação dos supostos agressores, cobrar medidas protetoras de dirigentes e até políticos para que endureçam a lei contra casos desse tipo.

Mas o sentimento geral parece ser de conformismo. Algo como “é um absurdo, mas acontece mesmo”. Só que essa letargia tende a piorar o problema. É razoável imaginar que esse episódio estimule outros torcedores raivosos, não só do Palmeiras, mas de todos os clubes. Vale lembrar que a torcida do Corinthians entoou o famoso “ou joga por amor ou joga por terror” no último sábado depois da derrota por 2 a 1 para o Cruzeiro.

Enquanto a resposta se der apenas por meio de pronunciamentos óbvios e burocráticos, o ambiente estará propício para que os atos hostis aumentem. Pelo jeito, mais uma chance para impor limites aos torcedores sem noção será perdida.

Corinthians consegue nova vitória contra cobrança da PM por segurança

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O Corinthians obteve nova vitória em ação para impedir a cobrança de taxa por parte da Polícia Militar pela segurança nos jogos do time como mandante. Desta vez, a 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo negou recurso ao Estado para tentar modificar decisão que considerou o pagamento irregular.

A publicação da intimação do acórdão foi feita nesta segunda (21) no Diário Oficial de São Paulo. A decisão manteve o entendimento de que o serviço de segurança pública é de natureza individual e indivisível, o que impede a remuneração por meio de taxa.

Em março do ano passado, em primeira instância, a Justiça já havia determinado a manutenção dos serviços prestados pelas polícia Civil e Militar nos jogos do clube sem a cobrança de taxa de segurança, considerada inconstitucional. O Estado ainda pode recorrer. Por meio de outro processo, o Corinthians tenta receber de volta os valores pagos à Polícia Militar pela segurança em suas partidas em casa nos últimos cinco anos.

Opinião: demitir Carille não é o caminho mais suave para o Corinthians

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Fábio Carille tem errado muito neste ano. Já estamos perto do final da temporada e ele ainda não conseguiu dar um padrão tático sólido ao time, fazendo constantes mudanças infrutíferas. Além disso, algumas de suas entrevistas têm sido desastrosas, expondo desnecessariamente jogadores. Mesmo assim, este blogueiro entende que demitir o técnico agora ou após o final do ano, como quer parte da torcida, não é o melhor caminho e nem o mais fácil para o Corinthians.

A demissão é pedida por parte significativa dos torcedores. Enquete feita pelo blog em seu  perfil no Twitter entre as manhãs da última sexta (18) e do último sábado terminou com 51% dos participantes entendendo que Carille não deve ficar no clube para o próximo ano. Não era necessário ser corintiano para votar.

Abrindo a lista de argumentos para demonstrar porque demitir o treinador alvinegro agora não seria um caminho suave, aparece a questão financeira. Atolado em dívidas e execuções na Justiça, o Corinthians teria que pagar multa contratual para o técnico, que tem contrato até o final de 2020.

Outro ponto importante nessa discussão é o de que Carille não é o único responsável pelo fato de a equipe não render mais no Brasileirão. Existe um pacote de problemas que não depende diretamente dele e que se não for sanado continuará atrapalhando a vida do clube.

Nesse kit indesejável, de novo aparece a conta bancária. O alvinegro não tem dinheiro para contratar caras que chegam e resolvem. Assim, um novo treinador precisaria de tempo para armar uma equipe forte com reforços medianos. Como acontece em todas as equipes brasileiras não há tempo.

Pelo menos em tese, o atual comandante alvinegro tem maior chance de superar as dificuldades mais rapidamente por conhecer cada centímetro do clube. Um novato teria que entender a política corintiana, a influência de empresários no cotidiano alvinegro e o próprio elenco para conseguir bom rendimento. Isso leva tempo.

A prova é de que apesar de ser malhado e com todos os problema Carille levantou o tricampeonato paulista neste ano, chegou na semifinal da sul-americana e até aqui fez boa parte do Brasileirão atrás apenas de Flamengo, Palmeiras e Santos. Dos três, só o clube da Vila Belmiro não tem mais grana para investir no futebol do que o Corinthians. Isso mostra a capacidade de Carille de obter resultados numa agremiação que conhece tão bem como talvez só Tite conheça atualmente.

Esses resultados também deveriam pesar na análise sobre a possível demissão do treinador. Apesar do risco de uma queda brutal no Brasileiro diante das últimas fracas atuações, o desempenho do time nas competições que disputou até agora está longe de poder ser considerado péssimo.

Entre os problemas que não têm Carille como pai, está a questão do preparo físico. É visível que o time não possui fôlego. Não consegue manter ritmo forte nem por 45 minutos. Não se sabe se o planejamento da preparação física não está sendo bem feito ou se jogadores não se aplicam nos treinamentos e não se cuidam fisicamente como deveriam. O fato é que nem o queridinho do Brasil no momento, Jorge Jesus, faria muito com um time sem gás. Talvez, a diferença seja que o português agisse para mudar o cenário, algo que diretoria e Carille não fizeram.

A direção, aliás, também serve para explicar porque a simples demissão do atual comandante teria pequeno potencial de cura. Se ela não diminuir seus próprios erros, o treinador que chegar também sofrerá.

Primeiro, os cartolas precisam parar de falhar tanto nas contratações. Os dirigentes deveriam se incomodar mais por contratar tantos atletas que mal chegam a jogar pelo clube e são emprestados ou devolvidos. Nessa lista estão nomes como Tiaguinho, Bruno Xavier, Luidy, Sergio Díaz e Gustavo Silva. Há também os que seguem no elenco, mas rendem pouco como Ramiro, Araos, Régis e Everaldo.

Para melhorar seu desempenho em relação a reforços, os cartolas precisam confiar menos em indicações de empresários e da própria comissão técnica. O negócio tem que ser feito com critérios, de forma técnica. Não na base da aposta.

Além de tudo isso, se a opção for por demitir Carille, o alvinegro estará exposto a gênios de plantão que tiram da cartola nomes improváveis para comandar o time, como ocorreu com Cristóvão Borges em 2016.

Resumindo, na minha opinião, está ruim com Carille, mas pode ficar pior sem ele. O atual treinador pelo menos tem um histórico vencedor no clube e já demonstrou suas qualidades. Se quiser continuar no Corinthians, algo que não tenho certeza, ainda pode entregar muito ao clube. Antes, porém, é necessária uma conversa franca com a direção para que ele diga se está de saco cheio e quer partir. Se a resposta for positiva, é só pagar a multa e ser feliz em outro lugar.

Rachou e a maionese desandou no Corinthians… e agora Andrés?

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O Corinthians entrou em campo para encarar o Cruzeiro em Itaquera e por mais que o torcedor tenha comparecido em um número bem razoável para um sábado chuvoso, ficou visível que o time nem de longe o time em campo demonstrou ser aquele ‘brigador’ e taticamente bem postado que fez sucesso nas mãos do técnico Fábio Carille nos últimos anos. Aliás, muito pelo contrário. Há alguns jogos vejo jogadores desmotivados, uma equipe bagunçada em campo e o comandante desabafando nas entrevistas coletivas após os jogos. Sinal de que algo aconteceu de muito sério nesse meio de percurso. Não sei se […]

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Notícia sobre técnico Leonardo Jardim irrita Andrés. Carille nega irritação

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Conforme apurou o blog, recente publicação do jornal português “A Bola” irritou Andrés Sanchez por tratar de uma suposta sondagem de Fernando Garcia, empresário influente no Parque São Jorge, ao técnico Leonardo Jardim, do Monaco, com interesse de levá-lo para o Corinthians. Andrés se incomodou porque ficou com receio de Fábio Carille se voltar contra a diretoria por conta da notícia de que outro profissional já estaria sendo procurado para ocupar a sua vaga.

O presidente corintiano não pôde ser ouvido sobre o assunto porque não fala com o blog. Porém, a direção alvinegra nega publicamente que tenha se movimentado para contratar o técnico nascido na Venezuela, mas também com nacionalidade portuguesa, ou que esteja de olho em um novo treinador.

Diante do conteúdo contagioso da reportagem para o ambiente no vestiário corintiano, Garcia se apressou em desmentir a informação em rede social. Ao blog o empresário disse que vai processar os responsáveis pela divulgação.

Garcia tem pelo menos cinco jogadores no time principal corintiano. Coincidentemente, no primeiro jogo após a informação de sua participação na suposta sondagem a Jardim, o alvinegro foi a campo sem nenhum dos atletas ligados à empresa Elenko, de sua propriedade. De seus agenciados, o único titular absoluto é Danilo Avelar, que foi substituído em Goiânia por Carlos Augusto. Renê Júnior e Matheus Jesus, também vinculados a Elenko, não tiveram chance, apesar da série de alterações feitas pelo técnico. Gabriel, que recentemente teve uma transferência frustrada negociada pela empresa, perdeu a posição para Ralf.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Carille negou que tenha ficado irritado com a notícia envolvendo Jardim, Corinthians e Garcia. Também descartou que tenha deixado de fora do time atletas vinculados ao empresário como retaliação. Explicou ainda que Avelar ficou fora por causa de um “probleminha” no joelho, mas volta neste sábado contra o Cruzeiro. Gabriel saiu porque Ralf só havia deixado o time por se envolver em um acidente de trânsito.

Por sua vez, Garcia disse considerar normal nenhum dos jogadores agenciados por ele enfrentar o Goiás. “Parte técnica não me envolvo. Ele quer ganhar (por isso mexeu na escalação). Impossível qualquer treinador não colocar no time quem ele acha os melhores”, afirmou o agente. O empresário ainda declarou que nunca indicou treinadores para clubes. “Na minha carteira de clientes não tem (técnico) e nem quero ter”, declarou.

Corinthians consegue suspensão provisória de cobrança de R$ 12,3 mi em IPTU

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O Corinthians conseguiu liminar em recurso para suspender temporariamente a execução de dívida que a prefeitura de São Paulo alega existir no valor de R$ 12.368.091,38. A cobrança se refere a pagamentos de IPTU relativos ao Parque São Jorge, sede corintiana. O clube entende nada dever.

Na última segunda (14), o desembargador Eurípedes Faim, da 15ª Câmara de Direito Público de São Paulo, deferiu pedido de antecipação de tutela suspendendo a execução feito pelo advogado Juliano Di Pietro, defensor alvinegro no caso. Entre os motivos alegados pelo magistrado para aceitar o pedido corintiano está o entendimento de que havia perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo sem a antecipação de tutela. Isso porque a execução continuaria e o Corinthians poderia sofrer constrições em seu patrimônio antes do resultado final. Agora, isso não vai ocorrer pelo menos até o julgamento do mérito, a menos que o município consiga reverter a decisão liminar. A prefeitura tem 15 dias para se manifestar.

A concessão da tutela, no entanto, não cobre a quantia integral exigida pela prefeitura. São cerca de R$ 28,4 milhões que englobam a cobrança de IPTU entre 2014 e 2018. A defesa contra a execução no valor de aproximadamente  R$ 12,3 milhões é referente às cobranças de IPTU de 2015, 2018 e 2019. O montante relativo a 2014, 2016 e 2017 é contestado em outra esfera.

Como mostrou o blog, o imbróglio tem origem em dez multas de trânsito não pagas até o vencimento pelo Corinthians e que no entendimento da prefeitura fizeram o clube perder o direito a isenção de IPTU. O departamento jurídico alvinegro discorda.

Técnico do Furacão é sondado pelo Corinthians

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Não dá pra negar que o Corinthians vem atravessando uma baita crise técnica. Essa derrota no clássico ‘Majestoso’ para o São Paulo só escancarou essa série de problemas que já começa com o fato do treinador Fábio Carille não se dar bem com o presidente Andrés Sanchez. As declarações do argentino Mauro Boselli também entregaram um aparente clima ruim dentro do vestiário. O próprio comandante vem falando umas abobrinhas nas entrevistas coletivas. Outro dia até jogou o Pedrinho e o Mateus Vital na fogueira dizendo que o time perdeu por causa dos jovens. É brincadeira??? Fiquei sabendo inclusive que já […]

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Em meio a polêmica, Célio Silva deixa cargo de técnico da base corintiana

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O ex-zagueiro Célio Silva pediu demissão do cargo de técnico da equipe sub-13 do Corinthians, clube que defendeu como atleta, em meio a uma polêmica envolvendo a diretoria e um parceiro da agremiação.

A demissão foi comunicada em reunião na sexta-feira passada. A diretoria havia chamado o treinador para conversar sobre o planejamento do time que precisou ceder oito atletas para a equipe do Colégio Amorim disputar um torneio no exterior. A liberação afetou a equipe alvinegra que se preparava para jogar neste domingo com o São Paulo pelas quartas de final do estadual, em Cotia, no primeiro confronto do mata-mata.

O caso gerou polêmica no clube por desfalcar o Corinthians antes de uma partida importante contra um de seus principais rivais. A diretoria, no entanto, conseguiu adiar o jogo para a próxima terça. Os meninos voltam da excursão na segunda. A cessão dos atletas está prevista em contrato de parceria entre agremiação e instituição de ensino. Parte dos garotos que joga no alvinegro estuda no Colégio Amorim.

“Durante a reunião, falei que na próxima vez, era preciso conversar com a diretoria pra definir quais jogadores seriam liberados. Acho que talvez ele tenha pensado que estávamos passando a responsabilidade pra ele. Não é isso, a responsabilidade é da diretoria. Existe um acordo firmado. Mas acho que ele estava cansado e não pediu demissão por causa dessa questão envolvendo o colégio”, afirmou ao blog Carlos Nujud, diretor de futebol amador do Corinthians.

“Não teve problema nenhum. Estava enjoado, cansado, com dor no joelho, por isso pedi demissão. Não estava mais conseguindo dar treino. Vou aproveitar e antecipar uma cirurgia que  preciso fazer no joelho”, disse Célio Silva ao blog.

Dívidas: A proporção

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Na real toda dívida é relativa. Se você deve 40 mil e ganha 30 por mes não é um absurdo impagável a médio prazo. Se você ganha 2 por mes os mesmos 40 se tornam um enorme problema. Por isso fiz uma comparação com a dívida de 2018 e as receitas de 2018. Obviamente considerando…

Por que Corinthians prevê corte amplo em restante de dívida com Odebrecht?

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Na diretoria do Corinthians e na construtora o discurso é de que o clube terá que pagar bem menos do que os R$ 160 milhões calculados anteriormente para quitar sua dívida com a Odebrecht Participações e Investimentos (OPI).

A confiança vem principalmente do histórico de negociações entre companhias que pedem recuperação judicial e seus credores. A OPI está no grupo de empresas da Odebrecht que teve a medida aceita pela Justiça e contestada pela Caixa Econômica. O banco pede a falência do grupo, mas a construtora se apoia na palavra de especialistas de que a chance de isso acontecer é remota. E, apesar do tom bélico adotado atualmente pela estatal credora, aposta em uma negociação favorável.

Executivos da construtora e cartolas do clube entendem que é comum em casos de recuperação judicial credores darem desconto de cerca de 50% ou aceitarem deixar de cobrar juros para receberem apenas a dívida principal em prestações a longo prazo.

Para ajudar a tocar a obra do estádio corintiano, a OPI levantou R$ 350 milhões junto a Caixa por meio da emissão de debêntures. O cálculo hoje é de que com juros e outros encargos a dívida chega perto de R$ 700 milhões.

Corinthians e Odebrecht têm um acordo pelo qual o clube se compromete a pagar 25% do valor devido pela OPI para a Caixa. Se o cálculo for feito em relação aos R$ 700 milhões, o alvinegro terá que arcar com R$ 175 milhões. Mas, se for cobrado apenas o valor principal, como esperam Odebrecht e Corinthians, a parte do alvinegro cairia para R$ 87,5 milhões. Porém, dos dois lados existe a esperança de um desconto ainda maior.

Sendo concretizado o acordo da Odebrecht com seus credores por meio da recuperação judicial, a tendência é de um prazo confortável para o pagamento dessa dívida. A aposta é em pelo menos dez anos. O Corinthians teria o mesmo tempo para fazer o acerto. Por isso, o entendimento da diretoria é de que o acordo com a Odebrecht foi uma grande vitória do clube. Na outra ponta do trato, foi quitada a dívida do alvinegro com a OEC (Odebrecht Engenharia e Construção), ligada diretamente à obra da Arena Corinthians.