Arquivo da categoria: Crefisa

Caso Blackstar: Palmeiras diz em ação que foi claro o risco de Crefisa sair

Leia o post original por Perrone

Em ação judicial na qual o ex-vice-presidente Genaro Marino contesta sua suspensão do clube por um ano, o Palmeiras alega que correu grave risco de perder o patrocínio da Crefisa no ano passado.

A chance de ficar sem a poderosa parceira foi citada no processo pelos advogados palmeirenses para justificar o procedimento que culminou com a punição a Genaro, candidato derrotado por Maurício Galiotte no pleito de novembro de 2019. Às vésperas da votação, o opositor apresentou ao clube proposta da Blackstar, empresa disposta a pagar R$ 1 bilhão por um contrato de patrocínio válido por dez anos. Após ser reeleito, o atual presidente cancelou as negociações acusando a companhia de apresentar garantias bancárias falsas.

Na contestação que a defesa do Palmeiras apresentou em relação às alegações de Genaro e outros cartolas punidos, é alegado que o caso precisou ser investigado, após pedido de conselheiros, porque a proposta teria influenciado o voto de parte dos eleitores. “Além disso, houve claro risco de perda da renovação do atual patrocínio da associação, situação grave na visão dos associados”, aponta trecho do documento apresentado à Justiça.

Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, presidente da Crefisa, afirmou que não se manifestaria sobre o assunto. Depois de Galiotte fechar as portas para a Blackstar, a atual atual patrocinadora renovou com o alviverde, ao lado da FAM, também controlada por Leila e seu marido, José Roberto Lamacchia, até 2021.

O casal integra o Conselho Deliberativo do Palmeiras, está alinhado com Galiotte e Leila deve ser apoiada por ele como candidata à presidência do clube. Por sua vez, Genaro afirma que a suspensão tratou-se de uma retaliação política. Ele nega que as garantias apresentadas pela Blackstar eram falsas.

Na ação na Justiça, os conselheiros Ricardo Galassi e José Carlos Tomaselli, advertidos pelo conselho por participação no caso Blackstar, tentam junto com Genaro anular a reunião do conselho em que o trio foi punido.

Entre seus argumentos, o ex-vice alega que foi suspenso como conselheiro, não como associado e que não foi atingido o quórum exigido na reunião em que foi determinada sua suspensão. O departamento jurídico do Palmeiras contestou as duas afirmações.

A defesa palmeirense também cita a autonomia da agremiação para definir suas regras internas e a obrigação de associados, como Genaro, de seguirem o regulamento. “Logo, não compete ao poder judiciário intervir, de modo a suprimir o procedimento administrativo previsto no próprio estatuto social do clube, notadamente quando exercido amplo direito de defesa”, afirmam os advogados do Palmeiras. Genaro alegou na ação que seu direito de defesa foi prejudicado durante o procedimento interno.

STF nega habeas corpus para Mustafá em acusação de revenda de ingressos

Leia o post original por Perrone

Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Paulo

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal) negou seguimento ao habeas corpus impetrado pela defesa de Mustafá Contursi em caso no qual ele é acusado de envolvimento na venda ilegal de ingressos cedidos pela Crefisa para jogos do Palmeiras. No HC os advogados do ex-presidente palmeirense pediam o trancamento da ação penal.

De acordo com publicação do site do STF na última terça (29), para tentar trancar o processo, os advogados de Mustafá alegaram que o Estatuto do Torcedor define como prática criminosa vender ingressos por preços superiores aos estampados no bilhete. Completaram a tese afirmando que a denúncia contra o ex-dirigente da agremiação não informa o valor de face do tíquete e nem especifica qual é o bilhete objeto da acusação.

Ainda segundo o site do STF, outro argumento foi o de que “não é verossímil que uma das pessoas mais representativas do futebol nacional” seja acusada de “cambismo” na velhice. Os advogados também alegaram que a denúncia fere “a garantia constitucional de dignidade à pessoa humana e proteção especial prevista no Estatuto do Idoso”. Isso porque, segundo seus defensores, aos 78 anos, o ex-presidente não tem antecedentes criminais.

Em sua decisão, conforme relata o site do supremo, Carmen Lúcia afirmou que não poderia ser autorizado o “prosseguimento do habeas corpus no STF porque o Tribunal de Justiça de São Paulo não julgou o mérito do HC lá impetrado”. Ela também reforçou a negativa ao HC lembrando que Mustafá não está preso e nem submetido a uma medida cautelar. Desde o início, o ex-presidente do alviverde nega que tenha revendido ingressos ou repassado os tíquetes para cambistas.

Vale lembrar que o ex-dirigente palmeirense era aliado de Leila Pereira e do marido dela, José Roberto Lamacchia, donos da Crefisa, patrocinadora do clube e responsável por ceder os ingressos para ele. Porém, por conta de questões políticas do clube, o cartola virou desafeto do casal.

Dono da Crefisa sofre nova derrota na Justiça contra sindicato de Mustafá

Leia o post original por Perrone

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, sofreu nova derrota no processo que corre contra o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Nacional, presidido por Mustafá Contursi, ex-mandatário palmeirense.

Lamacchia cobra uma dívida de R$ 430 mil, que teriam sido emprestados ao sindicato, segundo sua versão. Ele tentou reverter decisão que considera o repasse doação, mas teve seu pedido rejeitado pela Justiça, na última quinta (29).

A primeira decisão havia sido favorável ao empresário, mas o sindicato a reverteu e agora conseguiu mantê-la. “Não comentamos decisões judiciais. Cabe recurso e recorreremos da decisão”, disse a assessoria de imprensa de Lamacchia.

(Colaborou Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo)

Dono da Crefisa sofre nova derrota na Justiça contra sindicato de Mustafá

Leia o post original por Perrone

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, sofreu nova derrota no processo que corre contra o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Nacional, presidido por Mustafá Contursi, ex-mandatário palmeirense.

Lamacchia cobra uma dívida de R$ 430 mil, que teriam sido emprestados ao sindicato, segundo sua versão. Ele tentou reverter decisão que considera o repasse doação, mas teve seu pedido rejeitado pela Justiça, na última quinta (29).

A primeira decisão havia sido favorável ao empresário, mas o sindicato a reverteu e agora conseguiu mantê-la. “Não comentamos decisões judiciais. Cabe recurso e recorreremos da decisão”, disse a assessoria de imprensa de Lamacchia.

(Colaborou Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo)

Sindicato de Mustafá obtém vitória contra dono da Crefisa. Cabe recurso

Leia o post original por Perrone

O sindicato presidido por Mustafá Contursi, ex-presidente do Palmeiras, obteve, nesta quinta (18), vitória na Justiça contra cobrança de R$430 mil, mais correção monetária, feita por José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa. Cabe recurso.

A 32ª  Câmara  de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo considerou procedente recurso do Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e Suas Entidades Estaduais e Ligas contra decisão em primeira instância, no ano passado, que o obrigava a pagar a quantia a título de empréstimo.

Mustafá alega que houve uma doação por parte dos proprietários da Crefisa, versão  aceita pela Justiça nesta quinta. Lamacchia, que afirma ter feito um empréstimo, deve recorrer.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, mulher de Lamacchia e presidente da Crefisa, disse:  “não comentamos a decisão. E, nesse caso, ainda cabe recurso.”

O ex- presidente palmeirense e o casal de patrocinadores do clube se tornaram desafetos após divergências sobre mudanças estatutárias no Palmeiras.

Palmeiras leva mais de patrocínio do que SPFC, Santos e Corinthians juntos

Leia o post original por Perrone

Os balanços dos quatro maiores clubes paulistas referentes a 2018 mostram que o Palmeiras faturou mais em patrocínio e publicidade do que Corinthians, Santos e São Paulo juntos.

O alviverde, embalado pelo apoio da Crefisa e da Fam, dos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, registrou arrecadação de R$ 95.476.000 vendendo suas propriedades publicitárias.

Ao mesmo tempo, juntos, Corinthians, São Paulo e Santos arrecadaram com patrocínio e publicidade R$ 93.238.000. A vantagem palmeirense sobre o trio foi de R$ 2.238.000.

Sem patrocinador máster, o Corinthians embolsou R$ 42.804.000. Por sua vez, o São Paulo registrou R$ 23.269.000 recebidos com patrocínio e publicidade, sem contar esse item no Morumbi. O Santos arrecadou no ano passado R$ 27.165.000 com esse filão. Desse valor, R$ 8.341.000 vieram de fora do departamento de futebol.

 

Nada de Crefisa. Maior receita do Palmeiras em 2018 foi a venda de atletas

Leia o post original por Perrone

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Quantas vezes você ouviu que o que sustenta o Palmeiras financeiramente é a Crefisa? Provavelmente muitas. Porém, o balanço alviverde referente a 2018 mostra que a principal fonte de recursos do clube foi a venda de jogadores. A arrecadação com patrocínio ficou atrás ainda das verbas geradas pela transmissão de jogos e pela bilheteria das partidas.

O documento publicado pela direção palmeirense registra que entraram no cofre alviverde R$ 169.585.000 gerados por negociações de atletas. Nesse valor está incluída a receita obtida com mecanismo de solidariedade. Em 2017, essa marca tinha sido de R$ 37.289.000. Ou seja, houve um impressionante aumento de R$ 132.296.000.

No ano retrasado, quem mais engordou a conta corrente alviverde foram os contratos de transmissão pela TV: R$ 137.307.000. Em 2018, essa foi a segunda maior fonte de recursos com R$ 136.724.000.

Da venda de ingressos no ano passado foram contabilizados R$ 116.433.000. De publicidade e patrocínio, com o suporte da Crefisa e da FAM, foram amealhados R$ 95.476.000 contra R$ 130.910.000 da temporada anterior.

O balanço cita a venda de sete  jogadores em 2018: Mina (Barcelona), Tchê Tchê (Dínamo de Kiev), João Pedro (Porto), Fernando (Shakhtar Donetsk), Roger Guedes (Sahandong), Keno (Al-Assiouty, antigo nome do Pyramidis) e Daniel Fuzato (Lazio). O valor obtido com cada um não foi especificado.

Crefisa

De acordo com o balanço do Palmeiras, em dezembro de 2018, o empréstimo junto à sua patrocinadora estava em R$ 142.685.000. A dívida existe por conta da mudança nos contratos de patrocínios vinculados a contratações de jogadores. Os acordos passaram a ser considerados empréstimos.

O alviverde terá até dois anos a partir da saída dos atletas contratados com a ajuda da parceira para restituir a empresa, caso ele deixe o clube de graça ou por valor inferior ao investido. Receitas de bilheteria e de patrocínios servem de garantia para a hipótese de inadimplemento por parte do Palmeiras.

Opinião: São Paulo coloca em xeque quatro pilares do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Ao eliminar o Palmeiras no Allianz Parque e se classificar para a final do Campeonato Paulista, o São Paulo colocou em xeque quatro pilares do adversário. São pontos de confiança da torcida alviverde que estão sob discussão.

Leila Pereira e Crefisa

Com o apoio da empresária e suas empresas, o Palmeiras muitas vezes foi colocado como time quase imbatível. O clube alavancou suas receitas e passou a ser um adversário duro em todas as disputas por bons jogadores. Nos últimos cinco anos, o alviverde investiu cerca de R$ 314, 9 milhões em reforços. São aproximadamente R$ 194,6 a mais do que o valor gasto pelo São Paulo. Não chegar na final do Estadual, algo alcançado na temporada passada com um vice-campeonato, deixa dúvidas sobre até onde vai o poder dos milhões despejados por Leila para fazer o Palmeiras ganhar tudo. Tanto que palmeirenses que protestaram depois da eliminação cantaram: “eu não sou otário, vai tomar no ** esse time milionário”.

Fernando Prass

Existem alguns jogadores nos quais a torcida deposita toda a sua confiança em determinadas situações. Esse é o caso de Fernando Prass nos pênaltis. Sempre foi uma segurança para o palmeirense ter Prass na meta nas disputas de pênaltis. Ele não teve culpa na eliminação, chegou a fazer defesa de cobrança, mas não foi o herói capaz de impedir a derrota de seu time. Do outro lado, Volpi brilhou mais.

Felipão

Luiz Felipe Scolari reforçou a fama de ser “o cara” para a torcida do Palmeiras com a conquista do título brasileiro do ano passado. Em seus trabalhos pelo clube, o torcedor aprendeu a confiar em seu estilo de jogo e esperar pelos resultados. Em disputas de mata-mata, então, sua fama de especialista se tornou mítica. Desde o início de 2019, Felipão sofre críticas de parcelas da imprensa e da torcida por não fazer o time jogar em alto nível. As queixas aumentaram imediatamente após a queda na semifinal estadual.

Allianz Parque

A confiança do palmeirense em seu estádio como caldeirão capaz de derreter os adversários sofrera duríssimo golpe com a perda do título paulista de 2018 para o Corinthians. A vaga para a final arrancada pelos tricolores lá dentro abala mais essa fama de alçapão.

Opinião: Mancha, Crefisa e Palmeiras têm uma questão ética para discutir

Leia o post original por Perrone

O Palmeiras deveria aproveitar o embalo do merecido título da Mancha no Carnaval paulistano para tocar numa ferida visível mas aparentemente ignorada pela maioria no clube. Falo da relação da torcida  e da escola de samba com a Crefisa.

Conselheiros e sócios precisam discutir até que ponto é saudável para o Palmeiras membros do Conselho Deliberativo ligados à escola de samba ou à torcida Mancha Alviverde participarem de votações no órgão sobre temas que esbarram no patrocínio ao time ou nos interesses dos donos da patrocinadora.

Não opinião deste blogueiro a um desconforto ético que poderia ser sanado com os integrantes dos dois braços da Mancha se abstendo de participar de votações que tenham alguma importância para a Crefisa, a FAM e seus responsáveis.

Caso não seja possível um acordo de cavalheiros nesse sentido, seria prudente apertar o estatuto pensando nessa situação e em outras que podem ocorrer no futuro.

Os exemplos de votações no conselho que envolvem interesses da Crefisa e dos empresários e conselheiros do clube José Roberto Lamacchia e Leila Pereira são encontrados facilmente.

Entre eles está a recente mudança estatutária que aumentou de dois para três anos o mandato presidencial e teve Leila como uma das principais apoiadoras. Ela pretende ser candidata à presidência do Palmeiras.

No mesmo pacote entra a sessão na qual o Conselho Deliberativo deu seu aval para mudanças no contrato de patrocínio da Crefisa com o Palmeiras contestadas pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Por simpatia à ética, quem tem relações comerciais ou é apoiado financeiramente pela Crefisa ou seus donos deveria ficar fora de votações como estas.

A patrocinadora palmeirense é protagonista da guinada que a escola de samba deu em sua trajetória. O suporte da financeira, principalmente via Lei Rouanet, valeu até o batismo da quadra da agremiação com os nomes de Leila e Lamacchia.

Por sua vez, o presidente da escola de samba, Paulo Serdan, costuma caminhar de mãos dadas politicamente com o casal no clube. Ele também é conselheiro.

Há ainda outro lado nessa relação, a arquibancada. Como vai se posicionar a torcida Mancha Alviverde, historicamente atuante no sentido de cobrar diretorias do clube, se pintar uma questão que entre em conflito com os os caras que emprestam seus nomes para a escola de samba?

Oficialmente, escola e torcida são instituições diferentes, mas é inegável que grande parte dos que cantam na arquibancada fazem o mesmo na quadra.

Por mais que o momento seja de comemoração, seria salutar para todas as partes envolvidas, sobretudo para o Palmeiras, começar a pensar nessa situação incômoda. Adiar a discussão indigesta pode provocar danos irreversíveis.

 

Dono da Crefisa penhora imóvel de ex-presidente do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

A Justiça de São Paulo rejeitou novo pedido de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, para penhorar o título de sócio do Palmeiras de Arnaldo Tirone, ex-presidente do clube. O proprietário da patrocinadora alviverde, porém, conseguiu a penhora de uma sala comercial pertencente ao ex-presidente no Sopping Ibirapuera.

O empresário obteve na Justiça a condenação de Tirone para pagar mais de R$ 400 mil, levando-se em conta correções, referentes a um empréstimo que o marido de Leila Pereira alega ter sido feito e não quitado. O ex-presidente não chegou a se defender no processo.

No último dia 17, advogado de Lamacchia, conselheiro do clube assim como Leila, alegaram à Justiça que o imóvel penhorado está avaliado em R$ 400 mil. E que, como a dívida era naquele momento de R$445.086,35 por seus cálculos, deveria ser reconsiderado o pedido de penhora do título de sócio palmeirense do ex-cartola. O dinheiro arrecado com o título completaria o pagamento.

Na nova tentativa, foi lembrado que o juiz havia negado envolver o patrimônio de Tirone referente ao Palmeiras sobretudo pelo momento político que o Palmeiras vivia à época. Em seguida veio o argumento de a decisão se referia à eleição para a presidência do clube. Como o pleito já ocorreu, os advogados d Lamacchia escreveram que “não há mais que se falar em tensões políticas capazes de justificar o indeferimento da constrição”.

Em 18 de janeiro, o juiz Fernando Henrique de Oliveira Biolcati rejeitou o pedido. “Embora passadas as eleições presidenciais do clube, é fato público e notório que o executado é ex-presidente da instituição. É secundário, portanto, o caráter patrimonial da sociedade, o qual, primordialmente, confere-lhe acesso às dependências do clube que presidiu”, escreveu o magistrado. Em seguida, no entanto, ele ressalta que o veto à penhora não é permanente. “O entendimento deste juízo, contudo, é de que o exequente não esgotou meios menos gravosos ao executado de obtenção de seu crédito”.

Na última segunda (11) Lamacchia pediu que fosse indicado um perito judicial para avaliar o imóvel penhorado de Tirone. A Justiça havia determinado que o credor apresentasse três avaliações de corretores imobiliários sobre a sala comercial. O juiz, então, indicou um perito com honorários estipulados em R$ 3.000.

Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Lamacchia afirmou apenas: “meus advogados defendem meus direitos’. Por sua vez, Tirone não respondeu sobre o assunto. Porém, de acordo com fonte próxima a ele, o ex-dirigente ficou surpreso com as notícias sobre o processo e acredita que a atitude de Lamacchia tenha cunho político. O empresário nega ter intenções políticas. Segundo a mesma fonte, o ex-presidente tentou contato com os advogados do empresário e com o próprio, incluindo o envio de um telegrama, mas não obteve resposta.

O blog apurou que Tirone considera que seu título de sócio do Palmeiras tem valor sentimental inestimável, não comercial, já que o recebeu de presente de seu pai aos cinco anos de idade, em 1955.