Arquivo da categoria: Cruzeiro

Flamengo segue liderando o ranking digital

Leia o post original por Rica Perrone

O Ranking atualizado do mês de novembro mantém o Flamengo no topo e tem como única grande curiosidade o Botafogo ser o único dos 12 grandes que não está no “top 13”. O “top 13” existe em virtude do acidente da Chapecoense, onde o mundo todo passou a seguir o clube nas redes sociais. Sport…

Tite pensa que Fábio é japonês… só pode ser!

Leia o post original por Craque Neto

Nesta sexta-feira (26) o técnico Tite divulgou mais uma lista de jogadores convocados. Dessa vez para os amistosos contra contra Uruguai e Camarões, nos dias 16 e 20, em Londres. Posso falar? O comandante tem sim suas convicções como qualquer técnico. Acerta e erra e é a quantidade de acertos que comprova o nível dele no mercado do futebol. O elenco chamado é razoável pra bom. Não existe dúvidas em relação a isso. Mas o que verdadeiramente está me incomodando é esse revezamento de goleiro juvenil. Poxa vida! Pra que isso? Pra preparar os caras? Ah, sei lá, isso não me […]

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Após Copa do Brasil, Corinthians vê temperatura política subir

Leia o post original por Perrone

O encerramento da Copa do Brasil foi a senha para opositores de Andrés Sanchez no Corinthians voltarem a fazer barulho no clube. A promessa é de que uma série de cobranças seja feita nos próximos dias.

Havia o entendimento entre oposicionistas de que o debate de temas espinhosos antes da final, vencida pelo Cruzeiro, poderia se ser usado como justificativa da direção para uma eventual derrota, que acabou ocorrendo.

Na mira do oposicionistas estão contratações questionadas por conselheiros e torcedores, como as de Jonathan, Danilo Avelar e Roger. O plano é pedir esclarecimentos sobre os critérios usados para a montagem do time, valores gastos e pagamentos de comissões a empresários.

Outro alvo é o departamento de marketing, criticado por não ter conseguido patrocinador máster fixo, não resolver o impasse com a Odebrecht sobre obras que não teriam sido feitas na Arena Corinthians e nem negociar os “naming rights”. Sanchez destacou Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing alvinegro, para cuidar da relação com a construtora.

O plano de opositores é cobrar do presidente os resultados do trabalho da diretoria de marketing neste ano. A questão é sensível pois Rosenberg é o principal diretor de Andrés.

Em outra frente, há quem queira ressuscitar no clube a discussão sobre a eleição vencida por Sanchez. Segundo o Ministério Público, as urnas eletrônicas utilizadas eram vulneráveis. Até agora, porém, não houve contestação do resultado na Justiça e no Conselho Deliberativo.

Caso o pacote de pressão seja realmente despejado sobre Andrés, o dirigente terá que lidar com a turbulência política ao mesmo tempo em que o time tenta se distanciar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Hoje, o alvinegro tem cinco pontos de vantagem sobre o Ceará, 17º colocado.

Opinião: VAR falha por não reduzir pressão no juiz e poder de interpretação

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O uso do VAR na finalíssima da Copa do Brasil entre Corinthians e Cruzeiro, nesta quarta (17), foi tão vergonhoso que parece obra de quem é contra a tecnologia com o objetivo de descartá-la.

Porém, na verdade, é reflexo do fato de a novidade não explorar os principais benefícios que poderia trazer para o futebol. São eles: acabar com a pressão de jogadores sobre os árbitros e reduzir o poder de interpretação dos juízes.

Tanto no pênalti marcado contra o Cruzeiro, como no golaço de Pedrinho, Wagner do Nascimento Magalhães foi pressionado por atletas para consultar o VAR. Em seguida, com a cabeça cheia de argumentos despejados pelos jogadores, foi interpretar o lance no vídeo. E interpretou de maneira errada nas duas ocasiões.

Ou seja, a vantagem da precisão e da frieza que a tecnologia trouxe para o jogo sucumbiu diante de um juiz sujeito a pressões.

Nada mudou. E é difícil mudar a cultura centenária do jogador brasileiro de infernizar o árbitro. Mas dá para obter um resultado imensamente melhor. Basta buscar inspiração em outros esportes.

No vôlei e no tênis os competidores têm direito a pedir a verificação por vídeo por um determinado número de vezes. Se a reclamação faz sentido, o pedido não conta como usado. Caso a decisão do juiz não seja alterada pela tecnologia, o solicitante passa a ter um “desafio” a menos para fazer.

No caso do futebol, método semelhante diminuiria o poder da equipe de arbitragem de decidir quando o VAR deve ser acionado. Ao mesmo tempo, poderia reduzir drasticamente a pressão sobre o juiz. Já que no lugar de reclamar bastaria ao capitão do time fazer o desafio eletrônico.

Utopicamente, o ideal seria os jogadores praticamente não terem contato com o árbitro, já que não sabem se comportar. Na Fórmula 1, por exemplo, por conta das características do esporte, o piloto que infringe as regras recebe a notícia da punição por rádio depois que ela já foi tomada, sem chance de espernear.

Outras medidas de transparência poderiam ser tomadas para ajudar a salvar o olho eletrônico no futebol. Colocar no telão dos estádios, em tempo real, o lance examinado pelo VAR é fundamental para o público ser respeitado.

Enquanto ajustes não forem feitos, o valioso recurso será apenas uma maneira teatral de manter antigos vícios. No final, o torcedor é feito de palhaço, como aconteceu com corintianos e cruzeirenses em Itaquera. Quem pagou ingresso foi lesado, mesmo que tenha sido um erro grave para cada lado. Prejudicado também foi Pedrinho. Quanto não valeria para seu futuro e evolução assinar uma pintura de gol em final de campeonato?

Título da Copa do Brasil tem marcas de simplicidade e eficiência de Mano

Leia o post original por Perrone

A conquista da Copa do Brasil pelo Cruzeiro com a vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians, em Itaquera, tem as marcas da simplicidade e eficiência dos times de Mano Menezes.

Avesso a esquemas táticos mirabolantes, o treinador levou o clube mineiro ao seu sexto título na competição apostando numa equipe compacta e eficiente nos contra-ataques.

Mano fez do Cruzeiro uma equipe fria, que sabe sofrer na defesa, para usar uma expressão da moda, e que costuma ser perigosa quando tem a chance de matar as partidas.

O título mostra que no futebol cheio de novas definições táticas, muitas usadas para renomear antigas práticas, a velha guarda de treinadores ainda pode triunfar. Que o diga Mano, campeão das duas últimas edições da Copa do Brasil e que neste ano já tinha levado o Campeonato Mineiro.

Campeão merecido! Mas o VAR não funciona!

Leia o post original por Craque Neto

Acompanhei a final entre Corinthians e Cruzeiro atentamente. A festa foi bonita em Itaquera. A Arena completamente lotada e com uma baita esperança de que o Timão reverteria o resultado de derrota no Mineirão. Mas posso falar a verdade? Duvido que alguém em sã consciência teria a capacidade de achar que o time do Jair Ventura era melhor que o do Mano. Pelo amor de Deus! A disparidade técnica e tática era incrível. E isso ficou muito evidente nas duas partidas das finais apesar do placar não mostrar tanta diferença. O técnico do time mineiro sabe fazer o time dele […]

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Cruzeiro campeão sem discussão ! Bem melhor que o Corinthians .

Leia o post original por Nilson Cesar

O Cruzeiro é o campeão da Copa do Brasil de 2018 e não há o que discutir . O árbitro com o Var errou duas vezes . Não existiu pênalti para o Corinthians e o gol do Corinthians foi legal . O gol do Pedrinho foi legal . Cruzeiro ganhou em Belo Horizonte e também em Itaquera . Corinthians precisa lutar para não cair no campeonato brasileiro . Corinthians precisa reforçar e muito para 2019. Técnico novo e jogadores novos é o que precisa o Timão . Cruzeiro seis vezes campeão da Copa do Brasil e Mano Menezes mostra o quanto é competente . Deu a lógica .

Minha MELHOR lembrança contra o Cruzeiro

Leia o post original por Craque Neto

Lembro até hoje de um mata-mata importante que tive contra o Cruzeiro quando ainda jogava pelo Corinthians. A partida aconteceu no dia 22 de março de 1991 no estádio do Pacaembu. Eu voltava de uma convocação da Seleção Brasileira com a pressão de classificar o Timão na Copa do Brasil. Era o primeiro confronto da oitavas-de-finais da competição daquele ano. E por mais que nosso time fosse tecnicamente inferior , eu sempre me desdobrava para ser uma opção ofensiva eficiente. E essa partida foi muito especial por motivos óbvios. Acompanhem!

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A diferença para os cofres corintianos entre título e vice da Copa do BR

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Bem antes de o Corinthians chegar à final da Copa do Brasil Andrés Sanchez declarou ser esta a competição prioritária para o clube em 2018. Especialmente por causa do prêmio de R$ 50 milhões para o campeão, sem contar os bônus dados nas fases anteriores. Quem sair derrotado da decisão desta quarta (17) entre o alvinegro e o Cruzeiro vai faturar apenas pelo segundo lugar R$ 20 milhões.

Mas o que representa para o clube paulista, que tanto valorizou a cota dada ao campeão, essa diferença de R$ 30 milhões? Uma análise no último relatório financeiro relativo a 2018 disponível no site corintiano ajuda na resposta. Os números são de julho deste ano.

Os R$ 30 milhões a mais dados a quem se sair melhor na finalíssima em Itaquera seriam suficientes, por exemplo, para cobrir o deficit das áreas social e de esportes amadores até julho e ainda sobraria dinheiro. O prejuízo desses departamentos foi de R$ 21,1 milhões. O deficit total do Corinthians, juntando todas as áreas até julho, incluindo o futebol, ficou em aproximadamente R$ 17,3 milhões. A diferença se explica com o superavit apresentado pelo futebol isoladamente. Ele foi de R$ 3.785.000.

Os R$ 30 milhões de diferença entre o bônus para o campeão e o dado ao vice ainda superaria toda a receita corintiana obtida com patrocínio e publicidade nos sete meses iniciais do ano. Foram arrecadados R$ 20.878.000.

O verba superior para o primeiro colocado também representa quase o triplo do que o alvinegro amealhou com premiações, seu programa de sócio-torcedor e participação em loterias (essas receitas são calculadas juntas) até julho. Foram cerca de R$ 10,2 milhões. No primeiro semestre, o alvinegro foi campeão paulista.

A quantia se aproxima de cobrir a despesa registrada no item “futebol” dentro do departamento profissional e que foi de R$ 38.198.000 até o final do sétimo mês de 2018.

Por fim, embolsar R$ 30 milhões a mais com um resultado positivo nesta noite em Itaquera representaria ganhar quase oito vezes mais do que o superavit acumulado pelo departamento de futebol corintiano até julho. Foram R$ 3.785.000 no azul.

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