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Não faça com os outros o que não quer pra você!

Leia o post original por Craque Neto

Observei as imagens do treino desta terça-feira (2) e pude constatar que o Cuca e o Vágner Mancini ficaram o tempo todo trocando ideias sobre  time. Os dois juntos. Sempre. Em algum momento até dividiram a ordem. Fiquei sabendo que provavelmente o Mancini assinará as súmulas das partidas pelo menos até o final do mês. Mas é fato que o Cuca vem ditando as regras desde que foi anunciado na queda do Jardine. Ou será que alguém duvida que ele que liberou o Diego Souza ao Botafogo e fez tantas outras coisas? Só que essa mudança – a inclusão do […]

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Opinião: Tchê Tchê precisa mais do SPFC do que o clube precisa dele

Leia o post original por Perrone

Tchê Tchê é um jogador de qualidade e pode ser útil ao São Paulo em diferentes funções. Porém, na opinião deste blogueiro, sua contratação não deveria ser prioritária. Neste momento, o volante precisa mais do clube do Morumbi do que o contrário.

Originalmente, o ex-palmeirense atua como segundo volante. Nesta posição podem atuar o atual destaque são-paulino, Liziero, e Hernanes, ambos versáteis. Ou seja, não existia uma carência nesse setor.

Por outro lado, Tchê Tchê precisava de um time no qual tivesse mais oportunidades para jogar, pois estava na reserva no Dínamo de Kiev. O São Paulo pode dar a ele essa chance. Além disso, jogando em seu país, num ambiente com o qual está acostumado, o atleta tem mais possibilidades de retomar seu auge, o que, claro, seria ótimo para o clube. Sobretudo porque será treinado por Cuca, com quem teve papel importante na conquista do título Brasileiro pelo Palmeiras em 2016.

A análise desses fatores coloca Tchê Tchê na figura de aposta do novo treinador são-paulino. A indicação é de que o técnico tem certeza que pode fazer com que ele retome seus melhores dias. Além disso, sugere valorizar a versatilidade do volante, que pode atuar também na lateral-esquerda e como meia. Nesse sentido, ele é uma boa opção reforçar um elenco que hoje não é robusto. Dá pra entender Cuca ter pedido sua contratação, mesmo conseguindo visualizar o São Paulo forte sem a presença dele.

Opinião: Cuca demorou tanto que chega ao São Paulo em momento inoportuno

Leia o post original por Perrone

Depois de muito esperar, o São Paulo recebe nesta segunda o técnico Cuca. Na opinião deste blogueiro, o clube errou ao esperar tanto pelo treinador, apesar de sua indiscutível qualidade. O problema é o tempo perdido até que o trabalho dele comece. Só que ele foi liberado por seu médico antes do esperado (15 de abril) e chega num momento inoportuno na análise do blog.

Mancini, que não havia feito o time decolar, finalmente colocou a equipe tricolor nos trilhos a partir das quartas de final do Campeonato Paulista com o maior aproveitamento de atletas revelados na base. O São Paulo ficou mais rápido, leve e técnico com atletas como Antony, Liziero e Igor Gomes. Um padrão de jogo começou a ser visto. Mas, justamente neste momento Cuca chega. E agora, ele vai manter na íntegra o trabalho de Mancini? Difícil que isso aconteça. Todo treinador tem suas particularidades. Por menos que ele tente mexer, alguma coisa vai mudar. A reação dos atletas à essa alteração é uma incógnita.

Para trocar o comando no jogo decisivo das semifinais com o Palmeiras, no próximo domingo (7), acredito que fosse melhor esperar o Estadual passar. Se o São Paulo ainda estivesse desorientado como na primeira fase, seria melhor Cuca já assumir. Mas, agora que as coisas começaram a funcionar há mais riscos do que benefícios na troca. No meu entendimento, pensando na vaga para a final,  em um só jogo é mais fácil desandar algo com o novo comandante do que acontecer uma melhora substancial que justifique a aposta.

Outro ponto é que a diretoria não poderá cobrar Cuca se a equipe for eliminada, afinal ele acabou de chegar. E se o novo treinador levar o clube do Morumbi ao título, os cartolas reconhecerão o trabalho de Mancini? Pra mim ficou tudo muito arriscado e estranho. Nesse novo panorama seria mais prudente a mudança ocorrer depois do Paulista.

Opinião: Pato acerta com quem mais precisa dele

Leia o post original por Perrone

Com o anúncio do São Paulo sobre a volta de Pato, o atacante está indo para o clube que mais precisava dele, entre os dois que o disputaram. No Palmeiras, o jogador seria um luxo. No Morumbi, ele é uma necessidade.

O alviverde tem um elenco robusto a ponto de deixar Borja e Arthur Cabral na reserva. Claro que Pato seria útil. Teria condições de se firmar como titular. E daria um bom motivo para Borja, desgastado no clube, ser vendido em breve. Mas o time de Felipão não está desesperado atrás de um atacante. Viverá sem Pato numa boa. Pode muito bem brigar por todos os títulos que disputar com as opções disponíveis.

No São Paulo a situação é diferente. Quando chegar, Cuca terá que montar uma equipe. Pablo não rendeu o esperado até aqui. Carneiro parece não ter muito mais a entregar além do que já entregou. Há a necessidade reforçar o ataque. Além disso, jovens promessas despontam no Morumbi. A experiência de Pato pode ajudar. Tudo isso, explica o São Paulo ter entrado com mais fome na negociação do que o Palmeiras.

Para Pato, voltar a vestir a camisa tricolor também é melhor, apesar de neste momento as chances de levantar taças seja maior no alviverde. Ele vai ganhar mais no São Paulo. Terá ao seu lado uma torcida que o admira e tende a ser mais paciente do que provavelmente seria a palmeirense. As chances de jogar serão maiores. Ele chega para ser titular. No Allianz Parque, teria que brigar pela posição, acredito. E na futura equipe de Cuca sua chance de ser protagonista é maior. Do outro lado teria que brigar para ser o cara do time com Goulart, Dudu e Scarpa, entre outros.

Nesse cenário, os cartolas são-paulinos comemoraram. Os palmeirense ligaram o modo “vida que segue”.

Será que o São Paulo irá ressurgir?

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo fez uma boa atuação diante do Ituano e venceu no Morumbi. Alguns garotos mostrando grande potencial. O que mais gostei de ver foi a vontade de vencer. Um time aplicado do primeiro até o último minuto. Igor Gomes mostra ter muito talento e o tempo vai nos mostrar onde poderá chegar. Antony é um jogador de grande futuro se entender que não pode ter uma bola só para ele. Luan e Cia também…

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‘Porta-voz’, Lugano diz que momento crítico o fez se reaproximar do futebol

Leia o post original por Perrone

Há um pelotão de jornalistas buscando respostas para a crise do São Paulo. No alto da escada na sede da Federação Paulista de Futebol aparece Raí. Profissionais se preparam para ouvir o executivo de futebol do clube do Morumbi. Mas ele abre uma porta lateral e se retira. Lugano, superintendente institucional tricolor, toma a direção oposta e se dirige para a muvuca. Com paciência, responde sobre tudo. Atrito entre Jean e Mancini, possível vinda de Pato, críticas da torcida, chegada de Cuca. Sempre sem nervosismo.

A cena ocorrida nesta quinta (21), após a reunião sobre detalhes das quartas-de-final do Campeonato Paulista, mostrou um “porta-voz” com sotaque carregado representando o clube em momento de crise. Não que Raí tenha saído de cena, ele havia dado entrevista na noite anterior depois do empate da equipe com o São Caetano.

Na FPF, foi a vez de o uruguaio, de estilo despojado, metido num blazer e vestindo calça jeans, dar sua cara à tapa. Ele tem sido cada vez mais presente no futebol do clube, apesar de seu cargo não estar diretamente relacionado ao departamento. Perguntado por este blogueiro sobre sua proximidade com o cotidiano da equipe, ele disse: “o momento exige”. Então, quando a crise passar, vai se afastar? “Provavelmente, como eu já fiz (antes)”, respondeu o uruguaio, rindo.

O discurso na diretoria, porém, é de que mesmo quando a tempestade se for o ex-zagueiro vai continuar ligado ao futebol. Raí e o presidente Leco pediram sua reaproximação, após certo distanciamento, e entenderam que ele deveria estar ainda mais presente do que antes. E sendo mais ouvido em casos importantes. Seu perfil é considerado diferente do ostentado pelo ex-meia. É visto como mais enérgico, enquanto o executivo de futebol é tido como ponderado. A direção acredita ser importante esse contraste para criar equilíbrio. Lugano também é definido como um personagem importante para administrar o vestiário.

No salão no térreo do prédio federação, ele mostrou habilidade na administração de temas espinhosos diante da imprensa. Foi assim ao negar que o fato de Vagner Mancini ser treinador interino deu força para o goleiro Jean se insurgir contra o técnico. E também para rechaçar a tese de que o arqueiro desrespeitou a instituição que Lugano tanto defende. “Não, ele estava de cabeça quente, já passei 20 mil vezes por situações assim”, afirmou.

O uruguaio baseia seu discurso na tese de que problemas sempre acontecem, mas que agora, graças ao universo digital, os vazamentos são mais frequentes e tudo ganha uma proporção maior. E como resolver o problema? “Jogando melhor, tentando ganhar o Campeonato Paulista, que talvez não tenhamos valorizado na minha época (como jogador)”, declara.

Sem fechar a cara ou alterar o tom de voz, Lugano foi apagando incêndios, transformando entrevistas em bate-papo. “Eu e Raí sabíamos onde a gente estava se metendo”, afirmou ao comentar as críticas da torcida.

Diferentemente de quando chegava forte nos adversários em campo, Lugano foi gentil até ao falar de jogador adversário. Isso aconteceu ao ser questionado pela reportagem do site “Meu Timão” sobre o zagueiro Bruno Méndez, contratado pelo Corinthians. “Menino com um perfil muito bom, acho que o Corinthians contratou um ótimo jogador. É difícil no futebol que um jogador novo tenha essa visão, essa perspectiva de mundo (que o compatriota tem). Desejo o melhor do mundo pra ele. E ele é zagueiro, uruguaio”, derreteu-se o dirigente são-paulino.

Depois de cerca de 30 minutos atendendo a imprensa e tentando compartilhar a imagem de um São Paulo que se preocupa com a crise, mas não entra em desespero por causa dela, Lugano deixou a federação com pinta de bombeiro.

Com Arthur Sandes e José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

 

 

Opinião: problema maior do São Paulo é perder tempo esperando Cuca

Leia o post original por Perrone

A derrota para o Palmeiras, por 1 a 0, fez a torcida do São Paulo explodir de novo contra a diretoria do clube. Foi mais um clássico perdido, porém, perder para um grande rival ou para qualquer outro time não é o principal problema da equipe do Morumbi neste momento. O grande drama é que o trabalho de Cuca, efetivamente, ainda nem começou. Aconteça o que acontecer na provisória era Vágner Mancini, ainda haverá uma reconstrução. Ou seja, enquanto os adversários tem um rumo definido e tendem a evoluir, os tricolores, em tese, vão voltar à estaca zero quando o novo treinador chegar.

É desesperador para a torcida saber que o time vai mal e a reorganização ainda nem começou. Por mais que Cuca passe diretrizes para Mancini, muita coisa vai mudar quando ele começar a ficar à beira do gramado.

Nesse cenário, é justo o são-paulino se voltar contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O presidente voltou a ser xingado logo depois do gol do Palmeiras no Pacaembu. Parte da torcida também critica Raí, outro que merece ser cobrado.

A dupla é, na opinião deste blogueiro, é a principal responsável pela dramática situação atual. Claro que a gestão tem seus acertos. Raí por exemplo faz um importante trabalho de reestruturação de rotina no CT da Barra Funda com mentalidade profissional. Contratar Pablo foi outra decisão acertada, depois da ótima temporada feita por ele em 2018. A diretoria não tem culpa se o atacante ainda não rendeu da mesma forma em 2019.

Só que os dois dirigentes cometeram três erros graves e em sequência, na minha opinião. O primeiro foi demitir Aguirre na reta final do último Brasileirão. No geral, seu trabalho não foi tão ruim para justificar a queda naquele momento. Mais sensato seria esperar o final do campeonato, fazer uma avaliação e decidir o rumo a ser tomado.

A segunda falha foi efetivar Jardine como técnico. Era uma aposta de risco e que em caso de fracasso obrigaria o time a fazer mudanças com a temporada seguinte já em andamento. Deu errado. A falha custou a Libertadores e um atraso no planejamento.

Para completar, a diretoria optou por uma solução nada convencional aceitando esperar por Cuca e escalando Mancini como técnico interino. Um clube profissional não pode perder tempo. Sem dúvida Cuca é uma boa contratação, mas Leco e Raí parecem não terem calculado o quanto a espera por ele poderia prejudicar o time. Em qual momento do ano o novo treinador vai ter o time na mão, jogando como ele gosta? A temporada toda já não estará comprometida? Não seria melhor escolher outro técnico, mas que fosse uma solução imediata?

Não era difícil de prever o cenário pessimista. Por isso, é impossível não responsabilizar Leco e Raí pelo estágio atual da equipe. Pior para os são-paulinos é que não há o que a diretoria possa fazer, além de torcer para que Cuca chegue logo e como salvador da pátria, dando resultados imediatamente.

 

Opinião: discurso de Mancini mostra como SPFC se atrasa por Cuca

Leia o post original por Perrone

Ao explicar a ida de Diego Souza para o Botafogo, Vagner Mancini disse que “dentro do planejamento, daquilo que vai ser feito no São Paulo, optou-se por isso”. A declaração dada depois do empate deste sábado com a Ferroviária em um gol, no Pacaembu, mostra, na opinião deste blogueiro, o quanto o clube do Morumbi se atrasa ao esperar por Cuca.

A afirmação poderia ser completada com “depois que o novo treinador chegar”. O sinal de compasso de espera é claro. A explicação também dá a entender que a saída de Diego Souza foi um pedido de Cuca e que ele se livrou do desgaste de trombar com o veterano, pois chegará com a “casa arrumada” para iniciar seu trabalho. O plano parece ser o mesmo em relação a Nenê.

Ou seja, o São Paulo está se preparando para receber seu treinador quando deveria aproveitar o tempo de sobra sem a Libertadores para chegar no Brasileirão na ponta dos cascos. A equipe evolui devagar com Mancini. E corre alto risco de passar por mais mudanças com Cuca, retardando mais ainda sua evolução. A chance de chegar no Nacional mais afinado do que os rivais desgastados pela Libertadores vai diminuindo.

Prova desse atraso é a dependência que a equipe mostrou contra a Ferroviária em relação a Hernanes, autor do gol de empate. Apagado no primeiro tempo, ele foi o jogador tricolor mais importante na etapa final, atuando como segundo volante. Uma sequência executando a mesma função já poderia ter feito seu futebol crescer, mas o problema não é esse. Depender de veteranos é algo dramaticamente arriscado no Brasileiro.

O próprio São Paulo sentiu isso na pele no Nacional de 2018. Diego Souza e Nenê foram muito bem no primeiro turno e fizeram o torcedor sonhar com o título. No segundo, porém, caíram de rendimento e deu no que deu. É muito difícil para todo jogador se manter em alto nível durante o Brasileirão inteiro. Ainda mais para veteranos por causa de questões físicas. Com Hernanes não vai ser diferente. Nesse estágio do ano já era para a equipe do Morumbi ter mais gente dividindo a responsabilidade de decidir com ele.

Antony desponta como o futuro do São Paulo. Sua habilidade é acima da média do futebol brasileiro. A maturidade do destaque da última Copa São Paulo também. Mas ele precisa de um time com projeto e estilo de jogo definido para evoluir. Esse ritmo de “vamos tocando enquanto o professor não chega” é péssimo pra ele. Cuca tem muito a contribuir para a carreira da joia são-paulina.

Taticamente, o São Paulo evolui lentamente com Mancini. A questão não é se estaria melhor com Cuca. O ponto é que a partir da chegada do novo técnico, em tese, o São Paulo tem um rumo definido, não fica sujeito a subir dois degraus e descer um. A diretoria, mais uma vez, pode perceber o tamanho do risco de sua aposta quando for tarde demais.