Arquivo da categoria: Cuca

Tava indo tão bem, hein Raí?!

Leia o post original por Craque Neto

Eu, José Ferreira Neto, posso me declarar um grande admirador do Raí. Éramos rivais enquanto jogadores, mas não nego que ele me inspirava pra jogar bola. As boas atuações dele me forçavam a melhorar. Ainda assim, fora das quatro linhas, a gente sempre se encontrava. Formamos uma amizade legal. Tanto é que sempre o defendi onde estivesse. Só que não posso deixar de fazer minhas críticas ao profissional diretor de futebol do São Paulo. Na montagem do elenco para 2019 ele vinha fazendo um trabalho bem interessante. Contratou jogadores para posições pontuais e verdadeiramente fortaleceu o time. Já citei no […]

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Cuca de volta ao Tricolor???

Leia o post original por Craque Neto

Esses dias o preparador físico Carlinho Neves, multicampeão por todos os clubes por onde passou, acertou seu retorno ao São Paulo. Isso mesmo! Ele deixou o Santos, onde estava recentemente, e acertou a volta ao time onde foi tricampeão do Brasileirão entre 2006 e 2008, além da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2005. Uma atitude mais do que acertada da diretoria do Tricolor. E mais do que isso indica a grande possibilidade de que Cuca deva mesmo estar acertando seu retorno ao Morumbi. O torcedor vai me perguntar: como assim? Eles são parceiros de trabalho há muitos anos […]

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Bryan Ruiz, 33, é jogador de futuro, segundo relato de presidente do Santos

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Bryan Ruiz, 33 anos e que ainda não decolou no Santos, é um jogador de futuro.  José Carlos Peres, presidente do clube, disse ter ouvido essa avaliação do técnico Cuca. A afirmação foi feita pelo cartola durante reunião do Conselho Deliberativo na última terça-feira (27).

“O Bryan Ruiz chegou no clube, tá sendo preparado. Ele tinha dois centímetros de um lado (sobre um desequilíbrio muscular nas pernas) e era recuperável. Tanto que o Cuca conversou comigo nessa semana e disse: ‘olha ele vai vai evoluir muito no ano que vem, é um jogador de futuro, agora ele tá com a saúde boa’. Tecnicamente ele é muito bom. É só ir ver os treinos do Santos”, declarou o dirigente.

Parte dos conselheiros reagiu com uma exclamação em tom irônico. O blog não localizou Cuca para falar sobre o assunto.

Peres também explicou que o Santos não precisou pagar pelos direitos econômicos do atleta. Entre os conselheiros há questionamentos sobre os valores desembolsados na transação, incluindo eventual pagamento de comissão.

O jogador da Costa Rica chegou ao Santos em julho, antes da 13ª rodada do Brasileirão e participou de 12 dos 24 jogos do time no Nacional desde então. Ele não marcou gols e tem contrato até o final de 2020.

Além de defender Bryan, Peres rebateu críticas ao desempenho do time no campeonato. Um dos membros do conselho classificou a campanha do time na competição de pífia.

“Não sei porque pífia a colocação do Santos. Faltou muito pouco pro Santos estar na Libertadores”, afirmou o cartola. De novo, alguns reagiram com ironia.

A reunião foi marcada por protestos de críticos da diretoria. Alguns pegaram o microfone para pedir a renúncia de Peres e de seu vice e desafeto Orlando Rollo, que na prática já não faz parte da gestão.

Colaborou Samir Carvalho, do UOL, em Santos

Clássico confronta Palmeiras ‘mordedor’ com Santos ‘dono’ da bola

Leia o post original por Perrone

O clássico deste sábado (3), às 19h, no Allianz Parque, opõe o “mordedor” Palmeiras ao Santos, que gosta de ficar mais com a bola. É o que mostram as estatísticas dos times no Brasileirão. Os números são do site “Footstats”.

A pegada forte do time de Felipão é responsável por colocar o alviverde no topo do ranking das equipes que mais desarmam, cometem faltas e levam cartões amarelos.

O alviverde é o líder em desarmes certos com média de 18,7 por jogo. Seu adversário é o quinto colocado com 16,2 a cada partida.

Ninguém levou mais amarelos do que os palmeirenses. Foram 96 até aqui. Já os santistas receberam 68 cartões. Com essa marca, o alvinegro é apenas a 15ª equipe mais indisciplinada na competição.

O Palmeiras também tem a média mais alta de faltas cometidas por jogo: 17,6. A marca santista é de 13,9 (mesmo número exibido pelo Corinthians) por apresentação. Só o Fluminense, com 13,8 de média, bate menos na Série A.

Já os santistas ficam mais com a bola do que o rival. Ostentam média de 54,1% de posse (a quarta melhor) diante de 50,9% do Palmeiras, oitav0 colocado nessa lista.

Os jogadores de Cuca também costumam trabalhar mais as jogadas. Trocam, em média, 399,3 passes certos por jogo. É a sexta marca mais alta da competição.

Por partida, os palmeirenses registram média de 335,2 passes corretos, ocupando o 12º lugar nesse ranking. Por aqui passa uma das receitas do líder do Brasileirão. O alviverde aproveita seu alto poder de destruição sendo objetivo quando tem a posse de bola.

Tanto que é quem mais faz lançamentos certos em média por partida: 19,2. O Santos só utiliza esse recurso 11,8 vezes em cada duelo, na média.

A objetividade e a precisão palmeirenses também são traduzidas pelo número de finalizações certas da equipe na competição: 161. É a quarta melhor marca do campeonato. Embora fique mais tempo com a bola, o Santos finalizou menos de maneira correta até agora. Foram 130 arremates com endereço certo. Onze times registram marca melhor.

Os palmeirenses também marcaram dez gols a mais do que os santistas (48 contra 38). O alviverde divide com o Atlético-MG o posto de segundo melhor ataque do Nacional. A liderança pertence ao Flamengo com um tento a mais. Na oitava posição nesse quesito aparece o Santos.

A agressividade do Palmeiras na marcação também contribui para o time ter a defesa menos vazada (20 gols). Os santistas levaram 28 gols. É a sexta melhor marca, dividida com o Cruzeiro.

Dúvida no Santos: Renato consegue cobrar Cuca, seu chefe enquanto jogador?

Leia o post original por Perrone

Como executivo de futebol do Santos, o volante Renato vai conseguir cobrar Cuca, de quem recebe ordens na função de jogador? Conselheiros de diferentes correntes acreditam que não. Por isso, o acúmulo de funções do atleta é alvo de preocupações e, no caso dos mais incomodados, críticas.

Na avaliação sobre a dupla função do veterano entra o histórico de Cuca. Recentemente, ele criticou a direção do clube em entrevista coletiva e foi repreendido por Ricardo Gomes. O dirigente deixou a Vila Belmiro para trabalhar no Bordeaux, em espaço que agora será ocupado por Renato.

O treinador reclamava depois de o alvinegro escalar Carlos Sánchez, suspenso, na Copa Libertadores, o que culminou com a transformação do empate com o Independiente em vitória dos argentinos por 3 a 0 no primeiro duelo entre as equipes.

Na ocasião, Gomes disse ao técnico que considerou a declaração um erro. A dúvida de conselheiros é se, em caso semelhante, Renato faria o mesmo já que em campo é subordinado ao treinador. Além disso, Cuca foi incentivador da escolha do atleta para a nova função, sem deixar o elenco.

Pelo menos um membro do comitê de gestão do clube, que pediu para não ser identificado, considera “complicadíssimo” o meio-campista fazer cobranças em relação ao técnico.

“É óbvio que o Renato não vai poder cobrar o Cuca ainda sendo jogador. Vai existir um problema de cobrança em relação ao técnico, isso é fato”, disse Nabil Khaznadar, um dos candidatos derrotados por Peres na última eleição presidencial.

“Profissionalmente, eu seria contra. Não gosto muito disso, mas dentro da situação (crise política) do Santos acho que foi uma boa escolha. Acredito que a intenção do presidente é que o Renato blinde os jogadores da turbulência fora de campo”, completou Nabil. No momento ele está fora do Conselho Deliberativo. Como sócio, é contrário ao impeachment de José Carlos Peres.

Além de ser um líder entre os jogadores, o que facilitaria sua nova missão, Renato é visto por conselheiros como alguém que pode atrair para o presidente a simpatia de ex-atletas. Tradicionalmente, ex-jogadores santistas são influentes entre os sócios. Os associados decidirão se apoiam o impeachment de Peres no próximo dia 29.

Há ainda os conselheiros que enxergam uma questão financeira na escolha por Renato. Já que ele não é titular da equipe, a atuação como executivo do departamento de futebol amenizaria os gastos com seus salários. Isso porque o clube não precisará investir na contratação de um novo cartola remunerado.

Como no Palmeiras, Cuca estressa Santos, mas Gomes age para acalmar técnico

Leia o post original por Perrone

Como aconteceu no Palmeiras, Cuca já ganhou no Santos a fama de “reclamão” e gerador de stress. Porém, a cúpula santista aposta no diretor executivo Ricardo Gomes para acalmar o treinador e evitar uma saída precoce.

A confiança vem principalmente da conversa que o dirigente remunerado teve com o técnico no dia seguinte à eliminação do Santos na Libertadores diante do Independiente.

Gomes revelou em entrevista coletiva que se reuniu com Cuca e disse ao treinador que considerou um erro ele criticar a diretoria na noite anterior.

Apesar da reprovação, o tom do dirigente na conversa foi conciliador e no sentido de aconselhar o técnico a evitar futuras polêmicas no ambiente conturbado da política santista. O presidente José Carlos Peres é alvo de dois pedidos de impeachment.

Desde a conversa, a cúpula do clube está confiante de que o técnico irá evitar comentários que deixem a direção em situação constrangedora.

A direção trabalha com a informação de que o treinador admitiu para Gomes que poderia ter se expressado de outra forma, sendo menos contundente. O blog não conseguiu entrar em contato com o técnico.

Depois da queda santista na Libertadores, Cuca afirmou: “eu posso ser mandado embora, mas vou falar. O Santos tem que melhorar muito profissionalmente, internamente, muito, não é pouca coisa, não. Isso que ocorreu é um erro muito grave e muito grande, é ‘beabá’ do futebol’, de situações.

O treinador se referia ao fato de o clube ser punido por ter escalado Carlos Sánchez suspenso, no entender da Conmebol. Por conta disso, o empate sem gols do primeiro jogo com o Independiente foi transformado em vitória de 3 a 0 para os argentinos.

A declaração imediatamente virou munição contra Peres. Gomes, então, passou a trabalhar no sentido de conscientizar o treinador sobre a necessidade de se preservar em meio à guerra política.

A tarefa é especialmente complicada porque Peres também tem temperamento difícil. Tanto que na última quinta o dirigente rebateu Cuca publicamente.

“O Cuca toca a parte técnica e nós tocamos a parte administrativa e financeira. Ele reconheceu que exagerou”, afirmou o presidente alvinegro ao comparecer para votar na eleição da Federação Paulista.

A estocada aumenta a importância de Gomes agir como algodão entre os cristais para assegurar a permanência do treinador pelo menos até o final do ano.

Apesar de o estilo irrequieto de Cuca gerar desconforto na diretoria, a avaliação é de que ele está fazendo a equipe evoluir e uma eventual saída agora seria desastrosa.

Santos pagou o preço do erro “juvenil”

Leia o post original por Nilson Cesar

O Santos está fora da Libertadores da América e não tem o que reclamar. Carlos Sanchez estava irregular. O cara não poderia ter jogado a primeira partida e fim de papo. O resto é conversa mole. Cuca fez muito bem de reclamar da estrutura do Santos. Ele foi sincero. Muita coisa precisa evoluir para estar a altura do clube que foi de Pelé. O Santos que se profissionalize em todos os seus setores. Só quero dizer aqui que não é só o Santos. Muitos clubes brasileiros caminham com a estrutura bem abaixo do que deveria ser. Essa é a nossa realidade.

Tem caroço nesse angu, hein?

Leia o post original por Craque Neto

Essa temporada de 2018 não tem sido nada positiva ao Peixe. A diretoria nova bem que tentou investir em novas ideias trazendo o técnico Jair Ventura que vinha de boas jornadas no Botafogo do Rio, mas com o passar dos meses a situação vai de mal a pior. Antes da vitória desta quarta diante do Cruzeiro o Peixe vinha de vários jogos sem vitórias. Aliás, depois da parada da Copa não havia vencido nenhum. E se contar que essa vitória em BH não serviu de nada, já que a equipe foi eliminada nos pênaltis, a coisa fica mais frustrante ainda. […]

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Cuca começa com o pé esquerdo!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Ivan Storti/Santos FC

Santos 0 x 1 Cruzeiro (jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil)

Que tristeza: a Vila Belmiro virou um salão festas para times mineiros.

No domingo, o América, e nesta quarta foi a vez do Cruzeiro se esbaldar nos gramados do Urbano Caldeira.

E isso na reestreia do supersticioso Cuca.

Supersticioso porque dizem por aí que o treinador pensa que iniciar um ciclo com derrota dá sorte para a sequência do trabalho.

Bom, que ele esteja certo, pois precisará de MUITA sorte na Baixada.

Nesta noite o Peixe até que não foi mal, claro.

Mas parou nas boas defesas do incrível goleiro Fábio, que é muito melhor que o tal Alisson do Liverpool.

Aí, em uma de suas raras oportunidades, o Cruzeiro balançou as redes no finzinho do duelo, com o promissor Raniel.

Bom, convenhamos, agora ficou difícil para o Peixe reverter em BH.

A não ser que a tal sorte, que é o encontro da capacidade com a oportunidade, esteja do lado de Cuca e do Santos…

Opine!

Felipão e Cuca têm desafios distintos em seus retornos

Leia o post original por Milton Neves

Por João Antonio de Carvalho

Os últimos dias foram de expectativa para os torcedores de Palmeiras e Santos, desde que essas duas equipes demitiram os seus treinadores: Roger Machado e Jair Ventura. O Palmeiras agiu logo, contratando Luiz Felipe Scolari pouco mais de 24 horas depois, já o Santos demorou bem mais, mas finalmente fechou com Cuca.

Os dois treinadores já tiveram passagens por essas equipes, mas enquanto Felipão brilhou no seu primeiro trabalho no Palmeiras e pelo menos ganhou um título importante na segunda, Cuca vai tentar apagar os 14 jogos de pouco brilho que teve pelo Santos em 2008.

No caso de Felipão, apesar de estigmatizado pelos 7 a 1 da Copa de 2014, ele é um treinador de muitas conquistas, e esse cartel, unido ao seu perfil, foi fundamental para a sua escolha, em um momento que o Palmeiras precisava de uma bela sacudida.

Mesmo com os milhões gastos pelo clube e pela patrocinadora, e com os grandes nomes contratados, o time nunca convenceu. Não conseguiu nem ganhar o regional e nem se manter entre os primeiros do Brasileirão, apesar da boa campanha na primeira fase da Libertadores.

Roger teve tempo e um ótimo elenco, mas cometeu falhas gritantes em sua passagem pelo clube. Não teve coragem de tirar do time jogadores que não estavam rendendo bem, como Dudu e Lucas Lima, e permitiu que a equipe se tornasse a mais indisciplinada do campeonato.

O Palmeiras está liderando em cartões amarelos recebidos, 53, contra 49 do Vitória, que está na zona de rebaixamento, e em faltas cometidas, 291, onze a mais também do que o Vitória.

A sua apatia no banco, e após os resultados ruins, também deixavam o torcedor irritado e isso com certeza é o que não vai ocorrer a partir da agora. Felipão, talvez à exceção do famoso e imprevisível 7 a 1, é um treinador vibrante e que joga com o time.

Ele não é apenas um treinador competente, mas também motivador, e sabe como poucos juntar um grupo, e esse será um de seus principais desafios, pois num elenco tão estrelado e com todos querendo uma vaga, é bem difícil a união visando o resultado final.

Tecnicamente todos conhecem o trabalho de Scolari, duas vezes campeão da Libertadores, uma com o Grêmio e outra com o Palmeiras, campeão mundial em 2002 e várias outras conquistas entre o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e os campeonatos regionais.

Não que o elenco do Palmeiras seja perfeito, mas claramente dá opções de sobra para um treinador, e foi isso que Roger não conseguiu e que o torcedor espera que Felipão consiga. Um time forte, bem treinado, vibrante e que volte a ser candidato nas três competições que segue disputando.

No caso de Cuca ele já chega com dois problemas, o primeiro, e mais grave, é tirar o time da incômoda zona de rebaixamento, onde entrou nessa segunda-feira, e o segundo, menos complicado, é apagar sua péssima passagem em 2008.

Naquele momento, apesar de bons trabalhos no Goiás, no São Paulo e no Botafogo, Cuca ainda convivia com suas manias e incertezas, e só tinha no currículo dois títulos da Taça Rio com o alvinegro carioca.

O time vinha desmoralizado após uma eliminação na Libertadores e uma goleada de 4 a 0 para o Cruzeiro e não tinha grandes nomes,sendo os mais experientes o goleiro Fabio Costa, o lateral Kleber, o colombiano Molina e o atacante Kleber Pereira.

Cuca chegou a pedir demissão em seu oitavo jogo, uma goleada de 3 a 0 para o Figueirense, em Florianópolis, após quatro derrotas e quatro empates, mas voltou atrás e ainda ficou mais seis partidas, com as primeiras três vitórias e outras três derrotas, sendo as duas últimas em plena Vila Belmiro, para Coritiba e Atlético Mineiro, deixando de vez o clube com ele em 18º lugar e na zona de rebaixamento.

Mas hoje o patamar de Cuca mudou muito, nesses dez anos ele foi campeão da Libertadores, pelo Atlético Mineiro, em 2013, e campeão brasileiro pelo Palmeiras, em 2016. Além disso desde 2011 só ficou um ano sem conquistar um título, exatamente em 2017.

E com mais maturidade para apagar sua passagem de 2008 restará a Cuca tirar o Santos da situação horrível em que se encontra, e sem ter tantas opções, como teve nos seus dois últimos trabalhos no Palmeiras.

Pelo menos ele vai ganhar algo que Jair Ventura tanto pediu mas não recebeu, reforços com experiência para auxiliar o trabalho de um treinador. Chegam o costariquenho Bryan Ruiz, um armador que fez falta desde a saída de Lucas Lima, o uruguaio Carlos Sanchéz, capaz de jogar em várias funções do meio-campo e Derliz González, paraguaio que pode ser ótima opção pelos lados do campo.

Talvez o principal problema de Cuca será motivar o time, visto que ele não tem esse perfil, como o rival Felipão. Depois terá de arrumar a casa, e terá problemas em todos os setores. O goleiro Vanderlei andou errando mais do que em toda a temporada 2017, mas ainda é um dos mais seguros do país.

A defesa, apesar de ter sofrido apenas 19 gols, número baixo para um time do Z-4, não tem uma liderança. David Braz bem que tentou assumir esse papel, mas não consegue convencer totalmente os torcedores, assim como Veríssimo, Gustavo Henrique, Luiz Felipe. Nas laterais novamente o time tem jogadores inconstantes, com Victor Ferraz e Daniel Guedes pela direita e Dodô pela esquerda.

No setor mais importante do time, o meio-campo, o Santos passou todo primeiro semestre tentando achar um armador e não conseguiu. E seus volantes tem algumas limitações, como Alisson no passe, Renato na idade e Pituca pela falta de experiência. Bryan Ruiz e Sanchéz com certeza irão melhorar esse quadro, mas isso tem de acontecer o mais rápido possível.

E no ataque, apesar das boas opções de jogadores pelos lados de campo, a falta de um centroavante matador atrapalha muito. Ninguém pode negar as virtudes do ótimo Rodrygo, de Eduardo Sacha, de Gabigol, de Bruno Henrique e até dos jovens Arthur Gomes e Diogo Vítor. A chegada de Derliz Gonzáles vai aumentar essa briga, mas não vai resolver o problema da falta da referência.

Apesar de tudo isso não vejo a situação do Santos como desesperadora, o time tem o final do turno e todo o segundo para se recuperar, tem agora um técnico confiante e reforços de experiência, mas é bom se cuidar, porque já vimos esse filme com outros chamados “grandes”.

Achei as duas contratações acertadas, para o momento que vivem as duas equipes, mas só o tempo irá dizer se Felipão conseguirá domar e conviver com o caro elenco do Palmeiras, e se Cuca terá força e personalidade para tirar o Santos do buraco. E você, o que acha???

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