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O novo encontro Bauza x Aguirre. Será um jogo feio de novo?

Leia o post original por Quartarollo

O encontro Bauza x Aguirre. Será um jogo feio de novo?

O São Paulo parece ter reaprendido a disputar Libertadores, mas fez um jogo feio contra o Atlético Mineiro, no Morumbi, para mais de 61 mil espectadores, um novo recorde nacional.

Agora depois das disputas das Arenas, como diz com propriedade o colega Menon, também tem a disputa de público. Meu time leva mais gente que o seu e assim por diante como se isso valesse título.

O tricolor venceu por 1 x 0 e joga por empate, em Belo Horizonte, no acanhado estádio Independência que não teria capacidade suficiente para as quartas da Libertadores, mas foi liberado pela”rigorosa” Conmebol a pedido do Galo mineiro.

O jogo do Morumbi foi feio, marcado por faltas, alguma violência, poucas chances de gols e a queda da grade do camarote onde estavam os convidados da Conmebol. 20 pessoas se feriram e o São Paulo pode ser punido por conta disso.

Na saída do Morumbi ouvi que o tricolor pode ser punido como retaliação porque o presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, criticou a indicação do árbitro colombiano Roldán para esse jogo por conta de expulsões sãopaulinas em anos anteriores.

O árbitro foi bem, tentou conter a violência com muitas cartões e tirou da próxima partida os bons Rafael Carioca e Júnior Urso que estavam pendurados e levaram cartões amarelos.

O Atlético reclama que a pressão sãopaulina deu certo e orientou o árbitro nessa direção. Não vi assim, foi mesmo um jogo feio mais ponteado por violência do que por lances espetaculares.

O melhor em campo foi o ótimo zagueiro Erazo, do Atlético, secundado por Rodrigo Caio, do São Paulo.

Os ataques pararam nas defesas. O São Paulo conseguiu um gol de bola parada e conseguiu conter as bolas aéreas atleticanas nos escanteios e faltas ofensivas já que Erazo e Leonardo Silva são muito altos e se a bola chegar à cabeça deles é quase impossível detê-los.

É um problema que perdura para o jogo da volta quarta-feira próxima, em Belo Horizonte, onde a pressão será muito maior e o Atlético dificilmente perde.

A vitória foi super importante para o São Paulo. Não tomou gols e pode tentar administrar, mas se ficar plantado lá atrás perde feio e acaba saindo da Libertadores.

O jeito é tentar ter mais posse de bola e fustigar também o Galo quando puder.

Edgardo Bauza sabe jogar esse tipo de jogo, mas Aguirre também sabe. Mas Levir Culpi e Cuca em anos passados sabiam mais e tornaram o Atlético imbatível no Horto.

Com Aguirre, o Atlético perdeu muito do seu belo toque de bola. Com a possível volta de Dátolo ao meio-campo isso pode ser corrigido, mas não se sabe se ele vai se recuperar a tempo de jogar.

Robinho saiu contundido do Morumbi, mas enquanto esteve em campo não mexeu na bola. Não é mais o mesmo atacante de antes, hoje é só um bom jogador.

Bauza confessa que o jogo de Minas será igual o do Morumbi. Dois times tentando neutralizar um ao outro com poucas opções de jogo.

Esse é trabalho para o técnico e ambos, Bauza e Aguirre, tem um medo medonho da derrota e por isso se esquecem de atacar de vez em quando.

Aguirre confessou que o empate era uma das metas do seu time e perder de pouco era outra. Conseguiu pelo menos a segunda, mas agora terá que atacar com tudo, mas não vai.

Vai estar preocupado de novo. Tem um medo enorme de sair para o jogo ou para propô-lo.

Bauza, bem ao seu estilo, vai se defender e se levar para os pênaltis, não reclamará.

Enfim, são dois treinadores parecidos até nas explicações. Gosto do trabalho de Bauza, acho mais completo do que Aguirre.

Galo adia e valoriza título corintiano

Leia o post original por Antero Greco

Teve corintiano que se sentiu frustrado com o gol de Dátolo, poucos minutos antes do fim do jogo do Atlético-MG com o Figueirense, em Florianópolis, na tarde deste domingo. Besteira. A vitória do Galo apenas adiou por mais algum tempo a confirmação do título de 2015. Ele pode vir no dia 19, após o jogo do líder com o Vasco, no Rio.

A festa seria sem graça, se contasse apenas com o barulho da torcida, a desfilar pelas ruas sem que fosse depois de jogo da própria equipe. Claro que não diminuiria a legitimidade da conquista, mas é mais gostoso quando a explosão ocorre logo após o apito final e com os jogadores em campo.

Seria uma injustiça com a rapaziada de Tite – e com o treinador também. A única certeza é a de que, mesmo que não aconteça diante do Vasco, haverá outras três chances, isso se o Atlético também não perder nenhum ponto. Não há, portanto, motivo para decepção.

Para o Atlético continua o prazer do dever cumprido. Levir Culpi e tropa fazem trabalho bonito, que valoriza e eles mesmos e ao Corinthians. Honram o campeonato, confirmam o Galo como indiscutível vice-campeão, pela perseverança e seriedade com que encarou o Brasileiro.

A prova mais recente foi o 1 a 0 sobre o Figueira. Evidentemente bateu tristeza geral, após os 3 a 0 para o Corinthians, na semana passada. Nem por isso, o turma baixou a guarda. Ganhar era questão de princípio – o resultado custou a vir, mas se materializou pelos pés de Dátolo.

O Atlético torna a competição mais bonita na reta final.

Fla: acabou o encanto? Galo: mantém sonho?

Leia o post original por Antero Greco

O Flamengo perdeu duas vezes em seguida, depois de uma sequência fabulosa no returno. O tropeço mais delicado veio na tarde deste domingo, com os 4 a 1 para o Atlético-MG no Independência. Com isso, o time empacou nos 41 pontos, embora esteja a rondar o G-4. Fica a dúvida: acabou o fôlego? Terminou o encanto cultivado desde a chegada de Oswaldo de Oliveira?

Não seria dramático de afirmar que a bolha de excelência se rompeu. Claro que derrota como esta não tem nada de agradável e faz o torcedor ficar com um pé atrás. Mas há pontos a considerar, e os dois mais importantes são: 1 – perdeu para o vice-líder, que ainda está na corrida pelo título; 2 – tropeços acontecem aos montes e não haveria como manter sequência tão longa sem derrotas.

O problema maior do Fla é bem conhecido e voltou a dar o ar da desgraça: bolas altas. Dessa maneira, surgiram três dos quatro gols do Galo, um contra (Marcelo) e dois de Jemerson. Entra treinador, sai treinador, e a deficiência permanece. Desta vez não funcionou também o ataque, nem com a presença de Paolo Guerrero. Victor teve pouco trabalho.

O goleiro atleticano apareceu pouco, e bem. A grande jogada dele foi defender pênalti cobrado por Alan Patrick aos 8 minutos, quando ainda estava tudo no 0 a 0. O episódio encheu o Atlético de moral, para fazer 1 a 0. O empate com Paulinho não abalou muito. Tanto que veio o segundo gol, ainda no primeiro tempo, e com Jemerson. Fora o bombardeio contra Paulo Vitor.

O terceiro gol, também de Jemerson, colocou o Fla nas cordas. E o golaço de Datolo aos 25 minutos serviu para dar o fecho de ouro. Foi o gol mais bonito do fim de semana, pelo drible em Pará.

Eis a resposta para a pergunta do título: não acabou o sonho para o Galo. A taça ainda é possível.

Um baile

Leia o post original por Rica Perrone

Toda a calma que o Fluminense mostrou na estréia se transformou em sono. E toda a vontade do Galo em vencer que vimos na quarta-feira virou uma goleada. Eu não entendi bem porque o Ricardo mudou o jeito do Fluminense jogar. Talvez ele tenha entendido que o 1×0 na estréia não tenha sido um bom jogo. […]

Galo renasce no Horto

Leia o post original por Antero Greco

O bordão “Eu acredito” pode ser gritado com força outra vez pela torcida do Atlético. Depois da vitória por 2 a 0 sobre o Independiente Santa Fé, na noite desta quinta-feira, no Estádio Independência, o Galo ressurgiu. O Horto continua a fazer-lhe bem e a desclassificação, que parecia inevitável depois de duas derrotas, agora é fantasma que ainda assusta, porém menos.

A vaga para a próxima fase depende do desempenho do próprio Atlético. Por enquanto, com 6 pontos está em terceiro lugar, atrás do Colo-Colo com 9 e do Santa Fé, com 6 e melhor nos critérios de desempate. Mas, se ganhar do Atlas no México, na semana que vem, e do Colo-Colo, em casa, na sequência, avança para as oitavas de final. Difícil? Sim, mas não improvável.

O resultado foi construído com dois gols em momentos importantes – Carlos aos 12 do primeiro tempo, numa jogada bem armada, e Guilherme aos 45 do segundo, naqueles minutinhos finais que muitas vezes derrubam vencedores. Ele aproveitou furada do zagueiro e precisou bater duas vezes para superar o goleiro Castellanos. Foi na conta justa, embora um gol a mais ajudasse na situação da chave.

Importante para o renascimento do Atlético, em BH, foi a atuação de Dátolo e de Guilherme, que entrou no lugar de Carlos e deu velocidade e qualidade aos contragolpes. Os dois são criativos – e, em boa forma, desequilibram. Levir Culpi sabe disso; daí, colocá-los em campo com cautela e critério. Aos poucos, sem forçar.

O Galo, enfim, reage numa fase boa e exigente, já que tem o Cruzeiro pela frente, no domingo, pelo Campeonato Mineiro. Desafios demais, claro. Mas, se forem superados, sabe onde pegarão o Atlético? Quando tiver cruzado a linha de chegada à frente dos outros.

Não custa ser otimista.

 

Formação

Leia o post original por Pedro Ernesto

O Grêmio ainda é um time em formação. Foram poucos jogos para um time que tem muitos jogadores diferentes em comparação à temporada passada. Isso, em parte, justifica altos e baixos em suas atuações na Libertadores. Claro que os jogadores podem ter menosprezado os adversários nas duas derrotas. Aliás, o respeito ao adversário é o começo do sucesso. Mas também atribuir só a isso é simplificar.

Tricolor precisa se entrosar, jogadores como Cris precisam recuperar a forma física e, na reposição, Luxemburgo precisa contar com jogadores de mais qualidade. O Grêmio é um time que deve estar pronto no Brasileirão. Mas ainda é uma equipe de grandes oscilações. Por isso, é inconfiável. Ou, como disse o próprio Luxemburgo, existe um bom grupo, mas a formação de um time está um pouco longe.

Dátolo

O argentino volta ao meio-campo do Inter. Com isso, o time perde a velocidade de Fred, que, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, não joga domingo, às 16h, contra o Canoas. Como em tudo na vida, se ganha e se perde. Se a velocidade é menor, a capacidade técnica é maior. Volta o chute de média distância, especialidade desse argentino. E, sobretudo, Dunga pode testar o time com Dátolo e D’Alessandro nas meias e com dois volantes específicos de marcação.

Seleção

Na semana que vem, o Brasil enfrenta a Itália e depois, a Rússia. Contra a Inglaterra, foi aquele pavor que se viu. Enquanto a gente reclama de aeroportos, mobilidade e hospitais, o que não temos ainda é uma Seleção. O primeiro jogo deu a entender que a troca de técnico de nada adiantou. Mas é bom ver mais um teste forte contra a Itália para que possamos aferir com maior precisão a capacidade dos nossos jogadores. Neste momento, podemos dizer que há cinco ou seis melhores seleções do que nossa.

Você sabia?

* Que a Fifa continua desconfiada da conclusão das obras do Maracanã a tempo da Copa das Confederações?

* Que finalmente Grêmio e OAS sentarão à mesa para discutir critérios razoáveis a ambos em relação à Arena?

* Que, a partir de agora, o Grêmio joga todas as partidas na Arena e não volta mais ao Olímpico?

* Que muitos gremistas influentes estão preocupados com a relação complicada entre Grêmio e OAS?