Arquivo da categoria: Dérbi

O clássico que não deveria ter existido

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Nesta terça-feira (3) rolou mais um Dérbi entre Corinthians e Palmeiras dentro da Neo Química Arena. E posso falar? Não precisava nem ter tido, vai! Com o nível do avanço da contaminação do Covid-19 a Federação Paulista deveria ter tido bom senso e adiado esse jogo. Aliás, pra ser bem sincero, eles deveria cancelar o […]

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Acordem seus Zé Ruelas!

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Acabou o Dérbi entre Corinthians e Palmeiras no Allianz Parque. O resultado? 4 a 0 fora o baile para o time do português Abel Ferreira. Posso falar? Merecido. A bola que a equipe do Mancini jogou foi ridícula. Não demonstrou a menor vontade e nem comprometimento com o clube. Uma reunião de pé de rato […]

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Nem com grana vai, viu!?

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Lembro perfeitamente que na melhor fase financeira do Palmeiras, naquela que a Crefisa injetou centenas de milhões de reais em contratações, o time era bem instável em jogos dérbis contra o arquirrival Corinthians. Na verdade a freguesia era monstruosa! Olha que curioso, na véspera do clássico desta quinta (10) o presidente Andrés Sanchez resolveu quitar […]

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Quarteto de reservas custou R$ 85,9 mi a finalistas do Paulista

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Juntos eles custaram para Corinthians e Palmeiras cerca de R$ 85,9 milhōes. Porém, apesar do alto investimento feito por seus times, Araos, Bruno Méndez, Gustavo Scarpa e Lucas Lima devem começar a primeira partida da final do Campeonato Paulista na reserva. No caso dos palmeirenses, o valor se refere a luvas e comissões, já que ambos estavam livres. O jogo acontece nesta quarta, às 21h30 na arena alvinegra.

Do lado corintiano, Araos é quem mais chama atenção. O chileno aparece como o jogador de maior custo entre 40 atletas que tiveram listados os valores investidos pelo clube nas aquisições de seus direitos no balanço referente a 2019. Ou seja, reforços contratados depois de dezembro do ano passado não estão no relatório. Luvas e comissões não são citadas na lista.

Araos é mencionado com custo de R$  23,9 milhões e 100% dos direitos pertencentes ao alvinegro. A quantia de refere à compra dos direitos.

Em termos comparativos, o Grêmio anunciou no final do ano passado que vendeu 50% dos direitos de Luan para o Corinthians por 5 milhões de euros (cerca de R$ 22,8 milhões na cotação da época) mais o perdão da dívida pela compra do lateral Juninho Capixaba.

Araos foi contratado em julho de 2018 junto à Universidad de Chile. Mas, apesar de estar no topo da lista de investimentos do alvinegro até 2019, nunca se firmou como titular. No ano passado, ele foi emprestado para a Ponte Preta.

Nas quartas de final do Estadual deste ano, contra o Red Bull Bragantino, e na semifinal diante do Mirassol, o chileno entrou durante o jogo no lugar de Luan.

As duas últimas partidas mostram que Araos ganhou mais espaço com Tiago Nunes, algo que o uruguaio Bruno Méndez ainda busca. Na mesma lista publicada no balanço corintiano de 2019, o zagueiro e lateral aparece com o segundo maior custo. São  R$ 18.566.000 e 70% dos direitos vinculados ao Corinthians.

O uruguaio foi contratado em fevereiro do ano passado junto ao Montevideo Wanderes. A falta de prestígio dele com Nunes pode ser medida pelo fato de o treinador ter preferido transformar o lateral Danilo Avelar em zagueiro a apostar nele como titular da zaga.

Por sua vez, o banco palmeirense na abertura da decisão deve ter a ilustre presença de Lucas Lima. Apesar de estar livre de contrato com o Santos quando foi fisgado pelo Palmeiras, exigiu investimento considerável.

Como mostrou o UOL Esporte, o alviverde se comprometeu a pagar R$ 15 milhōes de luvas ao jogador (diluídas durante o contrato) e R$ 5 milhões em comissões para empresários.

Luvas gordas são comuns em casos que os jogadores são contratados quando estão sem vínculo com um clube. Tanto que o mesmo aconteceu com outro jogador cotado para fazer companhia a Lucas Lima no banco de reservas no primeiro jogo da final: Gustavo Scarpa.

Para ter o meia, no início de 2018, o Palmeiras topou pagar, entre luvas para o atleta e comissões a agentes 5 milhōes de euros (R$ 23,5 milhões na ocasião).

Lima e Scarpa têm suas atuações contestadas pela torcida faz tempo. Sem citar nomes, o técnico Vanderlei Luxemburgo tem dito que deu todas as chances para os jogadores experientes do elenco e que agora chegou a vez dos jovens revelados na base, como Patrick de Paula e Gabriel Menino. Na semifinal contra a Ponte, Scarpa entrou durante o jogo justamente no lugar de Menino. Nas quartas de final, no duelo com o Santo André, foi Lima quem substituiu o novato no segundo tempo.

Vandalismo em arena indica segurança ruim e é constrangedor para Palmeiras

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Os atos de vandalismo na Arena Corinthians, que amanheceu com pichações provocativas de cunho palmeirense, são indecentes, além de constrangedores para o Palmeiras. Ao mesmo tempo, escancaram como é pífia a segurança da arena alvinegra.

Obviamente, é preciso ser comprovada a autoria por parte de palmeirenses. Mas o o fato de as provocações fazerem, ao menos indiretamente, referência ao alviverde, basta para constranger a direção do Palmeiras. A diretoria comandada por Maurício Galiotte certamente não concorda com tais atos. E o clube não tem a ver com isso.  Mas não deixa de ser constrangedor saber que há indícios de que um ou outro torcedor de seu time, que não representa a maioria, foi capaz de levar a cabo plano tão estúpido.

Além de vandalismo, quem escreveu no gramado “8 x 0”, placar da histórica goleada aplicada pelo Palestra Itália no rival em 1933, confessou sua própria burrice. Não só por ser evidente que não é tão difícil descobrir os autores, mas também porque o gesto automaticamente motiva o time corintiano.

Nem é preciso que a comissão técnica gaste tempo botando pilha no time. É uma motivação natural.

Isso vai ser decisivo no jogo? Provavelmente não. Mas não é inteligente dar motivação ao rival.

Do lado corintiano, porém, não pode haver só indignação, brio e sede de justiça. É preciso autocrítica para avaliar como um patrimônio gigantesco é tão mal protegido. Há poucos vigias? Não existe um sistema de monitoramento de câmeras em tempo integral? Os seguranças são incompetentes ou não têm estrutura para trabalhar? Respostas precisam ser dadas para sócios e torcedores. Erros devem ser sanados rapidamente.

Abaixo, leia nota emitida pela diretoria do Corinthians sobre o vandalismo.

“O Sport Club Corinthians Paulista lamenta a ação de vândalos palmeirenses que, ao arrepio da lei e da ordem, invadiram criminosamente o interior da Arena Corinthians na madrugada desta quarta com o único objetivo de depredar suas instalações. O clube comunica que já lavrou boletim de ocorrência por invasão de propriedade particular e que as imagens do sistema de câmeras de monitoramento serão disponibilizadas e auxiliarão as autoridades na identificação e punição exemplar aos responsáveis por ato vil e covarde e que não condiz com a grandeza e com a estatura da agremiação envolvida no confronto esportivo previsto para a noite desta quarta na Casa do Povo”.

 

Miguel Nicolelis sobre clássico durante pandemia: ‘Dérbi? Mas que dérbi?’

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Artigo escrito a convite do blog por Miguel Nicolelis, médico, professor, neurocientista e palmeirense sobre o clássico desta quarta (22) entre Corinthians e Palmeiras, na retomada do Campeonato Paulista.

Dérbi? Mas que dérbi?

Miguel Nicolelis

Médico, professor, neurocientista e coordenador voluntário do Comitê Científico do Consórcio Nordeste

Desde que me conheço por gente, por volta de 1966, o maior jogo de futebol, o maior dérbi do mundo, aquele que ocorre periodicamente, neste remoto e obscuro canto da Via Láctea, o confronto épico entre a Sociedade Esportiva Palmeiras, meu time do coração, e o nosso maior rival (e não inimigo), o Sport Club Corinthians Paulista, mexe com a minha vida de formas indescritíveis.

Dos confrontos épicos entre Dudu e Rivellino, das defesas espetaculares de Leão e Ado, Marcos e Dida, dos gols mágicos e inesquecíveis de César Maluco, Leivinha, Ademir da Guia, Ronaldo Artime, Evair, e Dudu, onde quer que eu estivesse no mundo, sempre parei para assistir cada milissegundo do dérbi como se fosse o último.

O que dizer da maior virada corintiana, ocorrida em 1971 (4X3, depois de o Palmeiras liderar por 2X0 e 3X1, com Adãozinho fazendo chover), narrada na voz de Fiori Gigliotti, enquanto eu e meu primo Fábio reproduzíamos o jogo, lance a lance, usando nossos botões, riscando a melhor mesa da casa da minha avó, sofrendo a cada grito de gol do rival, e nos abraçando, como se não houvesse amanhã, a cada gol do nosso amado Palestra Itália?

Como descrever os momentos em que eu tive que acompanhar a cobrança de pênalti de Marcelinho, contra Marcos, na semifinal da Libertadores de 2000, escondido dentro do vão da mesa do escritório na minha casa  nos Estados Unidos, por não conseguir olhar para a tela da televisão na hora agá?

Tudo isso enquanto meu filho mais novo me perguntava o que diabos estava acontecendo, e eu só conseguia dizer: isso é o que dérbi faz com a gente, Daniel, isso é o dérbi meu filho!

 Daniel nunca entendeu o que eu quis dizer, especialmente depois de ver o pai quase sofrer um traumatismo craniano comemorando a maior defesa do século XXI naquela noite imortalizada na voz de Oscar Ulisses! Mas pudera, meu menino não entendeu nada porque ele nunca esteve no Pacaembu ou no Morumbi, apinhados de gente em cada centímetro quadrado, levado pelo Tio Dema, para assistir  a uma final do Campeonato Paulista, um dérbi que parou São Paulo por dias, antes e depois. Mas eu estava lá, em dezembro de 1974! Vendo o Pacaembu explodir com um gol para cada lado no primeiro jogo, no tempo em que corintianos e palmeirenses assistiam aos jogos lado a lado na arquibancada, no meu, no seu, no nosso Pacaembu! E depois, no domingo seguinte, num Morumbi abarrotado pela Fiel, testemunhar o maior silêncio que eu já ouvi num campo de futebol, quando Jair Gonçalves, substituto de última hora de Eurico (coisas de Oswaldo Brandão, o maior de todos)  cruzou a bola da intermediária, buscando a testa do Imperador Leivinha, o maior cabeceador deste lado do Sistema Solar, que com leve espanar da bola delicadamente deixou Ronaldo (o maior da história do dérbi, sorry Fenômeno) na cara do gol, para fuzilar um Butticce desesperado, que  até hoje não sabe por onde a bola passou! Quem viu isso, ou a final de 1993, jamais esquecerá o que o dérbi paulistano significa. 

 E apesar de tudo isso, de todas estas memórias maravilhosas, hoje eu não vou assistir ao dérbi, muito menos torcer desesperadoramente pelo meu amado Palmeiras. Pior, durante todos os últimos dias eu evitei ler, ouvir, ou comentar qualquer coisa sobre o dérbi que acontece hoje à noite na Arena Corinthians, por um campenonato que perdeu qualquer sentido de ser. E como eu poderia agir de forma diferente? No meio da maior tragédia humana da história brasileira – salvo o genocídio indígena promovido pelos europeus nos séculos XVI e XVII e a escravidão – que já custou a vida de mais de 81 mil dos nossos irmãos e irmãs em meros 5 meses, semeando dor, tristeza e miséria por todo este nosso sofrido Brasil, não era o momento de termos um dérbi. 

De jeito nenhum, de forma alguma! 

E eu não falo apenas do risco, muito real, a que todos que vão participar deste jogo fora de propósito serão expostos. Eu me refiro a uma outra dimensão ainda maior que parece  estar se esvaindo rapidamente no meu amado patropi. Em qualquer país com perdas humanas desta magnitude, que continuam a crescer na razão de mais de mil mortos por dia, pensar, muito menos voltar a jogar bola, não faz nenhum sentido. Nem do ponto de vista humano, nem do ponto de vista ético e moral, muito menos do ponto de vista esportivo. Afinal de contas, qual a mensagem que vamos passar aos nossos filhos e netos? Quem em sã consciência pode desviar seu interesse para assistir ou vibrar com um dérbi no meio de uma Pandemia?

Eu certamente não vou conseguir. Portanto, na quinta-feira, se alguém me perguntar, eu não terei dúvida alguma em responder que, para mim e espero que para muitos outros brasileiros, o dérbi que será disputado hoje jamais aconteceu. Ele simplesmente, não ocorreu. Porque admitir que este prélio foi disputado é aceitar que nós brasileiros realmente perdemos uma disputa muito mais fundamental: o confronto épico entre a empatia humana versus o time da total indiferença para com o próximo.

Corinthians SEPULTOU chances de título do Palmeiras

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A dupla Sandy & Junior mais uma vez fez o Palmeiras mandar um jogo importante de 2019 no estádio do Pacaembu. Dessa vez o adversário era o arquirrival Corinthians. E se naquela oportunidade o Verdão foi eliminado pelo Grêmio da Libertadores, dessa vez a pá de cal veio no Brasileirão. Isso mesmo! O clássico foi …

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Culpar Deyverson pela derrota no Dérbi é COVARDIA

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Tenho visto muita gente criticando o atacante Deyverson pela expulsão no Dérbi deste sábado (2). Agora é muito fácil chamá-lo de desequilibrado e justificar a derrota para o arquirrival – OUTRA derrota em pleno Allianz Parque – nesse lance infeliz. Eu falo por experiência própria que aquela cusparada no clássico de 1991 realmente prejudicou minha carreira. Me impediu inclusive de disputar a final do Paulistão daquele ano. Mas vamos ser sinceros? Está rolando um exagero. Não estou nem falando que é normal o que ele fez. É desleal, sujo e o próprio Deyverson deve ter refletido sobre isso. Mas vale […]

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Carille SUPERA Felipão e faz da Arena do Palmeiras SALÃO de FESTAS do Timão

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Pela primeira vez tenho que elogiar a Federação Paulista. O dérbi no sábado à tarde teve um clima sensacional para o Dérbi entre Palmeiras e Corinthians. Casa cheia com quase 40 mil expectadores! Era o duelo entre o Felipão, que ANTIGAMENTE vencia os clássicos importantes contra o Timão, e o técnico corintiano Fábio Carille, que tem um retrospecto incrível contra o Verdão. Acredite: até esse jogo eram 7 vitórias em 8 confrontos. É brincadeira? O favoritismo era total do Palmeiras. Pra falar a verdade todo mundo achava que pintaria uma goleada alviverde. Com a bola rolando o Felipão lançou a […]

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O que está em jogo no dérbi além dos três pontos?

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Futuro de Avelar

A sequência de fracas atuações de Danilo Avelar transformam o lateral-esquerdo corintiano em candidato a vilão no clássico. Corintianos e palmeirenses costumam ser cruéis com quem falha no dérbi. Uma atuação infeliz pode inviabilizar de vez a sequência de Avelar no alvinegro.

Paciência com técnicos

Por conta de seus currículos vencedores, Felipão e Fábio Carille começaram a temporada com créditos. Existe pressão no corintiano por conta dos maus resultados no Paulista e, com menor intensidade, em Scolari por não fazer o time apresentar um futebol condizente com o investimento alviverde, apesar das vitórias. Só que o dérbi funciona como um game que consome bônus avassaladoramente. Caso um dos dois seja derrotado no clássico, deverá ter que lidar com uma pressão incompatível com início de temporada.

Marketing

Principalmente por conta de provocações feitas pela diretoria corintiana, há no momento um duelo particular no quesito patrocínio entre os dois clubes. Os corintianos atacam dizendo que as quantias pagas pela Crefisa são irreais e alardeiam que o BMG patrocinador alvinegro, não tem interesses políticos no Parque São Jorge. A referência política é alusão ao fato de Leila Pereira, dona da Crefisa e da FAM, ter virado conselheira do Palmeiras e alimentar o desejo de presidir o clube. Publicamente, o lado alviverde evita responder às provocações. Mas internamente há indignação com o comportamento corintiano, especialmente de Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing. Nesse cenário, a vitória no clássico terá sabor especial para os envolvidos com patrocínios nos dois clubes.

Mattos x Andrés

O clássico das 17h no Allianz Parque é um round na competição paralela sobre quem administra melhor seu departamento de futebol. Os modelos são completamente diferentes. No Palmeiras, o presidente Maurício Galiotte dá autonomia para Alexandre Mattos, executivo de futebol. No Corinthians, Andrés Sanchez participa praticamente de tudo relacionado ao departamento. Os dois cartolas têm a agressividade nos negócios como semelhança.

Arbitragem

Até agora, o Campeonato Paulista não sofreu com grandes polêmicas por conta das atuações dos juízes. Porém, eventuais erros no dérbi terão exposição muito maior. Além do tamanho do jogo influenciar, há a interminável queixa palmeirense de supostamente ter havido interferência externa favorável ao rival na final do último Estadual, vencida pelos alvinegros. Certamente, os cartolas da FPF cruzam os dedos para a arbitragem sair ilesa do clássico e evitar mais turbulência nos bastidores.