Arquivo da categoria: Deyverson

Milene: Deyverson precisa de uma ajuda extracampo

Leia o post original por Craque Neto

A convidada especial de ‘Os Donos da Bola’ desta quarta-feira (6) afirmou que o atacante do Palmeiras Deyverson é uma boa pessoa, mas precisa da ajuda de quem possa dar conselhos sobre seu comportamento, para que o atleta não prejudique sua equipe e a própria carreira.

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Culpar Deyverson pela derrota no Dérbi é COVARDIA

Leia o post original por Craque Neto

Tenho visto muita gente criticando o atacante Deyverson pela expulsão no Dérbi deste sábado (2). Agora é muito fácil chamá-lo de desequilibrado e justificar a derrota para o arquirrival – OUTRA derrota em pleno Allianz Parque – nesse lance infeliz. Eu falo por experiência própria que aquela cusparada no clássico de 1991 realmente prejudicou minha carreira. Me impediu inclusive de disputar a final do Paulistão daquele ano. Mas vamos ser sinceros? Está rolando um exagero. Não estou nem falando que é normal o que ele fez. É desleal, sujo e o próprio Deyverson deve ter refletido sobre isso. Mas vale […]

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Opinião: Palmeiras precisa melhorar da cabeça para sonhar com Libertadores

Leia o post original por Perrone

A falta de controle emocional foi um dos fatores que levaram o Palmeiras a perder para o Corinthians por 1 a 0 neste sábado (2). O problema é grave porque é antigo.

Na opinião deste blogueiro, se Felipão não controlar os nervos de seu time, pode esquecer de conquistar a Libertadores.

Se os palmeirenses se descontrolaram diante de um Corinthians nada provocador, o que vão fazer ao enfrentarem rivais sul-americanos com talento para tirar os outros do sério?

O nervosismo alviverde no dérbi foi notado do início ao fim com com lances violentos e infantis. Exemplos são uma bolada disparada por Felipe Melo num rival caído e a cusparada de Deyverson em Richard, seguida de expulsão.

O nervosismo certamente influenciou para que os palmeirenses jogassem no lixo um caminhão de chances de gol.

A missão de Scolari não é fácil, especialmente por conta de Felipe Melo e Deyverson. Se eu que não sou prejudicado pela falta de espírito esportivo, de educação e pelos chiliques da dupla estou de saco cheio desse comportamento, imagine Felipão e os jogadores que se ferram por causa deles?

São dois caras rodados, que têm idade suficiente para terem aprendido que agindo como esquentadinhos mimados só atrapalham o time, muitas vezes contaminado por eles.

Especialista em botar pilha em seus atletas, Felipão agora se vê na missão de acalmar a tropa. Disso depende o futuro palmeirense, principalmente na Libertadores.

Esse rodízio não me inspira muita confiança, viu?

Leia o post original por Craque Neto

O Palmeiras conseguiu a primeira vitória em 2019 ao bater o Botafogo de Ribeirão no Allianz Parque por 1 a 0, gol solitário do atacante Deyverson. O mais curioso é que ao invés de manter o time da estreia, acho que considerado o titular, o técnico Felipão optou por escalar uma nova formação, repetindo um ou outro do empate da estreia diante do Red Bull. Posso falar? Esse tipo de coisa não me inspira muita confiança. O torcedor alviverde que me odeia já vai achar que tenho implicância com tudo o que é do Verdão. Um pouco (rsss), mas não […]

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Porque dói tanto?

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez você esteja curioso pra saber porque o título do Palmeiras não gere tanta exaltação quanto deveria. Talvez te assuste ouvir que Inter, Flamengo, São Paulo e Grêmio “deixaram” o Palmeiras ser campeão. Mas a verdade é que esse título machuca muito o que chamamos equivocadamente de “especialistas”. É o título do “morto” que virou …

Opinião: Felipão fala de Deyverson, mas também parece ter ‘chavezinha’ ruim

Leia o post original por Perrone

O Palmeiras obteve uma vitória de campeão ao bater o Santos, no sábado (3), por 3 a 2, pavimentando ainda mais seu caminho rumo ao título brasileiro. Porém, Felipão conseguiu emplacar o time negativamente nas manchetes ao dar piti impedindo Dayverson de conceder entrevistas depois do jogo.

Numa tacada só o treinador censurou o atacante e a imprensa, ameaçou cercear a liberdade de expressão de outros atletas, deixou o jogador exposto ao dizer que ele tem uma chavezinha que não funciona e indicou uma certa insatisfação com o comportamento de seu comandado.

É um pacote negativo muito grande numa noite em que a atuação palmeirense deveria se o destaque.

Ipressiona a falta de habilidade do veterano treinador para lidar com a situação.

Se a ideia era a de que Deyverson não falasse, a comissão técnica falhou ao não o convencer disso depois de ele irritar jogadores do Santos simplesmente por comemorar a vitória.

Outro erro foi Scolari explodir na frente de jornalistas. Chega a ser cômico. Ele diz que o atacante tem uma chavezinha que não funciona, mas parece sofrer do mesmo problema.

A diferença é que o “defeito” de Felipão é muito mais antigo. Vem dos tempos em que agrediu o jornalista Gilvan Ribeiro em sua primeira passagem pelo Palmeiras e um jogador sérvio enquanto comandava brilhantemente a seleção portuguesa.

A tal chavezinha já tinha mostrado ainda não ter sido reparada quando ele falou em tom ameaçador aos jogadores do Cruzeiro que teriam que jogar na casa alviverde depois de desentendimento no Mineirão, pela Copa do Brasil.

Deyverson ainda está em processo de amadurecimento em sua carreira e é compreensível que se envolva em episódios desnecessários.

Por outro lado, Felipão é um dos treinadores mais experientes e vitoriosos do futebol brasileiro. Passou da hora de aprender a se controlar e deixar de tumultuar seu próprio ambiente de trabalho.

Scolari deveria entender que reações pré-históricas como a que teve agora ajudam um treinador a ser definido como ultrapassado. Causa perplexidade que com tanto tempo de estrada ele ainda não tenha percebido isso. E se percebeu e não liga, o caso beira a sabotagem a ele mesmo.

Deyverson quase estragou a vitória do Palmeiras .

Leia o post original por Nilson Cesar

Deyverson prejudicou muito os seus companheiros com uma expulsão lamentável . Ao invés de ser aplaudido deveria ser vaiado pelos torcedores do Verdão . Quase o Palmeiras não venceu . Passar a mão na cabeça do cara é triste. O Palmeiras bravamente venceu por 2 x 1. Continua líder e é o favorito para o título . Teremos grandes emoções até a última rodada . Parabéns aos jogadores conscientes do Verdão ! Deyverson foi lamentável

Opinião: onze episódios mostram decadência do futebol brasileiro

Leia o post original por Perrone

Abaixo confira 11 fatos que mostram o futebol brasileiro em profunda decadência.

1- Jogadores empurrando ambulância em campo até pegar no tranco.

2 – Gramado do Maracanã, palco de duas finais de Copa do Mundo, em péssimas condições.

3 – Um clube do tamanho do Santos sendo eliminado na Libertadores após tomar 3 a O nos tribunais por escalar jogador suspenso diante do Independiente.

4  – Cenas de vandalismo protagonizadas por torcedores do Santos no Pacaembu para protestar contra a punição na Libertadores.

5 – Guerra pública entre presidente e vice do Santos, acusações de ameaça de morte e barracos na Vila Belmiro.

6 – Times grandes assumidamente jogando como pequenos.

7 – Jogador (Deyverson, do Palmeiras), comemorando falta recebida.

8 – Felipão tentando e não conseguindo fazer substituição no último minuto dos acréscimos para ganhar tempo.

9 – O técnico do Palmeiras sendo questionado em entrevista coletiva se escondeu Bruno Henrique e Borja na chegada ao Allianz Parque para confundir o Cruzeiro em jogo vencido pelo rival. Ele nega.

10 – Dirigentes pressionando a arbitragem sem constrangimento.

11 – A CBF calada diante de todas as queixas contra ela.

 

Opinião: ruindade da Libertadores contamina. Palmeiras é exemplo

Leia o post original por Perrone

A rodada decisiva das oitavas de final da Libertadores foi repleta de bizarrices que mostram porque, na opinião deste blogueiro, os clubes brasileiros deveriam se recusar a disputar o torneio.

Não há motivo para seguir disputando uma competição que tem julgamento em dia de jogo, como aconteceu com o Santos, invasão de campo (também envolvendo santistas), cadeiras e outras “armas” voando nas arquibancadas, árbitros coniventes com a cera de quem está em vantagem, estádios inseguros e violência descabida nos gramados.

Enquanto a Conmebol não se mexer para acabar com essas mazelas, a equipes nacionais deveriam ficar fora desta barca furada.

Mas o movimento é no sentido contrário. Os times brasileiros não só ficam na competição como se contaminam com ruindade dela.

Seguir disputando a Libertadores é assumir o risco de regredir. O melhor exemplo disso é o Palmeiras.

Clube com elenco mais caro do país, o alviverde desceu dez andares e fez um jogo quase que só de catimba com o Cerro Porteño na última quarta.

Felipe Melo mais uma vez foi expulso, mas seu caso não entra na conta. Ele apronta dessas em qualquer campeonato.

No geral, o Allianz Parque parece ter sido tomado pelo espírito medieval que predomina na Libertadoes. Gandulas retardando o reinício da partida, brigando e sendo expulsos. Deyverson passando vergonha ao simular levar uma bolada depois de chegar ao absurdo de comemorar ter recebido uma falta. O ambiente estava tão contaminado pelo instinto primitivo que Deyverson saiu de campo expulso com pose de herói.

É constrangedor ver um clube com um investimento tão alto como o Palmeiras assegurar a vaga investindo em faltas, catimbas e com derrota por 1 a 0 em casa para uma equipe que custa muito menos.

O cenário natural seria o alviverde brilhar com lances técnicos de Dudu e Lucas Lima, entre outros. Porém, com a participação decisiva de Felipão, o que se viu foi a troca da técnica pelo futebol pobre da maioria dos participantes da Libertadores.

Claro que não precisa ser assim. Prova disso é o Grêmio, atual campeão e que segue forte na disputa jogando bola. Mas também a equipe gaúcha deveria repensar se vale se expor numa competição de nível subterrâneo.

Palmeiras só lucra com atleta ligado à Crefisa se estiver em dia com ela

Leia o post original por Perrone

Transformar parte dos contratos de patrocínio entre Crefisa e Palmeiras em acordo de empréstimo não foi a única alteração importante na relação entre os parceiros. Os dois adendos contratuais também mudaram a liberdade que o Palmeiras tinha em relação a eventuais lucros na revenda de jogadores contratados com dinheiro da parceira.

O contrato inicial previa que em caso de lucro, o clube ficaria com ele todo. Agora, o Palmeiras só pode se apossar da receita excedente se não tiver dívida em aberto com a Crefisa. Além disso,  em caso de descumprimento das regras, o clube pode ser obrigado a pagar o débito antecipadamente e arcar com uma multa.

O blog teve acesso às informações de três versões do “Contrato de patrocínio esportivo do programa avanti por intermédio do atleta Alejandro Guerra”, que registra a nova obrigatoriedade de o Palmeiras usar eventual lucro para pagar débito com a parceira, se houver. Se não existir dívida, o valor excedente fica com o alviverde.

Procurado pelo blog, o clube afirmou por meio de seu departamento jurídico que o modelo vale para todos os casos de jogadores adquiridos com aporte da empresa. Também declarou que o contrato considera dívida prestações de pagamentos que já tenham vencido, não a vencer.

O começo

Em 11 de janeiro de 2017, as partes assinaram contrato de patrocínio atrelado ao programa de sócio-torcedor do clube e à imagem de Guerra. Foi a forma encontrada pela patrocinadora para repassar a verba para a contratação.

“As partes acordam que pelos direitos e propriedades descritos na cláusula 3 deste contrato, o patrocinador pagará ao patrocinado US$ 3.727.170, equivalentes ao valor da transferência do atleta acrescido dos respectivos encargos”, diz o primeiro acordo.

O mesmo documento, em sua cláusula 5.3.2, decreta “caso os valores recebidos pelo patrocinado em razão de futura transferência do atleta venham a superar os valores descritos neste contrato, os valores excedentes – lucro da operação – serão retidos pelo patrocinado”.

Em 26 de dezembro do mesmo ano, foi assinado o primeiro adendo. Ele estabelece que no caso de venda de Guerra com lucro “os valores excedentes serão utilizados pelo Palmeiras para amortizar eventuais valores devidos pelo Palmeiras à Crefisa”, por conta das contratações de outros jogadores. “Não havendo dívidas em aberto”, diz o documento, “o Palmeiras poderá reter para si o lucro da operação de transferência futura do atleta”.

Essa alteração foi mantida no adendo contratual assinado pelos parceiros em janeiro de 2018.

Hoje, a dívida do alviverde com a patrocinadora é de pelo menos cerca de R$ 120 milhões. Porém, de acordo com explicação da diretoria do clube, esse valor não conta como débito em aberto para efeito do adendo. A informação é de que o alviverde só terá que usar o lucro de uma eventual venda se outro atleta trazido pela parceira já tiver saído do clube por um preço inferior ao da compra. E ainda se a Crefisa não tiver sido ressarcida.

Prejuízo

Pelo primeiro contrato, em caso de venda por valor inferior ao gasto na contratação o prejuízo seria só da patrocinadora.

Mas a redação dos adendos muda essa situação. A alteração determina que em caso de Guerra ser vendido, o Palmeiras tem dez dias para repassar o dinheiro para a Crefisa. Se o contrato dele chegar ao fim e o clube nada receber, o prazo para o ressarcimento será de dois anos.

A alteração contratual prevê que se o valor obtido na venda for inferior ao investido pela Crefisa, o Palmeiras terá os mesmos dez dias para repassar o que recebeu do comprador para a parceira. O restante deve ser quitado em 24 meses a partir da data do fim do vínculo trabalhista do jogador. Se o Palmeiras receber a prazo, terá dez dias após cada recebimento para fazer o repasse.

As quantias injetadas pela Crefisa serão corrigidas pela variação do índice do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Os adendos estabelecem o valor devido pelo Palmeiras para a Crefisa por Guerra em R$ 12.001.487,40, sem correção.

Multa

O adendo assinado no início de 2018 também estipula o pagamento de juros de mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido caso o Palmeiras atrase a restituição para a Crefisa.

Em sua cláusula 10.1, o documento dá à patrocinadora o direito de rescindir o contrato e cobrar a dívida antecipadamente do clube se o parceiro descumprir o acordo. “Este contrato poderá ser rescindido de pleno direito e o valor devido se tornar antecipadamente exigível se o Palmeiras infringir qualquer cláusula deste contrato ou deixar de cumprir, pontual e integralmente, qualquer obrigação nele assumida”, determina o documento.

Empréstimo

O adendo também deixa claro que o acordo firmado entre as partes passou a ser um empréstimo. “O presente contrato foi caracterizado pela Receita Federal do Brasil como sendo de empréstimo, conforme seguinte trecho do auto de infração lavrado: ‘os sucessivos contratos firmados de patrocínio referente ao programa sócio-torcedor Avanti revelam na verdade serem instrumentos de empréstimos realizados pela Crefisa e o Palmeiras para a compra e manutenção de jogadores’”, diz o documento.

O contrato assinado em janeiro de 2017 previa a possibilidade de rescisão por descumprimento das duas partes. Sendo que, nesse caso, o Palmeiras teria que devolver integralmente o valor investido até a data do rompimento pela Crefisa na contratação de Guerra, sem multa. Já a patrocinadora deveria pagar a quantia integral combinada pela aquisição do jogador.

Penhora

Outra mudança promovida pelo adendo foi a exclusão da cláusula 5.5 do acordo inicial que isentava o Palmeiras de ressarcir a parceira caso o contrato de Guerra se encerrasse e o clube nada ganhasse.

Fica estabelecido que se Guerra rescindir seu contrato na Justiça devido à “ação ou omissão culposa” do Palmeiras, o clube deverá ressarcir integralmente a parceira “inclusive com autorização de penhora e das rendas de bilheteria e do programa sócio-torcedor Avanti”.

As partes firmaram acordos semelhantes em relação a Dudu, Borja, Luan, Bruno Henrique e Deyverson.

O que dizem as partes

Abaixo leia respostas encaminhadas ao pelo departamento jurídico do Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, sobre questionamentos em relação aos adendos.

Pergunta – Eventuais valores devidos pelo Palmeiras e citados no adendo são apenas dívidas vencidas ou também a vencer? Por exemplo: se Guerra for vendido com lucro de R$ 10 milhões hoje, esse dinheiro tem que ser usado para pagar parte dos R$ 120 milhões que a Crefisa emprestou, apesar de não existir nenhuma parcela aberta neste momento?

Resposta – “Vale apenas para as dívidas vencidas e não para as dívidas a vencer. Isso é justamente uma das justificativas que demonstra que os contratos são individuais. Ou seja, se vendermos o Dudu por 15 milhões de euros, mas não houver dívidas vencidas nos demais contratos, a lucratividade da operação pode ser totalmente apropriada pelo Palmeiras”.

Pergunta – Essa cláusula que vale para o caso do Guerra vale para outros contratos também?

Resposta – “Sim, essa cláusula vale para todos os contratos”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, presidente da Crefisa, não esclareceu as dúvidas do blog e se manifestou da seguinte forma:

“Perrone, primeiro quem estiver passando esses contratos para o senhor tem a nítida e clara vontade de prejudicar o Palmeiras, talvez seja a mesma pessoa que levou o primeiro contrato para a Receita, mas enfim essa pessoa deveria respeitar a cláusula de sigilo, que é muito comum em contratos. Mas o senhor e os torcedores do Palmeiras podem ter certeza, eu jamais vou fazer qualquer coisa que prejudique o clube”.

Discordância

O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras discorda das alterações. Alega que elas não poderiam ter sido feitas sem sua anuência, entre outras supostas irregularidades. O presidente Maurício Galiotte nega ter cometido falhas no processo.