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Cadê a personalidade do zagueiro de condomínio?

Leia o post original por Craque Neto

Lembram quando um assessor da presidência do São Paulo disse – ‘P’ da vida com uma derrota ou eliminação do time – que o Rodrigo Caio não passava de um zagueiro de condomínio? Na ocasião achei até que ele havia exagerado. Afinal via qualidade no jogador e ele até era frequentemente chamado para a Seleção Brasileira pelo técnico Tite. Pois bem, passados alguns meses dou total razão para esse assessor. Pelo amor de Deus! Alguém viu o que ele disse sobre o ex-técnico Aguirre? Esculachou o cara só porque ele não era aproveitado. É brincadeira? Ou seja, quando o cara […]

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O técnico do São Paulo era fraco . O time é muito fraco também .

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo demitiu o treinador Diego Aguirre. O treinador era fraco , mas na verdade o time do São Paulo é muito fraco também . Precisa buscar um cara de grande qualidade e história para dirigir o time do Morumbi e contratar 5 ou 6 novos titulares para brigar por título . A história do São Paulo não merece tantos erros da diretoria e um time sem condições . A direção que seja criativa e contrate jogadores de grande qualidade para ganhar títulos . Tenho certeza que o torcedor consciente do São Paulo já cansou de ficar iludido . O São Paulo merece muito mais mesmo .

Dura em Cueva com laptop e Nenê cobrado: os bastidores da guinada do SPFC

Leia o post original por Perrone

Começo da era Raí como executivo de futebol do São Paulo. Dia de treino no CT da Barra Funda. Cueva, novamente, chega atrasado. O peruano é chamado para conversar com o dirigente, ao lado de Ricardo Rocha, coordenador de futebol. No lugar de uma bronca tradicional, ele vê o chefe abrir seu notebook e mostrar o novo estatuto do clube. “Eu disse: ‘você não pode chegar atrasado porque eu vou te multar. É porque é nisso (estatuto voltado para a profissionalização da agremiação) que eu acredito”, disse Raí em entrevista ao blog.

“Cueva falou que acreditava no mesmo quando chegou ao São Paulo, mas que as coisas não estavam acontecendo. Respondi que agora iriam acontecer. Depois disso, ele teve mais um tropeço. Em seguida, ficou um bom tempo sem problemas”, completou o campeão mundial de 92.

O jogador da seleção peruana virou figura fácil no banco de reservas tricolor e acabou vendido para o Krasnodar, da Rússia. Nesse momento, no São Paulo já não se falava em dependência em relação a Cueva.

Essa história, impulsionada pelo laptop de Raí, é uma das que ajudam a contar a transformação do time que brigou em 2017 para não ser rebaixado no Brasileirão na equipe que agora disputa o título nacional e neste momento ocupa a liderança do campeonato.

A seguir, conheça mais lances dessa metamorfose, como uma cobrança a Nenê no vestiário e um papo reto com Diego Souza, até então em baixa.

Projeto

Como convencer jogadores a se mudar para um clube que lutara contra o rebaixamento na Série A durante a temporada anterior e estava sendo corroído por uma guerra política. Da mesma forma como fizera com Cueva, Raí usou a reforma estatutária são-paulina para seduzir os pretendidos.

“Tento vender um projeto, não uma coisa a curto prazo. Junto com isso, a questão da ambição, voltar a ser um clube vencedor, referência, o pioneirismo”, contou o dirigente remunerado.

O estatuto, que prevê a troca de diretores amadores por profissionais, também foi mostrado aos atletas na apresentação de Raí ao grupo. Na ocasião, ele apontou as metas de transformação que o São Paulo pretendia atingir.

Apesar de para Raí a alteração no estatuto ser ponto fundamental na recuperação do clube, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi duramente criticado pela oposição por nomear conselheiros para parte dos cargos profissionais. A prática sugeria que nem tudo mudaria.

Sobrevida de Dorival no Morumbi

Torcida, conselheiros e parte da diretoria não suportavam mais Dorival Júnior como treinador. Ao mesmo tempo, a direção ainda sangrava por conta da demissão de Rogério Ceni com apenas cerca de sete meses de trabalho. Demitir Dorival no meio do trabalho não ajudaria a revigorar a desbotada imagem do clube. Esse era um dos fatores que faziam Raí insistir na manutenção.

Enquanto a fritura do treinador aumentava, Lugano sugeria a contratação de Diego Aguirre. O blog apurou que ele foi avisado nesse período de que poderia assumir a equipe. Assim, já começou a observar os jogos do São Paulo.

Dorival não resistiu por muito mais tempo. Porém, Raí acredita que a demora para tomar a decisão ajudou a fortalecer a confiança dos jogadores no trabalho da nova diretoria de futebol.

“Isso tem reflexo, os atletas perceberam que fomos até onde deu, viram a minha coerência com o Dorival em relação ao que falei para eles quando cheguei”, disse Raí.

Bancando a contratação de Aguirre

Existe uma avaliação no São Paulo de que boa parte da reconstrução da equipe passa pelo fato de Raí ter envergadura para bancar suas decisões diante de críticos supostamente constrangidos em peitar um ídolo do clube.

No caso da escolha por Aguirre para o comando do time, a palavra de Raí pesou mais do que as desconfianças que assombravam o Morumbi.

“Não era um nome no qual eu pensava, mas o Lugano sugeriu, a gente conversou e quando fechamos eu falei: ‘assino embaixo’. Aguirre não era uma unanimidade, mas acho que quando eu falei que assinava embaixo quebrei resistências para a contratação dele”, declarou Raí.

Nenê cobrado no vestiário

Mineirão, 19 minutos do segundo tempo. O São Paulo está fazendo 1 a 0 no Cruzeiro. Nenê é substituído por Bruno Peres e sai demonstrando sua irritação com Aguirre. Raí espera o final da partida, vencida pelos paulistas por 2 a 0, e aborda o veterano jogador no vestiário para uma conversa direta.

Conforme apurou o blog, o dirigente disse ao jogador que o ambiente estava ótimo no time e, logo ele, um dos mais experientes, ameaçava a harmonia com sua atitude.

Raí confirmou ter conversado com Nenê depois do jogo, mas não esmiuçou como foi o papo. “São coisas que acontecem no futebol e a gente tem que tentar resolver. O Ricardo (Rocha) conversou com o Nenê, o Lugano conversou, eu conversei. Ele entendeu que foi meio espontânea a reação, digo de deixar escapar a emoção sem pensar no contexto geral. Depois do vestiário, também tivemos uma reunião, nós três, com ele no CT”, contou o diretor executivo.

O fico de Diego Souza

O Vasco tinha interesse em contratar Diego Souza. Aguirre não demonstrava ter grandes planos para o jogador. Parte dos conselheiros e da diretoria entendiam que o atleta não mostrava vontade de ficar e sua saída seria melhor para todas as partes.

Raí, então, chamou Diego para uma conversa inicial. Depois, marcou uma reunião com ele e Aguirre juntos. O trio acertou os ponteiros e a permanência do atleta foi definida. “Acho que pesou o fato de tudo ter sido conversado abertamente. A gente queria sentir a confiança dele e ele queria sentir a nossa confiança. Queríamos escutar o que ele estava querendo. E o Diego queria ouvir o que a gente esperava dele. Ele diz que o Aguirre sempre foi direto, desde o início. Independentemente de estar confiando nele, foi sincero”, afirmou Raí.

De lá para cá, Diego encontrou seu espaço no time, virou um dos mais importantes jogadores da equipe.

Reuniões contra queda de rendimento

Apesar de seguir na liderança, o São Paulo só venceu um de seus últimos cinco jogos no Brasileirão. Foi contra o Bahia, por 1 a 0, no Morumbi. No mais foram três empates e uma derrota. O momento preocupa a diretoria.

Para reverter a situação, Raí fez nos últimos dias reuniões com alguns dos jogadores sobre o tema. “Às vezes, mesmo em momentos em que está tudo bem, faço intervenções. Acho que é natural do campeonato (o líder enfrentar dificuldades como as atuais). Mas ela não pode se alongar. Temos que brigar em cima até o final”, disse o diretor.

Cada um na sua

Entre cartolas do São Paulo, a atuação do trio formado por Raí, Ricardo Rocha e Lugano é considerada fundamental para a recuperação tricolor. Os três se encaixam no perfil de profissionalização pregado pelo novo estatuto. Apesar de se reunirem com frequência, eles têm funções diferentes.

Lugano, mesmo na cadeira de superintendente de relações institucionais, é próximo ao departamento de futebol. Tem bom relacionamento com Aguirre e jogadores. Costuma dar sugestões para Raí.

Ricardo Rocha é quem discute tática e outros problemas do time com o treinador. Quando chegou, dava muitas entrevistas, o que gerou desconforto internamente. Foi orientado a conversar mais com jogadores e comissão técnica, e menos com a imprensa, já que a ideia do clube era ter Raí como “a cara do São Paulo”, não o ex-zagueiro. Ele adotou a postura sugerida e hoje é visto como uma forte voz no vestiário.

Raí coordena as diversas áreas no CT, faz o elo com a diretoria no Morumbi, recebe informações de Ricardo Rocha e faz atuações pontuais junto ao elenco. Ele também montou um comitê com líderes de cada departamento no centro de treinamento para discutir problemas e soluções. Das reuniões periódicas, entre os membros da comissão técnica, só participam funcionários fixos do clube. Os profissionais que chegaram com Aguirre não fazem parte dos encontros.

Entre os jogadores, Diego Souza é quem mais debate os temas do time com o treinador. Os holofotes foram deixados para Nenê, que normalmente dá mais entrevistas do que o colega. Já Aguirre elegeu Diego Souza, Everton e Anderson Martins como seus principais atletas.

Com Bruno Grossi, José Eduardo Martins e Karla Torralba, do UOL, em São Paulo

 

São Paulo tem que focar no Campeonato Brasileiro.

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo não têm um elenco capaz de dividir atenção em várias competições. Está se recolocando na disputa entre os primeiros e ainda temos um segundo turno inteiro do campeonato brasileiro. A derrota para o Colon na Copa Sul-Americana não me surpreende . Não têm nenhum super jogador e Diego Aguirre conseguiu montar um time e um jeito de jogar. Só entendo que ainda não têm potencial para dividir atenção com outros campeonatos. Acho muito difícil reverter a situação na Argentina. Uma eliminação talvez seja até positiva. Talvez seja a única maneira de brigar efetivamente pelo título brasileiro este ano. Ai sim vejo chance.

Pra variar eu QUEIMEI minha língua!

Leia o post original por Craque Neto

Quando o São Paulo começou a temporada com o Dorival Junior como técnico já dava pra perceber algo errado. Levou na estreia do Paulistão uma pancada de 2 a 0 do São Bento com um time de garotos. A justificativa? Os profissionais precisavam aproveitar melhor a fase de preparação. Aí na segunda partida, já com os principais atletas integrados, empate no Morumbi sem gols contra o Novorizontino. Pra mim já estava decretado que daquele jeito realmente não daria para o Tricolor seguir como estava. Uma bagunça tática incrível e com jogadores pouco comprometidos com o trabalho. No fim da primeira […]

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Renascendo nas costas do rival? E com direito a ampliar FREGUESIA, hein?!!!

Leia o post original por Craque Neto

Um jogo entre um time superior mas que vivia uma fase ruim, contra outro que está um pouco abaixo no nível técnico mas que vem invicto e ARREBENTANDO nos últimos jogos do Brasileirão. Isso mesmo! Um baita clássico entre Palmeiras e São Paulo direto do Allianz Parque. Todo o cenário estava desenhado para o Verdão cair em desgraça com direito ao técnico Roger Machado cair da corda bamba. Pois é, em um primeiro tempo truncado o Tricolor saiu na frente com o gol meio esquisito do Marcos Guilherme. Teria sido outra falha do goleirão Jaílson? Mas aí veio a segunda […]

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Vida dura a do São Paulo…

Leia o post original por Antero Greco

Amigo corintiano, parabéns, curta a classificação para mais uma final de campeonato. Veio nos pênaltis, depois da vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, na bacia das almas, já nos acréscimos. O que, no fim das contas, deu sabor especial à vaga para definir o Paulistão nos duelos com o tradicionalíssimo rival Palmeiras.

O Corinthians, enfim, mostrou de novo algo que se tornou rotina nas últimas décadas: é time de chegada. Entra para ser ator principal e não simples figurante. E chega com chance de levantar a taça da qual tem uma coleção enorme. Mesmo com problemas – mas esse é tema que falaremos em outra oportunidade.

Fechemos o espaço alvinegro e vamos para o tricolor.

E que tristeza… Só quem já foi eliminado em cima da hora, a poucos segundos de alcançar objetivo, sabe o quanto frustra, dói, machuca, aborrece situação como essa. Deixa p* da vida. Não tem como trazer palavras de consolo num momento assim apertado.

Vá lá, se serve para amenizar, registre-se que houve comportamento digno nos confrontos com o Corinthians. No primeiro tempo do domingo e em quase todo o jogo desta quarta-feira. O São Paulo não foi aquela equipe chocha, abatida de antemão que se via até recentemente. Ao contrário, acreditou em si e deu trabalho enorme para o adversário.

Esse o destaque da tropa comandada por Diego Aguirre.

Mas será suficiente para fazer com que, ainda em 2018, rompa o jejum de títulos? Só o empenho ajudará na Copa do Brasil, no Brasileiro, na Sul-Americana? A garra, decantada na superação contra o São Caetano nas quartas de final e na vitória de domingo, é quanto basta para recolocá-lo na trilha do sucesso?

Não creio. Infelizmente, parece pouco

O São Paulo versão atual tem limitações idênticas às de versões anteriores da última década. O elenco está aquém do que o torcedor deseja e do que a direção apregoa. É mediano que quase chega a uma final por meandros do regulamento. Mas, na técnica, hoje está abaixo de seus rivais locais – Palmeiras, Corinthians e Santos.

Isso ficou evidente no Estadual. O São Paulo soberano, altivo, recheado de craques e campeão de tudo, tem uma cara comum. Certo que lá estão alguns jogadores de renome, como Jucilei, Cueva, Nenê, Diego Souza, porém o todo não apresenta poder de intimidação. Não impõe respeito, por ser previsível.

Se não houver reviravolta, e eis aí o desafio de Aguirre, os são-paulinos viverão de episódios de brilho, de espasmos de qualidade. Como nos jogos com o Corinthians, em que foi bem nos dois primeiros tempos, para depois cair na realidade, retrancar-se e ficar à espera de que o relógio se tornasse o grande aliado.

Vida dura a do São Paulo, tempos complicados.

 

Desrespeito ou choradeira???

Leia o post original por Craque Neto

O que mais tem se falado do clássico entre São Paulo e Corinthians é a maneira confusa e polêmica em que se envolveram os técnicos Fábio Carille e Diego Aguirre. O comandante do Timão criticou o líder são-paulino por ter ignorado ele na entrada para o gramado. Uma BAITA choradeira que virou até MEME na internet! Agora uma coisa é fato: podem me chamar de corintiano clubista e tudo mais, agora o tal Aguirre não saber quem é o técnico do Corinthians ele só pode estar de sacanagem. Poxa vida! Aqui no Brasil os treinadores de time grande aparecem a todo instante. Mais até […]

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