Arquivo da categoria: Diego Souza

Opinião: com alma, experiência e técnica São Paulo cumpre missão

Leia o post original por Perrone

Depois de um cruzamento de Nenê, Diego Souza fez o gol da vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Bahia neste sábado (8), no Morumbi. A jogada resume o que o (novamente) líder (provisório) do Brasileirão teve de melhor na partida: alma, experiência e técnica.

A alma foi necessária para não desistir de lutar numa partida marcada por um primeiro tempo difícil para os donos da casa. Nenê mostrou o espírito brigador ao berrar para chacoalhar os companheiros após um vacilo da defesa na etapa inicial.

No segundo tempo, Diego fez o gol jogando com a cabeça enfaixada após literalmente dar o sangue. Ele ainda quebrou um galho por alguns momentos na zaga enquanto Bruno Alves, com o rosto sangrando, recebia atendimento.

A experiência veio com a dupla de veteranos, que não se desesperou diante dos obstáculos e soube aproveitar o espaço dado pela defesa baiana para balançar a rede.

Os dois também exibiram a técnica diferenciada que possuem no cruzamento certeiro de Nenê e no arremate preciso de Diego.

A precisão, porém, não foi uma constante da dupla e do restante do time são-paulino no jogo, mas bastou para a vitória. No primeiro tempo, os paulistas erraram as sete finalizações que fizeram.

Uma brusca queda de rendimento do Bahia na etapa final ajudou a tarefa da equipe de Aguirre, que cumpriu sua missão sem folga no placar. Não importa, 1 a 0 era o que bastava.

Pra variar eu QUEIMEI minha língua!

Leia o post original por Craque Neto

Quando o São Paulo começou a temporada com o Dorival Junior como técnico já dava pra perceber algo errado. Levou na estreia do Paulistão uma pancada de 2 a 0 do São Bento com um time de garotos. A justificativa? Os profissionais precisavam aproveitar melhor a fase de preparação. Aí na segunda partida, já com os principais atletas integrados, empate no Morumbi sem gols contra o Novorizontino. Pra mim já estava decretado que daquele jeito realmente não daria para o Tricolor seguir como estava. Uma bagunça tática incrível e com jogadores pouco comprometidos com o trabalho. No fim da primeira […]

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Vão inventar outro SALVADOR da Pátria???

Leia o post original por Craque Neto

A molecada mais jovem não vai se lembrar, mas no final dos anos 1980 teve uma novela na TV Globo chamada ‘O Salvador da Pátria’, onde o personagem do Lima Duarte era o Sassá Mutema. A impressão que tenho do São Paulo nessa administração do presidente Leco é que ele vive buscando um personagem salvador para esconder seus GRAVES erros administrativos. Pelo amor de Deus! É uma lambança atrás da outra. O torcedor são-paulino mais otimista deve estar ‘P’ da vida comigo, afinal como poderia estar criticando o time um dia depois da classificação na Copa Sul-Americana diante do Rosário […]

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São Paulo já quer DESPACHAR Diego Souza! E o caminho pode ser o Inter…

Leia o post original por Craque Neto

Não tem nada a ver com a eliminação para o rival Corinthians nas semifinais do Paulistão e nem com o pênalti perdido. Mas soube por fontes de dentro do São Paulo que a diretoria já está planejando o desligamento do Diego Souza. Isso mesmo! O cara mal chegou e já querem DESPACHA-LO! Para Leco, Raí e companhia trata-se de um salário muito alto para um jogador que não está rendendo nem 10% do que imaginavam. Aquela velha história do custo-benefício. Em 16 partidas com a camisa do Tricolor ele marcou apenas três gols. O que me desperta perplexidade é que isso […]

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Vida dura a do São Paulo…

Leia o post original por Antero Greco

Amigo corintiano, parabéns, curta a classificação para mais uma final de campeonato. Veio nos pênaltis, depois da vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, na bacia das almas, já nos acréscimos. O que, no fim das contas, deu sabor especial à vaga para definir o Paulistão nos duelos com o tradicionalíssimo rival Palmeiras.

O Corinthians, enfim, mostrou de novo algo que se tornou rotina nas últimas décadas: é time de chegada. Entra para ser ator principal e não simples figurante. E chega com chance de levantar a taça da qual tem uma coleção enorme. Mesmo com problemas – mas esse é tema que falaremos em outra oportunidade.

Fechemos o espaço alvinegro e vamos para o tricolor.

E que tristeza… Só quem já foi eliminado em cima da hora, a poucos segundos de alcançar objetivo, sabe o quanto frustra, dói, machuca, aborrece situação como essa. Deixa p* da vida. Não tem como trazer palavras de consolo num momento assim apertado.

Vá lá, se serve para amenizar, registre-se que houve comportamento digno nos confrontos com o Corinthians. No primeiro tempo do domingo e em quase todo o jogo desta quarta-feira. O São Paulo não foi aquela equipe chocha, abatida de antemão que se via até recentemente. Ao contrário, acreditou em si e deu trabalho enorme para o adversário.

Esse o destaque da tropa comandada por Diego Aguirre.

Mas será suficiente para fazer com que, ainda em 2018, rompa o jejum de títulos? Só o empenho ajudará na Copa do Brasil, no Brasileiro, na Sul-Americana? A garra, decantada na superação contra o São Caetano nas quartas de final e na vitória de domingo, é quanto basta para recolocá-lo na trilha do sucesso?

Não creio. Infelizmente, parece pouco

O São Paulo versão atual tem limitações idênticas às de versões anteriores da última década. O elenco está aquém do que o torcedor deseja e do que a direção apregoa. É mediano que quase chega a uma final por meandros do regulamento. Mas, na técnica, hoje está abaixo de seus rivais locais – Palmeiras, Corinthians e Santos.

Isso ficou evidente no Estadual. O São Paulo soberano, altivo, recheado de craques e campeão de tudo, tem uma cara comum. Certo que lá estão alguns jogadores de renome, como Jucilei, Cueva, Nenê, Diego Souza, porém o todo não apresenta poder de intimidação. Não impõe respeito, por ser previsível.

Se não houver reviravolta, e eis aí o desafio de Aguirre, os são-paulinos viverão de episódios de brilho, de espasmos de qualidade. Como nos jogos com o Corinthians, em que foi bem nos dois primeiros tempos, para depois cair na realidade, retrancar-se e ficar à espera de que o relógio se tornasse o grande aliado.

Vida dura a do São Paulo, tempos complicados.

 

Você num guenta, Diego!

Leia o post original por Rica Perrone

Diego Souza está perto dos 33 anos, portanto, indo pro final da carreira. Poucos jogadores de talento – como é seu caso – jogaram em tanto time grande quanto ele. E dos que jogaram, talvez nenhum tenha saído com tão poucas medalhas no peito.

Trata-se do jogador diferenciado, mas que não aguenta. Nunca decide decisões. Quando protagonista, some. Quando coadjuvante, brilha.  E brilha feito vaga-lume. Porque já já some, e aí vocë nem sabe onde vai piscar de novo na próxima.

Eu não estou escrevendo isso por causa do pênalti. Seria covardia.

Mas a bola nos pés dele nos acréscimos, de frente pro Cassio, e ele corre pra lateral pra fazer cera ao invés de matar o jogo, é o simbolo de um jogador que não sabe decidir.

Aí vem os penaltis. Ele abre, e ele erra. Era um roteiro facil, convenhamos. 90% de quem assistia ao jogo disse “ele vai perder”. Mas o Aguirre é novo no futebol nem desconfiou que era melhor abrir com um jogador menos abalado do que o quem fudeu o jogo nos minutos finais.

Diego Souza joga muita bola. Mas joga quando quer. E quando precisa, nunca quer. Tem gente que nasceu pra vestir a camisa do São Paulo, do Flu, do Grêmio, e tem gente que nasceu pra ficar no Sport. Com todo respeito, há uma diferença.

E se você não sabe qual é, tá explicado hoje pela milésima vez.  Tem camisas que tu não guenta, Diego.  Volta pro Sport, volta.

abs,
RicaPerrone

Quando vencer até dói

Leia o post original por Rica Perrone

Eu nem me lembrava dele, pra ser honesto. Talvez eu nunca o tenha notado. Mas aos 35 anos, Paes não terá um futuro brilhante. Tem uma carreira digna, boa, mas que a idade só permite manter, não mais sonhar.

O São Paulo jogou mal. Mas mereceu a vaga porque o São Caetano jogou pior ainda.  O que na verdade era pra ser uma partida de eliminatória simples com resultado bastante comum e previsível, comoveu mais do que convenceu.

Aquele “chupa!”  de torcedor na hora que ele erra virou nó na garganta quando, ao final do jogo, ele se deita no chão e, conforme ele mesmo revelou, olha pro céu e diz “porque comigo?”.

Na entrevista, chora. É um cavalo de quase 2 metros experiente chorando feito um garoto por uma bobagem que eliminou o provável eliminado.  Mas o choro dele é mais alto que os aplausos do Morumbi.  Porque é mais sincero e merecido que os aplausos.

Ele merece ser o vilão pelo erro que cometeu. E também pode chorar, porque como todos nós, um dia dá tudo errado e a gente se sente o mais injustiçado do mundo.

Paes vai sumir. Ele não é uma promessa, nem o primeiro goleiro a falhar e sair chorando. Não será o último também.

Mas seguramente foi a coisa menos esquecível que o Morumbi viu nesta noite.

abs,
RicaPerrone

Obrigação bem feita! Mas não dá pra se iludir…

Leia o post original por Craque Neto

Depois de perder o primeiro jogo no ABC paulista, o São Paulo recebeu o São Caetano no Morumbi e entrou com uma postura totalmente diferente do que vinha tendo. O novo técnico Aguirre, em seu primeiro jogo em casa, fez algumas alterações e conseguiu deixar a equipe mais veloz. O que na visão de muita gente vinha sendo o principal defeito dessa equipe do Tricolor. Só que ao término do primeiro tempo a torcida vaiou demais. O treinador foi chamado de BURRO com força em sua segunda partida no comando. Acho até que de maneira infeliz e bem precipitada. Na etapa […]

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Obrigação bem feita! Mas não dá pra se iludir…

Leia o post original por Craque Neto

Depois de perder o primeiro jogo no ABC paulista, o São Paulo recebeu o São Caetano no Morumbi e entrou com uma postura totalmente diferente do que vinha tendo. O novo técnico Aguirre, em seu primeiro jogo em casa, fez algumas alterações e conseguiu deixar a equipe mais veloz. O que na visão de muita gente vinha sendo o principal defeito dessa equipe do Tricolor. Só que ao término do primeiro tempo a torcida vaiou demais. O treinador foi chamado de BURRO com força em sua segunda partida no comando. Acho até que de maneira infeliz e bem precipitada. Na etapa […]

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Aguirre, não vai ser fácil…

Leia o post original por Antero Greco

Começo da madrugada de domingo, e fico aqui a imaginar se o Diego Aguirre já foi deitar. Penso que não. Embora o jogo com o São Caetano tenha terminado mais de seis horas atrás, o técnico do São Paulo talvez ainda esteja a remoer o que aconteceu no Anacleto Campanella.

E deve ter boa dose de adrenalina a circular pelo corpo dele. Não apenas pelo resultado – derrota por 1 a 0, logo na estreia no banco tricolor. Mas pela forma como ocorreu o deslize. Meus amigos, o Tricolor negou fogo, e feio. Jogou uma bolinha murcha, como reconheceram técnico recém-chegado, dirigentes e até um ou outro atleta.

Para preocupar.

Claro que não julgo aqui o trabalho de Aguirre. Seria coisa de maluco, burro ou mal-intencionado. Ou as três coisas juntas. Ele desembarcou no clube dia desses, só orientou um treino, escalou o time, viu a rapaziada entrar em campo para ver no que ia dar.

E o que deu não foi nada legal.

O São Paulo esteve travado diante de um São Caetano arrumado e que soube aproveitar, a rigor, a melhor chance que surgiu, numa vacilada de Jean que Chiquinho aproveitou. O Azulão ao menos fez isso. E a turma tricolor? Foi devagar, quase parando.

Aguirre apelou para o quinteto experiente que Dorival Júnior, num primeiro momento, também havia considerado como a saída ideal: Jucilei, Petros, Cueva, Nenê, Diego Souza. Não funcionou. O time não teve velocidade nem foi ofensivo. Jucilei foi substituído no segundo tempo, assim como Cueva, desaparecido em campo. Os outros foram figurantes.

Sobressaiu Valdivia, que corre por fora nesse grupo e talvez seja aquele que, aos poucos, ganha destaque. Mas insuficiente para evitar a derrota.

Claro que a diferença pode ser anulada na terça-feira. Não é esse o ponto. O xis da questão é que, mesmo com novo comando, persiste o problema maior no São Paulo: a falta de confiança, que se manifesta em desempenho “burocrático”, sem graça.

Resumo da ópera: a tarefa do Aguirre, de reerguer o time, será pra lá de complicada.