Arquivo da categoria: Diego

Maradona é um idiota

Leia o post original por Rica Perrone

Você já deve ter visto diversos fãs de Maradona por aí. É comum se idolatrar o jogador eternamente mesmo se tratando de um profissional sujo, um homem sem caráter e um ídolo de merda. Diego foi um jogador desleal. Usou drogas para atuar em diversas oportunidades, dopou seus rivais e se diverte com isso. Fora…

Espanha 3×3 Portugal

Leia o post original por Rica Perrone

A diferença entre Portugal e Espanha é conceitual. Um time joga coletivamente para buscar o gol, o outro joga pro Cristiano buscar o gol. O resultado é parecido. O Cristiano encontra o gol tanto quanto os 11 da Espanha. Até porque a referência ofensiva dos espanhois é dar pro Diego empurrar pro gol. Os portugueses…

São Paulo vem sendo a surpresa no Campeonato Brasileiro até agora.

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo está invicto no Campeonato Brasileiro e está entre os quatro primeiros colocados. Resta saber se conseguirá manter a regularidade e estará entre os ponteiros até o final. Nos últimos anos o time do Morumbi não inspira muita confiança. Diego Aguirre está conseguindo montar uma equipe defensivamente muito boa. Tenho certeza que o torcedor tricolor não tem tanta confiança. De toda forma já  vem fazendo uma campanha neste início de competição muito positiva. Teremos a parada para a Copa do mundo e por isso este ano entendo que teremos um Brasileirão atípico. De toda forma parabéns ao São Paulo pelo que está realizando até agora.

“Que homem!”

Leia o post original por Rica Perrone

O rubro-negro quando feliz brinca sobre Diego dizendo “que homem!”.  Afinal, para elas ele é lindo. Para eles, se dedica, é profissional e joga muito.  Para uma dúzia de imbecis dispostos a quebrar patrimonio alheio por causa de futebol, não.

Esses acham o Diego um merda.  Para eles, por ser a personificação do “new Flamengo”, ele deve pagar a conta. Já escrevi sobre isso. E mesmo entendendo que alguns pensem assim, é absolutamente inexplicável o destempero humano que acompanha o Flamengo.

Seu torcedor é o mais fácil do mundo. Ele se convence que o Diego não presta na mesma velocidade que o pede na Copa do Mundo. Hoje, após o episódio do aeroporto, Diego fez o que a imprensa não consegue fazer há 50 anos. Separa-los.

Eu vou me usar de exemplo pra não atingir terceiros. Eu provavelmente no lugar dele mandaria a torcida tomar no cu após o gol. Não porque eu ache certo, mas porque meu nível de vingança e “fala agora seus cuzão!” estaria tão alto que eu seria incapaz de pensar em algo fofo, inteligente e de frutos imediatos.

O cara correu o campo e um destemperado como eu já pensava: “vai manda rola pra torcida…”.

Mas não. Ele foi lá e abraçou os caras. Porque?

Porque ele é assim. Ele pensa, as vezes até demais. Ele calcula, tanto que nem se identifica com a loucura que é ser Flamengo. Ele tem calma, coisa que rubro-negro nenhum no mundo tem.

Ele sabe que bastava um gol, duas vitórias e em 1 semana o Flamengo pode estar líder do Brasileiro, classificado na Libertadores e encaminhado na Copa do Brasil.

E aí é “aeroFla”, cheirinho, hepta, a porra toda.  Porque mais inteligente do que a maioria de nós, ele não quis desabafar. Ele quis ser o marco de qualquer possível conquista deste Flamengo católico de 11 filhos únicos.

Se funcionar, ele será o cara que abraçou a torcida na hora do racha. Se não funcionar, ele será aliviado porque não reagiu, ajoelhou e deu à nação o que ela mais adora: o status de soberana no clube.

Diego é um craque. Se não com a bola, com a cabeça. E não me refiro ao gol.

abs,
RicaPerrone

Diego não é o culpado. É o símbolo

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez haja uma interpretação errada da perseguição ao Diego. O rubro-negro o recebeu como ídolo e o trata como estrela do time há algum tempo. E é claro que ele não é o que joga menos, nem mesmo um jogador que se acomoda em campo.

Ele corre, tenta. Mas talvez esteja claro hoje, aos 33 anos, que o Diego nunca foi o protagonista que esperávamos. Um grande jogador, tal qual seu companheiro Robinho, mas que nunca chegou perto de onde achamos que ele chegaria.

Nenhum demérito. Fomos nós que achamos, não ele que prometeu.

A relação Diego/torcida hoje é muito mais pelo que ele representa do que pelo que joga.  O rubro-negro está puto com o time porque é um time de mocinhos. Eles querem Adriano, Zé Roberto, Renato Gaucho. O diagnostico quase unanime da torcida rubro-negra é esse. Um time de santinho.

Diego é o Kaká do Flamengo.

Ele não tem jogado o que pode, mas não é o pior do time. Mas a imagem que o rubro-negro busca pra exemplificar o time de coroinhas do Flamengo é a dele. Certinho, gel no cabelo, rico, fim de carreira, satisfeito com o que tem e zero rebeldia.

O torcedor quando olha pro seu clube procura tudo aquilo que foi ensinado a repetir por identificação durante a vida. O rubro-negro se sente favelado quando olha pro clube. Popular, perrengue, drama. É disso que se trata o Flamengo.

Não adianta você transformar o Flamengo no Cruzeiro e ficar feliz por isso pois o Cruzeiro costuma ganhar bem mais títulos que o Flamengo. Eles não querem os títulos do Cruzeiro. Querem o deles de 2009.

Ele quer olhar pro campo e encontrar um jogador que faz merda, se arrepende, erra de novo, bebe, volta, se recupera, cai de novo. Eles não tem no Flamengo um clube de futebol/empresa frio que conquista campeonatos todo ano.

O Flamengo elitizado, estruturado e “funcionando” é melhor do que o Flamengo devendo, fodido e brigando pra não cair.

Mas de alguma forma, pra eles, não é Flamengo.

O Diego é retrato do que o Flamengo não é. E ele passaria desapercebido se ao lado dele tivessem 2 maloqueiros pra ser para-raios de derrota. Mas nem isso o Flamengo tem. Hoje é um time de Diegos. E ninguém pode ser mais Diego do que o próprio.

Ele não joga mal, não é ruim, nem merece ser vaiado. Ele é apenas o emblema da diferença que há entre o clube deles e o que os administradores de empresa da Gávea entendam por Flamengo.

abs,
RicaPerrone

Você num guenta, Diego!

Leia o post original por Rica Perrone

Diego Souza está perto dos 33 anos, portanto, indo pro final da carreira. Poucos jogadores de talento – como é seu caso – jogaram em tanto time grande quanto ele. E dos que jogaram, talvez nenhum tenha saído com tão poucas medalhas no peito.

Trata-se do jogador diferenciado, mas que não aguenta. Nunca decide decisões. Quando protagonista, some. Quando coadjuvante, brilha.  E brilha feito vaga-lume. Porque já já some, e aí vocë nem sabe onde vai piscar de novo na próxima.

Eu não estou escrevendo isso por causa do pênalti. Seria covardia.

Mas a bola nos pés dele nos acréscimos, de frente pro Cassio, e ele corre pra lateral pra fazer cera ao invés de matar o jogo, é o simbolo de um jogador que não sabe decidir.

Aí vem os penaltis. Ele abre, e ele erra. Era um roteiro facil, convenhamos. 90% de quem assistia ao jogo disse “ele vai perder”. Mas o Aguirre é novo no futebol nem desconfiou que era melhor abrir com um jogador menos abalado do que o quem fudeu o jogo nos minutos finais.

Diego Souza joga muita bola. Mas joga quando quer. E quando precisa, nunca quer. Tem gente que nasceu pra vestir a camisa do São Paulo, do Flu, do Grêmio, e tem gente que nasceu pra ficar no Sport. Com todo respeito, há uma diferença.

E se você não sabe qual é, tá explicado hoje pela milésima vez.  Tem camisas que tu não guenta, Diego.  Volta pro Sport, volta.

abs,
RicaPerrone

Ah, moleques!

Leia o post original por Rica Perrone

Saio do Maracanã com a certeza de que o título esteve nas mãos de quem mereceu.  O Flamengo poderia, teve chances, não fez, foi derrotado por um time bem inferior tecnicamente ao dele. Talvez o Diego pague o salário dos 11 do Independiente.

Talvez o Flamengo esteja muito focado em algo que é culturalmente contra ele. Aliás, se tem algo que o Flamengo hoje desvia é sua história.

Ingressos caros, jogadores comprados mais valorizados que os criados em casa, a preferência pelos pontos corridos sendo um clube tradicionalmente de chegada. Vai entender.

Mas entende-se. Nem tudo pode dar certo num ano onde você tem que lidar com crise, desfalques, câncer, dopping, goleiros em má fase, entre outros tantos.  As 3 finais disputadas e a vaga na Libertadores do ano que vem não fazem de 2017 um ano “ruim”. Mas talvez um pouco frustrante.

O que me chama atenção neste fim de ano é que Paquetá, Vizeu, Juan, Vinicius Junior e César se tornam mais protagonistas do que Diego, Arão, Everton Ribeiro…

Será que é mesmo o segredo do futebol encher o cofre e contratar tendo no Brasil o maior celeiro de craques do mundo?  Porque 3 goleiros tendo o César? Ninguém viu o César?

Não há um lateral esquerdo na base melhor que o Trauco?  Será que o Guerrero faria os gols que o Vizeu fez na fase final? E se faria, seria o caso de investir umas 900 vezes mais?

O Flamengo derrotado na Sulamericana com um empate em casa é tão aceitável quanto perder a Copa do Brasil nos pênaltis. Detalhes que decidem finais. Simples assim.

O Flamengo que foca em dinheiro pra comprar, comprar e comprar, talvez não esteja tão certo assim. Pois o Everton Ribeiro nada fez, o Diego é um grande “oito” com fama de “dez”, Trauco, Pará, Arão… nada demais.

Quem fez o Flamengo de 2017 não ser um fiasco foram os meninos.  E em 2018 vamos comemorar borderô, encher o peito pra falar do faturamento e repetir os erros da era Djalminha, Marcelinho e companhia para comprar mais quantos?

abs,
RicaPerrone

Argentinos festejam em nossa casa

Leia o post original por Antero Greco

Os argentinos sabem jogar bola; isso é óbvio, antigo e escancarado. O Independiente, por exemplo, não tem sete Libertadores por obra do acaso, mas por mérito. Abriu vantagem de 2 a 1 no primeiro duelo da final da Sul-Americana e jogava por empate com o Fla no Maracanã. Ou seja, entrou em campo com uma mão na taça, saiu com as duas. Ponto.

Mas dava para o Fla, sem presunção nem desprezo pelos adversários. Havia equilíbrio nessa disputa, como se viu na semana passada em Avellaneda. No mínimo dava para a prorrogação. Durante boa parte do jogo, essa sensação prevaleceu, pela forma como o time brasileiro se comportou: com marcação boa, sem ser sufocante, com jogadas rápidas e com o gol de Lucas Paquetá. E como jogou esse moço!

Dava, ainda, quando tomou um abalo com o empate, que veio em pênalti cobrado por Barco, jovem revelação do “hermanos”. Pênalti que ainda agora me deixa em dúvida, embora tenha revisto algumas vezes. Só abalou minha convicção declaração do próprio Cuellar, que participou do lance. Depois do jogo, ele disse: “Não sei se foi pênalti ou não.” Isso em linguagem boleira costuma ser admissão de culpa…

Enfim, mesmo com o 1 a 1 era possível o Fla virar o quadro. Na pior da hipóteses, fazer outro gol e empurrar para os 30 minutos adicionais. Começou bem o segundo tempo, a todo vapor, com pressão intensa, sem deixar o Independiente sair da sua parte do campo.

Até que Reinaldo Rueda quis ser atrevido de vez, ao colocar Vinicius Júnior no lugar de Trauco e depois Everton Ribeiro na vaga de Cuellar. Uma forma de mandar o Fla para a frente, no abafa, na raça, na empolgação. A equipe até tentou, mas se desconjuntou.

Desmontou a partir do momento em que Everton recuou para compor o sistema defensivo. Levou baile pelo lado dele. Além disso, Vinicius Júnior e Paquetá correram, mas sem serem municiados por bolas boas. Nesse quesito não funcionaram Everton Ribeiro nem Diego. (A propósito, em sem caça às bruxas: Diego sucumbiu na etapa final.)

Bom, o que parecia blitz para cima do Independiente se revelou apenas uma bagunça. O Flamengo perdeu o rumo, o controle do jogo. Aquele pedido do Rueda para que o torcedor tivesse paciência foi negado por ele mesmo, com as modificações que pretendiam tornar o time mais perigoso e que, na prática, o deixou vulnerável.

O Independiente percebeu, saiu para os contragolpes, esteve perto do segundo gol (Juan tirou em cima da linha), apostou no passar do tempo e no nervosismo do rival. Deu certo. O relógio correu, Wilmar Roldán deu só 3 de acréscimos, Réver ainda mandou para o céu o último lance de perigo e… os argentinos fizeram a festa no Maracanã.

Os gringos se deram bem em nossa casa. Acontece, é da vida. Duas semanas atrás, o Grêmio havia dado a volta olímpica no campo do Lanús. Agora, não cabe procurar culpados, e sim planejar 2018 vitorioso.

Será que ainda dá para Mengão do ‘Zé’ Rueda???

Leia o post original por Craque Neto

Tenho visto atentamente a campanha do Flamengo nesta temporada e com exceção feita a campanha da Copa Sul-Americana, onde é finalista, o restante de 2017 o time só passou vergonha. E olha que investiu em contratações milionárias, como Conca, Diego e Everton Ribeiro. Agora acho que o grande defeito do clube está sentado no banco de reservas. Apesar de ter sido campeão da Libertadores com o Atlético Nacional no ano passado, não consigo ver muito carisma nesse treinador Reinaldo ‘Zé’ Rueda. Sinceramente. Pra falar a verdade acho que os comandantes gringos tem dificuldades para trabalhar por aqui. A história mostra […]

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