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Organizadas do Corinthians são cobradas para poupar Nunes e mirar Andrés

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Os protestos marcados para esta quarta (26) por torcidas organizadas do Corinthians expõem uma divisão de pensamento entre os uniformizados e fãs do clube não organizados. Enquanto a Gaviões da Fiel fala em mandar mensagem para comissão técnica, diretoria e jogadores e cobra vontade dos atletas, boa parte dos torcedores “independentes” pedem que as críticas sejam centralizadas na diretoria. Especialmente no presidente Andrés Sanchez e no diretor de futebol Duílio Monteiro Alves.

Na derrota por 2 a 1 para o Água Santa, no último sábado, torcedores, principalmente não organizados, xingaram a dupla de cartolas.

Nas redes sociais, a Gaviões tem sido questionada por cobrar jogadores e comissão técnica neste momento.

Muitos dos torcedores organizados que se manifestaram nas redes  argumentaram ser insensato cobrar Tiago Nunes no início da temporada. E pediram pressão na diretoria.

A dívida do clube, o fracasso na tentativa de vender o nome da Arena Corinthians, apostas em jogadores que não deram certo e repetição de negócios com alguns empresários estão entre os temas sugeridos para questionamentos à diretoria.

As contratações de uma filha biológica e duas “de coração” do ex-ministro José Dirceu, amigo e colega de Andrés no PT para trabalharam no clube também foram lembradas. Houve até sugestão para que o protesto fosse em frente à residência de Sanchez.

O posicionamento desses não organizados está em sintonia com conselheiros da oposição. A maioria poupa o treinador e mantém a mira em Andrés.

Por que o Corinthians não contratou Yony quando ele estava livre?

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Yony González em ação pelo Fluminense na temporada passada (Crédito: Pedro H. Tesch/AGIF)

Conforme disse o diretor de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, o clube precisou assegurar a compra dos direitos econômicos do colombiano Yony González junto ao Benfica por conta da concorrência.

O dirigente afirmou que o atacante estava na lista de reforços sugeridos pelo técnico Tiago Nunes desde sua chegada ao alvinegro.

O treinador foi anunciado pela direção corintiana em 7 de novembro.

Pouco mais de um mês depois, em 11 de dezembro, Yony se despediu do Fluminense. Seu contrato terminaria no final do ano passado e ele poderia ser contratado por outro time sem gastos com direitos econômicos, como acabou fazendo o Benfica.

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As datas mostram que o Corinthians poderia ter tentado negociar com o colombiano para acertar sua transferência sem ter que pagar pelos direitos econômicos.

Por que, entāo, o alvinegro não fez isso e depois acabou aceitando pagar pelos direitos de um atleta que poderia ter vindo sem esse custo?

O blog fez essa pergunta a Duílio, por meio da assessoria de imprensa do Corinthians e recebeu a seguinte resposta do departamento de comunicação: “a lista [feita pelo treinador] para essa posição tinha aproximadamente oito nomes. No final de 2019, o Corinthians fez proposta pelo Michael [que estava no Goiás], e nessa época o Yony já estava acertado no Benfica”.

Assim, pela versão do dirigente, o Corinthians deixou de tentar o colombiano quando ele estava livre porque tinha como alvo Michael, que acabou acertando com o Flamengo.

O alvinegro anunciou oficialmente ter desistido de Michael em 8 de janeiro, dois dias antes de o Benfica anunciar a contratação de Yony.

Na negociação com os portugueses, a ideia inicial do alvinegro era ter o colombiano por empréstimo até dezembro.

O clube brasileiro, no entanto, se comprometeria a pagar 3 milhões de euros por 50% dos direitos econômicos do jogador, caso ele fosse titular em 30 partidas, como mostrou o UOL Esporte.

Segundo Duílio, o Corinthians teve que aceitar a obrigação de comprar o atacante após um empréstimo até o meio do ano por que o Benfica tinha propostas de outros interessados na aquisição em definitivo do atleta.

 O dirigente não confirmou o valores, mas declarou que o pagamento será parcelado.

Gobbi reaparece, relembra Pato, dispara contra ex-diretor e até em Tite

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Desde que cumpriu seu mandato na presidência do Corinthians, em fevereiro de 2015, Mário Gobbi perdeu o hábito de ir às reuniões do Conselho Deliberativo do clube. O ex-dirigente, porém, reapareceu na última segunda (30), em grande estilo. Os temas principais do encontro eram as relações financeiras do alvinegro com Caixa e Odebrecht. Porém, inflamado e com a língua afiada, o delegado deu um show. Atacou ex-colega de diretoria, ajudou a ressuscitar o assunto contratação de Alexandre Pato e não poupou nem Tite de suas chicotadas verbais.

A reunião começou a sair do script quando o diretor de futebol corintiano, Duílio Monteiro Alves, pegou o microfone e questionou Raul Corrêa da Silva, ex-diretor jurídico, sobre como ele não sabia quanto Pato recebia para defender o alvinegro. O cartola se referia a uma recente publicação de Raul no Facebook sobre os vencimentos de Pato no Parque São Jorge.

“O futebol não muda. Em 2012 compraram o Pato, vieram a mim e disseram que o salário era de 400 (mil reais). Quando eu disse que era o dobro, me disseram que não, que a diferença era direito de imagem e que poderíamos vender (o jogador) e recuperar. Não preciso dizer o resultado”, havia escrito o ex-diretor financeiro em sua conta no Facebook.

Ele usava Pato, considerado por pelo menos parte dos conselheiros corintianos como uma das piores negociações da história do clube, como exemplo para comentar o modelo adotado pelo São Paulo ao trazer Daniel Alves, apoiado na prospecção de parceiros. Duílio não gostou do comentário, e cobrou o ex-colega.

O gancho foi aproveitado em sua fala por Gobbi, que foi para o ataque contra Raul. Reclamou de seu ex-diretor criticar a contratação feita em sua gestão. Lembrou de seus quatro títulos como presidente (Paulista, Libertadores, Mundial e Recopa) e lamentou que lembrem da contratação de Pato para criticar sua administração.

O ex-presidente foi se soltando e amaldiçoou quem insinuar que houve irregularidade na compra de Pato. Conforme apurou o blog, Gobbi disse que depois da conquista do Mundial, no final de 2012, Tite pediu três contratações: Gil, Renato Augusto e Pato. Depois, adotou um tom crítico para falar do treinador que hoje comanda a seleção.

Nesse ponto, o ex-presidente lembrou da venda do zagueiro Marquinhos. Sustentou que o técnico foi até sua sala e afirmou que a revelação corintiana não jogava. De acordo com pessoa próxima ao ex-presidente, a história foi confirmada durante a reunião a pedido dele por Duílio. Na ocasião, Marquinhos, aos 18 anos, foi emprestado para Roma que exerceu a opção de compra. À época, cartolas do clube falaram que a venda foi por 5 milhões de euros. Logo, ele se tornaria um dos zagueiros mais valorizados do mundo.

Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Tite afirmou que não comentaria o que foi dito por Gobbi sobre sua suposta participação na saída de Marquinhos do Parque São Jorge. Porém, naquela ocasião, em 2012, o treinador afirmou a pessoas próximas que foi chamado pelo então presidente dizendo que tinha uma proposta pela revelação e queria saber o que Tite pensava sobre o jogador. Por seu relato, o técnico disse que Marquinhos jogava muito, mas, como era muito jovem, seria preciso esperar seu amadurecimento para saber qual seria sua posição ideal, lateral, volante ou zagueiro. Ainda de acordo com essa versão, Gobbi afirmou que tinha uma proposta de empréstimo. O treinador, então, respondeu que o jovem poderia ganhar maturidade durante o período emprestado, mas deixou a decisão para a direção. Segundo esse relato, Tite nunca recomendou a venda do atleta.

O vigor de Gobbi durante a fala no conselho lembrou seus tempos de campanha eleitoral e gerou comentários entre outros conselheiros de que ele estaria ensaiando uma nova candidatura à presidência. Porém, no próprio discurso, o ex-dirigente deu sua carreira política na agremiação como encerrada. O blog não conseguiu entrar em contato com o ex-presidente. Mas, à pessoa próxima, ele afirmou que não daria entrevista sobre suas declarações na reunião.

Por sua vez, Duílio é considerado no clube o favorito para se candidatar pela situação na próxima eleição presidencial. Procurada para que o diretor de futebol desse sua versão sobre os acontecimentos no encontro de segunda, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que “as reuniões são fechadas para pessoas do conselho e os assuntos são discutidos somente entre eles. Por isso (o dirigente) não irá externar as informações colocadas em pauta da reunião e opiniões”.

Já o ex-diretor financeiro respondeu ao blog por meio de mensagem de texto. “O que na verdade ocorreu foi uma dificuldade de interpretação de texto por parte do Duílio, e o Mário por sua vez entendendo que haveria uma crítica à contratação do Pato. Achei folclórico. Provocações de amigos. Nada relevante”, disse Raul.

Após Everaldo, Corinthians planeja só buscar atleta sem custo em direitos

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Depois de acertar a contratação de Everaldo (ex-Fluminense) a meta da diretoria do Corinthians é encerrar os gastos com a compra de direitos federativos e econômicos de jogadores para esta temporada.

Nas palavras de um dirigente do clube, que pediu para não ser identificado, o Corinthians já investiu o suficiente para ter um time competitivo, mas ainda falta os caras jogarem bola.

Para contar Everaldo, o alvinegro gastou R$ 2,5 milhões por 50% dos direitos relativos ao atacante e que pertenciam ao Velo Clube (SP).

O entendimento entre os departamentos financeiro e de futebol é de que a partir de agora o clube só traga ainda para esta temporada jogadores que não exigirem gastos com direitos. É o caso de Gil, que tenta rescindir seu contrato na China. O alvinegro só gastaria com luvas e salários.

O orçamento corintiano prevê em 2019 gasto de R$ 42.213.000 com direitos federativos. Só com o zagueiro Bruno Méndez (aproximadamente R$ 13 milhões) e Sornoza (cerca de R$ 11,1 milhões), os corintianos desembolsaram por volta de R$ 24,1 milhões. O atacante André Luis e o volante Richard são outros reforços pelos quais o clube teve que gastar para adquirir direitos.

Em reunião do Conselho Deliberativo em 4 de fevereiro, no entanto, Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol, afirmou que o time  estava sendo montado dentro de um orçamento inferior a R$ 20 milhões.

“Disse que foi feito tudo com bastante pé no chão. Orçamento na parte de contratações de R$ 19 milhões, mesmo trazendo dez jogadores e informou que tem mais um para chegar, se tudo correr bem”, registra a ata da sessão sobre trecho da fala do dirigente.

Sobre vendas, a expectativa dos cartolas é de que na janela de transferências para a Europa no meio do ano dois jogadores sejam negociados. Porém, o discurso é de que os principais atletas do elenco não devem sair.

Uma história CHUTADA por causa de dinheiro

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Olá amigos internautas, depois de muito tempo sem ouvir falar do paraguaio Romero, resolvi pedir para a equipe da Band tentar encontrá-lo. Saber do paradeiro do atacante, que desde o final do ano passado anda totalmente esquecido no Corinthians. Para minha surpresa ele ainda anda por lá. Ou seja, para não dar problemas trabalhistas, ele permanece treinando com o time no CT, mas NUNCA mais sequer foi aproveitado para o time principal. Fomos atrás pra saber o porquê disso. Os dirigentes do clube, principalmente o Andrés e o Duílio, defendem a tese de que o clube tentou a renovação de […]

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Diretoria do Corinthians cita demissões em rivais para seduzir elenco

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As trocas de treinadores nos rivais Palmeiras e Santos viraram argumento da diretoria do Corinthians para seduzir seus jogadores.

Em Brasília, antes da vitória sobre o Vasco, a direção do clube conversaou com líderes da equipe. A diretoria disse que teria sido mais fácil para os cartolas demitir Osmar Loss, que amargou sequência negativa, assim como Santos e Palmeiras fizeram com Jair Ventura e Roger Machado.

O argumento usado foi de que as demissões servem para transferir a responsabilidade. A culpa pelos maus resultado fica na conta de quem sai e a pressão pela melhora na de quem entra, segundo essa tese.

No entanto, os cartolas alvinegros argumentaram que preferiram assumir a responsabilidade e encarar o risco de eventuais críticas pela manutenção do treinador.

O discurso soa como uma tentativa de fortalecer os laços entre grupo, comissão técnica e diretoria.

A explicação foi ouvida por líderes do time  como Cássio, Fágner e Sheik. Pela diretoria, participaram o presidente Andrés Sanchez, principal responsável por conduzir a argumentação, Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol, e Jorge Kalil, diretor adjunto.

Corinthians viu pequeno risco de grande perda com Zeca e cobrou garantia

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A avaliação jurídica do Corinthians sobre a ação trabalhista envolvendo Santos e Zeca apontou pequeno risco de o alvinegro da capital perder uma grande quantia. Isso porque a conclusão foi de que o jogador tem grande chance de ser o vencedor ao final do processo. Porém, em caso de derrota dele, o Santos pode pedir que o eventual novo time do lateral seja solidário no pagamento da multa por rompimento de contrato.

Assim, os corintianos pediram que o atleta e seus agentes se responsabilizassem em indenizar a agremiação caso ela tivesse que pagar ao menos parte da multa, que é de R$ 150 milhões de acordo com quem conhece o contrato.

No Parque São Jorge, a versão dada longe dos microfones é de que Zeca e seu estafe sempre souberam dessa exigência e tinham concordado com ela. Desde o início jogador e empresários se responsabilizariam. Mas que na última hora a OTB, empresa responsável por gerenciar a carreira do jogador, mudou de ideia e não quis assumir o risco.

Porém, do outro lado, conforme apurou o blog, a conversa é de que inicialmente só Zeca apareceria no contrato como responsável por indenizar os corintianos, caso fosse necessário. E que, depois de José Carlos Peres, presidente do Santos dar entrevista enfatizando que brigaria pela multa, o time da capital fez novas exigências. Só então teria solicitado que a OTB também se responsabilização por escrito por uma eventual indenização.

Zeca pediu seu desligamento do Santos alegando que por quatro meses o clube não depositou a verba referente ao seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Procurada, a assessoria de imprensa da OTB afirmou que não comentaria o caso. Por sua vez, o departamento de comunicação do Corinthians disse que o clube não vai se manifestar mais sobre Zeca. Na última quarta, Duílio Monteiro Alves, diretor de futebol, declarou que o alvinegro não vai correr riscos. Sem dar detalhes, ele disse existirem outros modelos de negócio e que por isso ainda havia chance de a contratação se concretizar.

Colaborou Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

Sheik vai largar o Timão! Parabéns aos dirigentes do clube!!!

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Sheik se mostrando 'super' preocupado com seu futuro

Jogador se mostra ‘super’ preocupado com seu futuro

O banco deu a garantia financeira que o Corinthians precisava e o atacante Emerson Sheik está prestes a se transferir para o Botafogo do Rio. Engraçada como são as coisas, né? Defendi até o último momento que o Mano Menezes deveria prestigiar o cara que conquistou o status de ídolo pelas boas atuações em toda a temporada de 2012. Até porque achava um absurdo encostar um cara que tinha salários tão altos. Muito fácil tirar a responsabilidade do jogador. Mas a verdade é que desde o título do Mundial de Clubes do Japão ele parece ter esquecido de jogar futebol. Impressionante! O cara não faz um golzinho sequer desde julho do ano passado.

O pior é que coincidiu com sua renovação de contrato. E vamos dar nomes aos ‘bois’ que fizeram essa boa ação ao Sheik: foram os ex-diretores Roberto de Andrade e Duílio Monteiro Alves, mais o gerente Edu Gaspar. Resultado? Ele praticamente forçou sua saída do clube. Detalhe: tudo indica que o Timão ainda vai arcar com metade de seus salários? É brincadeira? Trocando em miúdos o atacante virou as costas para o Corinthians e a diretoria coleciona lambanças.

Não tenho a menor dúvida de que só os salários que o Corinthians continuará pagando ao Sheik mais a parte que banca o Pato no São Paulo, daria para manter a folha mensal de 99% dos clubes de futebol do Brasil. O que mostra erros cruciais por parte da gestão corintiana. Portanto torcedor, quando vocês xingam a boleirada no campo pelos maus resultados, tá na hora de começarem a enxergar um pouco mais além disso. Só estou dando um toque.

Troca de técnico enfraquece diretores do Corinthians

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A escolha de Mano Menezes para substituir Tite tira poder dos diretores de futebol do Corinthians, Roberto de Andrade e Duílio Monteiro Alves. A dupla é alvo de críticas de conselheiros por conta da queda de rendimento do time.

Mano, que já tem acerto verbal com o clube, é mais centralizador do que Tite e tem relação estreita com o presidente Mário Gobbi, o que diminui o espaço dos diretores.

Ele também é mais próximo de Gobbi do que de Andrés Sanchez, apesar de o ex-presidente ter ajudado o técnico a chegar à seleção brasileira. Isso faz diferença porque os grupos de Andrés e Gobbi se enfrentam politicamente no clube.

  • Blog do Julio Gomes: Corinthians foi o maior vexame deste Brasileiro

Coincidentemente com a chegada de Mano, a permanência dos dirigentes no cargo é incerta. Interlocutor de Duílio disse ao blog que ele pode se afastar por problemas de saúde. Já Andrade pode deve deixar o cargo para cuidar de sua campanha à presidência  do Corinthians.  Só não está decidido quando ele entregará o cargo. O blog apurou que o presidente conversou com Roberto e deu a ele liberdade para ficar no cargo o quanto quiser. E que pediu para Duílio aproveitar os próximos meses para se tratar a fim de permanecer em seu posto.

Mais natural seria se ele pedisse demissão ao final do ano. Porém, mergulharia em sua campanha com o ônus do fraco desempenho da equipe no Brasileiro. Por isso, dirigentes alvinegros acreditam que ele pode ficar mais alguns meses no cargo esperando por uma reação do time.

O blog não conseguiu localizar Roberto e Duílio

Após eliminação, diretoria de futebol do Corinthians é acusada de omissão

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A eliminação do Corinthians na Copa do Brasil gerou cobranças para que a diretoria de futebol seja demitida e aumentou o racha entre grupos políticos da situação. Também serviu como senha para a oposição aumentar seus ataques, já que antes temia ser acusada de atrapalhar o time em meio a briga por um título.

Entre oposicionistas e situacionistas, há queixas de omissão da direção em momentos decisivos. Nas derrotas para a Portuguesa por 4 a 0 e diante do mesmo Grêmio, por 1 a 0, os diretores de futebol Roberto de Andrade e Duílio Monteiro Alves (doente no segundo jogo), não acompanharam a delegação. Nesta quarta, apenas Duílio estava com a equipe em Porto Alegre.

“Existe um festival de omissão da diireção de futebol  que reflete no time. A diretoria não vai aos jogos, não cobra, não dá importância, então o grupo de jogadores não está nem aí. A diretoria age como se depois de ganhar o mundial não precisasse ganhar mais nada, pode fechar o clube. O jogador sente isso. Do jeito que o time está, vão falar que ganhou o Mundial e a Libertadores na sorte”, disse Romeu Tuma Júnior, conselheiro de oposição.

“Tem diretor acompanhando atleta em balada. Jogador não quer dirigente por perto na noite. Quer na hora em que perde e a torcida joga pedra no vestiário. Na hora em que alguém tem que dar entrevista. Agora é preciso uma reformulação geral,  mudar a diretoria de futebol e até os seguranças que estão acostumados com os jogadores”, completou Romeu.

Entre os situacionistas, a crítica maior é sobre Roberto, preferido de Andrés  Sanchez para suceder Mário Gobbi na presidência. Afirmam que o diretor já deixava de ir em alguns jogos importantes na época das vacas gordas.

Roberto e Duílio não atenderam ao blog para falar sobre as críticas.

A queda em Porto Alegre também aumenta a discórdia entre aliados de Andrés e Gobbi, enquanto os dois cartolas asseguram estar unidos.

Os “andresistas” afirmam que a direção atual venceu a Libertadores e o Mundial após receber o prato pronto da diretoria anterior. E que na hora de fazer a própria refeição, deixou a comida queimar.