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Após nove meses, investigação sobre comissão suspeita não terminou no SPFC

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Nove meses após ser criada, a comissão responsável por investigar o contrato entre o São Paulo a empresa Far East, que receberia R$ 18,3 milhões por intermediar o acordo com a Under Armour, ainda não concluiu seus trabalhos.

A demora gera cobrança de conselheiros e membros da diretoria que esperavam a apresentação de um relatório sobre o assunto na reunião do Conselho Deliberativo nesta terça, que terá votação sobre a renovação de compromisso com a Globo. Porém, o tema não está na pauta.

O trabalho da comissão é indicar se houve irregularidades e quem as teria cometido, entregando um relatório para o conselho decidir sobre possíveis punições.

Ouvido pelo blog, Joandre Ferraz, da comissão que faz a investigação, disse que espera terminar os trabalhos no início de março. “Ainda falta ouvir uma pessoa para podermos chegar a uma conclusão. É um trabalho complexo, tivemos que ouvir várias pessoas. Cada um traz uma informação nova, que você precisa checar. Por isso não terminamos, mas agora estamos pela bola sete”, afirmou Ferraz.

O caso envolvendo a Far East foi um dos que geraram as suspeitas contra a administração de Carlos Miguel Aidar, que acabou renunciando à presidência.

O alto valor da comissão e a desconfiança de que a credora é uma empresa de fachada fizeram com que o conselho não aprovasse o pagamento até que a investigação fosse feita. Aidar, então, surpreendeu o órgão dizendo que Jack Banafsheha, dono da Far East, havia desistido de cobrar a dívida. O ex-presidente nega irregularidades na operação e foi ouvido pela comissão de investigação.

“O Carlos Miguel entregou dados da Far East, ela não é uma empresa de fachada. Atua no setor têxtil, e se ofereceu para ajudar porque tem contatos no meio de fabricantes de material esportivo”, declarou Ferraz. Sobre o fato de a empresa ter desistido da cobrança, o conselheiro disse ainda ter dúvidas se isso de fato ocorreu. “Mas vamos recomendar um distrato formal”, disse ele.

Edson Lapolla, diretor-adjunto de marketing e que sugeriu a criação da comissão, é um dos que mais cobram a conclusão da investigação. “A forma de punir os corruptos no clube é provar a tentativa de se pagar comissão para uma empresa que não existe e nunca trabalhou para o São Paulo. A comissão precisa fazer só quatro perguntinhas para esclarecer isso. É simples”, declarou Lapolla.

Ele ainda pediu a ajuda do empresário Abilio Diniz, que não é conselheiro, mas falará ao conselho nesta terça. “Se ele quer ajudar o clube, pode fazer no conselho essas perguntas sobre a tentativa de se pagar comissão”, disse.

 

Oposição do São Paulo critica festa no clube em crise e pede renúncia de Juvenal

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Reprodução de convite para evento no São Paulo

 

Candidato derrotado na última eleição no São Paulo, o conselheiro Edson Lapolla faz campanha pela renuncia de Juvenal Juvêncio. Disparou e-mails pedindo para que o presidente tenha “atitude digna” e deixe o cargo.

O opositor também usou o correio eletrônico para criticar evento marcado pela diretoria de futebol social do clube em meio à crise, neste domingo, com “samba, futebol e cerveja, sem custo para associados”, além de jogos de times formados por sócios do clube.

Lapolla intitulou sua mensagem como pão e circo e disse que o presidente seria vaiado “como Dilma” se aparecesse no clube neste domingo. E ele distribui o e-mail antes da derrota de 3 a 0 para o Cruzeiro, em casa.

A programação social costuma ser definida com antencedência sem vínculo com os resultados da equipe de futebol.

 

Reprodução de logo de campanha da oposição

Oposição do São Paulo usa eliminação para protestar contra busto para Juvenal

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A eliminação do São Paulo nas semifinais do Paulista já virou munição para a oposição do clube. Edson Lapolla, candidato derrotado por Juvenal Juvêncio na última eleição, manifestou-se logo após a derrota para o Santos.

O conselheiro disparou e-mails alfinetando ao mesmo tempo o desempenho da equipe e a decisão do Conselho Deliberativo do clube de erguer um busto para Juvenal Juvêncio no CT de Cotia.

“JJ é disparado o ‘presidente’ que mais títulos perdeu na história do clube”, diz a mensagem emcaminhada pelo opositor com o título “Busto Merecido”.

Para opositor, Juvenal é amado por são-paulinos como Gaddafi pelos líbios

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             Montagem com fotos de Zanone Fraissat/Folha Imagem e Ismail Zetouny/Reuters

Juvenal Juvêncio é amado por toda a torcida do São Paulo como Muammar Gaddafi, morto por rebeldes, era pelo povo líbio. Com outras palavras, essa foi a mensagem que Edson Lapolla, derrotado na última eleição presidencial do São Paulo, enviou por e-mail para conselheiros e sócios do clube.

Ele compara declarações de ambos em entrevistas. Veja abaixo.

 ”Todo meu povo me ama”, declara ditador em entrevista
 

 Em entrevista às redes BBC e NBC, o ditador da Líbia, Muamar Gadaffi, negou
haver uma rebelião no país promovida por opositores líbios: “Todo meu povo
 me ama”. Segundo Gaddafi, os “protestos” que ocorreram foram promovidos pela
 Al-Qaeda.  Segundo o ditador, a população líbia “morreria” para protegê-lo.

Lapolla não citou a fonte do texto, só a data: 01/03/2011 

 Mais tempo no poder

Ainda tenho muito chão pela frente. O São Paulo precisa de mim. Todo  são-paulino sabe disso e reza por mim. Os adversários rezam para que eu morra”.

  Juvenal Juvêncio em entrevista para o  Globo.com em 25/10/2011

Opositor são-paulino ataca camisa “rosa” de Rogério e calção vermelho

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Crédito: Vipcomm/Divulgação

Fazia um certo tempo que Edson Lapolla, candidato derrotado à presidência do São Paulo, não disparava para conselheiros seus tradicionais e-mails com críticas à diretoria. Nesta quarta, ele voltou a atacar.

Enviou mensagem reclamando que os dirigentes não ouviram sócios e torcedores sobre o uniforme a ser usado pelo time quando há coincidência de cores com o adversário. Diz que o tom de vermelho escolhido para o calção desrespeita o estatuato. Afirma que contra Grêmio e Coritiba o Tricolor deveria der jogado de short branco.

Sobrou até para uma das camisas vestidas por Rogério Ceni, o modelo usado contra o Fluminense no Morumbi, pelo Brasileirão. “Agora aparece um estilista gênio ou gênio estilista  e fica brincando com o nosso uniforme. Não bastasse o estilista gênio ou gênio estilista fazer o nosso maior ídolo jogar com uma camisa rosa, agora temos que engolir o vermelho, que nem é o tom do vermelho estabelecido pelo tão respeitado estatuto”, reclama Lapolla em trecho da mensagem.